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MERCADO BILIONÁRIO TRANSFORMA A PROFISSÃO DE DJ EM CARREIRA DOS SONHOS

Phouse Staff

Publicado em

20/06/2013 - 21:06

Músicas inteiras criadas por softwares. Festas cada vez mais concorridas embaladas por beats e sintetizadores. DJs que são verdadeiros astros e faturam milhões. Hoje no cenário da música eletrônica não há mais espaço para improviso ou amadorismo. No Brasil, o setor movimentou em 2011 quase 2 bilhões de reais e alcançou um público de mais de dezenove milhões de pessoas. Só de cachê foram pagos cerca de 97 milhões de reais. Os números de 2012 ainda estão sendo contabilizados mas já se fala em um crescimento de pelo menos 12% *. Essa realidade é que tem transformado a profissão de DJ em carreira dos sonhos de muita gente. Tocar em baladas já não é mais hobby de fim de semana, a coisa ficou séria. Não é a toa que nomes como FatBoy Slim, David Guetta e Calvin Harris são sinônimo de cifras astronômicas e casa cheia no mundo todo.
O Brasil também já tem seus astros. O boom da música eletrônica por aqui já foi destaque até na renomada revista americana “Forbes”. Com o título “Forget the bossa nova, Brazil is now the country of eletronic music”, a publicação trouxe São Paulo e Santa Catarina como as mecas do batidão. Mas aos poucos a tendência se espalha por todo o país.


Na Bahia, o jovem Rafael Almeida Gouveia sabia desde cedo o queria: ser DJ e viver de música. O sonho ele realizou e hoje chega a fazer quase 20 festas por mês, em Salvador, no interior da Bahia e até fora do estado.

O crescimento do mercado também aqui na terra do axé music tem atraído cada vez mais profissionais e a carreira já é vista com bons olhos. “Hoje eu sinto minha carreira valorizada, tanto quanto de um advogado ou engenheiro, eu pago minha contas e não posso reclamar”, garante Rafa. Ele se espelha nos super DJs americanos e franceses, com status de celebridade. Mas quem pensa que após 5 CD’s gravados ele pára por aí, se engana feio. Rafa Gouveia ainda quer voos mais altos e pra isso ele leva o investimento no trabalho a sério: “Estudo, pesquiso, corro atrás e tento me aprimorar e me profissionalizar cada vez mais”.

Um outro exemplo de inserção no mercado da eletrônica na Bahia é o Dj Naylson Carvalho. Ele foi mais um ‘rebelde’, que não fez direito, nem medicina, e nem apostou em uma dessas profissões que dão um atestado de aprovação aos olhos da sociedade: “A idéia surgiu quando vi meu primo Humberto tocando na Furacão 2000 ainda com vinil. Eu ficava fascinado com ele comandando a pista, era mágico, mas meus pais não gostavam muito da idéia, eles queriam que eu terminasse de qualquer jeito a faculdade de Engenharia Elétrica (risos)”

De mansinho ele conquista a cada dia seu espaço nas melhores casas da cidade: “Não é fácil ter que se colocar a prova diariamente. Já estou nessa luta a 8 anos como DJ e sei que estou só começando, mas tem muita coisa boa vindo pela frente!!”

DJ Naylson já teve a honra de tocar com figuras ilustres do cenário eletrônico aqui de Salvador, como Luca Buzanelli, Roberta Lago, Roots, Mascotto, Monstro, Renata Dias, Fernando Mendes, entre outras feras! Mas, o que marcou, segundo ele, foram as festas produzidas pelo DJ Luan Delucci. “A galera tava lá realmente pra curtir nosso som, todos conheciam as músicas e agitavam com as mixagens. Busco sempre um diferencial que agrade a pista. Sempre quando me pedem uma música eu toco na mesma hora, não tenho essa vaidade de fazer bonito pra quem é do meio, quero ver o sorriso no rosto das pessoas, sabe? Mãozinha pra cima pra mim é como se ganhasse a noite, me divirto com esses detalhes!” – diz Naylson.

Até Nicole Gadas, a nossa colunista, já está se rendendo ao encanto das baladas. Ela não quer virar DJ, mas aposta nesse estilo musical como cantora. “Sempre sonhei em ser cantora, mas não topo qualquer coisa por sucesso. Já recebi propostas pra fazer banda de sertanejo, por exemplo, já dei até canjas de brincadeira, mas o que eu quero é mostrar minha verdade. Acho importante existirem projetos inovadores, que fujam um pouco às regras e surpreendam o público por conta disso! O sertanejo e o axé em Salvador já estão com seus mercados saturados, assim uma novidade vem a ser interessante aos olhos do público, atiçando a sua curiosidade. Não é a toa que existem projetos inusitados que estão bombando, como o da Banda YOW e, até mais distante do cenário eletrônico, o da Sambô. “- cita Nicole.

