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Oui Madame lança clipe psicodélico “Cápsula do Amor”

Phouse Staff

Publicado em

18/10/2013 - 9:18

Oui Madame, CD Inflámavel. Sandra Gamon e Catarina Bris

Oui, elas estão na Inker! O duo Catarina Bris e Sandra Gamon, conhecido como Oui Madame, está de volta com Inflamável.

O novíssimo segundo disco destas paulistanas de alma cosmopolita faz referência ao ambiente efervescente das cidades modernas, sempre sob o olhar da mulher contemporânea. Dançar e se divertir é essencial para a Oui Madame. Mas refletir sobre o conteúdo das letras, também. Consumismo exacerbado, aquecimento global, o individualismo dos grandes centros urbanos, a diversidade sexual, o amor e o desamor são temas que elas encapam num mix entre rock e musica eletrônica.

Inflamável é de um electropop fino que mescla sonoridades digitais e orgânicas. Suas 16 faixas abusam dos sintetizadores, mas também de guitarra, baixo, bateria e dos vocais de Catarina Bris e Sandra Gamon.

A dupla participa de todas as etapas de produção do disco e tem Rodrigo Trevisan como co-produtor. A masterização foi feita por Greg Calbi, no estúdio Sterling Sound (NY), que no currículo a master de bandas como MGMT, Metric, Passion Pit, Ok Go, Yeah Yeah Yeahs, Of Montreal, Toro y Moi, Alabama Shakes, Tame Impala, Wild Belle, Van She e Yo La Tengo.

Clipe – “Cápsula do Amor”

“Cápsula do Amor” é o primeiro clipe do álbum Inflamável e foi inteiramente gravado e produzido pela dupla. Carregado de estética fluorescente, a mesma da capa do disco, o vídeo se passa num laboratório, em meio a tubos de ensaio e misturas químicas coloridas. Lá, a dupla toma a cápsula do amor e entra num mundo bicolor, cheio de luz. Confira o clipe clicando na imagem abaixo.

 

Oui Madame

Biografia

Oui Madame é um duo paulistano formado em 2010, por Sandra Gamon e Catarina Bris. A origem francesa do nome evidencia o feminino dos gestos ao pensamento, da delicadeza à força e atitude da mulher atual, tema notável no discurso do projeto.

O primeiro disco, Elétrica, foi lançado em 2011. Concebido em 14 faixas, foi composto, co-produzido, mixado e executado pela própria dupla, que leva a sério o “Do it Yourself”. A masterização foi feita no Abbey Road Studios, em Londres. O tema central de Elétrica é o novo papel da mulher na sociedade onde ela passa a ser protagonista da sua própria história e tem voz ativa. Em 2013 a dupla volta com Inflamável.

A maior preocupação da Oui Madame é realizar poucos e bons shows em São Paulo, já que as integrantes possuem outros focos profissionais. Catarina e Sandra encaram o projeto de electropop como uma grande festa entre amigos e esse é o clima do show.

Na Oui Madame, Sandra é compositora, produtora musical, vocalista e toca contra-baixo, faz programação eletrônica e canta. Fora dela, mantém sua agenda musical com a banda Samba de Rainha, onde, há 9 anos, é percussionista. Esta é uma das principais bandas de samba de São Paulo, inclusive com turnês internacionais na carreira.

Catarina Bris, é compositora, vocalista, produtora musical e guitarrista. Há 13 anos dirige e executa projetos de comunicação de marketing em empresas nacionais e multinacionais. Morou na França durante alguns anos, onde estudou e se apaixonou pela musicalidade de Paris.

Links:

Oficial: www.bandaouimadame.com.br
Escute: soundcloud.com/ouimadame
Curta: facebook.com/bandaouimadame

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Alphabeat lança homenagem a hit country e primeiro remix da GR6

Kiko Franco (foto), Double Z e G Dom remixam “Amar Amei”, enquanto Dudu Linhares e Lipe Forbes trazem “Cotton Eye Joe”

Alphabeat Records

Publicado há

Kiko Franco e Woak
Kiko Franco. Foto: Divulgação

Os os dois lançamentos de hoje da Alphabeat Records trazem propostas e pegadas bem diferentes entre si. Dudu Linhares e Lipe Forbes vêm com “Cotton Eye Joe”, enquanto Kiko Franco, Double Z e G Dom pintam com um remix para “Amar Amei”, do MC Don Juan.

“Cotton Eye Joe” é uma homenagem à banda sueca Rednex, que em 1994 emplacou o hit country de mesmo nome. Amigos desde a infância, Lipe Forbes e Dudu Linhares se juntaram mais uma vez no estúdio, e a música acabou vindo meio por acaso.

Em uma de suas jams, quando estavam produzindo uma track, surgiu a ideia de homenagear “Cotton Eye Joe”, que marcou a infância dos dois produtores. Ao colocar o vocal da música original para tocar por cima da base em que estavam trabalhando, tiveram uma surpresa — as músicas encaixaram como uma luva.

