Patrice Bäumel está de volta ao Brasil; saiba mais sobre o DJ

D-EDGE, Terraza e Beehive estão no calendário do artista, em sua segunda passagem pelo país neste ano

Patrice Bäumel. Foto: Ramona Deckers/Reprodução

Se você é fã de techno dinâmico, com melodias etéreas e aquele toque futurístico, deve estar dando pulinhos de alegria ao saber que Patrice Bäumel está prestes a retornar ao Brasil.

O holandês virou presença constante pelas pistas brasileiras nos últimos anos depois de ter explodido com algumas de suas produções — só em 2019, já será a segunda vez que ele desembarca por aqui. A nova turnê envolve três importantes clubs do circuito nacional: dia 07 no D-EDGE, em São Paulo; dia 08 no Terraza, em Florianópolis; e dia 09 na Beehive, em Passo Fundo.

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O que talvez você não saiba é que a história do artista com a música eletrônica é bem antiga. O ano era 1994, Bäumel comprava seus primeiros discos e discotecava com sons voltados ao dutch hardcore e gabber, um estilo muito (muito mesmo!) mais acelerado e diferente de sua identidade sonora atual. Sua carreira começou pra valer em 2002, depois de se graduar na Red Bull Music Academy — curiosamente na edição de São Paulo —, mas o turning point foi realmente há pouco tempo, mais precisamente por volta de 2016.

Se você faz parte daquele grupo que chamamos de “arroz de festa” (no bom sentido), que está nas principais baladas underground do Brasil, é praticamente impossível você nunca ter dançado ao som de uma de suas produções. Bäumel já lançava alguns bons materiais antes de alcançar o estrelato, mas foi “Surge”, assinada pela Kompakt Extra, que deu o pontapé inicial ao que seriam os anos mais promissores de sua carreira.

Logo depois deste EP, lançou em um VA da Balance Music um remix para o icônico Underworld “Bird 1”, que performou muito bem nas paradas. Porém, nada se compara ao remix para Cubicolor, “Dead End Thrills”, lançada pela Anjunadeep em março de 2017. Somando YouTube e Spotify, ela já soma mais de três milhões de visualizações; sem sombra de dúvidas seu maior hit até hoje.

“Glutes”, lançada alguns meses depois, marcou seu primeiro release pela Afterlife, sendo eleita uma das melhores faixas de 2017 por portais especializados como Mixmag e When We Dip.

O que talvez tenha lhe ajudado a criar produções tão expressivas é seu espírito de criança no estúdio, espaço que ele enxerga como seu playground, brincando com a tecnologia e criando tracks impactantes.

Portanto, se você quer ver o mix de suas produções impactantes com seu talento como seletor musical, é bom já ir se programando e colocar na agenda pelo menos uma das datas do artista no Brasil.

* Marllon Gauche é colaborador da Phouse.

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