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Por dentro do Electric Zoo: artistas para ficar de olho (Capítulo 1: Palco Tree House)

Pedro Fialdini

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A medida em que se aproxima o tão aguardado Electric Zoo, o público já inicia a intensa preparação para o festival mais aguardado do ano até aqui. Faltando apenas 3 dias para o evento, a maior parte dos preparativos já está pronta: ingresso na mão, transporte, hotel, fantasia etc.  Com a expectativa crescendo e se tornando contagiante, todos começam a entrar no clima, cada um à sua maneira.  Nós da Phouse não somos diferentes.

Por isso, como um presente para você que já não aguenta esperar a sexta-feira, preparamos uma pequena seleção dos artistas que vão se apresentar no festival, para que você conheça um pouquinho melhor as feras que farão do seu Electric Zoo uma experiência inesquecível. A série será dividida em 3 capítulos, um para cada palco do festival, e cada capítulo trará 5 artistas que você precisa ficar de olho durante a festa.

Tree House: O talento brasileiro

Começamos a série hoje com o palco Tree House, que apresenta uma impressionante seleção de produtores nacionais. Variando de nomes consagrados a grandes astros da cena nacional, o palco conseguiu reunir o que de melhor está acontecendo em terra tupiniquins. Simplesmente um deleite para os amantes da música eletrônica nacional. Em meio a tanta gente boa, ficou difícil escolher cinco, mas estes caras são os nossos destaques:

Liu (19:00-20:00)

O prodígio do flango bass será um dos primeiros artistas a se apresentar no Tree House.  No topo da cena brasileira desde que explodiu com seu grande hit “Don’t Look Back”, o jovem produtor já é um dos mais bem sucedidos expoentes do brazilian bass apesar da pouca idade. Com vários lançamentos de sucesso nas costas e experiência nos maiores eventos nacionais, Liu promete um começo eletrizante para o palco brazuca do Electric Zoo.

Confira aqui o que podemos esperar do aguardado set de Liu:

Dazzo (21:00-22:00)

Considerado um dos produtores mais técnicos do Brasil, o paulista Dazzo também é uma das estrelas que ajudaram na explosão e consolidação do brazilian bass. Com um estilo que busca influências também no techno, Dazzo é músico por formação e se destaca por faixas sofisticadas e muito bem construídas. Para os fãs que já esperavam ansiosamente pelo set, a entrega promete ser ainda melhor do que a encomenda. Nesta quarta-feira, em sua página do Facebook, Dazzo chamou os fãs para o festival prometendo “boas surpresas” em sua apresentação.

Para quem quer um aperitivo do que ele pode estar aprontando, é só conferir o set dele no palco Brazilian Bass do último Tomorrowland Brasil:

Dubdogz (00:00-01:00)

Gêmeos, carismáticos e talentosos, os mineiros do Dubdogz estão tomando a cena nacional e internacional de assalto. Em menos de dois anos de existência, o projeto explodiu no Brasil e já rompeu fronteiras, reunindo diversas apresentações mundo afora. De fato, o Electric Zoo coroará um mês muito especial da dupla, que durante abril realizou uma série de shows na Austrália e na Indonésia. Com passagens por grandes palcos como Tomorrowland Brasil e XXXperience, eles tiveram a honra de ver sua faixa “Sunrise” ser escolhida como a música tema desta primeira edição do Electric Zoo Brasil.

Conheça um pouco de como é a apresentação dos caras, no set tocado por eles no Tomorrowland Brasil do ano passado:

Malik Mustache (01:00-02:30)

Assim que o set de Dubdogz acabar, começa a apresentação de outro duo que já há algum tempo tem dado o que falar na cena brasileira. Malik Mustache, dupla que é dona de hits como “Rock U”, conquistou o Brasil por sua originalidade e sonoridade ímpar, apresentando uma mistura própria entre hip hop e elementos da house music. As produções da dupla já contaram com suporte de grandes nomes da cena internacional, como EDX, Kaskade e Chuckie. Isto é mais ou menos o que você poderá esperar dos caras na sexta-feira:

Chemical Surf (02:30-04:00)

Uma das atrações surpresa a serem anunciadas após o restante do lineup, Chemical Surf tem feito por merecer essa distinção. Um dos projetos de maior sucesso no Brasil atualmente, a dupla tem vasta experiência nacional e internacional, já tendo se apresentado por todo o Brasil e também diversos países da Europa. Grandes eventos também não são novidade no currículo dos caras: EDC Brasil, Tomorrowland Brasil, Lollapalooza e Rock In Rio são alguns dos festivais que o Chemical Surf já traz na bagagem.

