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Há vinte anos, o Daft Punk lançava seu primeiro Essential Mix — escute na íntegra

Flávio Lerner

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Em 1997, logo após o lançamento do primeiro álbum, a lenda do Daft Punk começava a ser contada; anos que terminam em sete costumam ser especiais para a dupla.

Enquanto os boatos de uma nova megaturnê do Daft Punk para este ano vão ganhando força, fomos lembrados de que, nessa última quinta-feira, o primeiro Essential Mix feito pela dupla completou nada menos que vinte anos. Em dois de março de 1997, portanto, Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo — recém-iniciando sua trajetória como um dos grupos mais icônicos da cultura pop — foram convidados a virar músicas para o também conceituadíssimo podcast de Pete Tong, pela BBC Radio 1.

São duas horas com mais de trinta pérolas de house, acid, techno e muito french touch — estilo que estava no auge. Há também bastante material próprio: faixas como “Teachers”, “Oh Yeah” e “Rock’n’Roll” integravam o álbum de estreia do Daft Punk, Homework, lançado em janeiro daquele ano. Além destas, um pouco de trabalho solo do próprio Thomas Bangalter, a marcante “Funk Phenomena”, de Armand Van Helden [outro expoente do movimento french touch] e até mesmo um sample do discurso clássico de Martin Luther King.

1997 também foi o ano da primeira turnê Alive, que retornou marcando época em 2007, seguindo o caminho pavimentado pela revolucionária performance da pirâmide, no Coachella de 2006, que se tornaria um divisor de águas para a música eletrônica. Como os anos terminados em sete parecem ser históricos pro Daft Punk, sonhar com algo novamente épico para 2017 não é nada fora da realidade.

Confira abaixo o Essential Mix na íntegra:

Tracklist completa:

01. Daft Punk – WDPK Essential Intro
02. Paul Johnson – Summer Heat
03. Armand Van Helden – Funk Phenomena (Dope Mix)
04. CZR – Chicago Southside
05. Unknown – Git Down Saturday
06. Remix Delux #1 – Dee’s Knots
07. Parris Mitchell – Ghetto Shout Out
08. Daft Punk – Teachers
09. Martin Luther King – I Have A Dream
10. The Godson EP – Drum Patterns & Memories
11. Jammin Gerald – Get The Ho ’94
12. DJ Attack – Da Way U Work
13. Thomas Bangalter – Spinal Beats
14. Thomas Bangalter – Spinal Scratch
15. Tha West Siders – Waxscratch Trax
16. Fantom – Faithfull (Prassay Mix)
17. Fantom – Faithfull (Original Mix)
18. Fantom – Faithfull (Da Cracy Mix)
19. I:Cube – Disco Cubizm (Daft Punk Mix)
20. Daft Punk – Rock ‘n’ Roll
21. DJ Hyperactive – Chicago
22. Daft Punk – Oh Yeah
23. Cajmere – Only 4 U
24. Trankilou – Champagne
25. Unknown – And Da Beat Goes On
26. DJ Funk & Gerald – Hold Up
27. Ween – Freedom Of ’76
28. Zdar + Boombass – Foxy Lady
29. Gusto – Disco’s Revenge
30. DJ Deeon – Deeon Doez Disco
31. Sweet – Somebody’s Watching
32. Da Mongoloids – Spark Da Meth
33. Roller Rink 2000 – Shining
34. Roy Davis Jr. – Gabrielle
35. Robert J. Hairston – Preacher Man
36. Daft Punk – Around The World (Motorbass Mix)
37. Kenny Dixon Jr. – U Can Dance If You Want 2

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Notícia

URGENTE: Avicii morre aos 28 anos

Phouse Staff

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Foto: Reprodução
Produtor foi encontrado morto em Omã nesta sexta-feira

É com grande pesar que informamos que o DJ e produtor Tim Bergling, o Avicii, foi encontrado morto nesta sexta-feira (20). Tim tinha 28 anos e estava em Mascate, capital do Omã, no Oriente Médio. As causas ainda não foram reveladas.

Diana Baron, relações públicas do artista, confirmou a notícia em comunicado à imprensa: “É com extremo lamento que anunciamos a perda de Tim Bergling, também conhecido como Avicii. Ele foi encontrado morto em Mascate, Omã, nesta tarde de sexta-feira, 20 de abril, no horário local. A família está devastada e pedimos a todos que por favor respeitem a necessidade de privacidade deles nesse momento difícil. Nenhum novo comunicado será emitido”.

 

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Review

Primeiro D-EDGE Festival foi sucesso de ponta a ponta

Luckas Wagg

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Review D-EDGE Festival
Foto: Image Dealers/Reprodução
Evento paulistano brilhou em lineup, estrutura e organização

Aconteceu nesse último sábado, no complexo do estádio do Canindé, em São Paulo, a primeira edição do D-EDGE Festival, que nasceu para celebrar os 18 anos de um dos mais emblemáticos clubs da América Latina.

