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Marshmello pode ter tido sua identidade revelada acidentalmente

Izaias Lopes

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O DJ e produtor misterioso Marshmello, confirmado para tocar no Lollapalooza Brasil, que ocorrerá este mês, nos dias 25 e 26, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, pode ter tido sua identidade revelada acidentalmente em uma foto do inglês Feed Me.

Postada no Instagram, a foto mostra o DJ e produtor Feed Me com a máscara do Marshmello, e no reflexo do espelho ao fundo, um rapaz com a roupa toda branca, igual a utilizada pelo artista em suas performances ao vivo.

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Apesar de não ser possível identificar com precisão quem é a pessoa vestida de branco que aparece na foto, há rumores de que ela seja um DJ de trap chamado Dotcom.

Abaixo você confere algumas produções do Dotcom:

YULTRON – Tempura Roll (feat. Ookay & Kayzo & Dotcom)

 

Dotcom & Play N Skillz – Shake

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Ícone do house progressivo, Nick Warren é headliner de festa em São Paulo

Jonas Fachi

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Nick Warren São Paulo
O segundo evento do núcleo Unik ID traz o expoente britânico de volta à cidade que tem um peso especial em sua carreira

Nesta semana, uma longa espera chegará ao fim. Depois de quatro anos, um dos mais consagrados DJs da história da dance music desembarca novamente no Brasil. Quase 20 anos após ter marcado época em São Paulo ao escolher a cidade para gravar sua segunda compilação pela Global Underground (ouça abaixo), o inglês está de volta para consolidar um novo ciclo musical na capital financeira do Brasil.

Falar de Nick Warren não é uma tarefa fácil. Sua trajetória impressionante como DJ e brilhante como produtor musical o colocou frente a frente com o que já houve de melhor na cena clubber e festival no mundo. Podemos dizer que a apresentação do próximo sábado, em evento realizado pelo núcleo Unik ID, será algo emblemático. Por quê? Para entender, precisamos voltar um pouco no tempo e relembrar a estreita relação que o DJ de Bristol já teve com a cidade.

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Em 1998, durante a explosão do estilo house progressivo desenvolvido por ele e ícones como Sasha, John Digweed e Danny Howells no Reino Unido, Nick apostou na capital paulista para compilar um de seus álbuns mais interessantes e distintos. Foi um dos raros momentos em que o artista flertou com techno de maneira magistral, acabando por conceber um disco que poderia ser facilmente apresentado nos dias de hoje.

Vale ainda destacar que nenhum outro artista compilou tantos álbuns para a gravadora mais importante dos anos 90 e 2000. Foram oito cidades escolhidas a dedo por Nick para expressar sua música e também adaptá-la ao movimento local. A escolha por São Paulo serviu como uma pequena amostra do potencial que a cidade já apresentava em ser uma das lideres de desenvolvimento eletrônico no mundo, como mais tarde veio a se tornar. Durante todo esse tempo, o artista obteve grandes momentos por aqui, em clubs com o Warung, o Sirena e, mais recentemente, na Amazon.

Em 2017, o público paulista de apreciadores do estilo que o DJ ajudou a criar e consolidar pode dizer que teve um ano especial. A vinda de nomes como John Digweed, Guy J, Hernan Cattaneo e agora Nick Warren fecha uma temporada que deverá ser lembrada como de mudança e abertura de ideias para outros estilos. Nick estará dando uma volta na história quando iniciar seu long set em um dos eventos mais aguardados dos últimos tempos. Em recente publicação em sua página no Facebook, o artista demonstrou todo entusiasmo para voltar à cidade: “Brasil, eu já estava com saudades de vocês!”.

O núcleo Unik ID, uma das bandeiras mais fortes da capital para o house progressivo, chega para realizar sua segunda edição já contando com um artista do mais alto escalão do cenário conceitual. Tudo isso foi possível após o retorno positivo no primeiro evento, em que trouxeram dois produtores de destaque nos últimos anos — Cid Inc e Darin Epsilon.

Nick Warren São Paulo

Sábado, dia 16, a pista em anexo ao AUDIO Club receberá ainda um B2B com dois talentosos produtores que vêm se destacando em nossa cena: Luciano Scheffer e Goraieb. Completam o lineup Pedro Capelossi, Gui Milani e Pk Live. Você pode conferir mais informações no Facebook.

