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Planeta Atlântida anuncia line-up de DJ’s

Phouse Staff

Publicado em

09/12/2013 - 18:54

Finalmente foi divulgado hoje as atrações confirmadas para o palco da música eletrônica no Planeta Atlântida 2014 em Santa Catarina, nos dias 17 e 18 de janeiro. Line up planeta atlântida   A Liga – Quatro amigos começaram a tocar em 2011 por brincadeira. Fizeram tanto sucesso nas noites do Confraria Club em Florianópolis que o negócio ficou sério, com eles investindo cada vez mais na house music e nas máscaras com as quais se apresentam. Bruno Be – Transita por MPB, rock clássico e festas temáticas das décadas de 1970, 1980 e 1990, sempre deixando sua marca. Essa versatilidade o colocou em primeiro lugar entre os mais de 400 inscritos no concurso DJ Challenge, organizado pelo Warung e RBS TV. El Baile – Quem acredita que acordeão e gaita não combinam com música eletrônica vai ter uma bela surpresa. Com muita sutileza e sincronia, Thiago Zacchi e Fabrício Parisoto unem seus talentos para montar um quebra-cabeças onde tudo se encaixa com perfeição e ritmo. Elekfantz – Maior revelação da eletrônica catarinense dos últimos anos, o duo formado por Daniel Kuhnen e Leo Piovezani despontou com o single “Wish” e logo chamou a atenção do DJ e produtor Gui Boratto, que o contratou para o seu selo D.O.C. Fran Bortolossi – Conhecido por sua técnica, sempre arrisca alguns mashups e edits em seus sets, às vezes utilizando até três a quatro toca-discos para melhor exibir suas habilidades. É o responsável pela festa Colours, há 14 anos fazendo sucesso na Serra gaúcha. Lolou Players – Nome artístico do belga Jérôme Denis, que assim define seu som: “Toco primeiro para as meninas, elas que fazem a festa acontecer. Com as garotas dançando e gritando, fica fácil agitar a pista e ter uma noite legal”. Sábias palavras! Lonczinski – Com apenas 23 anos, destaca-se por ter começado a produzir suas músicas antes de mesmo de virar DJ. Recentemente começou a compor no estilo progressive house, inspirado em DJs como Avicii, Dirty South e Alesso. Marcelo CIC – Integrante do Ask2Quit (escalado para o palco central do Planeta), no e-Planet o DJ irá mostrar sua mistura única de house e techno, que já o levou a dividir as pick-ups com medalhões internacionais como Fatboy Slim e Carl Cox. Mik Silva –Em 2007, começou a trabalhar na Atlântida FM em Porto Alegre e mergulhou definitivamente na música eletrônica. Caracteriza-se por explorar o lado mais fino e elegante da house music e suas variações, como o tech house. Neo Live – A praia do alemão é a eletrônica mais pesada, executada em sets ou live acts nos principais clubes da Europa. Alguns hits desta vertente, como “Vampires”, “Acid Overdose” e “Floorkilla”, levam sua assinatura. Pimpo gama – Criou projetos como o Viptronic (maior evento de eletrônica do interior do Rio Grande do Sul) e Absintronic, que recebe mensalmente DJs brasileiros e internacionais em Santa Maria (RS). Em agosto de 2010, tocou para 3 milhões de pessoas na Alemanha. Repow – Produtor e DJ que vem conquistando seu espaço com um set dinâmico e inovador de EDM (electronic dance music), electro house e progressive house. Sua faixa “From Zero to Hero” caiu nas graças de Hardwell, um dos melhores DJs do mundo. Curtiu? Então se você ainda está sem ingresso, clique aqui e saiba mais sobre os pontos de venda em Santa Catarina. Ah, e não se esqueça que você também comprar pela Internetclicando aqui.

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Notícia

Steve Angello revela um dos países da turnê do Swedish House Mafia

O produtor sueco fez o anúncio ao final do seu set no Ultra Mexico

Phouse Staff

Publicado há

Swedish House Mafia confirmado
Foto: Reprodução

Em sua gig no Ultra Mexico, nesse final de semana, Steve Angello encerrou o set anunciando em alto e bom som: o Swedish House Mafia vai passar pelo México em sua turnê de 2019. “México, vejo vocês no ano que vem com o Swedish House Mafia”, declarou o artista, pra delírio da galera.

   

Nenhum outro país da turnê foi confirmado oficialmente, embora seja bastante óbvio que o trio vai tocar nos Estados Unidos e na Suécia. Na semana passada, pôsteres com o logotipo da Nike sequenciado (como em outras ações de marketing do grupo) e com a mesma modelo usada em campanhas anteriores foram vistos em Estocolmo, mas não está claro do que se trata.

Já no Brasil, a expectativa também é alta de termos o trio sueco por aqui.

