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Nicky Romero, Chainsmokers, A&B… Confira 10 sons de destaque da sexta-feira!

Phouse Staff

Publicado em

30/07/2018 - 19:54
lançamentos
Foto: Reprodução
Bóra dar play em alguns dos maiores lançamentos do final de semana

Sexta-feira sem enxurrada de música nova não é sexta-feira. Além das novidades já mencionadas de Alok e SELVA, Sunnery James & Ryan MarcianoArty e Borgore, estes foram os destaques do último final de semana:

Começando por Nicky Romero, que lançou seu novo single com Taio Cruz, “Me On You”. A música chegou pela Protocol Recordings e mistura as batidas do future bass com vocais R&B, resultando em uma música sexy e envolvente. Taio Cruz é conhecido por hits como “Break Your Heart” e “Dynamite”.

Como já havíamos falado aqui na Phouse, os compositores/vocalista de hits da EDM como “Don’t You Worry Child” têm agora seu próprio projeto, VCATION. Na sexta, como previsto, Martin e Zitron liberaram a primeira música, “Lay Low”, pela Amuse, que vem em uma pegada bem pop.

Enquanto isso, os Chainsmokers liberaram o seu novo EP, Sick Boy…Side Effects, via Disruptor/Columbia Records. Das cinco músicas, a única nova é “Side Effects”, que traz os vocais de Emily Warren numa pegada mais house clássica do que as produções usuais da dupla.

Já o Knife Party lançou sua nova collab com o Pegboard Nerds pela Monstercat. O single “Harpoon” conta com os vocais do próprio Rob Swire em uma combinação melódica estruturada na aceleração dos sintetizadores.

O Above & Beyond liberou essa semana o seu “Club Mix” de “Always”. A produção com Zoë Johnston é uma versão mais pista para a música originalmente lançada no álbum Common Ground, que chegou em janeiro pela Anjunabeats.

E já que estamos falando de trance, Paul Oakenfold e Jam El Mar colaboraram em “Lost in the Moment”, que saiu pela Perfecto Records. A parceria resultou em um EP com duas versões, incluindo um “Extended Mix” mais pisteiro, com o dobro de duração.

Ainda na vibe tranceira, Ferry Corsten pintou com “I Love You (Won’t Give It Up)”. A música chegou por sua própria label, Flashover Recordingse traz samples de produções antigas suas: “Punk” e “Rock Your Body Rock” — ambas do álbum Right of Way, de 2003.

Pode ter passado despercebido por muita gente, mas “Don’t Leave Me Alone” não foi o único lançamento da David Guetta na semana. O francês ainda pintou com um remix para “Low”, canção recente de Lenny Kravitz que traz a participação especial de ninguém menos que Michael Jackson.

Com direito a videoclipe, Alan Walker lançou “Darkside”, com participação de Au/Ra e Tomine Harket. Bem animado, o single lançado pela MER/Sony Music é a continuação de “All Falls Down”.

E pra fechar, ninguém menos que o clássico grupo dos anos 90 The Crystal Method também trouxe novidades. Primeiro single de seu próximo álbum, The Trip Home, a música “Holy Arp” é um breakbeat característico do grupo, lançado pela Tiny E Records.

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7 fatos que mostram que o Caos é um dos clubs underground mais legais do ano

Clube campineiro celebra seu primeiro aniversário nesta sexta-feira

Phouse Staff

Publicado há

Caos 1 ano
Foto: Bill Ranier/Divulgação
* Por: Pollyanna Assumpção
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Contradizendo todas as previsões pessimistas de alguns amantes da música eletrônica, 2018 foi um super ano para a cena brasileira. Mesmo com a perda de alguns festivais, como o Ultra Music Festival, ganhamos e crescemos em outros, como Dekmantel, DGTL e Time Warp, e tivemos o boom do dito underground nos principais festivais brasileiros, que fizeram questão de caprichar em estrutura e lineup. Pra quem também é fã de um lifestyle clubber, tivemos momentos incríveis, e o nascimento do Caos, em dezembro do ano passado, em Campinas, é um dos pontos altos do ano.

