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Entrevista

Aposta da Armada, Nato Medrado acompanha tour de Armin van Buuren

Alan Medeiros

Publicado em

07/02/2018 - 18:27
Nato Medrado
Conheça o trabalho do DJ paulista, único brasileiro a lançar álbum pela Armada Music e companhia de Armin van Buuren em duas gigs brasileiras

É comum observarmos alguns nomes que apareceram “do nada” no catálogo de uma gravadora com o poderio da Armada Music, por exemplo. Nesses casos, uma dúvida paira no ar: como esse artista chegou lá? No caso do paulista Nato Medrado, é inegável que sua carreira teve um impacto estrondoso após a parceria com o selo gerenciado pelo holandês Armin van Buuren. Mas, nem de longe, Nato é um nome novo na cena.

Há pelo menos uma década o DJ e produtor, que também é dono de um live poderoso, vive uma rotina de produção e experimentação intensa. Seu estilo musical sempre permeou entre o techno e o progressive house com traços bons do pop contemporâneo, que pode ser comparado à forma como artistas como James Blake, The xx e Chet Faker introduziram em suas músicas (não estamos aqui falando de semelhança sonora, ok?).

Apesar da longa experiência, Nato demorou para ganhar destaque no cenário nacional e internacional, e somente após o lançamento do álbum Without Name, pela Armada, ele pode gozar de maior visibilidade. “A gravadora foi um ponto de virada em minha carreira. Desde o momento em que recebi o e-mail de um dos A&R da casa, eu sabia que algo realmente importante estava para acontecer”, comenta Medrado, sobre a importância da label em sua caminhada.

Lançado no ano passado, Without Name posicionou o brasileiro de forma estratégica no cenário e, sem dúvida alguma, é um dos álbuns mais bem-sucedidos de um produtor eletrônico brasileiro nos últimos tempos. “É um trabalho intenso, profundo, e acima de tudo fiz o que realmente gostaria de fazer, sem a preocupação com rótulos ou marcas. Talvez isso explique o sucesso que o disco está fazendo”, acrescenta. Até aqui, são mais de 500 mil streamings no Spotify, destaque em diferentes playlists e suportes de nomes como Martin Garrix e claro, o próprio Armin — é curioso que, mesmo pertencendo ao dito universo underground, o artista vem chamando a atenção e recebendo apoio de peixes grandes do mainstream.

“She Says” foi lançada em dezembro, pela Austro Music

No Brasil, o release ganhou um vinil e foi lançado pela Austro Music, selo eletrônico da gigante Som Livre. O licenciamento em território nacional permitiu uma inserção ainda melhor das músicas por aqui, e durante o ano passado não foi raro ouvir as faixas de Nato em situações do cotidiano, como no trânsito, em restaurantes e outros lugares. “A Austro foi de fundamental importância nesse processo complexo que é o lançamento de um álbum, e ainda de quebra conseguimos lançar uma edição colecionável em vinil — uma parceria única e exclusiva no país.”

Na semana passada, lançou um EP de remixes, assinado por produtores de peso do cenário nacional e internacional. Leo Janeiro, Tinlicker, Mumbaata e Alex Justino foram alguns dos responsáveis por entregar excelentes produções, além de uma reinterpretação criada pelo próprio Nato. Em poucos dias, as faixas do EP já ganharam o suporte de artistas do calibre de Above & Beyond e Sander van Doorn. “O EP de remixes tem uma história interessante: eu costumo fazer versões exclusivas de meus sons para minha apresentação em formato live, e a ‘Arauto (Nato Medrado Alternative Version)’ veio tendo uma repercussão excelente nos meu sets. Foi quando surgiu a ideia de lançarmos alguns remixes de faixas do álbum”, continuou contando o brasileiro.

Todos essas conquistas tão especiais serão celebradas ao longo do feriado mais importante do calendário de festas brasileiro. Durante o Carnaval 2018, Nato Medrado estará em tour com o próprio Armin van Buuren. O brasileiro e o holandês dividem o lineup em duas gigs — no Sunflower Festival, dia 11, e no Laroc, dia 12 (no Brasil, Armin ainda toca no Camarote Salvador, também no dia 12, e no Rio Music Carnival). “Será a primeira vez que vou dividir a cabine com aquele que considero desde sempre um dos maiores artistas da história da música eletrônica”, completa o DJ, que ainda planeja um ano de novas realizações. “O que 2018 nos reserva, não é mesmo? Temos uma equipe fantástica, um planejamento bem solido e ações bem estruturadas. Será um ano de consolidação do meu trabalho, fortalecendo cada vez mais o alicerce da minha carreira. Pretendo lançar ao menos uma faixa ou EP por mês, então podemos esperar MUITA música!”

Após um trabalho de tamanha consistência nos últimos anos e a qualidade incontestável de tudo o que foi lançado, Medrado encontra-se em um momento de plena consciência frente a sua arte. “A ideia é espalhar cada vez a mensagem sonora da união, da paz, das melodias e do amor — afinal o que importa é a boa e velha música!”, conclui.

Alan Medeiros é colaborador eventual da Phouse.

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Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

Publicado há

True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

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Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

Publicado há

Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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