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Produtor do Fyre Festival é denunciado por novos golpes

Phouse Staff

Publicado em

15/06/2018 - 15:21
Fyre Festival
Foto: Reprodução
Billy McFarland pagou fiança, mas deve ser julgado neste mês

Lembra do fiasco do Fyre Festival em 2017? O festival que prometeu mundos e fundos em estrutura a preços altíssimos e não conseguiu realizar nada? Então, o cara por trás da produção fracassada acaba de ser denunciado por novas acusações de fraude. Segundo a promotora Kristy GreenbergBilly McFarland, de 26 anos, dava golpes em festivaleiros vendendo ingressos inexistentes para festivais populares, como Coachella e o Burning Man.

De acordo com a acusação, McFarland visava as pessoas da lista de clientes do Fyre Festival e vendia ingressos fantasma para eventos de alto nível. Entre eles o Coachella, Burning Man, Met Gala, Grammy e até o Super Bowl. O esquema envolve faturamento ilegal de mais de cem mil dólares entre 2017 e o início de 2018. O negócio funcionava online e era chamado de NYC VIP Access.

+ Fracasso de festival de música também inspira série documental

Não bastasse o papelão que foi o Fyre Festival 2017,  o escritório da Procuradoria de Manhattan revelou que McFarland está agora enfrentando um novo conjunto de acusações relacionadas a um esquema de multas do festival, que estava em andamento nos últimos meses enquanto ele aguardava a sentença. O empresário enfrenta acusações de lavagem de dinheiro, de fraude eletrônica dos ingressos e até de tentar se passar por outros funcionários da empresa.

Ele assumiu a culpa das acusações de fraude relacionadas ao Fyre e deve ser condenado na próxima semana, podendo pegar até 40 anos de cadeia. Quanto às demais, ele pretende lutar na justiça, alegando que estava sendo prejudicado por um ex-colega que está cooperando com os promotores.

Diante de toda essa palhaçada, Billy não parece estar muito preocupado após pagar fiança e aguardar em liberdade. A procuradora afirmou em juízo que McFarland está hospedado em hotéis de luxo, jantando em restaurantes caros e que até teria falado em fuga caso seja condenado. A nova sentença pode chegar a dois anos de prisão.

+ CLIQUE AQUI para relembrar o caso do Fyre Festival

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Any Mello lança EP com remixes de Aninha e Victor Enzo

“Pluto” foi lançado nessa sexta-feira, via Nin92wo

Manoel Cirilo

Publicado há

Any Mello
Foto: Divulgação

Any Mello é um exemplo de profissional multifacetada. Iniciada como VJ há mais de sete anos, a artista trocou os softwares de vídeo pelos de mixagem de áudio e segue a carreira de DJ e produtora desde o início de 2017. Dos tempos de VJing para a nova fase profissional, o que não mudou foi sua forte conexão com o público e a paixão pelo techno — algo que também pode ser medido pelo seu mais novo lançamento.

Via Nin92wo, Any lançou na última sexta-feira o EP Pluto, que traz a faixa-título, produzida pela própria, e remixes de dois grandes nomes do mercado nacional: a catarinense Aninha, com mais de 15 anos de profissão, compartilha toda expertise adquirida à frente da AIA Records e de pistas como Warung e Vibe, onde manteve longas residências. Do outro lado, temos o melódico Victor Enzo, grande promessa da cena nacional, que tem suporte de artistas do calibre de Richie Hawtin.

A versão original do single explora synths limpos e uma linha de baixo firme e abafada. Vocais suaves finalizam a faixa, que apresenta a história de uma garota perdida no planeta mais afastado do Sistema Solar, uma belíssima obra com alta qualidade técnica. Aninha traz sua pegada bem houseada e eleva os grooves da faixa, enquanto Victor Enzo carrega a mão e entrega a versão mais agressiva de “Pluto”, com batidas super densas e bem configuradas para as pistas. O resultado você no player abaixo:


Manoel Cirilo é colaborador da Phouse.

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Nevoeiro desfalca XXXPERIENCE e TribalTech; entenda o caso

Artistas que iriam de um festival para o outro acabaram não conseguindo viajar

Flávio Lerner

Publicado há

XXXPERIENCE e TribalTech
Foto: Sigma F/Reprodução

Nesse sábado, 22, dois dos mais aguardados festivais da cena eletrônica nacional aconteceram simultaneamente: XXXPERIENCE e TribalTech. Tentando evitar o mau tempo que atrapalhou anos anteriores de ambos os eventos — o que justamente motivou a XXX para transferir sua data de novembro para setembro —, os dois rolaram numa boa, sem temporal nenhum pra acabar com a vibe. Mesmo assim, a zica climática atacou por outro lado, e acabou desfalcando as duas festas.

