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UNE processa Lollapalooza por burlar lei da meia entrada

Phouse Staff

Publicado em

11/10/2017 - 15:27
Lollapalooza Brasil 2018 Lineup

O próximo Lollapalooza Brasil já tem data marcada e os ingressos já estão disponíveis há algum tempo. No entanto, a União Nacional dos Estudantes e outras entidades estudantis entraram agora com um processo contra a organização do evento, que estaria burlando a lei da meia-entrada. A informação é do InfoMoney.

Segundo a acusação, o preço aumentou em 63% em comparação com 2016, deixando a meia-entrada de 2018 em um valor próximo ao da inteira deste ano, o que caracteriza o não cumprimento da lei e também torna o preço inviável para estudantes.

“Estamos pensando e realizando parcerias nos estados do Brasil para defender o direito à meia-entrada dos estudantes. A lei é clara ao afirmar que o estudante pagará metade do preço do ingresso efetivamente cobrado do público em geral”, disse Ivo Braga, tesoureiro da UNE, ao InfoMoney.

A T4F, empresa que organiza o festival, também foi consultada, mas não quis se posicionar sobre o tema.

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Daft Punk e The Weeknd são processados por plágio em “Starboy”

Cantora somali-americana exige cinco milhões de dólares em direitos autorais

Phouse Staff

Publicado há

Starboy
Foto: Reprodução

Mais uma treta por plágio na cena eletrônica. A cantora e compositora Yasminah resolveu processar ninguém menos que Daft Punk e The Weeknd por suposto plágio na produção do sucesso “Starboy”. Segundo o TMZ, a artista está exigindo cinco milhões de dólares em direitos autorais, alegando que eles utilizaram uma música sua sem autorização.

Para a musicista, “Starboy” usa a melodia, o gancho, o tempo e a estrutura de palmas de “Hooyo”, canção lançada por ela em 2009. A briga entre a somali-americana e os astros não é de hoje. Os atritos já vinham desde a época do lançamento do hit, em 2016, quando dois de seus produtores ameaçaram abrir processos judiciais. Agora, enfim, a artista e seus advogados resolveram ir à justiça.

Compare as duas músicas abaixo:

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Chilli Beans e MOB somam forças em novo cruzeiro de música eletrônica

Projeto funde as propostas do Navio Chilli Beans e do MOB Festival

Flávio Lerner

Publicado há

Chilli MOB Cruise
Arte: Chilli MOB Cruise/Divulgação

Duas grandes marcas acostumadas a tocar cruzeiros temáticos estão com uma grande novidade. A Chilli Beans, que nos últimos anos realizou seis edições de seu chamado Navio Chilli Beans [antes Chilli Beans Fashion Cruise, que reunia a indústria da moda para uma espécie de conferência em alto mar, com direito a muita música], soma forças com a MOB, produtora dos irmãos Kiki e Juba Jacomino, que já realizou mais de 15 cruzeiros temáticos em dez anos — incluindo o MOB Festival, que percorria a costa brasileira com grandes DJs.

Assim como nas edições passadas do cruzeiro da Chilli Beans, o rolê será a bordo do Costa Favolosa, navio com capacidade para quatro mil pessoas, que sai de Santos e passa por Balneário Camboriú ou Búzios [ainda a ser definido], entre os dias 20 e 23 de março de 2019. Em contato com a Phouse, Juba explica que o contrato assinado prevê cinco edições, mas que a ideia é que continue por muito mais tempo.

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“Com a crise econômica e o dólar atingindo patamares altíssimos, tivemos que colocar o MOB Festival em pausa em 2014, até que neste ano nos unimos para um novo projeto que mesclaria a essência do MOB com a do navio Chilli Beans, trazendo sobre uma mesma plataforma o melhor destes dois cruzeiros”, diz. Assim, o Chilli MOB Cruise vai reunir a proposta de mesclar arte, moda e música com a forte pegada clubber do MOB Festival.

