Connect with us

Notícia

Minifestival reúne oito baladas em um prédio no centro de São Paulo

Phouse Staff

Publicado há

* Foto meramente ilustrativa

Durante o mês de agosto, São Paulo vai abrigar o Skol Beats Tower, que entre dois finais de semana (das quintas aos sábados, do dia 17 ao 19 e do dia 24 ao 26) irá reunir oito baladas conceituadas do Brasil num prédio de quatro andares, no centro da capital. Cada clube será responsável por comandar um andar por semana.

+ Com Alok, SKOL lança versão surpresa do Tomorrowland e sorteia viagens

Até o momento desta publicação, quatro das oito casas noturnas que integram o projeto já foram divulgadas: no primeiro fim de semana, Green Valley (segundo andar) e Bar Secreto (quarto andar); no segundo fim de semana, Alberta #3 (primeiro andar) e D-EDGE (quarto andar); os outros nomes devem ser revelados em breve.

O lineup permanece um mistério, e o endereço do prédio só será revelado no dia 16 de agosto. Os ingressos, porém, já estão à venda, no site oficial do evento, por R$ 60,00 para as quintas e R$ 80,00 para os outros dias.

+ Da BASE e o Skol Beats ao Tomorrowland; a trajetória e a visão da “personalidade do ano”, Luiz Eurico Klotz

Assinado pela SKOL, o projeto foi idealizado pela agência Wieden + Kennedy, e é produzido pela agência Haute.

Deixe um comentário

Entrevista

Às vésperas de long set em Curitiba, Gabe bate um papo breve com a Phouse

Phouse Staff

Publicado há

Gabe
Foto por Antônio Wolff
O veterano DJ toca neste sábado por oito horas na Usina 5, em Curitiba
* Por Mohamad Hajar Neto

Se hoje a música eletrônica brasileira está em um momento de auge, muito disso se deve ao trabalho do paulistano Gabriel Serrasqueiro. O nome de batismo talvez não te diga muito, mas provavelmente você já dançou ao som de pelo menos um dos seus projetos: Wrecked Machines, Velkro e Gabe.

Com quase duas décadas de carreira e uma extensa lista de músicas que viraram hinos para diferentes gerações, hoje o artista está consolidado como um dos pilares da nossa cena. O caminho pra chegar até aqui, no entanto, foi longo. Por isso, às vésperas de sua “Gabe all night long” — festa deste sábado (24), na Usina 5, em Curitiba, na qual o DJ toca por oito horas consecutivas —, conversamos com ele, para saber um pouco mais sobre essa história de dedicação e amor à música.

Como você teve seu primeiro contato com a música eletrônica e como descobriu que era isso que queria fazer para a vida?

Meu primeiro contato com a música eletrônica foi em 1998. Tinham festas de música eletrônica em São Paulo, mas no mesmo palco vários estilos musicais misturados como techno, house, drum and bass e psytrance. Eu tinha banda nessa época, de punk rock. Mas depois que tive contato com a música eletrônica, já logo comecei a produzir de início, mesmo antes de ser DJ. Na época usei o MTV Music Generator do PlayStation, que era a única plataforma acessível. Desde então nunca mais parei de produzir e pesquisar sons.

Você começou seu projeto Wrecked Machines quando a cena brasileira era embrionária, tanto que seu sucesso aconteceu primeiro lá fora. Como foram os primeiros anos dessa fase?

O começo foi a melhor época de todas. Tudo era novo, não havia regras sonoras ou rótulos, eu simplesmente produzia e as pessoas gostavam. Não existia mídia social ainda, então ou você fazia música boa ou não. Não tinham muitas opções.

Com Shapeless e Barja, “Feel So High” é um dos lançamentos mais recentes do Gabe

Qual foi o papel das festas open air — antigas raves e atuais festivais — na disseminação do seu trabalho em nosso país? E quais foram a festas mais emocionantes que você já tocou?

Acredito que as festas open air criaram a união forte da cena no Brasil. A música eletrônica popularizou demais no país e pelo mundo. As festas mais emocionantes com certeza foram as da Tribe, XXXPERIENCE, do Warung e os festivais que já toquei do Eclipse.

Como foi a transição para os BPMs mais baixos, do projeto Gabe? Era um desejo antigo?

A transição aconteceu naturalmente. Eu sempre gostei de várias vertentes da música eletrônica, mas o BPM baixo sempre me agradou mais por ter uma grande variedade de estilos. Você pode passear entre vários estilos mantendo o BPM.

Gabe

Tocando na última edição do Tribaltech (Foto por Ebraim Martini)

Você já lançou algumas músicas de sucesso com vocais em português, como “O Que Eu Quero”, com samples de Tim Maia, e “Tudo Vem”, com participação do grupo Barbatuques. Como é a aceitação delas por parte da pista? Pretende voltar a explorar a musicalidade brasileira em lançamentos futuros?

A aceitação da pista é sempre incrível! Não é tão simples misturar música brasileira com música eletrônica. E pretendo, sim, voltar a explorar esse mundo musical.

