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Review

Em long set de 7 horas no Warung, Guy J encontrou sua melhor versão como DJ

Jonas Fachi

Publicado em

25/01/2018 - 18:55
Guy J Warung
Na segunda noite de 2018 do clube de Itajaí, o produtor israelense dá indícios de estar cada vez mais perto de se tornar uma lenda do house progressivo
* Fotos por Gustavo Remor e Ebraim Martini

A data ainda era 04 de janeiro de 2018, porém já se tratava da segunda noite do ano no Templo sul-americano da música eletrônica. Durante a temporada de verão, o Warung sempre acelera a quantidade de eventos a partir do Natal, abrindo os portões a cada dois dias nos últimos e primeiros do ano e semanalmente até o Carnaval. Tantos eventos em um club considerado de porte grande têm um motivo: atender a uma demanda enorme de turistas vindo passar férias no maravilhoso e atrativo litoral do Estado. Ir ao Templo já faz parte do roteiro dos viajantes, é um cartão postal e uma experiência que se leva para a vida — até mesmo para aqueles que não estão em busca de música conceitual do mais alto nível.

Guy J foi anunciado como atração máxima após duas apresentações em 2017 muito comentadas. Agora, porém, ele subiria outro degrau ao receber a pista principal desde a meia-noite. Chegando ao club às 22h30, a primeira impressão foi de que estava eu mesmo abrindo a casa. Subi ao Inside para assistir a Conti e Mandi, e me deparei com um solitário clubber tendo a sorte de ter a pista só para si. Juntei-me a ele e aos poucos o ambiente foi ganhando vida — ainda assim, menos do que deveria.

É normal, devido à quantidade de eventos — ainda era em uma quinta-feira — ter algumas noites do calendário da temporada não estando tão cheias. Para o público é excelente, pois se trata de mais espaço para dançar e menos calor. A dupla da casa tem uma sintonia fina tocando; fazem o B2B tradicional — uma faixa para cada e fone pro lado, sem enfeitar muito. A linha sonora conjunta também ganhou uma identidade mais firme nos últimos dois anos, então o público já sabe o que esperar. Dificilmente você ouvirá coisas óbvias e raramente terá alguma faixa destoando da ideia musical; house, deep tech, momentos mais dançantes, outros com alguma profundidade.

Quando percebi, já eram 23h30 e ainda não se tinha 300 pessoas na pista. Por um momento me veio à mente a já famosa meia pista com Sven Väth em pleno aniversário de dez anos do club (um dia ainda farei um artigo somente sobre este fato — foi marcante). Nessa última meia hora, a pista chegou à metade, e conforme prometido, Guy J iniciou seu set pontualmente à meia-noite. As primeiras impressões foram uma mistura de “ele está fazendo um excelente warmup dentro do seu estilo” com “o sound system não esta 100%” — felicidade sendo cortada por saber que poderia estar mais alto.

É fato: quando um artista usa controlador, como é o caso do israelense, ou se apresenta em live act, o sistema de som tem uma leve queda que precisa ser compensada. Entretanto, não era nada que comprometesse sua apresentação, somente um detalhe que é sempre válido mencionar. Na primeira hora, o destaque fica por “The Strange Silence Open”, de John Talabot; uma faixa em que Guy J demonstra o quão distante se pode ir para achar elementos que lhe pertencem.

Após muitos comentários positivos, somado a meu particular interesse em conhecer o duo Bedouin, deixei a pista em direção ao Garden para assisti-los por algum tempo. Da 01h às 01h45, confirmei as expectativas com a identidade marcante que propõem. Estavam tranquilos e tocando da mesma maneira: deixavam cada faixa correr o máximo de tempo possível, em um ritmo bem cadenciado, inteligente, estratégico.

