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Fundação do Tomorrowland lança escola de música e artes no Nepal

Phouse Staff

Publicado em

19/04/2018 - 18:08
Love Tomorrow Music & Arts School
O DJ Lost Frequencies e Sophie Vangheel, da Cunina, com as crianças em frente à escola. Foto: Divulgação
Lost Frequencies esteve presente na inauguração da Love Tomorrow Music & Arts School

A comunidade da música eletrônica pode fazer muito mais além de transformar vidas a partir de experiências incríveis em festivais e clubes. Pode efetivamente usar a sua popularidade e representatividade para canalizá-la em auxílio a pessoas necessitadas e marginalizadas. É isso o que Kaskade nos mostrou recentemente com o Project Favela. É também o que o DJ Ban vem fazendo através da :DOE :DANCE, inspirado no verdadeiro significado do Dia do DJ.

E é agora o que o “People of Tomorrow” acaba de construir: uma escola de artes e música em Sekha, um pequeno vilarejo no Nepal, na região montanhosa dos Himalaias. A escola é resultado da união da fundação Love Tomorrow com a ONG belga Cunina, que ajuda crianças carentes através de projetos educacionais em diversos países, incluindo o Brasil (a organização apoia o centro educacional Casa Família, em Jandira–SP, desde 2001).

Foto: Divulgação

Assim, a recém-inaugurada Love Tomorrow Music & Arts School fica em um centro integrado, ao lado da Cunina Boarding School — jardim de infância e escola de ensino fundamental e médio fundada pela ONG em 2009, e que atende a mais de 300 crianças. “A nova escola de música e artes vai ter um papel muito importante para a comunidade de Sekha. […] Irá enriquecer as vidas das crianças com música, arte e cultura — matérias-primas para o desenvolvimento de mentes independentes e criativas”, diz o comunicado na página da Cunina, que aproveita para ainda pedir novas doações para conseguir seguir alimentado o projeto continuamente.

Em um espaço de 413m², a escola, construída com dinheiro arrecadado nas duas últimas edições do Tomorrowland, tem quatro salas devidamente equipadas para aulas de música, dança e teatro, um pátio central e um palco. O DJ belga Lost Frequencies foi escolhido como embaixador da iniciativa, e esteve presente na inauguração.

“Eu fiquei sabendo dos planos da Love Tomorrow Fundation em construir uma escola de música no Nepal em 2016, e fiquei imediatamente empolgado com o projeto. Por isso, fiquei muito feliz quando me pediram para viajar com eles para abrir a escola oficialmente”, declarou Lost Frequencies à imprensa. “Minha história de vida está alinhada com essa ideia. Em casa, eu tive todas as oportunidades para exercer minha criatividade, incluindo tempo e espaço. Escolhi expressar isso através da música, aprendendo a tocar instrumentos. Sem isso, eu nunca teria virado um músico/DJ. É por isso que acho fantástico que as crianças aqui em Sekha agora possam ter essa oportunidade também!”

Sophie Vangheel, a fundadora da Cunina, também esteve presente na inauguração, e contou como surgiu a iniciativa: “Há uns dois anos, quando o Manu e o Michiel Beers, os criadores e organizadores do Tomorrowland, começaram a patrocinar a Cunina, eu os convidei para uma reunião. Descobrimos ter os mesmos valores, e mais — descobrimos que tínhamos um sonho em comum: construir uma escola de música para crianças vulneráveis”.

Vida longa à escola, e que mais iniciativas como esta surjam cada vez mais no cenário eletrônico!

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Plataforma apresenta grande levantamento sobre os festivais brasileiros

Sympla apresentou os números no último SIM São Paulo

Phouse Staff

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Dekmantel Brazil
Última edição do Dekmantel São Paulo. Foto: Ariel Martini/Divulgação

A plataforma de eventos Sympla apresentou durante o último SIM São Paulo — que rolou na última semana, entre os dias 05 e 09 de dezembro — um levantamento de dados dos festivais de música brasileiros. A informação saiu no site do Projeto Pulso.

Segundo o site, são mais de 1.928 festivais distribuídos no país (número que corresponde à quantidade de eventos analisados). O estudo os segmentou em três categorias de tamanho — pequeno porte (em torno de 300 frequentadores), médio porte (entre mil e dez mil frequentadores) e grande porte (mais de dez mil frequentadores) — e em oito categorias de gênero musical: multigênero, eletrônico, rock, sertanejo, rap & hip-hop, funk, MPB & samba e outros (com destaque para o jazz e o forró).

