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Em nova entrevista, CEO fala sobre EDC e sua paixão pelos festivais

Pasquale Rotella conversou com a Forbes

Tudo tem um começo, meio e fim, mas a era dos festivais parece que não tem data para acabar e vive atualmente seu melhor momento, segundo o CEO da Insomniac Events, Pasquale Rotella.

Em entrevista à Forbes, ele falou sobre seu pioneirismo na época em que não existiam festivais na América, há mais de 25 anos, e que fundou a empresa em 1993 pelo seu amor por festas e também pela “morte do underground”. Embora ele tenha consciência de que a EDM não seja mais tão comercial como há três ou quatro anos, os eventos da Insomniac continuam a atrair multidões. O último EDC em Las Vegas, por exemplo, reuniu mais de 450 mil pessoas.

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Foto: Reprodução

Ao ser questionado pelo entrevistador Steve Baltin sobre o que mantém as coisas frescas e desafiadoras para ele, Rotella responde: “Preciso estar entretido. Construí esses eventos para mim e claro, pensando nos outros. Mas como sou fã, eu faço como eu gostaria que eles fossem se eu pudesse ser um dos participantes”. É assim que tecnologia, arte, cultura, novas músicas e ideias sempre se renovam em suas festas de forma inovadora.

Mesmo após quase 30 anos e a construção de um negócio gigante, Rotella diz que ainda se sente o mesmo: “Estou muito animado. A ideia de levar as coisas para outro nível é emocionante. Eu quero e faço tudo o que puder para que isso aconteça”, explicou, dizendo que não gostaria de ir ao mesmo EDC ano após ano.

Em outro ponto da entrevista, o big boss da Insomniac fala sobre Alison Wonderland, artista que se tornou uma das estrelas do cenário: “Fico muito animado em presenciar a evolução dela. Tenho visto muitas carreiras crescerem e me sinto parte de muitas dessas por ter essa plataforma. Poder colocá-las na frente de tantas pessoas é uma bênção”.

Rotella termina a entrevista com sua própria visão do contexto atual, dizendo que seus eventos não param de crescer. “As pessoas por aí estão realmente interessadas nisso. Houve uma explosão da dance music anos atrás que a deixou muito na moda. E isso passou. O estranho é que não ficou menor para nós, ficou maior. Há menos pessoas envolvidas no setor e ficou menos popular comercialmente, mas estamos melhores do que nunca”, finaliza.

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