Fyre Festival
Billy McFarland pagou fiança, mas deve ser julgado neste mês

Lembra do fiasco do Fyre Festival em 2017? O festival que prometeu mundos e fundos em estrutura a preços altíssimos e não conseguiu realizar nada? Então, o cara por trás da produção fracassada acaba de ser denunciado por novas acusações de fraude. Segundo a promotora Kristy GreenbergBilly McFarland, de 26 anos, dava golpes em festivaleiros vendendo ingressos inexistentes para festivais populares, como Coachella e o Burning Man.

De acordo com a acusação, McFarland visava as pessoas da lista de clientes do Fyre Festival e vendia ingressos fantasma para eventos de alto nível. Entre eles o Coachella, Burning Man, Met Gala, Grammy e até o Super Bowl. O esquema envolve faturamento ilegal de mais de cem mil dólares entre 2017 e o início de 2018. O negócio funcionava online e era chamado de NYC VIP Access.

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Não bastasse o papelão que foi o Fyre Festival 2017,  o escritório da Procuradoria de Manhattan revelou que McFarland está agora enfrentando um novo conjunto de acusações relacionadas a um esquema de multas do festival, que estava em andamento nos últimos meses enquanto ele aguardava a sentença. O empresário enfrenta acusações de lavagem de dinheiro, de fraude eletrônica dos ingressos e até de tentar se passar por outros funcionários da empresa.

Ele assumiu a culpa das acusações de fraude relacionadas ao Fyre e deve ser condenado na próxima semana, podendo pegar até 40 anos de cadeia. Quanto às demais, ele pretende lutar na justiça, alegando que estava sendo prejudicado por um ex-colega que está cooperando com os promotores.

Diante de toda essa palhaçada, Billy não parece estar muito preocupado após pagar fiança e aguardar em liberdade. A procuradora afirmou em juízo que McFarland está hospedado em hotéis de luxo, jantando em restaurantes caros e que até teria falado em fuga caso seja condenado. A nova sentença pode chegar a dois anos de prisão.

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