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Depois de passar por SP e BH, club itinerante Kubik chega a Curitiba

Phouse Staff

Publicado em

01/12/2017 - 14:49
kubik curitiba
Famoso projeto alemão opera no Paraná entre os dias 1º e 23 de dezembro

Em dezembro, a partir desta sexta-feira, 1º, ao dia 23, Curitiba irá receber o famoso club itinerário Kubik. Instalado na Usina 5 — uma antiga fábrica de açúcar, onde rolou também o Tribaltech Escape, o evento irá promover noites como as que já passaram por Belo Horizonte e São Paulo, agora pela primeira vez no Sul do país.

Para que todos possam curtir ao máximo essa experiência visual e sonora, o soundsystem fica por conta da Pure Groove Systems, empresa que produz um dos melhores sistemas de som do mundo, desenvolvido e idealizado por um ex-engenheiro da NASA. Fazendo muito bom proveito dessas caixas, estarão grandes nomes da música eletrônica nacional e internacional.

Diversificado, o conta com nomes com grandes nomes da cena conceitual, como D-NOX, Young Marco, Pillowtalk, Cab Drivers, BLANCAh, HNQO, Albuquerque, Leo JaneiroDani Souto, Gabe, Gromma, Aninha e Sebastian Voight, entre outros.

+ Kubik vem pela primeira vez ao Brasil em maio

A idealizadora do evento é a Balestra Berlin, empresa do ramo de engenharia de ideias e agenciamento cultural. Interseccionando as duas áreas há mais de oito anos em diversos países, eles promovem experiências que conectam luz, espaço, meio ambiente e som, sendo a Kubik o seu projeto mais famoso.

Os ingressos estão disponíveis no Alô Ingressos. Mais informações na página oficial da Kubik Curitiba.

Confira a programação completa:

1º/12 (sexta) – Supercool em Kubik CWB Opening, apresenta Young Marco (UK), PillowTalk (EUA).

02/12 (sábado) – Tribe Club em Kubik CWB Opening, apresenta D-Nox (GER) e Gabe (BRA).

08/12 (sexta) – Techno Perfect w/ Sebastian Voigt (salon – Zur wilden Renate), HNQO, Aninha, Gromma e Victor Enzo

09/12 (sábado) – Radiola apresenta BLANCAh, Albuquerque aka Borgman, Leo Janeiro, Haustuff e Ella Whatt

15/12 (sexta) – Patterns music & Sweetuf Records apresentam Cab Drivers (live + dj set), Weslwy Razzy e tknt soundsister

16/12 (sábado) – Laguna Music apresenta Archie Hamilton, mais CAOAK, Petri e Thariel B.

22/12 (sexta) – a divulgar

23/12 (sábado) – a divulgar

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Escute 10 top lançamentos da última sexta

Novas de Garrix, YVES V, Sultan + Shepard remixando Fatboy Slim e vários brasileiros

Phouse Staff

Publicado há

Lançamentos
Foto: Screenshot

Além das já mencionadas inéditas de Hardwell, Bhaskar, FTampa, Make U Sweat com Royal Inc., Sofi Tukker com Pabllo Vittar, Mariah Carrey (que sampleou o Porter Robinson) e do remix do SELVA pro clássico “Rap da Felicidade”, a última sexta ainda teve vários outros lançamentos topzeira. Confira os dez selecionados da vez:

Martin Garrix se uniu a Justin Mylo para o lançamento do single “Burn Out”, que chega pela sua STMPD RCRDS. Com os vocais de Dewain Whitmore, a música vem numa pegada bem pop e com um clipe super divertido gravado em um lavanderia — com direito a jabazão do Axe.

“Music Rescues Me” é o novo hino trance de Paul van Dyk com Plumb. Escrita em colaboração com Johnny McDaid, do Snow Patrol, ela tem grande significado para Paul. “Music Rescues Me” também intitula o novo álbum dele, previsto para 12 de outubro pela VANDIT Records.

“Gangster Trippin”, clássico do Fatboy Slim de 1998, ganhou um remix à altura do duo canadense Sultan + Shepard. Saindo pela Armada Music, a música preservou parte da vibe original, mas a tornou mais contemporânea, com potencial de fazer o som voltar a bombar como o hit de 20 anos atrás.

Acompanhando os lançamentos da Armada, o Lost Frequencies liberou “Like I Love You”. Bem pop e radiofônica, a canção foi tocada pelo DJ na última edição do Electric Zoo.

Em collab com a DJ mexicana Mariana BO, o YVES V pintou com a matadora “Durga”, que chegou pelo selo do KSHMR, Dharma Worlwide. O single é uma mistura incrível de big room com psytrance e o toque étnico da música indiana — além do toque especial de violino, um dos trunfos de Mariana.

Já o DJ holandês San Holo se juntou ao inglês Duskus para lançar “forever free”. Via bitbird, a track de mais de seis minutos é bastante distorcida, levemente experimental e bastante emocionante. A música é a segunda do debut de San Holo, album1, previsto para esta sexta, 21.

Enquanto isso, o Cat Dealers apareceu com “Keep On Lovin”’, seu novo trampo com o vocalista brasileiro Le Dib, que atualmente mora em Los Angeles. Lançado pela Sony Music Brasil, o som traz o duo mais melódico e melancólico que o usual, e tem tudo para se marcar como uma das melhores músicas dos Dealers até hoje.

Da união do Dubdogz com o duo mineiro Clubbers saiu “Bass (Hold On)”, mais um lançamento da Spinnin’ Records. Com um começo suave guiado por acordes de violão, a música não demora a engrenar e trazer aquilo que seu nome sugere. Depois, momentos melódicos de piano house seguem fazendo o contraponto com o peso do grave.