   

Do outro lado, Kiko Franco se uniu com o duo Double Z e com o jovem produtor paulista G Dom para fazer o remix oficial de “Amar Amei”, faixa de sucesso do MC Don Juan, lançada no ano passado. Com isso, os três projetos emplacaram o primeiro remix autorizado pela GR6, famoso selo/produtora de funk brasileiro.

O remix já tem sido tocado pelo Brasil todo, presente já há um tempinho em sets de grandes artistas da música eletrônica nacional.

    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Cheio de brasilidade, DANNE lança collab com Brazyleros

Releitura do compositor baiano Carlinhos Cor das Águas traz a voz de Neila Kadhí

Phouse Staff

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Não vá embora
DANNE. Foto: You've Got Flashed/Divulgação

Conhecido pelo estilo singular de suas produções, DANNE acaba de lançar “Não Vá Embora”, uma collab com o duo Brazyleros e a voz de Neila Kadhí. Trata-se de uma releitura da canção de Carlinhos Cor das Águas, lançada em 2001 no álbum Aldeia. Aqui, a tradicional música em voz e violão do cantor e compositor baiano virou um brazilian bass pesado, sem perder a sua essência verde e amarela.

Instrumentos musicais de percussão tipicamente brasileiros, como o reco-reco e o ganzá, ganham destaque na faixa, que mistura elementos da música popular brasileira com a música eletrônica — marca registrada do DANNE. A nova produção se destaca pela batida marcante, pela melodia e também pelo belo vocal de Neila Kadhí, que, imprime uma identidade incrível para a música.

+ “Ela é de SP” ganha EP de remixes

“A ideia de fazer essa versão eletrônica veio do Wallas, um dos integrantes do Brazyleros, e logo de cara já fiquei encantando pelo vocal da Neila. A composição é do baiano Carlinhos Cor das Águas e tem tudo a ver com o que proponho a fazer, de sempre valorizar a música brasileira nas minhas produções”, ressalta DANNE, em contato com a Phouse.

A música conta ainda com vários samples inusitados, como sons de trovão e fogos de artifício. O DANNE ainda deu uma saída da zona de conforto pra mandar um backing vocal inusitado em alguns momentos dos drops, e também no final do break.

 

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Viagem no tempo: assista ao show de Hardwell com a Metropole Orkest

Show foi o último de Hardwell antes de entrar em período sabático

Phouse Staff

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Hardwell Metropole Orkest
Foto: Reprodução

Hardwell comandou ontem, no Ziggo Dome, em Amsterdã, seu último show antes de entrar em um período sabático. E não foi qualquer show. O DJ sincronizou suas batidas com os músicos da Metropole Orkest, híbrido de orquestra sinfônica com banda de jazz, famosa por tocar clássicos da música pop.

Com pouco mais de duas horas de duração e transmissão ao vivo pela web, a chamada Symphony se propôs a passear pela história da dance music com sua “Time Pyramid” (pirâmide do tempo), e foi dividida em três atos: 1978 a 1998, 1998 a 2008 e 2008 a 2018.

+ Último show de Hardwell antes do hiato será transmitido pela web

Assim, os dois primeiros atos foram pra encantar qualquer fã do gênero, navegando por clássicos como “I Feel Love”, “Sweet Dreams”, “Thriller”, “Strings of Life”, “Show Me Love”, “Insomnia”, “Music Sounds Better With You”, “Pump up the Jam”,  “Rhythm is a Dancer”, “Born Slippy”, “Children”, “Satisfaction”, “Pjanoo” e “Adagio for Strings”. Em todos esses hits, o DJ mixava os beats e alguns synths e vocais, enquanto a orquestra abrilhantava as músicas com seus mais de 50 instrumentistas e um trio de cantores.

Já o terceiro ato, apesar de abrir com “Get Lucky”, do Daft Punk, foi muito mais Hardwell e EDM. A orquestra praticamente não teve participação — a não ser pelo início e pelo final, e pelos vocalistas —, e o DJ emendou inúmeros hits de nomes como Swedish House Mafia, Avicii (com direito a homenagem, claro), David Guetta, Calvin Harris e Martin Garrix, além de algumas de suas próprias produções. O show foi encerrado com “Conquerors”, collab entre Hardwell e a própria Metropole Orkest, lançada em maio pela Revealed.

Confira como foi esse showzaço na íntegra, no player abaixo:

Hardwell & Metropole Orkest – Symphony [full liveset]

Thank you guys for fulfilling my dream! Music is the most universal language 🙌 I will be back! 🎉

Posted by Hardwell on Thursday, October 18, 2018
“Obrigado a todos por realizarem meu sonho. A música é a linguagem mais universal. Eu voltarei!”, escreveu o DJ em sua postagem.


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