“A produção no navio será completamente diferente, vai ser muito maior. Outra novidade, que nenhum dos dois projetos tinham, é a presença de dois palcos funcionando ao mesmo tempo”, continua Juba, referindo-se ao MOB Stage e o Chilli Stage. O primeiro será focado em uma pegada eletrônica mais mainstream: Vintage Culture, Chemical Surf, Cat DealersGabriel Boni, KVSH, Bhaskar, Dubdogz, Dashdot, Bruno Be, JØRD, Doozie, Radiomatik, RDT, Barja, Rodrigo Vieira, Junior_C, Sandro Horta e os gringos Croatia Squad [Suíça] e Ashibah [Dinamarca] são os nomes já confirmados. Segundo o empresário, mais duas atrações internacionais e “duas ou três” nacionais ainda serão anunciadas.

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Já o Chilli Stage vai ser mais eclético e alternativo. A programação, que ainda não tem muitas atrações fechadas, inclui nomes de música brasileira, pop e também uma festa eletrônica, juntando a galera dos coletivos underground de São Paulo. Os DJs L_cio e Tessuto — este, inclusive, é curador da festa — já estão confirmados.

Logo, ao menos dois grandes públicos são esperados: os frequentadores do Navio Chilli Beans terão a partir de 2019 uma versão tunada e mais musical do seu evento, enquanto os fãs de música eletrônica também vão se sentir em casa. Ainda assim, Juba revela que há negociações para resgatar o MOB Festival, possivelmente em dois ou três anos.

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“Existe esse desejo de voltar com o festival, mas não tem previsão. Talvez volte de forma repaginada, até com outro nome, inclusive com parceria de um selo internacional bem grande. Assim, a gente vai tentar levar as coisas pra dois extremos diferentes: o Chilli MOB como uma parte mais comercial, e, quando o MOB Festival voltar, será numa linha não restritiva, mas menos mainstream”, conclui.

As programações das partes de moda e arte do Chilli MOB Festival ainda não foram reveladas. Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 10h desta quarta-feira, 19, através do site oficial. E é bom ficar esperto: de acordo com o Juba, o primeiro lote [a partir de R$ 1.290,00 mais taxas] deve se esgotar rapidinho.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Produtora do Na Praia é investigada por fraude

R2 Produções é alvo de operação da polícia do Distrito Federal

Phouse Staff

Publicado há

Operação Praia de Goa
Foto: Reprodução

Uma das baladas mais populares de Brasília virou alvo da Polícia Civil do Distrito Federal. Suspeita de corrupção, a empresa R2 Produções, responsável pela realização do Na Praia, está sendo investigada na chamada Operação Praia de Goa. A operação foi criada para combater crimes na contratação e execução de projetos culturais aprovados pela Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural da Secretaria de Cultura.

Segundo o blog de Ana Maria Campos, do Correio Braziliense, a investigação mira na R2 desde o ano passado. A suspeita é de que a empresa vem fraudando a Lei de Incentivo à Cultura com superfaturamento de produtos e serviços nos eventos Na Praia Social, Na Praia Cultural e Carnaval no Parque.

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A Operação Praia de Goa — nome que faz referência à praia da Índia onde surgiu o psytrance — apurou que a empresa recebeu mais de R$ 3,5 milhões dentro da Lei de Incentivo à Cultura, mas apesar de esse dinheiro ser para projetos sociais, a empresa teria utilizado os recursos em eventos particulares, com ingressos de até R$ 300.

Agora, mandados de busca serão realizados nas residências dos sócios e funcionários da R2, secretarias de cultura, órgãos públicos e em empresas prestadoras de serviço.

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Os eventos do projeto Na Praia são muito populares no Distrito Federal. A ideia surgiu em 2015 com o intuito de trazer um clima praiano a Brasília durante a estação seca e de altas temperaturas. As festas apresentam uma estrutura impecável às margens do Lago Paranoá, com cenografia exclusiva em referência às praias mais famosas do mundo, e com programação eclética. Os valores dos ingressos e do consumo são padrão A.

A R2 divulgou uma nota sobre o assunto:

A R2 produções manifesta absoluta surpresa e incompreensão diante da desproporcional medida anunciada na manhã desta terça-feira (18). A empresa jamais foi chamada a prestar qualquer tipo de esclarecimento e nenhum dos sócios foi instado a dar informações. Todos os documentos relativos aos projetos da empresa são públicos e sujeitos a qualquer tipo de apuração. As prestações de contas dos empreendimentos atendem ao calendário legal e não há pendências em relação às mesmas. A empresa reitera a integral lisura de suas atividades, sua postura colaborativa com a justiça e demais instituições e permanece à disposição para ajudar na elucidação deste ou de qualquer outro procedimento.

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