Por sua vez, “BUM” é a primeira collab entre os amigos de longa data Beowülf e Repow. Sensual e também com uma pegada folclórica, a track traz a voz de Emy Perez (que já trampou com o carioca em “Plomo” e “Gypsy”), em meio a uma batida contagiante e um riff de sax loopado.

Por fim, Nato Medrado, que tem experimentado com diferentes vertentes nos últimos tempos, investiu em mais uma nova faceta ao produzir “Conmigo”. Com uma melodia doce e letra em espanhol, Nato surpreende em uma bela canção com forte apelo pop, em que os sintetizadores e os beats do produtor aparecem desta vez como coadjuvantes.

+ CLIQUE AQUI para relembrar os lançamentos da semana anterior

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Daft Punk e The Weeknd são processados por plágio em “Starboy”

Cantora somali-americana exige cinco milhões de dólares em direitos autorais

Phouse Staff

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Starboy
Foto: Reprodução

Mais uma treta por plágio na cena eletrônica. A cantora e compositora Yasminah resolveu processar ninguém menos que Daft Punk e The Weeknd por suposto plágio na produção do sucesso “Starboy”. Segundo o TMZ, a artista está exigindo cinco milhões de dólares em direitos autorais, alegando que eles utilizaram uma música sua sem autorização.

Para a musicista, “Starboy” usa a melodia, o gancho, o tempo e a estrutura de palmas de “Hooyo”, canção lançada por ela em 2009. A briga entre a somali-americana e os astros não é de hoje. Os atritos já vinham desde a época do lançamento do hit, em 2016, quando dois de seus produtores ameaçaram abrir processos judiciais. Agora, enfim, a artista e seus advogados resolveram ir à justiça.

Compare as duas músicas abaixo:

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Chilli Beans e MOB somam forças em novo cruzeiro de música eletrônica

Projeto funde as propostas do Navio Chilli Beans e do MOB Festival

Flávio Lerner

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Chilli MOB Cruise
Arte: Chilli MOB Cruise/Divulgação

Duas grandes marcas acostumadas a tocar cruzeiros temáticos estão com uma grande novidade. A Chilli Beans, que nos últimos anos realizou seis edições de seu chamado Navio Chilli Beans [antes Chilli Beans Fashion Cruise, que reunia a indústria da moda para uma espécie de conferência em alto mar, com direito a muita música], soma forças com a MOB, produtora dos irmãos Kiki e Juba Jacomino, que já realizou mais de 15 cruzeiros temáticos em dez anos — incluindo o MOB Festival, que percorria a costa brasileira com grandes DJs.

Assim como nas edições passadas do cruzeiro da Chilli Beans, o rolê será a bordo do Costa Favolosa, navio com capacidade para quatro mil pessoas, que sai de Santos e passa por Balneário Camboriú ou Búzios [ainda a ser definido], entre os dias 20 e 23 de março de 2019. Em contato com a Phouse, Juba explica que o contrato assinado prevê cinco edições, mas que a ideia é que continue por muito mais tempo.

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“Com a crise econômica e o dólar atingindo patamares altíssimos, tivemos que colocar o MOB Festival em pausa em 2014, até que neste ano nos unimos para um novo projeto que mesclaria a essência do MOB com a do navio Chilli Beans, trazendo sobre uma mesma plataforma o melhor destes dois cruzeiros”, diz. Assim, o Chilli MOB Cruise vai reunir a proposta de mesclar arte, moda e música com a forte pegada clubber do MOB Festival.

“A produção no navio será completamente diferente, vai ser muito maior. Outra novidade, que nenhum dos dois projetos tinham, é a presença de dois palcos funcionando ao mesmo tempo”, continua Juba, referindo-se ao MOB Stage e o Chilli Stage. O primeiro será focado em uma pegada eletrônica mais mainstream: Vintage Culture, Chemical Surf, Cat DealersGabriel Boni, KVSH, Bhaskar, Dubdogz, Dashdot, Bruno Be, JØRD, Doozie, Radiomatik, RDT, Barja, Rodrigo Vieira, Junior_C e os gringos Croatia Squad [Suíça] e Ashibah [Dinamarca] são os nomes já confirmados. Segundo o empresário, mais duas atrações internacionais e “duas ou três” nacionais ainda serão anunciadas.

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Já o Chilli Stage vai ser mais eclético e alternativo. A programação, que ainda não tem muitas atrações fechadas, inclui nomes de música brasileira, pop e também uma festa eletrônica, juntando a galera dos coletivos underground de São Paulo. Os DJs L_cio e Tessuto — este, inclusive, é curador da festa — já estão confirmados.

Logo, ao menos dois grandes públicos são esperados: os frequentadores do Navio Chilli Beans terão a partir de 2019 uma versão tunada e mais musical do seu evento, enquanto os fãs de música eletrônica também vão se sentir em casa. Ainda assim, Juba revela que há negociações para resgatar o MOB Festival, possivelmente em dois ou três anos.

+ KSHMR no Laroc: diretor esclarece campanha para contratação do DJ

“Existe esse desejo de voltar com o festival, mas não tem previsão. Talvez volte de forma repaginada, até com outro nome, inclusive com parceria de um selo internacional bem grande. Assim, a gente vai tentar levar as coisas pra dois extremos diferentes: o Chilli MOB como uma parte mais comercial, e, quando o MOB Festival voltar, será numa linha não restritiva, mas menos mainstream”, conclui.

As programações das partes de moda e arte do Chilli MOB Festival ainda não foram reveladas. Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 10h desta quarta-feira, 19, através do site oficial. E é bom ficar esperto: de acordo com o Juba, o primeiro lote [a partir de R$ 1.290,00 mais taxas] deve se esgotar rapidinho.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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