* Jonas Fachi é colunista na Phouse; leia mais de seus textos.

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Vintage Culture repudia flyer que barra mulheres mais velhas: “horrível” e “imoral”

Phouse Staff

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Vintage Culture flyer
DJ solta vídeo em seu Instagram esclarecendo não ter aprovado o uso do seu nome em flyer polêmico de festa particular

Vintage Culture sentiu-se prejudicado com a circulação de um flyer durante esta semana. Segundo relato do astro brasileiro em seu Instagram, ele negociava um contrato para tocar numa festa particular de aniversário, até que teria sido surpreendido pela arte polêmica, que diz desconvidar mulheres maiores de 25 anos, com a mensagem: “A festa é exclusiva para mulheres até 25 anos acima disso estão convidadas a não aparecer” [sic].

Vintage então soltou o vídeo nesta tarde para ratificar que a festa não era organizada por ele, e que ele considera a mensagem do flyer “horrível”. “Tem muita gente me mandando [mensagem], achando que essa festa é nossa, ou organizada pela minha agência. Então quero dizer aqui que não foi organizado pela gente. Não é. Não vai acontecer. A gente não sabia desse flyer, ele começou a circular e a proposta nem tinha sido fechada. Geralmente a gente aprova todos os flyers e toda nossa comunicação visual. Então queria deixar esse recado aqui, porque isso é uma coisa muito feia, pode acabar com nosso trabalho de anos”, declarou.

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Em contato com a Phouse, um representante do DJ confirmou que o contrato não havia sido fechado e que o flyer saiu sem autorização do artista: “Todo material promocional tem que ser aprovado [por nós]. É algo simples, é aprovação de material. O cara faz o material e não espera contrato, não espera aprovação e sai soltando…”.

A festa estava agendada para uma suíte no Hotel Unique, em São Paulo, nesta quinta-feira, e além de Vintage, trazia também o DJ Diefentaler e outros nomes que aparentam ser algum tipo de piada interna, como Roberto Carlos e “Bebe do Ovo”. Além dos nomes e da mensagem polêmica, o aviso de que é proibida a entrada antes das 23h02 escancara o tom de deboche da comunicação da festa.

A Phouse não conseguiu localizar o contratante da festa até o momento desta publicação.

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Confira o remix de Rakka e Make U Sweat para o hit “Tá Pra Nascer Que Não Gosta”

Alphabeat Records [ Sponsored ]

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Na pegada do deep house, o remix foi lançado em EP que também traz nomes como Liu, Malik Mustache e Flying Buff

Há dois meses, a Universal Music lançou o single “Tá Pra Nascer Quem Não Gosta”, resultado de uma parceria inusitada entre o DJ e produtor RICCI, o duo Seakret e o rapper Rael. Pouco tempo depois, a canção ganhou também um videoclipe com participação da cantora IZA, que já rompeu a barreira do um milhão e meio de views.

Agora, a Alphabeat destaca aqui — através de parceria com a Phouse — o remix do nosso duo Rakka, feito em parceria com o trio Make U Sweat. Essa nova versão converte a voz de Rael e a levada reggaeira e cadenciada da faixa original em um beat de deep house perfeito para as pistas de dança, com sintetizadores cheios de brilho e um baixo carregado de graves.

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A colaboração aqui surgiu de maneira natural, afinal Bruno Genz — que forma o Rakka com seu amigo de longa data Arthur Lucchesi — já havia trabalhado com Pedro Dash e Dan Valbusa, que hoje formam o Seakret, na falecida boyband Cine, que fez bastante sucesso no Brasil há cerca de dez anos. Assim, o remix, de certa forma, marca um retorno dos três rapazes, que pontualmente voltaram a colaborar juntos depois do encerramento da banda.

O remix do Rakka com o Make U Sweat foi lançado no começo deste mês, também pela Universal, em um EP que contou com outros grandes da cena eletrônica nacional: Malik Mustache e Michael Kane, Liu, Flying Buff e Brabo, com releituras que vão de vertentes da house aos beats quebrados da bass music. Confira o disco abaixo:

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