RMC

O RMC é o grande catalizador do mercado da música eletrônica no Brasil

A resposta brasileira ao ADE está encerrando seu sétimo ano com a primeira Edição América Latina, em São Paulo.

Como você já viu aqui na Phouse, amanhã teremos os primeiros movimentos de mais um Rio Music Conference paulistano — que, tal qual eventos como Rock in Rio, mantém a “cidade maravilhosa” no nome mesmo nas edições realizadas em outras capitais. Apesar de São Paulo já servir de sede pra eventos do RMC desde 2012 e da conferência já ter se consolidado como o maior encontro de música eletrônica da América do Sul, esta será a primeira Edição América Latina, e, como sempre, traz alguns dos principais nomes dos bastidores do mercado da música de pista pra debates e workshops.

Com um crescimento cada vez mais notável no Brasil e no mundo, a dance music se estabeleceu como um dos principais elementos da vida de MUITA gente, e consolidou-se num verdadeiro mercado estruturado pra trabalhar todas essas demandas. Assim, conferências voltadas a esse business como WMC, em Miami, e ADE, em Amsterdam, movimentam gente do mundo inteiro em verdadeiras overdoses de palestras-workshops-showcases-baladas. Desde 2009, porém, não é mais necessário ir tão longe: naquele ano surgiu o Rio Music Conference, que desde então só tem se expandido e agregado ao cenário nacional. Não à toa, seu fundador Claudio da Rocha Miranda Filho é o único brasileiro a fazer parte do quadro de conselheiros da AFEM [Association For Electronic Music], uma “ONG criada para representar os interesses das companhias e dos indivíduos que têm a música eletrônica de pista como negócio”.

Salientar a importância desse tipo de evento é chover no molhado: ter uma espinha dorsal que reúna os profissionais de determinado mercado para discuti-lo é tão fundamental que basicamente todas as áreas profissionais realizam encontros anuais desse tipo. Apesar de seu tom lúdico e artístico, não teria como ser diferente com a dance music, e a consolidação do RMC foi crucial para avançar muitas casas no desenvolvimento desse mercado no nosso País — contemplando não só DJs e produtores, mas também os empresários, agentes, bookers, promoters, jornalistas, hosts, curadores de lineups e demais profissionais que fazem toda essa roda girar.

Neste RMC São Paulo, teremos cerca de 30 painéis com temas como O Lado Business da Música, Mulheres na Música, ECAD e direitos autorais, Geração EDM, Crowdfunding, Streaming na Era Digital, Música na Rua, Festivais da América do Sul e Live Sets; mediadores/participantes do calibre de Claudia Assef, Eduardo Roberto e Carla Castelotti, do THUMP, Sandro Horta, da DJcom, Ban Schiavon, Bruna Calegari e João Anzolin, da Hot Content, Adrian Ribeiro, Andre Mota, Mateus B e Rafael Araújo, da AIMEC, Luckas Wagg, da Phouse [este não sei quem é], a equipe da famosa Insomniac, além de diversos DJs/produtores como Marky, Renato Ratier [que também é fundador do D-EDGE], Zopelar, L_cio, Ingrid, Carlos Capslock, Glaucia ++, Andre Salata, Gabe, Wehbba, Victor Ruiz e Vintage Culture. Ufa! Só por esses nomes já dá pra sacar que se trata de um evento imperdível pra quem quer se manter atualizado sobre essa nossa cena.

O lance começa amanhã, com uma confraternização geral, e os painéis e workshops se dão entre terça e sábado. Paralelamente, rola a Club Week, uma programação de diversas festas em casas noturnas parceiras do RMC, e ainda a parceria com o EDC, na qual todos os inscritos na conferência ganham 50% de desconto pra edição brazuca do festival. Você pode conferir a programação completa aqui.

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