Seguindo o modelo de uma abertura mensal para o público da música eletrônica, o Caos teve um 2018 grandioso, trazendo alguns dos maiores nomes do techno e da house mundial, parte deles vindo com exclusividade. Além disso, o club ainda fez parte do processo de revitalização da noite de Campinas e arredores, se unindo a outras festas e clubes e transformando a área em um expoente da noite eletrônica do Brasil.

Em dezembro, a casa de Eli Iwasa e companhia comemora um ano de existência e sucesso com Ben Klock, o famigerado residente do Berghain, no dia 07. Por isso, listamos abaixo sete fatos que provam que o Caos foi um dos clubs underground mais legais do ano no país.

Foto: Bill Ranier/Reprodução

1 – Atrações imperdíveis e exclusivas

Poucos foram os clubes que trouxeram nomes tão grandiosos e consistentes como os que vieram ao Caos. Logo na sua inauguração, Carl Craig apresentou seu techno de Detroit cheio de influências. Marco Carola e Laurent Garnier fizeram as honras no verão. No inverno teve Chris Liebing, Ellen Allien e Speedy J. Também passaram por lá Nina Kraviz, Marcel Dettmann, Modeselektor, Recondite, Tijana T., Ryan Elliott, Efdemin e Guy J.

Houve uma abertura da casa 100% feminina comandada pela ucraniana Nastia, para uma edição que foi do pôr do sol ao seu nascer. E na última festa, em novembro, trouxe a multi-instrumentista italiana Giorgia Angiuli, que produz ao vivo, canta e transforma objetos aparentemente inúteis em verdadeiras máquinas de fazer música (como você viu aqui). Além disso o club confia no talento dos brasileiros, trazendo nomes como Gui Boratto, ANNA, L_cio, Renato Ratier e Gromma — além da própria Eli Iwasa, claro.

Foto: Image Dealers/Reprodução

2 – A festa nunca acaba — ou pelo menos, segue até o after

Construído em um belíssimo galpão revitalizado na área industrial de Campinas, o Caos não tem pressa de fechar as portas. Já houve festas que começaram ao entardecer e terminaram às 08h da manhã. Mas teve dias que também terminaram ao meio-dia, como na festa que Dixon comandou. Normalmente não se sai de lá antes das 10h. Devido à estrutura do galpão, é possível dançar e ver o amanhecer pelas janelas gigantes. Os próprios DJs ficam tão encantados com a vibe que se recusam a parar de tocar para aproveitar o momento. Só quem amanhece na pista e ama ver o Sol nascer com música boa ao fundo sabe que essa energia é inimitável.

Foto: Bill Ranier/Reprodução

3 – Qualidade do som e acústica perfeitos

Todo mundo tem aquele amigo que fica procurando o melhor lugar na pista pra ouvir o som, e se você não tem esse amigo, provavelmente essa pessoa é você. Não tem coisa pior do que ter que escolher entre ouvir a música perfeitamente ou ficar confortável no rolê. Pra quem gosta de dançar com espaço, é essencial que o som esteja bom em todos os cantos da festa, algo fácil de acontecer com um sistema tão bom — o L’acoustics —, a disponibilidade das caixas e a expertise da CPro, empresa que foi fundamental para proporcionar a experiência sonora que é o Caos.

Foto: Bill Ranier/Reprodução

4 – Iluminação

A sincronização das luzes com a música e o posicionamento delas no Caos muda a cada abertura, o que faz com que cada experiência seja realmente única, e cria uma atmosfera sempre muito comentada pelo público. De bastões de LED a jogo de holofotes e projeções, você sente que o trabalho foi cuidadosamente planejado por todos os envolvidos — a casa e o DJ. E não tem sensação melhor do que perceber que todos estão preocupados em fornecer a melhor experiência possível pro público.

   

5 – A identidade visual

Tem coisa mais legal que se sentir provocado visualmente? É assim que o Caos faz. O conteúdo de divulgação do club pode ser considerado uma instalação artística. Desde o início, o conceito da casa foi pensado de forma inédita, sugerindo sempre debates atuais. Por um tempo, o Estúdio Muto produziu peças criativas e imersivas. Agora, quem assume a comunicação visual do club é o coletivo esponja e Yusuf Etiman, trazendo sua visão aprofundada já para a próxima abertura da casa, que contará com instalações especiais e homenagens a Campinas.

