Nesta sexta-feira, foi lançado pela Elevation em todas as plataformas digitais X (leia-se “écs”, xis em inglês), o terceiro álbum do ILLUSIONIZE, que faz tributo a seus dez anos de carreira (como você já tinha visto aqui). Para celebrar a data, a convite da Phouse o produtor fez um faixa a faixa, comentando cada uma das dez músicas de seu novo trabalho. Confira:

Down:

A “Down” foi uma música que eu fiz há quase há dois anos. Fiz e no momento achei muito da hora, tinha imaginado que podia ser uma música do caralho, mas simplesmente arquivei. Passou-se um ano, eu ia tocar na Playground em São Paulo e pensei que precisava de uma música para a intro. Então lembrei dela e pensei: “esse som pega… Vamos abrir com essa track e ver no que dá”. A música bombou, me surpreendeu até!

Here We Go:

Com a “Here We Go” rolou a mesma coisa, mas esse é um som que tem quase quatro anos ou mais. A primeira ideia dela veio em 2014, e ficou arquivada em meu computador até ano passado. E então, em 2018, eu estava mexendo em arquivos antigos e pensei: “Nossa, essa música é demais, vou terminar”. Ambas foram músicas que fiz e deixei guardadas em meu computador por muito tempo até chegar a hora de finalizar. Essa música eu fiz pra abrir o Laroc no meu aniversário — finalizei especialmente pra isso.

Eruption:

Desde o primeiro beat que eu fiz desse som, eu senti algo muito forte e intenso. É exatamente isso que sinto ainda hoje, quando vejo o público vibrando e reagindo com euforia quando toco a “Eruption” nos meus sets!

What’s Up:

Essa música tem quase dois anos e também foi a última música que fiz em Goiânia. Sempre que ouço ela, passa um filme na minha cabeça sobre muitas coisas que aconteceram na minha vida. Lembro que abri o projeto dela no meio do ano passado e pensei: “o que vou fazer com esse som? Primeiro, finalizar, depois vejo o que acontece”.

Esse é um dos sons mais “retardados” que fiz, por causa da forma de construção.
Ele tem como foco as percussões. Trabalhei muito bem todas elas com o objetivo de dar um charme diferente do que costumo fazer. Sem falar no grave, é claro — minha marca registrada (risos)!

Wohoo:

O vocal que marca esse som, vem da época em que eu tocava em som automotivo, em Goiânia. Naquela época, o “heey hoo” era “woohoo” (risos). Certo dia, estava produzindo um som e, do nada, veio aquele vocal na minha cabeça. Lembro de buscar ele no PC e jogar no projeto — caiu como uma luva! Gostei bastante do resultado.

A Sunny Day:

Esse som tem uma vibe muito da hora! Lembro que estava em tour pelo Norte, indo para São Luís–MA. Subi para o meu quarto de hotel e sentei de frente ao mar; foi exatamente naquela hora que me veio a inspiração para fazer “A Sunny Day”. Não sou do tipo que produz sempre na estrada, eu gosto de entrar no estúdio e me enfurnar, mas nesse dia foi diferente… E olha só no que deu!

In The Morning:

De tantos projetos parados em casa, às vezes você pega alguns, ouve e pensa: “e se eu mudar isso aqui? E aquilo ali?”. Pronto, temos uma nova track (risos)! Foi assim que aconteceu com esse som, que, até então, também tinha ficado um bom tempo guardado no PC.

We Are:

Essa foi a minha segunda música de 2017. Eu a coloquei no álbum porque ela tem um grande significado pra mim — marca o início de uma mudança muito positiva em minha vida.

Desande:

Aaaaah, essa música! É uma das minhas preferidas. Sem falar que significa algo muito bom: a expressão “Desande” é bem comum no Centro-Oeste, em Goiânia, principalmente. O “Desande” tá na veia! Tá no coração, tá na alma!

To My Soul:

Esse som tem história e outras duas versões. Foi o primeiro que eu tive que fazer três versões para gostar de uma. Eu sempre pensei comigo que, se é para ser, vai de primeira, mas às vezes, precisamos insistir um pouco pra fazer dar certo. Foi assim com essa música — uma das minhas favoritas também!

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