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Pessoas param de descobrir músicas novas aos 30 anos, diz pesquisa

Phouse Staff

Publicado em

18/07/2018 - 13:08
Descoberta musical
Foto: Alice Moore/Reprodução
Melhor fase para descoberta musical seria aos 24 anos

Parece que a melhor fase para se descobrir músicas novas é antes dos 30 anos. Após essa idade, as pessoas tendem a não ter o mesmo interesse e motivação para novas aventuras sonoras. Ao menos é o que aponta o novo estudo da Deezer, serviço francês de streaming, conforme revelado em reportagem da Business Insider. Avaliando mil participantes britânicos, a pesquisa concluiu que a maioria das pessoas atinge a chamada “paralisia musical” ao chegar na idade.

Cerca de 19% dos entrevistados apontaram se sentir sobrecarregados com número de escolhas musicais oferecidas, enquanto 16% culparam sua exigente vida profissional e 11% relatam estar ocupados cuidando dos filhos. Entretanto, quase metade do total de participantes da pesquisa gostaria de ter mais tempo para dedicar-se à descoberta de novas músicas.

+ Estudo revela que músicos são propensos a ansiedade e depressão

Outro ponto levantado foi o de que 60% das pessoas admitiram estar presos em uma “rotina musical”, escutando as mesmas músicas dos últimos anos. A Deezer também teria descoberto que a melhor fase para descobertas musicais é a dos 24 anos. Nessa idade, 75% dos entrevistados ouvem dez ou mais faixas por semana, enquanto 64% procuram pelo menos cinco novos artistas por mês. 

A matéria da Business Insider também comparou o estudo da Deezer com outros sobre o mesmo tema. Em 2015, ao analisar dados dos usuários do Spotify nos EUA e do Echo Nest, o blog da Skynet & Ebert descobriu que o gosto musical adolescente era dominado pela música pop, o que ia diminuindo conforme o amadurecimento. Chegando aos 33 anos, dificilmente se escutaria música nova.

Já o economista Seth Stephens-Davidowitz analisou, no início deste ano, dados do Spotify no New York Times. Ele descobriu que um hit da época da adolescência de uma pessoa seguiria popular entre sua faixa etária uma década depois. “‘Creep’, do Radiohead, por exemplo, é a 164ª música mais popular entre homens de 38 anos, mas nem chega ao top 300 para os que nasceram dez anos antes ou depois”, segue a matéria escrita por Lindsay Dogson.

+ Cientistas desenvolvem dispositivo para criar música através do pensamento

“Pesquisas mostraram que nossas músicas favoritas estimulam as respostas de prazer no cérebro, liberando dopamina, serotonina, oxitocina e outros estimulantes de felicidade. Quanto mais gostamos de uma música, mais desses hormônios são liberados no nosso corpo”, continua Dogson. A autora explica que durante a adolescência, nosso cérebro é mais estimulado que na idade adulta, por isso, se ouvirmos uma música que realmente gostamos naquele idade, é provável que ela permaneça na nossa playlist para sempre. Não quer dizer que não vamos gostar de novas músicas, mas que o efeito será menor.

“Se você não escutar uma música por muitos anos, a euforia [que você sentia com ela antigamente] pode voltar ao ouví-la de novo, especialmente se seu cérebro estava absorvendo tudo entre os 12 e os 22 anos” — fase da vida em que estamos mais abertos a novidades. Parece que daí em diante, é só curtição nostálgica.

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Falando sobre a volta do Swedish House Mafia, Ingrosso revela hiato de duo com Axwell

DJ confirmou volta do trio ao estúdio e explicou por que retomaram o projeto

Phouse Staff

Publicado há

Axwell & Ingrosso
Foto: Rukes/Reprodução

Apesar de serem chegados num mistério, os suecos do Swedish House Mafia já deixaram bem claro que estão voltando com tudo em 2019. Mas e os seus projetos paralelos, como vão ficar no ano que vem? Se Steve Angello ainda não se manifestou sobre como vai lidar com a carreira solo, Sebastian Ingrosso revelou para o jornal sueco Metro, em entrevista publicada hoje, que o seu duo com o Axwell vai dar um tempo.

