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New Time recebe Fabrício Peçanha, Rodrigo Vieira e Jonas Sabino

Phouse Staff

Publicado em

08/10/2013 - 14:20

No dia 13 de Outubro Fabrício Peçanha  desembarcará na New Time em Santo Amaro da Imperatriz/SC,  ao lado de Rodrigo Vieira que é  residente do Green Valley “eleito melhor  club do mundo”, as expectativas para a festa são as melhores,  o que já tem tornado uma das mais comentadas da região de Santa Catarina.  A line-up que não deixa a desejar em nada, contará também com o DJ Jonas Sabino e Disc & Joker, Alex Full ,Sidi Passos ,Track , D-Soler , Douglas Kurtz , Grams & Rodrigues , Gustavo Junkes , Ruddy Baidah ,Yuri Rodrigues , Jhonny Nascimento, Amando Passos , Testoni , Junior Vieira, Bella & Mafia, Leo Luck.

Fabricio Peçanha e Rodrigo vieira new time santa catarina

Fabrício Peçanha foi um dos poucos brasileiros a figurarem na lista de melhores DJs do mundo da revista britânica DJ Mag, e por quatro anos consecutivos foi eleito o melhor DJ do Brasil em votações promovidas por grandes publicações brasileiras. Se apresentou em clubes como o Coccoon (Alemanha), Avalon (Los Angeles), e DC10 e Amnesia, na ilha de Ibiza. China, Peru, Uruguai, Suíça, Inglaterra e Alemanha são alguns dos países por onde se apresentou.

Rodrigo Vieira: DJ residente e Diretor Artístico do clube Green Valley em Camboriu, SC (eleito o melhor clube do mundo pela DJ Mag Inglesa em 2013) e eleito o melhor DJ de house do Brasil em 2010, 2011, 2012 e 2013 pela revista especializada DJ Sound, Rodrigo viveu em Miami durante 15 anos e esteve presente na cena eletrônica desde a adolescência. Seja nas grandes gravadoras – Sony Music e Universal Music, onde trabalhou com DJs como Fatboy Slim, Paul Van Dyk e Roger Sanchez, alem de ter desenvolvido diversos projetos com selos como Subliminal, Ministry of Sound e Defected – ou seja tocando em festas no Brasil, Estados Unidos, México, Colômbia, Costa Rica, Bolívia, Lituânia, Rússia, Espanha, Uruguai e Portugal, onde viveu por 3 anos, se apresentando ao lado de grandes nomes como Swedish House Mafia, Tiesto, Fatboy Slim, Erick Morillo, Bob Sinclar, Groove Armada, Nicky Romero e Skrillex entre muitos outros.

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Notícia

Paranaense DJ Morenno vence a etapa brasileira do Red Bull 3Style 2018

Paranaense representará o país na nona final da competição, no Taiwan

Phouse Staff

Publicado há

DJ Morenno
Foto: Felipe Gabriel (Red Bull Content Pool)/Divulgação

DJ Morenno é o grande vencedor da etapa brazuca do Red Bull Music 3Style. A conquista foi celebrada na noite do último dia 12, durante a final do concurso na Red Bull Station, no centro de São Paulo.

O paranaense de 33 anos foi escolhido pelos jurados Damianito (Itália, último campeão da edição mundial da competição), o chileno BYTE e a nossa DJ Cinara, que já levantou o troféu nacional em 2014 e 2015. Morenno concorreu com Mayrink, Gunnga, Guto Loureiro, Shinpa e Baco, e acabou levando a melhor no conjunto geral entre originalidade, habilidade, repertório e reação do público — tudo isso tendo que misturar três estilos diferentes em apenas 15 minutos, conforme a regra geral do 3Style.

   

Misturando pop, rap latino, samba e funk para faturar o caneco, o experiente DJ — que vem da escola do hip hop — falou, através da assessoria de imprensa da Red Bull, sobre seu primeiro título em sua terceira final brasileira:

“Vim para São Paulo 40 dias antes do campeonato apenas para ficar treinando. Essa foi a vez de equilibrar os pontos nos quais não fui também nas tentativas anteriores. Sinto uma responsabilidade muito grande agora por representar um time de DJs que me acompanha e me ajuda”, comentou.

Agora, o DJ Morenno segue para Taipei, capital do Taiwan, para a nona final mundial do Red Bull 3Style, que está prevista para o começo de 2019. Na última edição, Marquinhos Espinosa representou o Brasil na Cracóvia, Polônia, mas o grande troféu acabou mesmo com o italiano Damianito.

Vídeo sobre a última final, na Cracóvia

 

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Notícia

Steve Angello revela um dos países da turnê do Swedish House Mafia

O produtor sueco fez o anúncio ao final do seu set no Ultra Mexico

Phouse Staff

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Swedish House Mafia confirmado
Foto: Reprodução

Em sua gig no Ultra Mexico, nesse final de semana, Steve Angello encerrou o set anunciando em alto e bom som: o Swedish House Mafia vai passar pelo México em sua turnê de 2019. “México, vejo vocês no ano que vem com o Swedish House Mafia”, declarou o artista, pra delírio da galera.