Porém, minha essência sonora me chamava para cima novamente, e quando voltei, senti como se os meus pulmões se preenchessem de ar novamente. Agora tinha vindo para a pista principal para não mais deixá-la até o último instante. Ah, e a sensação do público baixo também estava resolvida: o Inside estava com pessoas ocupando todo o seu ambiente. Guy J mostrava alguma evolução em sua estrutura sonora, ainda que estivesse segurando sua música na ponta dos dedos. O feeling comum a todos era de que ele estava novamente mostrando o quão grande DJ tem que se tornado. Por isso, não se esperava por músicas conhecidas, e sim por seu set. Ao mesmo tempo, ele também deixou claro que confiava plenamente no público que estava ali verdadeiramente para lhe assistir.

Essa relação é importante, pois tocar pelas três primeiras horas sem grandes momentos de explosão, apenas empurrando excelência musical e principalmente ambientando todos para uma sequência avassaladora, é algo com o qual o DJ precisa se sentir tranquilo para fazer, sabendo que a pista a sua frente é madura o suficiente para isso e espera que a noite transcorra exatamente assim. Com todos imersos por suas camadas de linhas de baixo, elementos viajantes e ritmos dançantes, ele começou a mostrar músicas que fazem a memória recordar.

“Airborne”, um de seus clássicos recentes, veio após quase dez minutos de algo super obscuro e compactado, servindo como uma válvula de escape após uma tempestade sonora. Definitivamente, o primeiro grande momento da noite. Foi o único gostinho de suas produções mais conhecidas, pois no restante do set ele não mais iria recorrer para sua discografia — o que achei excelente, afinal, havia apresentado todas as suas mais famosas nos últimos dois anos por aqui. Entretanto, muitas obras suas ainda não lançadas, desconhecidas e famosas como “IDs”, estavam invariavelmente fazendo parte de tudo. Desse horário em diante se podia sentir o ritmo tomando velocidade cada vez mais alta.

Outro ponto de destaque nesse set é que ele parece ter encontrado o “time” ideal para a utilização de efeitos — tendo o seu efeito favorito, que quando aplicado em breaks e mixagens, ajuda a potencializar a sensação já estonteante dos elementos que costuma trabalhar. É como se por aqueles segundos de aplicação, pudesse acelerar o BPM da música juntamente com a energia dos presentes.

Até às 04 horas, jogou toda profundidade possível de músicas. Então, a sua já tradicional baixa de ritmo por meia hora entra em cena. Aqui também mostrou maior controle do que em sua última apresentação, fazendo essa quebra sem perder a pista, de forma sutil e natural. Após esse descanso para as pernas, a parte mais intensa e explosiva da noite começa a dar as caras. Ritmos altos, menos profundidade, quase nada de melodia, apenas alguns aspectos obscuros flertando com techno, e mais uma vez, pegando alguma referência de John Digweed.

Durante essa, digamos, “segunda fase” do set após um break às 04h, Guy J obteve uma pista completamente entregue a cada nova mixagem. Em meio a isso tudo, ouço uma linha de baixo que é reconhecível desde o primeiro instante: sensação de surpresa e ao mesmo tempo contemplação. “Hale Bopp”, composta por Der Dritte Raum (que promete vir a o Brasil neste ano) completa em 2018 20 anos de lançamento. J não perdeu a oportunidade de ser o primeiro de provavelmente muitos que irão jogá-la no Templo no decorrer do ano. Nesse momento, todos estavam balançando e tentando transmitir de volta a ele toda energia da homenagem. É uma música que sempre vai cair bem, e você sabe quando se trata de um verdadeiro clássico quando DJs distintos conseguem encaixá-la em seus sets — desde Ben Klock e Hernan Cattaneo (ambos no Warung) até Sasha (podcast LNOE 33).

No entanto, talvez a música que mais simbolize essa parte da noite seja “Pistolwhip”, de Joshua Ryan, um trance marcante de 2003, que já recebeu remixes de nomes do calibre de Way Out West e James Holden. Porém, a versão apresentada pelo israelense era bem mais feroz que a dos citados. Eu apostaria as fichas em um rework dele mesmo, afinal, não é a primeira vez que resgata faixas do trance para seu mundo, a exemplo de “Shaiva”, de Chab e DJ Nukem — um de seus melhores remixes, nunca lançado.