Como surgiu a ideia de criar o selo Sublime Music? Quais são os seus objetivos com ele?

O selo sublime veio da ideia de lançar músicas de artistas que eu curto pessoalmente. Me juntei com Du Serena e o Lucian [Castro, mais conhecido como FractaLL] e decidimos criar o selo pra dar um suporte a artistas que acreditamos. Os objetivos agora são fazer os showcases do selo pelo Brasil e lançar muita música boa!

Quem o acompanha em suas redes sociais percebe que você levanta a bandeira da legalização da maconha. Você já enfrentou algum tipo de constrangimento por conta dessa postura? E acredita que o Brasil e o mundo caminham para esse rumo ou a recente onda de conservadorismo vai adiar o processo?

Nunca sofri nenhum tipo de constrangimento. Pelo contrário, conheci pessoas incríveis nesse mundo — e muitos me agradecem por levantar essa bandeira. Acredito, sim, que o Brasil e o mundo caminham para o mesmo rumo. Questão de tempo e maturidade de cada país.

Você está prestes a se apresentar por oito horas em uma festa no formato all night long. O que o público pode esperar para este sábado?

Estou super ansioso por essa festa. Eu já vinha fazendo alguns long sets por algum tempo e tive essa ideia de fazer o “Gabe all night long” em Curitiba, por ser uma das cidades que eu mais gosto de tocar e tenho um público fiel. Eu adoro novidades e desafios, então as pessoas podem ficar à vontade e esperar muita bagunça na pista!

LEIA TAMBÉM:

Eli Iwasa e Du Serena falam sobre o próximo Warung Tour Campinas

Gabe, Du Serena e Fractal lançam selo

Para curador, Tribaltech vai se consolidar como “evento-postal” de Curitiba

Aninha fala sobre a carreira e anuncia nova residência

Atração do Tribaltech, Fran Bortolossi foca no estúdio e lança selo

Deixe um comentário

Continue Lendo

Notícia

KVSH e Flow remixam clássico do Jota Quest

Phouse Staff

Publicado há

Jota Quest
“Dias Melhores” ganha seu primeiro remix oficial em quase 20 anos

O produtor mineiro KVSH e o duo goiano Flow acabam de somar esforços no lançamento de um remix especial para “Dias Melhores” — clássico do Jota Quest.

A faixa original foi lançada em 2000 e também já teve uma versão acústica feita pela banda mineira, porém agora a vibe é eletrônica, em um deep house com bastante melodia e graves. Este é o primeiro remix oficial da canção.

Rogério Flausino, vocalista da banda homenageada, comemorou a releitura em um comunicado à imprensa: “Estamos felizes e satisfeitos com o resultado deste remix e por termos sido procurados por estes garotos. Acho de suma relevância e importância que este tipo de resgate esteja sendo feito, pois o rock nacional, com toda sua diversidade, foi o responsável por mudanças fundamentais na construção do intelecto de várias gerações. Ver a molecada nas pistas cantando um de nossos refrões, quase 20 anos depois, vai ser muito bacana”.

Esta versão também mostra o potencial do Flow, que, formado em 2017 pelos DJs Fabrício Assunção e Flávio Castro, deve ganhar mais notoriedade através dessa parceria com o já aclamado KVSH.

A produção segue a esteira de lançamentos recentes que — seja através de remixes ou de releituras — têm criado roupagens eletrônicas para clássicos da música brasileira, como “Pelados em Santos” (Alok), “Bete Balanço” (Vintage Culture) e “Não Quero Dinheiro” (Make U Sweat e Jetlag).

LEIA TAMBÉM:

Make U Sweat e Jetlag relançam um dos maiores clássicos da música brasileira

Joe Kinni, João Mar e 7AM relançam um dos maiores clássicos de Jorge Ben

Famoso edit de clássico de Chico Buarque ganha lançamento oficial

Confira o remix de Rakka e Make U Sweat para o hit “Tá Pra Nascer Que Não Gosta”

20 artistas do mainstream nacional para ficar de olho em 2018

Deixe um comentário

Continue Lendo

Notícia

SoFly lança seu primeiro single em português

Phouse Staff

Publicado há

SoFly
“Se a Gente Pode Sonhar” chega pela Sony Music Brasil

Depois de lançar com o VINNE o hit “So Bad” — que ganhou também versão acústica —, o duo SoFly começa 2018 com “Se a Gente Pode Sonhar”.

Publicado hoje (23) pela Sony Music Brasil, o novo single mostra mais um pouco da versatilidade sonora da dupla, misturando uma pegada pop com um drop cheio de graves. Aqui se juntam as guitarras de Américo Simões e a voz de Lenon Scarpa para compor uma faixa que promete agitar as pistas pelo Brasil.

+ Faixa de SoFly e VINNE ganha versão acústica com videoclipe

Neste quarto lançamento dos caras — o primeiro em português —, a letra fala sobre como você escreve sua própria história e como seus sonhos são construídos somente por você, independentemente do que o mundo te disser.

Escute:

Deixe um comentário

Continue Lendo

Trending

-->

Copyright © 2018 Phouse