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Indústria da dance music registra 1ª queda em 5 anos, aponta relatório do IMS

Phouse Staff

Publicado em

24/05/2018 - 11:17
IMS Ibiza 2018
Foto: Reprodução
Apesar da queda, o estudo é positivo diante das mudanças do cenário

Como de praxe, no primeiro dia de International Music Summit, foi apresentado ao público o relatório anual que avalia o mercado da música eletrônica — e desta vez, o resultado contrariou as expectativas. Diferentemente do ano passado, em que a indústria cresceu 3%, foi registrada a primeira queda do setor nos últimos cinco anos, marcando um déficit de 2%.

Mesmo apontando resultado decrescente, o relatório sugere que a queda tenha sido provocada pela evolução da cena eletrônica, que gerou uma competitividade maior dentro da cultura mainstream.

Relatório IMS

Foto: Screenshot

O relatório destacou ainda que os ganhos dos DJs subiram em 2017, e que o aumento da produção de festivais fora do eixo América do Norte-Europa também contribui para um balanço positivo. Estes índices, porém, não foram calculados no documento.

Outros pontos de destaque foram:

A aquisição da Spinnin’ Records pela Warner por cem milhões de dólares, classificado como o terceiro maior negócio de música eletrônica fechado nos últimos seis anos. O valor corresponde ao disparo da influência e resultados da label em redes como Spotify, SoundCloud e Youtube.

Foto: Screenshot

O ULTRA Worldwide foi comparado às Olimpíadas de Inverno e a Fórmula 1 devido ao crescimento exponencial do número de eventos (45 em 20 países) em 2017.

Foto: Screenshot

— O Spotify foi avaliado em 28 bilhões de dólares, e boa parte do valor se deve à contribuição da música eletrônica. As terceira e quarta faixas mais transmitidas na plataforma estão dentro do gênero, enquanto 27 das 100 faixas mais tocadas em todos os tempos são classificadas como EDM, eletrônica ou house.

Foto: Screenshot

Você pode conferir o relatório completo aqui.

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Notícia

Armin van Buuren lança 15ª edição do clássico “A State Of Trance Year Mix”

A série de mixes é realizada desde 2004

Phouse Staff

Publicado há

A State of Trance 2018
Foto: Reprodução

Armin van Buuren lançou nessa sexta-feira (14) a 15ª edição do seu tradicional A State Of Trance Year Mix — um compiladão cuidadosamente selecionado e mixado pelo DJ, para fechar o ano com chave de ouro.

Distribuídas em dois discos, são mais de cem músicas, que vão desde escolhas pessoais do artista a sons com base na classificação do “Tune of The Year” (música do ano) — uma votação aberta ao público, organizada pela própria Armada Music, para eleger as melhores músicas de trance do ano.

 

A tracklist inclui nomes consolidados como Above & Beyond, Paul van Dyk, Markus Schulz, Ferry Corsten, Paul Oakenfold, Ben Gold e NWYR  — além, é claro, de algumas tracks do próprio van Buuren, como “Blah Blah Blah”, “Just As You Are”, “Last Dancer” e “United”, com Alok e Vini Vici.

O lançamento está disponível nas plataformas digitais e também para compra na loja online da Armada.

+ CLIQUE AQUI para ler mais notícias sobre o Armin van Buuren

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Brand Channel

Alphabeat lança primeira produção autoral da garota prodígio Rivkah

E mais: sons de Sá com Mxce, ChampZ e Magic Ink, Diefentaler com Alan Maciel e Lipe Forbes com Alfredo Paiva

Alphabeat Records

Publicado há

Rivkah
Foto: Bruno Soares/Divulgação

Nessa sexta-feira, 14, a Alphabeat Records trouxe nada menos que quatro novos lançamentos de uma só vez. E não é apenas a quantidade o nosso destaque desta semana — afinal, entre temos uma bela canção entre amigos, uma mistura incrível entre música eletrônica e música erudita, um som puro alto astral e o primeiro lançamento da menina de dez anos que vem dando o que falar na eletrônica nacional. Vem com a gente: 

Rodrigo Sá vem se destacando em diversas músicas e com parcerias com artistas do meio eletrônico. Desta vez com os amigos Mxce, ChampZ e Magic Ink, fez a música “Chuva”, que traz uma melodia harmônica com a voz de Sá e uma pegada eletrônica envolvente, com pitadas de future bass e trap

 

A garota prodígio Rivkah lançou conosco a sua aguardada primeira produção autoral. Chamada “Carry Me Home”, a collab com os produtores Icy Sasaki e Gaskhan leva a voz e a composição do brasileiro-belga Yves Paquet, conhecido no cenário nacional pelo trabalho com DJs como Alok, Bhaskar e Vintage Culture

 

Em parceria com Alan MacielDiefentaler apresenta “Astral”, single que nasce no calor do verão Brasileiro pra não deixar ninguém parado. A dupla nutre uma amizade de longo tempo, e vinha trabalhando muito para essa parceria, que fala sobre good vibes e positividade.   

 

Por fim, “Sunshine Sonata” é o mais novo som do Lipe Forbes, em parceria com o pianista Alfredo Paiva. Lipe sempre teve a ideia de unir música eletrônica com música clássica, possibilitando a apresentação com uma orquestra erudita. A música transporta conceitos clássicos para o universo contemporâneo, e é bem diferente de tudo que vinha sendo lançado pelo artista.  