Foto: Bill Ranier/Reprodução

6 – A verdadeira experiência underground

Estamos em uma era de grande atenção para os festivais, mas frequentar um club que sabe o que está fazendo tem igual valor ou até mais para alguns. Sair de uma pista com a sensação de “esse club é incrível” é bom demais. As longas horas da abertura dentro do Caos parece que voam, mesmo sendo uma pista só. O DJ parece estar mais próximo do público, que pode vê-lo tocando de frente ou de costas, já que a estrutura do palco permite que o frequentador tenha uma experiência meio Boiler Room. Além de tudo, o público que conhece e aprecia o som é o aspecto mais importante. Mais uma questão de energia que foi fundamental para o sucesso do Caos.

Foto: Bill Ranier/Reprodução

7 – A vibe warehouse do galpão revitalizado

A casa comporta tranquilamente uma média de mil pessoas em um ambiente bonito, mas sem firulas. Embora não seja pomposo, o local é grandioso, confortável e muito bem ventilado. Com bares super bem decorados, eficientes e sem filas, um fumódromo espaçoso, banheiros limpos e projeções nas paredes, o Caos em si já é um bom motivo para ser considerado um lugar maravilhoso de se frequentar. O cuidado com a imagem está perceptível em cada detalhe.

Foto: Image Dealers/Reprodução

BÔNUS – A atitude

Tem mais uma coisinha que não só transforma o Caos em um club verdadeiramente underground como um dos mais legais do Brasil. A atitude de toda a equipe e o posicionamento que a casa toma frente a assuntos importantíssimos, como a homofobia e o machismo. De reuniões frequentes com os seguranças a mensagens de conscientização nas redes sociais (e dentro do próprio club, como você pode ver na foto acima), o club nos lembra a cada abertura que o respeito deve imperar — e de onde a nossa música veio.

O primeiro aniversário do Caos rola nesta sexta, a partir das 23h, com Ben Klock, Caio T, Eli Iwasa e Lucas Freire.

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Leo Janeiro recomenda: 10 artistas de house music para conhecer

Confira as dicas de um dos DJs mais prestigiados do cenário house/techno nacional

Phouse Staff

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House music
Foto: Gustavo Remor/Divulgação

A convite da Phouse, o DJ, produtor e houseiro de carteirinha Leo Janeiro — que acaba de ser anunciado como residente trimestral da Freak Chic, do D-EDGE, e também vai marcar presença no West Summit neste sábado — selecionou dez artistas de house music que têm feito a sua cabeça recentemente.

Confira as dicas do mestre:

Folamour

DJ e produtor francês de Lyon, na França, é um dos grandes achados dos últimos anos. Umami é o seu primeiro álbum e foi lançado em 2017 pela Classic Music Company.

Jayson Wynters

 

Ele é um dos destaques da terra da Rainha em 2017. Fiquei muito impressionado com a sonoridade de algumas produções e a forma com que ele flerta com house e techno. Um dos seus grandes lançamentos saiu pela Phoenix G, da lenda Mr. G — que geralmente só lança coisas próprias.

Black Loops

  

Um dos produtores mais bacanas do momento, Riccardo Paffetti aka Black Loops se tornou um dos novos nomes da house music. Com influências de funk, soul e disco, Riccardo conseguiu criar uma identidade bastante própria.

Sebb Junior

 

Sebb Junior é um produtor de house music francês e fundador da label La Vie d’Artiste Music. Sebb vem lançando suas músicas em selos lendários como Salted, Large Music e a Madhouse Records do Kerri Chandler. Produtor de mão cheia!

Carista

 

Uma DJ (que não é produtora) daquelas dona do seu próprio radioshow na Red Light Radio, em Amsterdã. Com sets versáteis e que mostram muito da sua essência, Carista tem se destacado muito por onde passa, inclusive no último Dekmantel Festival da Holanda.

Marquis Hawkes

 

Produtor britânico baseado em Berlim. Sua marca registrada é o ecletismo nas produções. Seu último álbum, The Marquis of Hawkes, pela Houndstooth, é uma amostra fiel do seu trabalho com influências de Chicago, Detroit e Nova Iorque. Como ele mesmo diz, “listen to my music, that’s all I need to know”.