Com um lineup pesadíssimo, recheado de ícones do calibre de Stephan Bodzin, Butch, BLANCAh, Giorgia Angiuli, Gui Boratto e o anfitrião Renato Ratier, o festival rolou por 24 horas e reuniu 70 artistas (22 internacionais e 48 nacionais) divididos em seis palcos.

Palco RAWW X ROOM; Foto: Image Dealers/Reprodução

Logo que entrei, me deparei com uma estrutura familiar, que, por causa do formato de tenda e com o palco RAWW X ROOM bem ao lado, lembrava o Warung Day Festival — que por sinal, pertence também ao Grupo D-EDGE e rolou em Curitiba no mesmo dia. Tudo parecia sob controle da produção, muito bem planejado e executado. Não tivemos muita fila, grandes problemas e nem muito do que reclamar. A chuva que caiu na capital paulista poderia ter gerado uma situação de maior desconforto, mas como quase todas as áreas tinham cobertura, ela não chegou a atrapalhar.

O grande “problema” do festival foi exatamente encarar os dilemas de qual palco ficar em cada momento, pois em todos eles foram escalados artistas de responsa. Pra aproveitar bem e tentar ver o máximo de atrações possível, decidi me forçar a quebrar o protocolo e sair de palco em palco para assistir ao set de alguns nomes indispensáveis, como Bodzin, Marky, BLANCAh, Butch, Renato Ratier, Wilian Kraupp, Gui Boratto, Slam e o trio Mau Mau, Renato Cohen e Anderson Noise, que se apresentaram juntos, tornando aquela noite ainda mais histórica.

Stephan Bodzin; Foto: Image Dealers/Reprodução

É difícil avaliar cada um dos 70 artistas (ou mesmo os cerca de dez que consegui ver com calma), e é quase impossível dizer qual foi o melhor set da noite. Mesmo assim, arrisco em destacar as apresentações de Stephan Bodzin, Butch, Marky e o próprio Ratier, que dominou a pista pra valer e foi o responsável por encerrá-la logo pela manhã. Bodzin mandou um live incrível, que abusou de muita melodia — algo que gosto muito. O palco principal ficou pequeno para ver o alemão.

Após o fechamento do mainstage, quem roubou a cena foi ela, BLANCAh. A produtora catarinense se apresentou por volta das 10h no palco All My God, que teve uma sequencia pedrada com Trikk, Lee Burridge e Mdme até o seu encerramento, às 16h. Nem mesmo a chuva que caiu durante o dia inteiro conseguiu acalmar os ânimos do amantes da techneira, que encheram a pistinha do início ao fim.

Renato Ratier; Foto: Image Dealers/Reprodução

De modo geral, deu pra perceber que o festival lotou e o público parece ter curtido muito a experiência. Os comentários que ouvi foram todos positivos, em tom até de surpresa com a qualidade da produção do evento. Em sua primeira edição, podemos dizer que o festival mostrou a singularidade da marca D-EDGE, entregando ao público o que há de melhor no quesito de som, imagem e ambiência.

Se conseguir repetir a partir de agora, ano a ano, um evento desse mesmo nível, o D-EDGE Festival tem tudo para se consolidar como mais uma belíssima opção de festivais 100% made in Brazil, ao lado de expoentes mais antigos, como a XXXPERIENCE, o Universo Paralello e o próprio Warung Day. Talvez estejamos diante de um novo quadro que vem se desenhando lentamente nos últimos tempos: um em que, por mais que tenhamos ótimas versões brasileiras de cases de sucesso internacional — como Ultra, Dekmantel e DGTL —, mostramos que nosso país também tem condições de construir, cada vez mais, seus próprios festivais classe A.

Que o D-EDGE Festival siga nessa trilha de sucesso, proporcionando grandes experiências e incentivando outros players do mercado a se aventurarem no caminho.

* Luckas Wagg é CEO da Phouse.

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Notícia

EXCLUSIVO: Nova edição do Ultra Brasil deve ser anunciada em breve

Phouse Staff

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Ultra Brasil São Paulo
Festival terá 12 horas de duração e três palcos

Pequenos detalhes ainda seguram o anúncio oficial do Ultra Brasil 2018, que deixa o Rio de Janeiro e volta para São Paulo neste ano. A Phouse apurou que uma reunião recente em Miami deixou tudo bem alinhado. O festival deve acontecer no dia 29 de setembro (sábado), no Autódromo de Interlagos, do meio-dia à meia-noite, em três palcos: Mainstage, RESISTANCE e Local — palco destinado a talentos brasileiros, normalmente focando em um gênero específico.

O anúncio deve sair nos próximos dias.

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