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TV dos EUA causa polêmica ao dizer que David Guetta trouxe a house ao país

Reportagem revoltou artistas e fãs de música eletrônica no mundo inteiro; Guetta respondeu

Phouse Staff

Publicado em

23/10/2018 - 17:03
Polêmica David Guetta
Foto: Reprodução

Na última sexta, 19, um programa da rede norte-americana deu um fora imenso em uma reportagem sobre o recém-lançado álbum de David Guetta, 7. O Nightline, da ABC News, colocou o DJ num patamar de pioneiro da house music nos Estados Unidos, com a chamada: “Como David Guetta ajudou a trazer a house music aos EUA e trilhou seu caminho ao topo”.

A falha é uma falta de responsabilidade das grandes, já que ignora que a house music nasceu justamente nos Estados Unidos, anos antes de David Guetta lançar sua carreira. Como não poderia deixar de ser, causou muita polêmica no meio da cena eletrônica global. E a internet, ela nunca perdoa.

Foto: Reprodução

Artistas como Honey Dijon, Junior Sanchez e Roger Sanchez compartilharam nas suas respectivas contas do Instagram uma montagem irônica com a capa do disco The House Music Anthem — um dos primeiros marcos da house, lançado em 1986 pela Trax Records —, trocando o nome do pioneiro Marshall Jefferson pelo nome de David Guetta. Ainda há um ironia mais sutil, com o nome da primeira faixa, “Move Your Body” (mexa seu corpo), substituído por “Move Your Finger” (mexa seu dedo), em uma alusão nada honrosa à fama da discotecagem recente de Guetta.

Os artistas ainda se manifestaram dizendo não ter nada contra o francês (Roger Sanchez fez questão de salientar que são bons amigos), mas pedindo que tanto o artista quanto a emissora se responsabilizassem em reparar o erro. Confira as publicações:

 
 
 

Depois da repercussão negativa, o canal trocou o título da reportagem para “David Guetta fala sobre seu álbum 7 e como chegou ao topo”. Para muitos foi o suficiente, mas boa parte da comunidade ainda implicou com outro ponto: na introdução da matéria, David é descrito como “godfather of electronic dance music”.

Se traduzirmos ao pé da letra, temos “padrinho da música eletrônica dançante”, o que também está longe de ser verdade. Por outro lado, é provável que a reportagem esteja se referindo ao gênero Electronic Dance Music (EDM), o qual o DJ parisiense ajudou, sim, a fundar. Entretanto, além de consertar o erro na chamada, a ABC não se manifestou publicamente sobre o rolo.

Quem se manifestou foi o próprio Guetta, que ontem (22) publicou em seu Instagram um comunicado para tentar colocar panos quentes na história toda. Com a foto da capa de outro disco histórico da house — Love Can’t Turn Around, de Farley “Jackmaster” Funk —, o músico mostrou todo seu respeito pelos pioneiros e pela história do gênero, afirmando que deve sua carreira a esse passado.

“Algumas pessoas amam uma controvérsia, mas eu prefiro a positividade. 
Eu me apaixonei pela house music quando adolescente, nos anos 80, ao ouvir pela primeira vez a house de Chicago na rádio em Paris. Foi a faixa “Love Can’t Turn Around”, de Farley “Jackmaster” Funk. Eu fiquei obcecado com o som. A música trazia uma mensagem de amor, ter a mente aberta e reunir pessoas, e isso me inspirou a começar minha primeira noite de house music em Paris, em 1988”, escreveu.

“Mais tarde, quando eu estava administrando um clube chamado Queen, eu convidei DJs como Frankie Knuckles, David Morales, DJ Pierre, Masters At Work, Danny Tenaglia, etc. Eu queria aprender com todos esses pioneiros, e eu também queria compartilhar aquele sentimento incrível com o meu povo. A house music nasceu de pessoas como Frankie Knuckles e Larry Levan. O legado do gênero e desses artistas é muito importante para mim. Essas pessoas, seguidas por outras, ajudaram a abrir o caminho para eu e outros artistas conseguirmos ter carreiras e fazer o que estamos fazendo hoje. Para mim, é tudo sobre amor e reunir gente para celebrar a vida”, concluiu.