Abrindo o amanhecer, após um momento viajante, surge um dos vocais mais famosos da história da dance music. Era outra homenagem, desta vez marcando dez anos de lançamento de “Alright”, de Red Carpet, em um excelente remix progressivo de Kamilo Sanclemente e Golan Zocher, não oficial. “It’s gonna be alright, oh yeah, come baby, the sun is gonna  keep on shining, on brighter days, on the horizon.” A letra fala por si só: não poderia entrar em momento melhor. Nem mesmo o pequeno comandante da cidade branca de Tel Aviv se conteve e abriu um sorriso diante da paisagem a sua frente. Para continuar na mesma sensação ainda sem baixar a guarda e o ritmo incontrolável, uma faixa com um toque mais celestial através de “Equilibrium feat. Liu”, de Martin Eyerer & Ackermann com remix de Paul Ursin.

Entrando na última meia hora, toques emotivos para deixar a mensagem final já eram aguardados. Ele estendeu até onde poderia a velocidade, porém, como manda a cartilha, cadenciou tudo novamente para fazer o fechamento de um set que beirava a perfeição. Os últimos minutos foram como se tivéssemos viajado por todo universo em um instante, mantidos por uma leve brisa sonora carregando sentimentos por todos os lados. Ou, como ele mesmo postou dias mais tarde, a “eletricidade no ar”, junto de uma imagem do Warung com palavras de agradecimento. Parecia realmente que após a música parar, as ondas ainda estavam atravessando nosso peito e entorpecendo nossas mentes.

Guy J já havia se estabelecido há alguns anos como um dos maiores produtores de house progressivo de todos dos tempos. Porém, agora, o israelense parece querer ir mais longe. Definitivamente, a cada nova apresentação demonstra que está chegando, quase abrindo a porta por onde até hoje só passaram nomes como Sasha, John Digweed, Hernan Cattaneo, Danny Howells, entre outras lendas. Muitos já chegaram perto, mas atravessar não é fácil, demanda muitos anos de experiência e um elevado nível de sensibilidade. Anos que ele tem cruzado com extrema destreza, através de exibições de controle de pista fenomenais.

Parece que sim, ele tem poder suficiente para um dia receber um titulo de “Mestre”, e enfim se colocar também entre os maiores DJs do estilo que a cena já produziu. Alguém duvida disso? Sua graduação recebida através de long sets com o maestro argentino tem lhe concedido um entendimento amplo de como se deve construir um set. Assumir a pista do Templo desde a meia-noite foi um de seus maiores testes. Pode-se dizer que saiu de lá com uma mão na fechadura.

* Jonas Fachi é colunista na Phouse; leia mais de seus textos.

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LIFT OFF

Psytrance raiz: Mindbenderz lança álbum transcendental pela Iono Music

Review do debut do duo suíço-alemão é o primeiro texto da nova coluna da Phouse

Nazen Carneiro

Publicado há

Mindbenderz
Foto: Reprodução
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Instalar foguetes, preparar motores, verificar comunicação, iniciar sequência de lançamento. Cinco, quatro, três, dois, um… LIFT OFF!

Estreamos aqui a coluna LIFT OFF, que, escrita por Nazen Carneiro, traz um olhar sobre a indústria fonográfica psytrance nacional e internacional — estilo da música eletrônica que se manifesta como uma cultura vibrante e com muitos adeptos no Brasil.

De tempos em tempos a cena eletrônica se transforma e, como um organismo vivo, cresce e se reproduz. Um de seus pilares, o psy se reproduziu e está mais presente do que nunca, com “astronautas” consagrados mantendo-se relevantes, assim como novos “cosmonautas” surgem, evidenciando uma realidade produtiva e frutífera para a criação musical.