Por causa do forte nevoeiro que atingiu Curitiba, os dois aeroportos da capital [Afonso Pena e Bacacheri] fecharam, além do Aeroporto Municipal de Ponta Grossa e do Aeroporto Internacional de Navegantes, em Santa Catarina. Com isso, a aeronave particular — contratada em parceria entre os dois festivais — que sairia no começo da madrugada de São Paulo para levar Len Faki, Dubfire e Tessuto ao TribalTech, e posteriormente Ben Klock e Gabe para São Paulo, não conseguiu decolar.

+ “O festival vai ficar muito mais interativo”; Erick Dias fala sobre a #XXX22

Além deles, Guy Gerber cancelou anteriormente com os dois festivais, alegando na última quinta-feira que teve sua casa invadida e pertences roubados, incluindo seu passaporte. Já o voo comercial que levava o sueco Gaudium, atração do palco de trance 3DTTRIP, do TribalTech, atrasou, o que fez com o que o artista não chegasse a tempo para tocar. 

A XXX contornou o problema colocando Renato Ratier para estender o seu set, que já encerraria o Union Stage, por quatro horas, assumindo também o horário de Ben Klock, enquanto o Joy Stage, que fecharia com o Gabe, acabou terminando mais cedo; já o Guy Gerber foi substituído por um B2B entre ANNA e Patrice Bäumel, que já eram atrações do Union. 

+ TribalTech Enlighten: confira detalhes da próxima edição do festival

No TribalTech, Len Faki e Dubfire, que seriam as últimas atrações do TribalTech Stage, foram substituídos por Ben Klock [que estendeu seu set em meia hora] e Anthony Parasole, que originalmente tocaria no Timetech [e acabou sendo substituído por um segundo set do alemão Sammy Dee]. Já no Secret Stage, um B2B entre Renato Cohen e RHR fechou o palco, no lugar de Tessuto. O festival acabou sendo encerrado uma hora antes do programado.

Em contato com a Phouse, a assessoria do TT afirmou que já está em contato com as agências dos artistas para tentar trazê-los novamente a Curitiba. Enquanto isso, a produção da XXX afirma também ter a intenção de trazer Ben Klock para a edição do ano que vem.

Antes, ambas as labels já haviam pedido desculpas ao público e explicado o problema em suas respectivas redes sociais.

NOTA OFICIAL.

Posted by Tribaltech on Sunday, September 23, 2018

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Depois de SP, Só Track Boa Festival está prestes a invadir o Mineirão

Festival terá edição mineira maior e mais longa em relação a 2017

Phouse Staff

Publicado há

Só Track Boa BH
Estrutura será a mesma da edição de SP. Foto: Divulgação

Depois de comemorar seus sete anos no começo do mês em São Paulo, o festival da Só Track Boa está prestes a invadir o gramado do Mineirão, em Belo Horizonte. A estrutura será idêntica à da edição paulistana, com palco de mesmo tamanho.

Com um lineup que traz atrações como Malaa, Dashdot com Ashibah, KVSH, Bruno Be e Chemical Surf em B2B com Gabriel o Pensador, a festa rola a partir das 18h deste sábado, 29, e se encerra com um after set especial do Vintage Culture, que começa às 08h e não tem hora pra acabar. Isso significa que a produção conseguiu ampliar o tempo inicialmente previsto de 12 horas para 14 horas, mais o after.

Confira a programação completa:

Só Track Boa Belo Horizonte
Arte: Divulgação

Como destacamos em julho, a festa mineira vem em um formato bem maior do que a edição de 2017, com mais tempo de duração e mais espaço. Segundo a OTM Produções (que produz a festa em BH ao lado da Entourage), este é o primeiro grande evento de música eletrônica no gramado do famoso estádio da capital.

“No ano passado, o Só Track Boa Festival BH aconteceu na esplanada do Mineirão, e neste ano o evento acontecerá no gramado, usando as dependências como camarotes. Levar o evento para dentro do estádio valorizará sua estrutura, pois teremos espaço suficiente para montar o gigantesco palco que foi desenvolvido para a tour de 2018″, declarou Otacílio Mesquita, da OTM, em contato com a Phouse.

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