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Ainda de acordo com a reportagem de Franklin Costa, os multigênero correspondem à maioria dos festivais no Brasil, enquanto os de música eletrônica ficam em um surpreendente segundo lugar. As regiões que mais concentram os eventos são, respectivamente, o Sudeste, o Nordeste, o Centro-Oeste, o Sul e o Norte. Centro-Oeste e Sul teriam apresentado uma redução na quantidade de festivais em relação a 2017, enquanto as outras regiões cresceram neste ano.

Os dados completos devem ser divulgados em breve pelo Data SIM.

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Swedish House Mafia no Ultra e no Tomorrowland? E-mail supostamente vaza a informação

Acidente, informação errada ou vazamento proposital?

Phouse Staff

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Swedish House Mafia voltando
Foto: Reprodução

O Swedish House Mafia já anunciou nove gigs de sua turnê mundial em 2019 — e ainda parece ter muito mais por vir. A última das datas confirmadas pelo grupo foi no Weekend Festival, na Finlândia, em 19 de julho. Mas o curioso é o e-mail que foi disparado pela produção do Weekend aos seus seguidores, que supostamente teria vazado a presença do trio em dois dos maiores festivais de música eletrônica do mundo: Ultra e Tomorrowland.

“O retorno do Swedish House Mafia aos palcos, depois de cinco anos, tem sido uma notícia enorme no mundo da música. Para o próximo verão, mais de cem mil ingressos já foram vendidos para seus shows em Estocolmo. Além disso, o top trio vai tocar nos maiores festivais mundo afora, como Ultra, Tomorrowland e Creamfields. Este é também um ótimo momento para recebê-los na Finlândia, no Weekend Festival”, diz o texto.

Dos três festivais citados como exemplo, apenas o Creamfields foi confirmado oficialmente — e embora o Steve Angellotenha declarado que o SHM faria de tudo pra tocar no Tomorrowland no ano que vem, a presença do grupo no Ultra Miami é menos provável, já que o festival será realizado em março, dois meses antes dos shows em Estocolmo, ponto inicial da turnê. Ainda existe a hipótese, é claro, de não se tratar do Ultra Miami, mas de alguma edição em outro país.

Vindo do trio sueco, não seria de se estranhar um vazamento deliberado dessas informações, pra seguir gerando hype e deixando os fãs ansiosos. E conforme o cronômetro da vez no site oficial, tem mais novidades nesta quinta-feira…

+ CLIQUE AQUI para ler mais notícias sobre o Swedish House Mafia

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Trilha de “Kingdom Hearts III” foi produzida por Skrillex; escute!

Produtor colaborou com Poo Bear e a cantora de J-pop Utada Hikaru

Phouse Staff

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Kingdom Hearts
Foto: Reprodução

Famoso no universo gamer, o jogo Kingdom Hearts (que combina os universos da Disney e da franquia Final Fantasy, da Square Enix) teve o trailer de sua mais nova edição lançado nesse último final de semana. Para os fãs de música eletrônica, a grande novidade é que desta vez a trilha sonora leva a participação de Skrillex, que se juntou ao Poo Bear e à famosa cantora japonesa Utada Hikaru (sempre presente nos jogos da franquia).

Segundo a conta do game no Twitter, Skrillex queria inicialmente remixar uma música de Utada, “Don’t Think Twice”, que também estará presente em Kingdom Hearts III. Com o passar do tempo, a ideia evoluiu, e os dois artistas acabaram optando por lançar a inédita “Face My Fears”, som que pode ser conferido parcialmente nesse primeiro trailer.

 

A versão completa de “Face My Fears” será lançada como single em 18 de janeiro. Já o Kingdom Hearts III está previsto para estrear mundialmente no dia 29 do mesmo mês, para Playstation 4 e Xbox One

De fã para fã

Assim como Skrillex, Porter Robinson é outro grande fã de Kingdom Hearts, e referências ao jogo podem ser encontradas em sua arte — sobretudo no projeto Virtual Self.

No Twitter, o DJ parabenizou o colega pela música, comparando “Face My Fears” com o remix de PlanitB para “Simple and Clean”, presente na trilha do primeiro Kingdom Hearts. “Parabéns, cara, eu sei o quanto o KH significa pra você! Esse som me dá arrepios. Fico pensando em como ele captura a essência da música eletrônica popular em 2018, da mesma forma que o remix do PlanitB fez em 2002″, escreveu.

 

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