  

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Alan Walker lança site com preview das músicas do seu 1º álbum

“Different World” chega nesta sexta-feira, via Sony Music

Phouse Staff

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Alan Walker
Foto: Reprodução

Para ir esquentando as coisas antes do lançamento oficial de Different World — seu primeiro álbum, que será lançado nesta sexta-feira, 14, via Sony Music —, Alan Walker pintou hoje com uma nova página que permite aos fãs ouvirem 30 segundos de cada uma das 15 músicas do disco (incluindo hits já conhecidos, como “Faded”, “Alone” e “Darkside”).

O site pode ser acessado pelo join.alanwalker.no, mas para conseguir acesso, será necessário obter a senha, que vem depois de acertar três perguntas sobre a discografia do produtor inglês. 

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Clubes de Berlim estão prestes a receber do governo até cem mil euros cada

A atitude visa melhorar a relação entre vida noturna e população local

Phouse Staff

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Berlim
Foto: Reprodução

Há um ano, noticiamos sobre um grande investimento do governo de Berlim para um novo programa de proteção contra ruídos para casas noturnas. A novidade é que, no último dia 28, a medida entrou em vigor, e o conselho local disponibilizou cerca de um milhão de euros na tentativa de reduzir a briga entre baladas e moradores de áreas residenciais.

A capital, dominada em grande parte pelo cenário eletrônico, vê como positiva essa cultura pelo retorno econômico que ela dá cidade. Por esse motivo, está se esforçando a ajudar novos e antigos clubes a não fecharem pela falta de investimento em um isolamento acústico eficiente.

+ Governo de Berlim investe um milhão de euros na vida noturna da capital

A partir de agora, será possível solicitar apoio ao estado através da “Comissão dos Clubes de Berlim”, em que casas noturnas de maior importância poderão receber até cem mil euros, enquanto espaços menores devem ficar com até metade deste valor. A partir de fevereiro, especialistas se reunirão para escolher quem serão os beneficiários.

O modelo de subsídio é baseado em um programa já existente em outra cidade do país: Hamburgo. As informações são do Resident Advisor, com base na notícia do jornal alemão Der Tagesspiegel.

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De “Clarity” a “The Middle”; conheça as histórias por trás dos grandes hits de Zedd

Artista dá detalhes em entrevista à GQ

Phouse Staff

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ZEDD
Foto: Reprodução

Zedd concedeu uma entrevista à revista inglesa GQ, em uma série chamada Most Iconic Tracks. Ao longo de 12 minutos, o artista relembra suas faixas de maior sucesso e conta detalhes por trás de suas produções.

O jovem produtor revela que seu envolvimento com a música começou desde cedo, quando escreveu e fez suas primeiras gravações, por volta dos cinco anos de idade. “Meus pais trabalhavam o dia todo, e eu e meu irmão apenas sentávamos, escrevíamos e gravávamos música”, explica.

Ao relembrar sua trajetória musical, o primeiro hit a ser lembrado foi “Clarity”, faixa que lhe garantiu o Grammy de Melhor Faixa de Dance Music em 2014. “’Clarity’ é definitivamente a música que moldou a minha carreira. Eu diria que ela me estabeleceu como um artista de música eletrônica que coloca muito foco nos vocais, nas letras e nas emoções”.

    

Ele continua a entrevista contando como a música quase acabou ficando de fora do álbum devido ao prazo, e também como escolheu a cantora britânica Foxes para o vocal.

O papo segue com todos os detalhes da construção por trás de outros hits, como “Spectrum”, “Stay the Night”, “Break Free” e chega a “The Middle” — música que concorre a três prêmios no Grammy de 2019.

No final, Zedd ainda falou mais sobre seu recente remix de “Lost in Japan”, para Shawn Mendes: “Eu amei o remix, amo tocá-la, amo ouvi-la. É uma vibe diferente do que eu normalmente faço, é mais chill e groovada, e também é definitivamente diferente para o Shawn, mas acho que essa combinação funcionou magicamente”.

A entrevista completa pode ser conferida abaixo, em inglês.

 

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