    

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Review

Menos é mais: menor, Federal Music apostou em line justo e cenário futurista

Oitava edição do festival mostrou amadurecimento da produção em Brasília

Nayara Storquio

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Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Na última quinta-feira, dia 11, Brasília hospedou a oitava edição do Federal Music Festival. Aterrissando em um dos cartões postais da capital, a Torre de TV Digital, o evento de 2018 apostou na atmosfera oferecida ao público. Com estrutura cenográfica exclusiva, três palcos e mais conforto, o Federal 2018 focou mais na organização. Para cerca de dez mil pessoas, a produção ofereceu um lineup justo nas 12 horas de festa, mesmo apesar de o festival ser menor do que vinha sendo nos últimos anos, quando recebeu entre 20 mil e 30 mil frequentadores.

Se você já foi a Brasília, deve ter reparado que por lá a arquitetura é levada muito a sério. Dentre os monumentos icônicos da capital, a Torre de TV Digital é um dos mais futurísticos. No estacionamento da “Flor do Cerrado”, como a torre é chamada, foi onde foi montada esta edição.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Logo na entrada, uma estrutura de andaimes ostentava o nome do evento, e os parceiros e patrocinadores recebiam a galera. O prédio de 120 metros de altura, e toda sua vibe espacial estilo casa dos Jetsons, contribuiu muito para o cenário inédito. Era impossível não admirar o monumento ao passear por ali.

Nesse cenário, três palcos estavam dispostos como opção para o público: Mantra Stage, House Mag Stage BURN DJ Stage. O palco da House Mag era a única estrutura totalmente coberta; não se sabe se por motivos meteorológicos ou de acústica, mas a cobertura não parecia fazer parte da cenografia, deixando o palco com um ar de galpão.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Todavia, a falta de ornamentação do toldo não influenciou em nada o sucesso da pista, que trouxe alguns dos nomes brasileiros de mais destaque na cena atual. O duo Cat Dealers, o KVSH, o Liu e o FELGUK foram os que lotaram completamente a capacidade de todas as áreas do palco — pista, camarotes e lounges. Helmer B2B Invictor, Devochka, VINNE, CIC, Evokings, Jude & Frank, Skullwell & Simple Jack e Raul Mendes & Áquila fechavam o time.

Do outro lado do estacionamento ficava o Mantra Stage, cuja cenografia não decepcionou. Composto por duas estruturas separadas, um gazebo colorido na pista e um palco psicodélico ornamentado com as figuras de dois camaleões, o Mantra teve ótima aceitação — sempre cheio, desde as 21h, quando tudo começou, até as 09h do dia seguinte.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Também não era pra menos, já que o palco, que trazia muito psytrance, foi comandado por ninguém menos que Astrix, Infected Mushroom, Skazi, Paranormal Attack. Performances de Hi Profile B2B Vegas, Reality Test, Phaxe, Dekel, Dimitri Nakov b2b Trindade, Freakaholics e Giaco & Wizards & 32 Project se apresentaram por ali. O poder do sistema de som era tão grande que interferiu em alguns sets dos outros palcos, porém o problema foi corrigido no decorrer do festival.

Entre House Mag e Mantra, ficavam a área de alimentação, bares, banheiros, lojinha oficial e demais áreas de conveniência. Um dos pontos altos foi o bar da BURN, que oferecia drinks diferenciados a R$ 26,00 cada. Eram quatro opções servidas num dos quatro copos exclusivos do evento, limitados em quantidade, para influenciar o público a ser mais sustentável.

O que funcionou consideravelmente no número de copos descartáveis, porém não com as garrafinhas d’água, que apesar de custarem R$ 8,00 a unidade, cobriram o chão no final do evento. O número de lixeiras pareceu não ser suficiente para o público esperado, que foi de aproximadamente dez mil pessoas.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Não podemos esquecer do BURN DJ Stage Room, onde houve um livestream com artistas locais. Os vencedores do concurso DJ Room também tocaram lá, e a atração especial foi o DJ Morttagua. Esse palco ficava bem atrás do House Mag Stage, e talvez tenha sido o único prejudicado nessa edição. Sua localização não era tão evidente quanto os demais, e o acesso era exclusivo a quem vinha dos lounges e camarotes.

Quem curtiu a maioria das edições do Federal Music notou uma grande evolução e maturidade na produção. Mesmo com o encurtamento dos recursos devido à crise no Brasil, o Federal mostrou que é possível entregar um evento digno sem fugir do prometido e aproveitando locais incríveis e pouco explorados da capital do país.

Nayara Storquio é redatora da Phouse.

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Notícia

Beowülf e Rakka colaboram em faixa com pegada grandiosa

Tom épico que precede os drops lembra trabalhos de grandes nomes da EDM

Phouse Staff

Publicado há

Beowulf e Rakka
Arte: Divulgação

Depois de revelar sua verdadeira identidade, o Beowülf tem soltado lançamentos quase sem parar. Desta vez, a collab é com o duo Rakka, e o resultado é uma bass house potente com traços de big room, cujo tom épico, que precede os drops, remete a lançamentos de Armin van Buuren e KSHMR.

Com vocais dos irmãos Daniel e Christopher Freiberg (que já haviam colaborado no hit “Like Home”, do Beowülf com o Felguk), o som foi lançado no feriado do dia 12, pela Sony Music.

     

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