A cantora já tem uma música gravada juntamente com a Tranzux Project, a faixa ‘Living’, autoria de Marcelo Sant’anna, que não deixa a desejar se comparada a composições de DJS internacionais mega estourados! Quem quiser pode se entreter e conferir a música em: youtube.com/nicolegadas

Nicole Gadas está atualmente apostando em projetos de LIVES com DJ’s de Salvador e diz estar apaixonada com as descobertas: “A música eletrônica é um aprendizado constante e muito prazeroso! Gosto de combinar a suavidade da voz feminina com a tensão e o peso das batidas. É uma junção que tem tudo a ver e nos vicia (risos)!”

Só nos resta agora aproveitar e esperar pelas novidades!

*Fonte: Anuário da Rio Music Conference (www.riomusicconference.com.br)
Link da Forbes: http://www.forbes.com/sites/andersonantunes/2012/02/27/forget-the-bossa-nova-brazil-is-now-the-country-of-electronic-music/

 

Por:  Luckas Wagg

 

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Notícia

Na Suécia, pai recebe prêmio em nome de Avicii

Em cerimônia, “Without You” foi escolhida melhor canção sueca do ano

Phouse Staff

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Avicii
Foto: Reprodução

Mesmo após sua partida, Avicii continua marcando o mundo da música. Nessa quarta-feira, 15, o pai do produtor, Klas Bergling, recebeu uma homenagem em nome do filho. Na cerimônia de premiação do Rockbjörnen (o “Urso do Rock”, em sueco), em Estocolmo, o hit “Without You”, com participação de Sandro Cavazza nos vocais, ganhou o prêmio de melhor canção sueca do ano. Bergling fez um discurso orgulhoso sobre a música e agradeceu aos fãs pelo apoio contínuo.

“Estou feliz por ter a oportunidade de estar aqui nesta noite para agradecer por este incrível prêmio que vocês estão dando ao Tim e ao Sandro, e a todos que votaram em ‘Without You’, uma música incrível”, disse Klas.

+ Padrasto de Avicii culpa manager por morte do artista

Ele também aproveitou o momento para lembrar de todas as homenagem que o filho recebeu. “Talvez seja melhor agradecer por todos os tributos incríveis que vocês têm dado ao Tim e a sua música. Tem sido quase incompreensível e aqueceu nossos corações, de toda a família, durante esse período difícil, então novamente um grande obrigado a todos”. 

O Rockbjörnen é uma importante cerimônia anual na Suécia, tocada pelo Aftonbladet — jornal que tem revelado importantes notícias sobre Avicii nos últimos meses. A premiação é feita através de votação pública, e costuma dar ênfase em artistas de rock e pop. Você pode conferir a íntegra da premiação deste ano no vídeo abaixo.

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Análise

10 motivos para não perder a #XXX22

Festival rola em 22 de setembro, em Itu

Phouse Staff

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#XXX22
Foto: Divulgação

Confirmada desde o finzinho de 2017, a edição principal de número 22 da XXXPERIENCE já está chegando à Arena Maeda, em Itu — e ela está fervendo com novidades, dando pinta de que será uma das mais impactantes até hoje.

Se há dez dias trouxemos em primeira mão o lineup completo, agora te mostramos dez motivos pra não perder o rolê:

1. A nova cenografia

Não espere lógica ou sentido nas criações. A cenografia inédita, assinada pela ArteFicial Design, é uma das grandes promessas para este ano. O tema “Nonsense Journey” chega em sua versão “2.2”, e a liberdade que ele permite é o que mais estimula a equipe de criativos — desde a ilustração inicial da campanha até o projeto arquitetônico de cada stage.

2. O novo formato

Com disposição circular dos palcos, sem privilegiar a “parada automática” em um “Mainstage”. Neste ano, os palcos terão porte semelhante: não há um principal.

3. O quinto palco

Nos últimos dez anos, o festival tem trabalhado com três ou quatro palcos. Agora, a produção convidou Soldera para trazer o espírito da #PistinhaMeuAmor, que marcou época no lendário e extinto Anzuclub. O lineup promete, e o ambiente mais ainda, visto que o quinto espaço ficará numa área super arborizada, cercada de verde.

4. Mais de 20 artistas inéditos na XXX

Se tem algo que não dá pra afirmar neste ano é que o lineup tá cheio de figurinhas repetidas. Em cada stage rolou uma atenção especial da curadoria no sentido de inovar: no techno, temos Len Faki pela primeira vez e o retorno de Guy Gerber depois de dez anos, além das estreias de Tessuto, Stroka e Feemarx. No Peace, os debuts ficam por conta de Flegma, Rising Dust, UnderCover, Dang3r vs BlazyStar Track, Digital-X e Zanon. No Joy, temos Patrice Bäumel e Franky Rizardo, dois nomes de altíssima relevância no cenário internacional na atualidade. Na Pistinha, destaque para os três gringos: Flashmob, Eli Brown e DJ Fronter. No Love, as estreias ficam por conta de Malaa, Bruno MartiniSantti, Nato Medrado e Skullwell.

5. 22 anos de amor e resistência

A mãe dos festivais brasileiros tem o desafio de continuar sexy perante os olhos do público teen, sem deixar de lado a galera que a acompanha desde o início. Manter-se ativo e relevante por mais de 20 anos no cenário brasileiro não é pra qualquer um.

