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Viu essa? Gorillaz tem vilão das “Meninas Superpoderosas” como novo integrante

Phouse Staff

Publicado em

05/06/2018 - 10:40
Gorillaz Meninas Superpoderosas
Gorillaz com seu novo membro, Ace. Foto: Reprodução
Ace substitui temporariamente o baixista Murdoc Niccals, que está preso

No videoclipe de “Humility”, lançado na semana passada, foi possível ver os membros do Gorillaz em Venice Beach, na Califórnia, interagindo com pessoas de carne e osso. Eis que um desses membros chamou a atenção: o que muitos pensavam ser um Murdoc repaginado, com cabelo comprido (e plástica no nariz?) na verdade era Ace, membro da Gangue Gangrena das Meninas Superpoderosas. Sim: um vilão das Meninas Superpoderosas é o novo baixista do Gorillaz.

Depois de muitos boatos correndo nas redes sociais, a informação foi confirmada pela própria banda, em newsletter que anunciava a pré-venda do novo álbum, The Now Now. Com um desenho dos quatro integrantes, agora com Ace no lugar de Murdoc, o texto não deixa dúvidas: “Com Murdoc Niccals temporariamente indisponível, o baixo no novo álbum fica a cargo de Ace, antigo membro da Gangue Gangrena”.

Ace nas “Meninas Superpoderosas”. Foto: Reprodução

Ace no clipe de “Humility”. Foto: Reprodução

…e agora em arte oficial do Gorillaz. Foto: Reprodução

Isso porque Murdoc foi preso ao cair em uma armadilha articulada por El Mierda, personagem que o antigo baixista conheceu no clipe de “Strobelite”, um dos hits do último álbum, Humanz. A banda não entrou em mais detalhes sobre a prisão, mas já tem página oficial com campanha interativa pra libertar o cara da cadeia e tudo.

Nessa história em desenvolvimento, será que algum outro crossover com o antigo desenho do Cartoon Network pode rolar? Já tem fã exigindo a presença desse outro vilão aqui:

Foto: Reprodução

+ Com direito a Jack Black em clipe, Gorillaz solta duas músicas novas

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Ouça os 3 lançamentos da Alphabeat feitos no feriadão

EP de remixes de “Bonita Demais”, collab de The Otherz, Kiko Franco e Ralk e single do francês Michael Canitrot

Alphabeat Records

Publicado há

Alphabeat
Arte: Divulgação

A Alphabeat Records aproveitou o feriadão pra trazer três lançamentos para embalar os fãs de música eletrônica no Brasil. 

O primeiro deles saiu na quinta-feira: um EP de remixes de “Bonita Demais”, faixa de Joe Kinni e João Mar com participação do Marcelo Adnet, que já havíamos lançado em maio. O disco traz duas versões future bass moderníssimas — a primeira do CLOCKTAPE, a segunda resultado da collab entre o WADD e o Low Disco — e um deep house groovado do DeepDelic.

    

Já na sexta, trouxemos dois novos singles: “Fogo”,  junção do duo The Otherz com Kiko Franco e Ralk, e vocal de Maciel, e “Mad Over Nothing”, do famoso DJ e produtor francês Michael Canitrot.

Envolvente e dinâmica, “Fogo” mistura beats da house com um free style de sax. Já “Mad Over Nothing” vem numa pegada mais pop e tropical, conduzida por riffs de piano que remetem aos sons clássicos da house music. Ouça as duas abaixo:

    
    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Kraftwerk é indicado ao “Rock and Roll Hall of Fame”

Grupo pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar para o Hall

Phouse Staff

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Rock and Roll Hall of Fame
Foto: Reprodução

Instituído em 1986, o “Rock and Roll Hall of Fame” escolhe cerca de cinco artistas anualmente para integrar sua cada vez mais ampla galeria com lendas do rock e da música pop de forma geral. 

Desta vez, um nome histórico da música eletrônica está concorrendo ao voto popular: o Kraftwerk. Os alemães disputam votos ao lado de Def Leppard, Devo, Janet Jackson, John Prine, LL Cool J, MC5, Radiohead, Rage Against the Machine, Roxy Music, Steve Nicks, The Cure, Todd Rundgren, Rufus & Chaka Kahn e The Zombies.

Se eleito, o Kraftwerk pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar no “Hall of Fame”. Para ser indicado atualmente, um artista deve ter lançado sua primeira música ao menos 25 anos antes do ano corrente. Os nomes serão anunciados em dezembro.

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Fundador do Fyre Festival é condenado a 6 anos de cadeia

Sentença foi deferida nesta quinta-feira, nos Estados Unidos

Phouse Staff

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Fyre Festival
Foto: Reprodução

Saiu nesta quinta-feira, 11, em Nova Iorque, a sentença judicial contra Billy McFarland, o produtor de eventos de 26 anos que ficou famoso pelo fiasco do seu Fyre Festival em 2017. O empresário vai pegar seis anos de prisão, não apenas por este episódio, em que provocou um prejuízo de mais seis milhões de dólares a diversas pessoas, mas também por outras múltiplas fraudes cometidas.

Segundo a VICE, os advogados de McFarland tentaram liberá-lo da cadeia defendendo que ele foi diagnosticado recentemente com transtorno bipolar, que não o deixaria saber diferenciar o certo do errado.

A juíza Naomi Buchwald não comprou a ideia, e acabou aplicando a sentença, justificando que Billy sabia exatamente o que estava fazendo, e que se trata de um “fraudulento em série”. Ainda assim, a pena pode até ser considerada branda, já que ele corria o risco de pegar até 20 anos.

Ainda de acordo com a VICE, o americano disse sentir um profundo remorso. “Tenho vivido todos os dias da minha vida com o peso de saber que eu literalmente destruí as vidas de meus amigos e da minha família”, teria declarado.

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