Prisma Techno

Prisma Techno lança VA apostando em novos talentos

Lançada nesta quarta-feira (22), coletânea traz dez faixas originais de produtores brasileiros

Thito Fabres, fundador da Prisma Techno. Foto: Patrick Gomes/Divulgação

Depois de atingir ótimos números com os VAs lançados no início de 2018 e 2019, a gravadora brasileira Prisma Techno deu sequência ao trabalho e iniciou o ano de 2020 com a terceira parte de Evolution, série que tem se tornado carro-chefe do selo, sendo o lançamento mais importante do ano, pois define os rumos sonoros para a temporada que segue.

Evolution III chegou na última quarta-feira (22) com dez originais, todas produzidas por um time totalmente brasileiro. A curadoria, mais uma vez, ficou por conta do headlabel Thito Fabres, que optou por um número de faixas mais enxuto se comparado às outras edições — que receberam 19 e 28 músicas, respectivamente.

O que chama a atenção no lançamento é a presença de produtores ainda pouco conhecidos no cenário, mas com um talento impressionante. Trata-se de uma escolha feita com consciência por Thito, afinal, desde o seu surgimento, em 2017, o selo mantém a filosofia de acreditar no potencial e dar oportunidade a novos artistas.

“Queremos participar da evolução deles e dar oportunidades para que possam crescer no mercado. O grande desafio então foi garimpar e selecionar as melhores demos que chegaram para manter o padrão de qualidade e a assinatura sonora da Prisma”, explicou o boss à Phouse.

A assinatura a que Fabres se refere é um techno um pouco mais distante das melodias — das quais a label já foi mais vinculada no passado —, e mais próximo de uma linha hipnótica, energética e progressiva, apostando em tracks mais sérias que dão um up na pista, características bastante presentes neste VA. 

Imagine-se em uma pista com pouca iluminação, em que público e DJ estejam conectados de forma próxima; é neste ambiente que as produções se encaixam muito bem. Apesar de algumas músicas trilharem caminhos distintos, como “Headway”, de Mau Maioli, e “Telescopio Bipolar”, de Waltervelt e Lucas Focks, numa pegada mais indie, ainda assim há uma relação íntima entre entre todas elas.

* Marllon Gauche é colaborador da Phouse.

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