   

Nenhum outro país da turnê foi confirmado oficialmente, embora seja bastante óbvio que o trio vai tocar nos Estados Unidos e na Suécia. Na semana passada, pôsteres com o logotipo da Nike sequenciado (como em outras ações de marketing do grupo) e com a mesma modelo usada em campanhas anteriores foram vistos em Estocolmo, mas não está claro do que se trata.

Já no Brasil, a expectativa também é alta de termos o trio sueco por aqui.

    

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Review

Menos é mais: menor, Federal Music apostou em line justo e cenário futurista

Oitava edição do festival mostrou amadurecimento da produção em Brasília

Nayara Storquio

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Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Na última quinta-feira, dia 11, Brasília hospedou a oitava edição do Federal Music Festival. Aterrissando em um dos cartões postais da capital, a Torre de TV Digital, o evento de 2018 apostou na atmosfera oferecida ao público. Com estrutura cenográfica exclusiva, três palcos e mais conforto, o Federal 2018 focou mais na organização. Para cerca de dez mil pessoas, a produção ofereceu um lineup justo nas 12 horas de festa, mesmo apesar de o festival ser menor do que vinha sendo nos últimos anos, quando recebeu entre 20 mil e 30 mil frequentadores.

Se você já foi a Brasília, deve ter reparado que por lá a arquitetura é levada muito a sério. Dentre os monumentos icônicos da capital, a Torre de TV Digital é um dos mais futurísticos. No estacionamento da “Flor do Cerrado”, como a torre é chamada, foi onde foi montada esta edição.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Logo na entrada, a estrutura de andaimes que ostentava o nome do evento,  os parceiros e os patrocinadores, recebia a galera. O prédio de 120 metros de altura, e toda sua vibe espacial estilo casa dos Jetsons, contribuiu muito para o cenário inédito. Era impossível não admirar o monumento ao passear por ali.

Nesse cenário, três palcos estavam dispostos como opção para o público: Mantra Stage, House Mag Stage BURN DJ Stage. O palco da House Mag era a única estrutura totalmente coberta; não se sabe se por motivos meteorológicos ou de acústica, mas a cobertura não parecia fazer parte da cenografia, deixando o palco com um ar de galpão.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Todavia, a falta de ornamentação do toldo não influenciou em nada o sucesso da pista, que trouxe alguns dos nomes brasileiros de mais destaque na cena atual. O duo Cat Dealers, o KVSH, o Liu e o FELGUK foram os que lotaram completamente a capacidade de todas as áreas do palco — pista, camarotes e lounges. Helmer B2B Invictor, Devochka, VINNE, CIC, Evokings, Jude & Frank, Skullwell & Simple Jack e Raul Mendes & Áquila fechavam o time.

Do outro lado do estacionamento ficava o Mantra Stage, cuja cenografia não decepcionou. Composto por duas estruturas separadas, um gazebo colorido na pista e um palco psicodélico ornamentado com as figuras de dois camaleões, o Mantra teve ótima aceitação — sempre cheio, desde as 21h, quando tudo começou, até as 09h do dia seguinte.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Também não era pra menos, já que o palco, que trazia muito psytrance, foi comandado por ninguém menos que Astrix, Infected Mushroom, Skazi, Paranormal Attack. Performances de Hi Profile B2B Vegas, Reality Test, Phaxe, Dekel, Dimitri Nakov b2b Trindade, Freakaholics e Giaco & Wizards & 32 Project se apresentaram por ali. O poder do sistema de som era tão grande que interferiu em alguns sets dos outros palcos, porém o problema foi corrigido no decorrer do festival.

Entre House Mag e Mantra, ficavam a área de alimentação, bares, banheiros, lojinha oficial e demais áreas de conveniência. Um dos pontos altos foi o bar da BURN, que oferecia drinks diferenciados a R$ 26,00 cada. Eram quatro opções servidas num dos quatro copos exclusivos do evento, limitados em quantidade, para influenciar o público a ser mais sustentável.

O que funcionou consideravelmente no número de copos descartáveis, porém não com as garrafinhas d’água, que apesar de custarem R$ 8,00 a unidade, cobriram o chão no final do evento. O número de lixeiras pareceu não ser suficiente para o público esperado, que foi de aproximadamente dez mil pessoas.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Não podemos esquecer do BURN DJ Stage Room, onde houve um livestream com artistas locais. Os vencedores do concurso DJ Room também tocaram lá, e a atração especial foi o DJ Morttagua. Esse palco ficava bem atrás do House Mag Stage, e talvez tenha sido o único prejudicado nessa edição. Sua localização não era tão evidente quanto os demais, e o acesso era exclusivo a quem vinha dos lounges e camarotes.

Quem curtiu a maioria das edições do Federal Music notou uma grande evolução e maturidade na produção. Mesmo com o encurtamento dos recursos devido à crise no Brasil, o Federal mostrou que é possível entregar um evento digno sem fugir do prometido e aproveitando locais incríveis e pouco explorados da capital do país.

Nayara Storquio é redatora da Phouse.

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