Confira “Paciencia”, o 1º álbum de Phillipi & Rodrigo (Fatnotronic)

Lançado na última sexta pela DEEWEE, "Paciencia" levou cerca de três anos para ganhar forma

Depois de uma série de gigs e edits de disco music como Fatnotronic, as coisas começaram a mudar para Phillipi A. e Rodrigo Gorky em 2016, quando lançaram seu primeiro EP pela DEEWEE, selo dos irmãos belgas Dewale, também conhecidos como 2manydjs ou Soulwax. A partir dali, a dupla passou a assinar também como Phillipi & Rodrigo.

“Os irmãos Dewale são conhecidos por gostar de várias coisas exclusivas e por fazer muito mind fuck. Faz parte da pira deles confundir, mexer com as cabeças das pessoas, e ‘Phillipi & Rodrigo’ é o Fatnotronic com os verdadeiros nomes, o que torna a historia mais única [risos]”, me contou o Phillipi na época. Desde então, todos os lançamentos da dupla pela DEEWEE passaram a levar a nova assinatura, limitando o Fatnotronic para os edits e as gigs.

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Agora, essa história atingiu seu ponto mais alto com o lançamento de Paciencia, o primeiro álbum do projeto. O disco traz nove faixas — entre elas, as já bem conhecidas “Karma” e “Mantra”, além dos dois singles mais recentes: “Retrogrado” e a faixa-título, “Paciencia”.

O LP segue uma pegada similar durante todo seu percurso, com canções baleáricas em português, pitadas de acid house, jazz e música brasileira e letras lisérgicas, que tratam sobre temas metafísicos como o cosmos e os signos do zodíaco. Entre as mais pisteiras, estão “Karma” e “Barbarella” — que casam bem com sunsets e warmups — e “Paciencia”, a viagem mais dinâmica do pacote. Outro destaque é “Minas”, uma bonita ode ao estado de Minas Gerais.

Segundo o release de imprensa, o disco já vem contando com suporte de pesos pesados internacionais, como Disclosure, Mano Le Tough, Tiga, Joe Goddard, Black Coffee e Carl Craig. Gosto de quem faz som fora da caixa, se não, acaba caindo naquela fórmula do sucesso e você fica na zona de conforto, não explora outras coisas”, declarou Phillipi.

Já o Rodrigo [ex-Bonde do Rolê, e que tem atuado nos últimos anos como produtor da Pabllo Vittar] complementou: “Sempre tentamos fazer um disco que daqui a dez anos possa ouvir e não soar datado. E esses são sempre meus álbuns favoritos. Esse foi nosso desafio”.

* Flávio Lerner é editor da Phouse.

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