Com o crescimento do público, as festas também se multiplicaram Brasil adentro, e os produtores passaram a ter mais espaço para caírem no gosto do público da terrinha e de além-mar. Hoje, o psy mantém viva sua cena underground, enquanto estica seus tentáculos a outros nichos, influenciando — e sendo influenciado — até mesmo pela EDM.

Sem mais delongas, confira o primeiro texto abaixo, sobre o novo álbum do Mindbenderz.

 

Formado pelo alemão Matthias Sperlich e o suíço Philip Guillaume, o Mindbenderz traz, sem dúvida, um dos principais lançamentos do ano no cenário psytrance. Os veteranos, que são muito respeitados na cena eletrônica individualmente como Cubixx e Motion Drive, juntos ficam ainda mais fortes. É o que se vê no álbum Tribalism, lançado em 31/10, pela Iono Music.

O álbum conta com nove faixas que somam mais de 75 minutos. A primeira, “A New Dawn”, traz desde o primeiro minuto muita energia e reflexão num som que conduz o ouvinte a outra dimensão. A segunda faixa dá sentido a expressão “lineup” numa ascendente contínua, revelando uma verdadeira jornada ao desconhecido que segue até meados da faixa seis — “Hybrids” —, causando aquele frio na espinha. Nesse momento de percepção cósmica, uma pausa reconecta o corpo e mente à nossa tribo, e há de fato uma sensação híbrida de se estar em ambas as realidades ao mesmo tempo.

A essa altura, o álbum apresenta suas três últimas faixas no ápice de uma jornada espiritual, e nos encontramos num momento épico em que as características sonoras do psytrance alcançam sua maior amplitude, com uma ampla gama de efeitos numa base transcendental. É puro trance. A mente processa essas informações e a energia flui na forma de dança.

Voltamos para a Terra, mas a memória do que acaba de acontecer permanece. Tontura; excitação… O reator psicodélico agora transforma a energia através de instrumentos humanos. A última faixa dá nome ao álbum. “Tribalism” une percussões especiais, agogô, psy, Ayahuasca e vocais de xangô. Todos no mesmo pitch, como uma onda. Algo nos une, nos traz ao dancefloor, tornando-nos verdadeiramente uma tribo.

Tribalism revela uma composição muito bem realizada, fruto de meses de trabalho e muito detalhismo. Cada segundo do álbum revela a ação do Mindbenderz em promover um som extraordinário e comprometido com aquele pegada tribal, sem deixar de lado os elementos mais futuristas.

No momento do fechamento deste artigo, o álbum ocupava a primeira posição no Top 10 de psy do Beatport, o que mostra a força desse som mais ligado às raízes do estilo entre os DJs e produtores.

Nazen Carneiro é colaborador da Phouse.

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Perfil

Entenda a ascensão internacional do DJ e produtor brasileiro Kalil

Lançamentos por grandes labels fazem do paulista um dos principais nomes do techno no Brasil

Alan Medeiros

Publicado há

Kalil
Foto: Divulgação

Nos últimos anos a cena techno brasileira tem servido ao mundo alguns talentos em ascensão, como o caso do talentoso produtor paulista Kalil. O começo de sua carreira foi justamente em um período de grandes inovações relacionadas à forma de consumo de música, e isso foi fundamental para o desenvolvimento não só dele, mas de toda uma geração.

Na virada da última década, a internet passou a representar um capítulo importante na disseminação de conteúdo por parte de artistas independentes, principalmente através de plataformas como SoundCloud e YouTube, que de certa forma reduziram a importância de uma grande gravadora para o start de uma carreira consolidada. Em paralelo com o Facebook e outras redes, colocaram uma ferramenta poderosa na mão de alguns artistas.

      

Kalil claramente soube aproveitar esse momento e foi capaz de construir uma base de fãs engajada, e o mais importante: evoluir seu próprio perfil artístico ao longo dos anos. Desde o começo se comentava que suas produções tinham algo diferenciado, e hoje isso não se trata de uma aposta — estamos falando de algo concreto, especialmente se levarmos em consideração os últimos acontecimentos de sua carreira.