Jad & The

 

Nascido na Australia e também baseado em Berlim, este exímio produtor ficou conhecido por sua sensibilidade musical que diferencia suas produções. Começou usando o nome artístico Jad & The Ladeboy e agora mudou para Jad & The. Possui na Toy Tonics alguns dos seus melhores lançamentos.

Demuir

 

O seu som e estilo me fazem lembrar a boa house music de Chicago. Vindo de Toronto, Demuir tem conquistado espaço com suas produções e DJ sets. Ele já possui parcerias com Cassy, Derrick Carter e DJ Sneak — apenas.

Jovonn

 

Pioneiro DJ e produtor de Nova Iorque, com lançamentos em labels como WestEnd Records, Dogmatik, Clone Royal Oak e Clone Classic Cuts. Jovonn é um amante da house music, mas podemos encontrar alguns trabalhos seus flertando com R&B e hip-hop. Ele também trabalha com trilhas sonoras de filmes.

Terrence Parker

  

Nascido em Detroit, Terrence Parker é um lendário produtor de house e techno, e tem entre suas peculiaridades usar um aparelho de telefone como fone de ouvido em suas apresentações. “Love’s Got Me High” com certeza é uma das melhores produções de todos os tempos, e mostra um ecletismo fora da caixa desse excelente produtor.

 Bônus: Leo Pol

 

O francês Leo Pol (residente do Concrete, em Paris) é um dos meus destaques por conta de seus último trabalhos. Além disso, Pol tem um jeito único de unir grooves: sintetizadores clássicos, baterias eletrônicas e sequenciadores ritmados que fazem a alegria de um bom houseiro.

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DJs do Top 100 da DJ Mag revelam suas músicas favoritas de 2018

Confira as seleções de nomes como Martin Garrix, Armin, Guetta, Tiesto, Alok e Vintage Culture

Phouse Staff

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Favoritas DJ Mag
FISHER teve seu hit, "Losing It", como a faixa mais curtida pelos DJs do Top 100. Foto: Reprodução

Como de praxe, a DJ Mag traça um perfil de cada um dos 100 ganhadores do seu polêmico ranking anual. Antes dessas biografias, há uma pequena ficha técnica informando a origem, o estilo, a fama que carregam e as escolhas dos artistas para música favorita de 2018 e artista revelação.

Dando uma olhada rápida nesses perfis, a Phouse resolveu selecionar as escolhas de música do ano dos dez primeiros colocados, mais os três projetos brasileiros que também entraram na parada. Como Hardwell (3º lugar) e Afrojack (8º) não apontaram nenhuma música, colocamos Steve Aoki (11º) e R3HAB (12º) em seus lugares.

É curioso notar que só entre esses 13 nomes, “Losing It”, do FISHER, foi escolhida três vezes (também foi a escolha de vários outros nomes do Top 100), enquanto “One Kiss”, do Calvin Harris com a Dua Lipa, duas. Também temos aqui os artistas que mostram aquela autoestima da porra ao indicar suas próprias faixas. Por fim, outros DJs não se contentaram em elencar só uma, e acabaram vindo com duas tracks. Confira:

#1. Martin Garrix: Taska Black – Forever

 

#2. Dimitri Vegas & Like Mike: FISHER – Losing It / Travis Scott – Sicko Mode

  
   

#4. Armin van Buuren: Sunset Brothers X Mark McCabe – I’m Feeling It (MaRLo Remix)

  

#5. David Guetta: FISHER – Losing It

(Ouça acima)

#6. Tiësto: Loud Luxury feat. brando – Body

 

#7. Don Diablo: Logic feat. Alessia Cara & Khalid – 1-800-273-8255

  

#9. Oliver Heldens: Calvin Harris & Dua Lipa – One Kiss (Oliver Heldens Remix) / Enrico Sangiuliano – Astral Projection

 
  

#10. marshmello: Crankdat – Reasons To Run

  

#11. Steve Aoki: BTS – Fake Love

 

#12. R3HAB: R3HAB x Mike Williams – Lullaby

 

#13. Alok: FISHER – Losing It

(Ouça acima)

#19. Vintage Culture: RÜFÜS DU SOL – No Place

 

#48. Cat Dealers: Calvin Harris & Dua Lipa – One Kiss

(Ouça acima)

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