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Réus são condenados por incêndio que matou 36 em festa nos EUA

Phouse Staff

Publicado em

09/07/2018 - 9:07
Ghost Ship
Foto: Reprodução
A tragédia ocorreu no final de 2016, durante showcase do selo 100% Silk

Duas pessoas foram presas pelo incêndio que causou a morte de 36 pessoas no armazém convertido em casa de shows chamado “Ghost Ship”, em 2016, nos Estados Unidos. Derick Almena, de 48 anos, e Max Harris, 28, enfrentaram acusações de homicídio culposo pelo ocorrido e pegaram nove e seis anos de prisão, respectivamente. O caso foi concluído na terça-feira passada, dia 03, pela procuradoria do Condado de Alameda, na Califórnia.

O julgamento seria em 16 de julho, mas durante a audiência preliminar o juiz leu as acusações e os réus não contestaram. De acordo com o jornal East Bay Times, Almena e Harris decidiram não apelar para julgamento e aceitar um acordo judicial para cumprirem penas mais leves. Eles foram condenados por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

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Almena era o chefe do coletivo de artistas Satya Yuga, que residia e atuava no local, enquanto Harris era o diretor executivo, responsável por cobrar o aluguel dos respectivos moradores. Segundo a promotoria estadual que cuidou do caso, ambos desempenharam papéis criminosos por negligência no acidente.

Se cumprirem as penas com bom comportamento, a lei americana ainda pode liberar ambos na metade do tempo para cumprir o resto em regime condicional. Essa decisão, segundo a imprensa internacional,não agradou as famílias das vítimas, que esperavam por penas mais rigorosas. Diante da frustração, a procuradora Mary Alexander, que representa 11 das vítimas no caso, afirmou ao East Bay Times que “o importante é que os dois sejam responsabilizados e cumpram pena por seus crimes”.

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Conhecido como Ghost Ship, o local do incêndio era um armazém em Oakland, Califórnia, que foi convertido ilegalmente em uma casa de shows, além de servir também de moradia para os membros do Satya Yuga. Na ocasião do acidente, o selo de house music 100% Silk — fundado em Los Angeles em 2011, e que já contou com suporte de nomes importantes como Daniel Avery e Ben Pearce — promovia um showcase no segundo andar. Cerca de 50 pessoas ocupavam o local na hora do incidente.

Segundo as investigações, o incêndio pode ter sido causado por problemas no sistema elétrico do edifício, mas a causa não foi confirmada. Sabe-se que o fogo começou no primeiro andar, e o relatório das investigações junto ao Corpo de Bombeiros aponta que havia muitos objetos de madeira, ausência de detectores de fumaça e extintores e complicações nas saídas do prédio.

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Martin Garrix lidera o Top 100 da DJ Mag pelo 3º ano seguido

Avicii, Swedish House Mafia e subida de trio brasileiro também são destaque

Phouse Staff

Publicado há

Top 100 DJ Mag 2018
Foto: Reprodução

Assim como em 2017 e 2016, Martin Garrix foi o DJ mais votado no Top 100 da DJ Mag. A segunda posição ficou novamente com Dimitri Vegas & Like Mike, enquanto Hardwell e Armin van Buuren inverteram suas posições, em terceiro e quarto lugar, respectivamente.

Avicii foi bastante homenageado na votação, subindo da 28ª para a 15ª posição, enquanto o Swedish House Mafia reapareceu no ranking, em 63º.

Outro destaque foi a subida do trio brasileiro que bombou em 2017: Alok subiu do 19º ao 13º lugar, Vintage Culture foi do 31º ao 19º, e os Cat Dealers, que debutaram na lista no ano passado, no 74º lugar, subiram para o 48º.

Confira o Top 100:

