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KSHMR no Laroc: diretor esclarece campanha para contratação do DJ

Flávio Lerner

Publicado em

06/08/2018 - 21:43
KSHMR no Laroc
Foto: Reprodução
Mario Sergio de Albuquerque explica que enquete iniciou a mobilização

Nesta segunda-feira, o Laroc Club iniciou a venda dos ingressos para o dia 08 de setembro, data em que a casa receberá KSHMR como headliner. Além dele, FTampa, Sevenn, Liu, CIC e Kickstarts são as atrações da festa.

A história dessa data é inusitada, já que uma campanha pública no Facebook, através do evento “KSHMR no Laroc”, ganhou grandes proporções nas últimas semanas. Na ocasião, o sócio-diretor do clube, Mario Sergio de Albuquerque, inclusive, chegou a postar que se o evento ultrapassasse a barreira dos dois mil confirmados, a festa aconteceria.

+ OPINIÃO: Por que KSHMR é um dos melhores produtores de EDM da atualidade

Agora, em contato com a Phouse, ele explica que, diferentemente do que muitos pensam, a iniciativa de trazer o DJ americano não partiu da campanha no Facebook. “Quando eu estava fazendo buscas para a atração da data, fiz uma pequena enquete no Instagram, nos Stories, perguntando [quem o público preferia] entre KSHMR e Vini Vici. Claro, fiz a enquete já sabendo que ele estava disponível”, revela o diretor.

“A partir da enquete, aí sim as pessoas se mobilizaram. E já sabendo que o KSHMR era uma realidade, eu entrei na brincadeira. Na verdade, isso [a campanha no Facebook] nos deu confiança pra seguir a negociação com o artista.” Para Albuquerque, portanto, a experiência foi um sucesso, embora ele lamente um efeito colateral. “Já estão surgindo infinitos eventos no Facebook pedindo por Martin Garrix, Carl Cox e outros nomes no Laroc que ainda não são realidade, nem perto disso. Então a gente tem que tomar cuidado pra que isso não comece a gerar muita expectativa e, consequentemente, frustrações”, pondera.

Perguntado se realizaria novas enquetes do tipo para motivar campanhas públicas por atrações, Mario Sergio deixou a possibilidade no ar: “Às vezes, para entender preferências. Mas não como obrigatoriedade”.

Vai ter “KSHMR brasileiro”?

Quem acompanhou o evento não oficial no Facebook (o da campanha pública) pôde ver dezenas de comentários de fãs pedindo por outra atração: o DJ Gran Fran, que vem sendo referido como o “KSHMR brasileiro”. Apesar do apelo massivo dos fãs, este pedido não foi atendido pelo clube, que justifica que já não havia mais espaço no lineup para mais uma atração. “Esse é o precedente que se abre ao fazer enquetes: as pessoas entendem que com qualquer mobilização vamos ‘ceder'”, conclui Mario Sérgio.

Mesmo assim, a galera vai poder curtir um pouco de Gran Fran na noite. Segundo publicação do artista, tanto FTampa quanto o Kickstarts o convidaram para dividir com eles os seus respectivos sets.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

Publicado há

True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

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Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

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Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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