“Não vamos seguir [com o Axwell Λ Ingrosso], vamos colocar esse projeto na prateleira. Como eu costumo dizer, são três pontos, não dois pontos mais um. Mas definitivamente vamos continuar nossos projetos individuais”, declarou, em alusão ao logotipo do SHM.

+ Steve Angello confirma novas músicas do Swedish House Mafia

O DJ também confirmou que o trio terá novas produções, como revelado recentemente por Angello (“vamos nos juntar [no estúdio] depois do verão [no Hemisfério Norte] e tentar criar algo divertido”), e explicou que não acha que a reunião do grupo demorou pouco tempo para acontecer:

“Eu e o Axwell fizemos o nosso lance por cinco anos, assim como o Steve. Sentimos que já era hora, ficamos com saudades. E acima de tudo, os fãs queriam que nos reuníssemos”.

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Fortaleza será palco do primeiro BURN Residency Showcase no Brasil

Evento promove a competição de DJs da marca, que está em sua reta final

Manoel Cirilo

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BURN Residency Showcase
Praia do Futuro, em Fortaleza. Foto: Reprodução

Como parte do plano de expansão da marca, a BURN promoverá uma série de showcases do BURN Residency em diferentes cidades do território nacional. Para dar início a essa ação, o primeiro destino escolhido foi Fortaleza.

A capital do Ceará foi estrategicamente selecionada para descentralizar os esforços da cena eletrônica no país, normalmente concentrados entre São Paulo, Curitiba e Santa Catarina. Essa percepção do projeto é extremamente valiosa para toda a indústria eletrônica nacional, por fomentar o desenvolvimento de diferentes pólos dentro do mercado brasileiro e aumentar ainda mais a notoriedade do país  dentro da indústria mundial.

+ CLIQUE AQUI para saber mais sobre o BURN Residency

A decisão também conversa intimamente com o propósito do Residency, que é justamente abrir espaço dentro da indústria para diferentes artistas mostrarem o seu trabalho. Fortaleza ainda possui o privilégio de estar localizada em uma das regiões litorâneas mais estonteantes do Brasil. Com paisagens naturais de tirar o fôlego e um forte apelo cultural, a cidade faz um paralelo perfeito com a sede do projeto, localizada em Ibiza. A ilha espanhola é o destino final do competição de DJs da marca, onde os dez finalistas participam das últimas etapas que elegerão o grande vencedor, no começo de setembro.

O BURN Residency Showcase Fortaleza acontece neste sábado, 25 de agosto, no Sunrise Beach Club, que fica na Praia do Futuro. Quem comanda a festa são os embaixadores do projeto no Brasil, Morttagua e Alexiz BcX, ao lado dos convidados Lennox Hortale e Pedro Poyart, que formam o duo Mumbaata. Completam o line os DJs locais Levi Lenz, Davi Fiuza e o duo Dub Mode. Para saber mais detalhes sobre o evento, basta clicar aqui.

* Manoel Cirilo é colaborador da Phouse.

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Avicii ganha prêmio no VMA

Vídeo para “Lonely Together” foi premiado na cerimônia da MTV

Phouse Staff

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Avicii
Foto: Reprodução

A edição de 2018 do MTV Video Music Awards, que rolou na noite de ontem, em Nova Iorque, premiou apenas um nome da música eletrônica: Avicii. O falecido produtor ganhou a estatueta de “Melhor Vídeo de Dance Music” pelo videoclipe de “Lonely Together”, com Rita Ora

O vídeo ganhou a parada concorrendo com “One Kiss” (Calvin Harris e Dua Lipa), “Everybody Hates Me” (The Chainsmokers), “Flames” (David Guetta e Sia), “Silence” (marshmello) e “Get Low” (Zedd e Liam Payne). “Lonely Together” também concorreu na categoria Melhores Efeitos Visuais”, perdendo para “All the Starts”, de Kendrick Lamar.

Muitos fãs do sueco, entretanto, reclamaram da falta de uma homenagem maior ao músico, como tem sido praxe nas cerimônias do mundo da música desde o seu falecimento.

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