Coroados com a honra de encerrar o palco Tree House, Chemical Surf promete ser um dos grandes shows do Electric Zoo Brasil. O aquecimento vem na forma de um set fresquinho da dupla, dado aos fãs como um aquecimento para o Lollapalooza, há poucas semanas. Confira:

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Defected celebra conquista do CamelPhat no topo da Tower Bridge

Phouse Staff

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Tower Bridge
Foto: Reprodução
Sets do duo e de Sam Divine sobre o Rio Tamisa celebram sucesso do selo londrino

A Defected Records atualizou as definições de evento na última quarta-feira, 23, em Londres. A label produziu um show exclusivo do topo de um dos famosos cartões postais da cidade, a Tower Bridge. O som ficou por conta do duo CamelPhat e a DJ Sam Divine. A dupla tocou por 45 minutos, um de cada lado das torres a 60 metros de altura, antes de Sam comandar o set durante o pôr do sol.

O evento celebrou um dia de comemorações devido ao sucesso de “Cola”,  faixa de CamelPhat & Elderbrook com a Defected, que foi tocada por praticamente todos os DJs do mundo, esteve em incontáveis aftermovies e foi até indicada ao GRAMMY. A track vendeu mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo, alcançando discos de platina em três países, e ouro em outros cinco.

A gravadora elaborou a façanha também para celebrar o novo contrato com o CamelPhat e honrar a capital britânica onde foi fundada e se mantém há quase 20 anos. “Podemos ser um selo com raízes globais, mas esta será sempre a nossa casa. Vamos vê-los na pista de dança em algum lugar do mundo neste verão”, diz texto no site oficial, endossando as palavras do fundador da label, Simon Dunmore: “A música soa melhor com a vista!”.

Confira como foi o evento na íntegra:

+ CamelPhat lança remix de clássico do Fatboy Slim

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Escute a música oficial da Copa do Mundo da Rússia

Phouse Staff

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Live it Up
Foto: Reprodução
Faixa foi produzida por Diplo, e traz vocais de Will Smith, Nicky Jam e Era Istrefi

Como informamos há dois dias, Diplo foi recrutado para produzir a música oficial desta Copa do Mundo de 2018, na Rússia; o lançamento foi anunciado para esta sexta-feira (25), com vocais de Will Smith, do cantor americano de reggaeton Nicky Jam e da jovem cantora pop albanesa Era Istrefi.

Agora, via Sony Music, a canção já está entre nós. Chamada “Live It Up”, tem a tradicional embalagem das faixas dos mundiais: pop, enérgica, bastante animada, remetendo à festa e empolgação, em um caldeirão de referências que vai do reggaeton à dance music. Curiosamente, entretanto, não percebemos nenhuma referência à música ou à cultura do país-sede da Copa — algo normalmente presente nos hinos anteriores do principal torneio da Fifa.

Além do lançamento, o canal do YouTube de Will Smith publicou um making of de cinco minutos com cenas dos bastidores no estúdio. Confira:

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“Enrolado”, Scorsi faz parceria vingar com Sandeville

Phouse Staff

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Scorsi Sandeville
Scorsi. Foto: Divulgação
Produtores brincam com a demora da collab

Poucos dias depois de colaborar com o Alok em remix para “Ocean”, Scorsi já pintou com música nova. Através de nova colaboração com o colega Sandeville, “Something Better” é um electropop que mescla pitadas de “future bass, deep house, soulful e funky, em uma jornada musical vocalizada e pautada em 115 BPM”, como dizem os próprios artistas, que também alegam terem se inspirado na house music clássica para este single. Na esteira de “So Simple”, a letra fala sobre superar relacionamentos ruins com música.

“O Sandeville ficou meses me torrando pra ir no estúdio dele. A gente não se conhecia muito, eu tava sempre enrolado. Uma dia ele falou: ‘vem amanhã ou nem vem mais’. Fui pro estúdio dele sem muita pretensão, por nossos sons serem muito diferentes. No fim das contas, descobri que o cara era um ótimo produtor e passamos algumas horas ouvindo ideias e projetos um do outro. Ele me mostrou um riff bem house, melódico. Fiquei doido com aquilo, e criamos o resto. Beats mais inspirados nos anos 80, e BPM fora de todas fórmulas comuns, e depois fomos atrás de um vocalista que casasse com isso. Foi longo o processo, mas foi ótimo dividir o estúdio com ele”, diz Scorsi. O vocalista em questão é o americano Tempo Strokes.

Scorsi Sandeville

Sandeville. Foto: Divulgação

“Cara, o Scorsi é muito enrolado. Sério! Demorou muito para que ao menos fosse uma primeira vez no meu estúdio. Acabou dando certo. Processo criativo foi ótimo; depois que achamos um caminho, fluiu muito rápido. A cabeça dele funciona de um jeito diferente, não é tão fácil de entender a primeiro momento, mas vendo o resultado, não tem o que questionar. E de uma maneira bizarra, isso casou bem com o meu workflow”, complementa o parceiro de collab.

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Alok e Scorsi lançam remix “fora da caixa” para “Ocean”

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