1. Martin Garrix
2. Dimitri Vegas & Like Mike
3. Hardwell
4. Armin van Buuren
5. David Guetta
6. Tiësto
7. Don Diablo
8. Afrojack
9. Oliver Heldens
10. Marshmello
11. Steve Aoki
12. R3hab
13. Alok
14. W&W
15. Avicii
16. DVBBS
17. Lost Frequencies
18. KSHMR
19. Vintage Culture
20. Eric Prydz
21. Skrillex
22. Fedde Le Grand
23. Ummet Ozcan
24. DJ Snake
25. Quintino
26. VINAI
27. NERVO
28. Headhunterz
29. Angerfist
30. Bassjackers
31. The Chainsmokers
32. Kygo
33. Timmy Trumpet
34. Vini Vici
35. Wolfpack
36. Alan Walker
37. Blasterjaxx
38. Danny Avila
39. Kura
40. Calvin Harris
41. Axwell /\ Ingrosso
42. Diplo
43. Nicky Romero
44. Zedd
45. Alesso
46. Tujamo
47. Yellow Claw
48. Cat Dealers
49. ATB
50. Diego Miranda
51. Above & Beyond
52. Jeffrey Sutorius (ex-Dash Berlin)
53. Carl Cox
54. Martin Jensen
55. Paul van Dyk
56. Will Sparks
57. Claptone
58. Steve Angello
59. deadmau5
60. Robin Schulz
61. Richie Hawtin
62. Florian Picasso
63. Swedish House Mafia
64. Jay Hardway
65. Miss K8
66. Mike Williams
67. Andrew Rayel
68. Mariana Bo
69. Radical Redemption
70. Brennan Hart
71. Swanky Tunes
72. MATTN
73. Carta
74. Aly & Fila 
75. Ferry Corsten
76. Da Tweekaz
77. Breathe Carolina
78. Deniz Koyu (KO:YU)
79. Adam Beyer
80. Daddy’s Groove
81. Mosimann
82. Tchami
83. Nghtmre
84. DJ L
85. Wildstylez
86. Marco Carola
87. Cedric Gervais
88. MaRLo
89. Deorro
90. Andy C
91. Solomun
92. Lucas & Steve
93. Markus Schulz
94. Bobina
95. Paul Kalkbrenner
96. Alison Wonderland
97. Nina Kraviz
98. Rave Republic 
99. Carl Nunes
100. SLANDER

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Com Alternative Kasual, Lowderz e Enkode, Bhaskar lança “Lovin’ You”

Produtor explica como surgiu a collab e fala sobre seu papel na faixa

Phouse Staff

Publicado há

Lovin' You
Foto: Divulgação

Nessa sexta-feira, 19, Bhaskar reapareceu com mais uma collab — desta vez fugindo um pouco da sua proposta mais recente de casar seus beats com artistas brasileiros de outras vertentes, retornando à sua sonoridade mais clássica.

Pela Austro Music, o produtor lançou “Lovin’ You”, resultado da parceria com dois nomes em ascensão no cenário nacional: o brasiliense Alternative Kasual e o duo carioca Lowderz. Além deles, o DJ, produtor, multi-instrumentista, cantor e compositor mineiro Enkode emprestou sua voz à canção.

Em contato com a Phouse, Bhaskar explicou como escolhe com quem produzir: “Geralmente eu miro em artistas com quem tenho sincronia e admiração. Sempre curti o trabalho do Alternative Kasual e o do Lowderz, e o Enkode eu conheci através desta música. Mas sou muito cabeça aberta pra receber ideias de artistas. Se a proposta, letra ou melodia mexerem comigo, eu entro na collab!”.

O artista também falou sobre seu papel na faixa. “Eu recebi ela com o arranjo já bem encaminhado. Senti que precisávamos alterar algumas partes do vocal e o drop — em que coloquei um bass bem parecido com o da ‘Infinito Particular’. Então entrei nesses pontos”, concluiu.

  

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Alphabeat lança homenagem a hit country e primeiro remix da GR6

Kiko Franco (foto), Double Z e G Dom remixam “Amar Amei”, enquanto Dudu Linhares e Lipe Forbes trazem “Cotton Eye Joe”

Alphabeat Records

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Kiko Franco e Woak
Kiko Franco. Foto: Divulgação

Os os dois lançamentos de hoje da Alphabeat Records trazem propostas e pegadas bem diferentes entre si. Dudu Linhares e Lipe Forbes vêm com “Cotton Eye Joe”, enquanto Kiko Franco, Double Z e G Dom pintam com um remix para “Amar Amei”, do MC Don Juan.

“Cotton Eye Joe” é uma homenagem à banda sueca Rednex, que em 1994 emplacou o hit country de mesmo nome. Amigos desde a infância, Lipe Forbes e Dudu Linhares se juntaram mais uma vez no estúdio, e a música acabou vindo meio por acaso.

Em uma de suas jams, quando estavam produzindo uma track, surgiu a ideia de homenagear “Cotton Eye Joe”, que marcou a infância dos dois produtores. Ao colocar o vocal da música original para tocar por cima da base em que estavam trabalhando, tiveram uma surpresa — as músicas encaixaram como uma luva.

   

Do outro lado, Kiko Franco se uniu com o duo Double Z e com o jovem produtor paulista G Dom para fazer o remix oficial de “Amar Amei”, faixa de sucesso do MC Don Juan, lançada no ano passado. Com isso, os três projetos emplacaram o primeiro remix autorizado pela GR6, famoso selo/produtora de funk brasileiro.

O remix já tem sido tocado pelo Brasil todo, presente já há um tempinho em sets de grandes artistas da música eletrônica nacional.

    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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