 

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Entrevista

Thomas Schumacher fala sobre parceria com Victor Ruiz e volta ao Brasil

Saiba mais sobre o experiente DJ alemão que toca no país neste final de semana

Alan Medeiros

Publicado há

Thomas Schumacher
Foto: Divulgação

Thomas Schumacher é aquele tipo de artista que merece o carimbo de ícone. Ativo na indústria há praticamente três décadas, este importante DJ e produtor alemão já colaborou para o desenvolvimento da cena de seu país em diferentes frentes. Seja como DJ, produtor, empresário ou label boss, sempre esteve estimulando o desenvolvimento do cenário em seu aspecto macro, pois somente dessa maneira é possível evoluir no sentido mais amplo da palavra.

Natural de Bremen, Schumacher iniciou sua jornada na música mais precisamente em 1991. Portanto, não é exagero dizer que ele acompanhou os primeiros passos do desenvolvimento do techno no país, logo após a importação dos primeiros beats importados de Detroit. Na Alemanha, o DJ ajudou na criação do que hoje é uma segunda casa para o gênero — tão ou ainda mais ativa quanto a cidade de origem do estilo.

Até 2011, Thomas fez parte do Elektrochemie, grupo que ainda contava com Stephan Bodzin e a cantora Caitlin Devlin (esposa do artista, a quem ele demonstra uma gratidão gigante, como você poderá ler ao final). O ano de encerramento desse projeto também marca a criação da Electric Ballroom, gravadora que tem sido um dos grandes nortes do trabalho do alemão ao longo das últimas temporadas. Com mais liberdade para lançar suas músicas e conduzir seus projetos, Schumacher se tornou uma espécie de olheiro aguçado para grandes talentos.

 

Quem se beneficiou muito disso foram alguns produtores brasileiros. Os primeiros passos de Victor Ruiz no cenário internacional, por exemplo, foram dados em parceria com Thomas. Através da label alemã, Victor lançou importantes faixas, incluindo o super hit “Apollo”, originalmente lançado em 2015 e revisitado em 2018 através do EP Apollo II.

Com Schumacher, o brasileiro retorna ao seu país natal neste final de semana para duas gigs no formato B2B: sexta no Warung Beach Club e sábado no Audio, como parte da programação dessa edição extra do D-EDGE Festival. Aproveitamos a passagem de Thomas Schumacher pelo Brasil para bater um papo com ele. Confira:

 

Brasil mais uma vez: qual sentimento essa tour com o Victor Ruiz traz para você?

Fazer essa tour especial em B2B com o Victor Ruiz me dá muito orgulho. Victor e eu compartilhamos uma visão quando se trata de techno, o que fica evidente em nossos sets e collabs. O fato de que a faixa “Wonder”, do nosso último lançamento, Apollo II, subiu nas paradas do Beatport e tornou-se nosso primeiro hit número um, torna tudo ainda mais significativo. Celebraremos o sucesso com os nossos fãs no Brasil durante nossos sets no D-EDGE Festival e no Warung.

O techno é um estilo que tem passado por um longo processo de transformação nos últimos anos. Como você enxerga esses ciclos? Para qual caminho esse movimento ruma nos próximos anos?

Mudança e transformação são elementos essenciais da vida e isso se aplica ao techno também. Neste ano vimos a volta da rave e do acid techno, basicamente os sons com os quais cresci nos anos 90. É uma experiência incrível para mim, viver um ciclo completo. Me sinto abençoado por ainda estar aqui e contribuir para o nosso movimento.

 

Música é sobre emoção, e acredito que um DJ pode despertá-la de diferentes frentes na pista. O que você costuma fazer para que o seu trabalho como músico tenha um caráter mais emocionante?

Concordo plenamente com sua declaração. Música é sobre emoção e conexão, e este é exatamente o meu objetivo quando se trata do processo criativo: me expressar e tocar as pessoas. Quando isso acontece, me sinto profundamente realizado e alegre.

Estúdio ou dancefloor: qual desses dois ambientes proporciona a você uma experiência mais prazerosa?

Ambos me dão formas muito diferentes de prazer e ambos são essenciais para o que estou fazendo. O processo de criar música é bastante íntimo, é como uma jornada pelo meu mundo interior. Quanto mais eu puder estar em contato comigo mesmo, melhor será o resultado. Já tocar é sobre conectar-se com as pessoas. A interação com o público através da música que eu toco é única — diz respeito a se perder no momento e esquecer do mundo lá fora.

A Electric Ballroom representa um capítulo importante na sua história enquanto artista. Quão importante ter seu próprio selo foi para o desenvolvimento de sua carreira a nível internacional?

Vejo meu selo como um playground criativo. Gosto muito da liberdade que isso me dá e abraço o fato de não ter que me comprometer quando se trata da música lançada por mim.

 

Berlim: na sua visão, o que há de melhor e pior para DJs e produtores na apoteótica cena da capital alemã?

Onde não há escuridão, não pode haver luz. Berlim tem muito a oferecer para pessoas criativas, as opções são ricas e diversas, tudo é possível. Para alguns, essa riqueza de oportunidade pode parecer intimidadora e outros podem se perder por um tempo, mas no fim, não há lugar melhor para nós do que essa cidade.

Como você lida com a pressão de se manter no topo? Essa questão tem impactado a forma como você cria suas músicas?

Quero viver de acordo com meus valores centrais e compartilhar com as pessoas através da música. Isso é o que importa para mim. Aprendi que colocar pressão sobre mim não me aproxima de nenhum dos meus objetivos. Muito pelo contrário. Uma prática de meditação diária é uma forma de me alinhar e me preparar para uma sessão criativa.

Olhando para trás, quais ensinamentos obtidos através de conversas com outros artistas você considera fundamental para ter chegado aonde está hoje?

Minha esposa Caitlin é cantora, compositora e pintora. Ela me ensinou mais sobre mim, música e vida do que qualquer outra pessoa. Sem ela, eu não estaria nem perto de onde estou hoje, e por isso sou profundamente grato a ela.

* Alan Medeiros é colaborador da Phouse.

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