6. Superdose de titãs do techno

Se liga na sequência da noite no #UnionStage powered by TNT Energy Drink: Len Faki, Dubfire, ANNA, Guy Gerber, Ben Klock e Renato Ratier — cada um com duas horas de set. O Union vem com tudo para ser um dos pontos altos desta edição.

7. A arte em evidência

Espere por esculturas e instalações iradas espalhadas pela Arena Maeda.

8. Nova praça de alimentação

O espaço vai ocupar a área que normalmente era destinada ao Love Stage, agora com mais espaço e novas opções gastronômicas.

9. Nova área de descanso

A produção da XXX preparou para esta edição um redário, que estará localizado entre os palcos Peace e Joy. Sim, redes!

10. Xô, chuvarada!

A ideia de a XXX ter mudado a data para setembro foi exatamente para fugir das tempestades que tradicionalmente afetavam o festival em novembro. A probabilidade de tempo seco e ensolarado agora é consideravelmente maior!

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Notícia

Amy Thomson se despede do Swedish House Mafia

Depois de 14 anos, manager não fará parte da nova fase do trio sueco

Phouse Staff

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Amy Thomson
Foto: Reprodução

Na esteira de grandes novidades sobre o trio sueco, a manager de longa data do Swedish House Mafia anunciou no Instagram que está se desligando do projeto.

Com uma arte da declaração de Steve Angello que confirmou a volta do grupo ao estúdio, Amy Thomson escreveu uma espécie de carta de despedida. “Obrigada por todas as mensagens que recebi sobre isso [notícia do SHM voltando a produzir]. Mas acho que agora é a hora de dizer que em maio eu avisei os meninos que sairia [do projeto] ao final do verão [no Hemisfério Norte] deste ano”, declarou Amy, que está há 14 anos trabalhando com o trio.

+ Steve Angello confirma novas músicas do Swedish House Mafia

“Desejo a eles toda a alegria e felicidade e sucesso, e estarei assistindo orgulhosa, mas a era do meu trabalho com os meninos está chegando ao fim. E que era foi essa. […] Mas pra mim a vida mudou agora. O futuro pertence a um novo time de pessoas em volta deles, e eu os desejo sorte com todo o meu coração.”

Thanks for all the messages I got hit with about this. But I guess now is the time to say that in May this year I told the boys I would be leaving at the end of summer 2018. In this industry people expect you to stay in projects that make you powerful. Ego. Pride. Power. Money. All of that. But for me I have learned that life changes you and what you want to do with that gift is a gift in itself. It was a big decision after 14 years but one I made for myself. I wish them so much joy and happiness and success and I will be watching proudly but the era of me with the boys is at an end. And what an era it was. We changed the game so many times through everything from brave hearts to sheer blindness. What a ride. But for me life’s changed now. The future belongs to a new set of people around them and I wish them luck with all my heart. And I suppose telling people in this way is not very CEO of me. But that’s not who I am. My passion got me here not a boardroom. Thank you to everyone who helped us. Who put up with us. The fans who stayed with us. We made history. But most of all to my daughter who shared me with this crazy ride without ever complaining. We Came. We Raved. I Loved it. Thank you so much. Amy x

A post shared by Amy Thomson (@amyhesterthomson) on

Confira o texto de Amy Thomson na íntegra, em tradução da Phouse:

Obrigada por todas as mensagens que recebi sobre isso [notícia do SHM voltando a produzir]. Mas acho que agora é a hora de dizer que em maio eu avisei os meninos que sairia [do projeto] ao final do verão [no Hemisfério Norte] deste ano. Nesta indústria as pessoas esperam que você fique em projetos que te fazem poderoso. Ego. Orgulho. Poder. Dinheiro. Tudo isso. Mas para mim, eu aprendi que a vida te muda, e que o que você quer fazer com essa dádiva é uma dádiva por si só.

Foi uma grande decisão depois de 14 anos, mas uma que fiz para mim mesma. Desejo a eles toda a alegria e felicidade e sucesso, e estarei assistindo orgulhosa, mas a era do meu trabalho com os meninos está chegando ao fim. E que era foi essa. Nós viramos o jogo tantas vezes, a partir de tantas coisas. Que viagem. Mas pra mim a vida mudou agora. O futuro pertence a um novo time de pessoas em volta deles, e eu os desejo sorte com todo o meu coração.

Suponho que fazer essa declaração ao público dessa forma não seja muito “CEO” da minha parte, mas esta não é quem eu sou. Foi minha paixão que me trouxe até aqui, não uma sala de reuniões. Obrigada a todos que nos ajudaram, que seguraram as pontas conosco. Aos fãs que ficaram do nosso lado. Nós fizemos história. Mas sobretudo à minha filha, que compartilhou comigo essa viagem louca sem nunca reclamar. 

Nós viemos. Nós dançamos. Eu amei. Muito obrigada. Amy.

+ Manager do Swedish House Mafia lança curso de negócios solidário

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