Com uma presença mais forte no mercado nacional, Kalil passou a alçar voos internacionais também, seja através de gigs em países como França, Suíça e Alemanha, ou através de lançamentos por labels como Noir Music, Senso Sounds e Sprout — referências absolutas dentro do techno. Algumas de suas últimas conquistas incluem suportes de nomes como Carl Cox, Maceo Plex, Monika Kruse, Karotte e outros big names da dance music internacional.

     

Ainda é cedo para dizer se Kalil se tornará em breve uma grande estrela do estilo a nível global. Não há como negar, porém, que o brasileiro está mostrando maturidade para guiar sua própria jornada de evolução com sabedoria e inteligência, sempre influenciado pelas batidas inspiradoras de seu próprio coração.

Alan Medeiros é colaborador da Phouse.

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Notícia

Nevoeiro desfalca XXXPERIENCE e TribalTech; entenda o caso

Artistas que iriam de um festival para o outro acabaram não conseguindo viajar

Flávio Lerner

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XXXPERIENCE e TribalTech
Foto: Sigma F/Reprodução

Nesse sábado, 22, dois dos mais aguardados festivais da cena eletrônica nacional aconteceram simultaneamente: XXXPERIENCE e TribalTech. Tentando evitar o mau tempo que atrapalhou anos anteriores de ambos os eventos — o que justamente motivou a XXX para transferir sua data de novembro para setembro —, os dois rolaram numa boa, sem temporal nenhum pra acabar com a vibe. Mesmo assim, a zica climática atacou por outro lado, e acabou desfalcando as duas festas.

Por causa do forte nevoeiro que atingiu Curitiba, os dois aeroportos da capital [Afonso Pena e Bacacheri] fecharam, além do Aeroporto Municipal de Ponta Grossa e do Aeroporto Internacional de Navegantes, em Santa Catarina. Com isso, a aeronave particular — contratada em parceria entre os dois festivais — que sairia no começo da madrugada de São Paulo para levar Len Faki, Dubfire e Tessuto ao TribalTech, e posteriormente Ben Klock e Gabe para São Paulo, não conseguiu decolar.

+ “O festival vai ficar muito mais interativo”; Erick Dias fala sobre a #XXX22

Além deles, Guy Gerber cancelou anteriormente com os dois festivais, alegando na última quinta-feira que teve sua casa invadida e pertences roubados, incluindo seu passaporte. Já o voo comercial que levava o sueco Gaudium, atração do palco de trance 3DTTRIP, do TribalTech, atrasou, o que fez com o que o artista não chegasse a tempo para tocar. 

A XXX contornou o problema colocando Renato Ratier para estender o seu set, que já encerraria o Union Stage, por quatro horas, assumindo também o horário de Ben Klock, enquanto o Joy Stage, que fecharia com o Gabe, acabou terminando mais cedo; já o Guy Gerber foi substituído por um B2B entre ANNA e Patrice Bäumel, que já eram atrações do Union. 

+ TribalTech Enlighten: confira detalhes da próxima edição do festival

No TribalTech, Len Faki e Dubfire, que seriam as últimas atrações do TribalTech Stage, foram substituídos por Ben Klock [que estendeu seu set em meia hora] e Anthony Parasole, que originalmente tocaria no Timetech [e acabou sendo substituído por um segundo set do alemão Sammy Dee]. Já no Secret Stage, um B2B entre Renato Cohen e RHR fechou o palco, no lugar de Tessuto. O festival acabou sendo encerrado uma hora antes do programado.

Em contato com a Phouse, a assessoria do TT afirmou que já está em contato com as agências dos artistas para tentar trazê-los novamente a Curitiba. Enquanto isso, a produção da XXX afirma também ter a intenção de trazer Ben Klock para a edição do ano que vem.

Antes, ambas as labels já haviam pedido desculpas ao público e explicado o problema em suas respectivas redes sociais.

NOTA OFICIAL.

Posted by Tribaltech on Sunday, September 23, 2018

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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