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Ghost Ship

Réus são condenados por incêndio que matou 36 em festa nos EUA

A tragédia ocorreu no final de 2016, durante showcase do selo 100% Silk

Duas pessoas foram presas pelo incêndio que causou a morte de 36 pessoas no armazém convertido em casa de shows chamado “Ghost Ship”, em 2016, nos Estados Unidos. Derick Almena, de 48 anos, e Max Harris, 28, enfrentaram acusações de homicídio culposo pelo ocorrido e pegaram nove e seis anos de prisão, respectivamente. O caso foi concluído na terça-feira passada, dia 03, pela procuradoria do Condado de Alameda, na Califórnia.

O julgamento seria em 16 de julho, mas durante a audiência preliminar o juiz leu as acusações e os réus não contestaram. De acordo com o jornal East Bay Times, Almena e Harris decidiram não apelar para julgamento e aceitar um acordo judicial para cumprirem penas mais leves. Eles foram condenados por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

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Almena era o chefe do coletivo de artistas Satya Yuga, que residia e atuava no local, enquanto Harris era o diretor executivo, responsável por cobrar o aluguel dos respectivos moradores. Segundo a promotoria estadual que cuidou do caso, ambos desempenharam papéis criminosos por negligência no acidente.

Se cumprirem as penas com bom comportamento, a lei americana ainda pode liberar ambos na metade do tempo para cumprir o resto em regime condicional. Essa decisão, segundo a imprensa internacional,não agradou as famílias das vítimas, que esperavam por penas mais rigorosas. Diante da frustração, a procuradora Mary Alexander, que representa 11 das vítimas no caso, afirmou ao East Bay Times que “o importante é que os dois sejam responsabilizados e cumpram pena por seus crimes”.

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Conhecido como Ghost Ship, o local do incêndio era um armazém em Oakland, Califórnia, que foi convertido ilegalmente em uma casa de shows, além de servir também de moradia para os membros do Satya Yuga. Na ocasião do acidente, o selo de house music 100% Silk — fundado em Los Angeles em 2011, e que já contou com suporte de nomes importantes como Daniel Avery e Ben Pearce — promovia um showcase no segundo andar. Cerca de 50 pessoas ocupavam o local na hora do incidente.

Segundo as investigações, o incêndio pode ter sido causado por problemas no sistema elétrico do edifício, mas a causa não foi confirmada. Sabe-se que o fogo começou no primeiro andar, e o relatório das investigações junto ao Corpo de Bombeiros aponta que havia muitos objetos de madeira, ausência de detectores de fumaça e extintores e complicações nas saídas do prédio.

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