Connect with us
Green Valley Dez. Full
Go Festivals – Tomorrowland Winter Full
Banner Sundance Leaderborder

Review

Em volta a São Paulo, Kaballah Festival celebrou 15 anos em grande estilo

Júlia Gardel

Publicado em

29/05/2018 - 20:18
Review Kaballah
Foto: Image Dealers/Reprodução
Edição de aniversário rolou no Hopi Hari, em São Paulo
* Fotos por Image Dealers

Depois de três anos, voltar ao Hopi Hari para mais uma edição do Kaballah é uma sensação muito boa. O festival por si só já é bom, mas acontecer no Hopi Hari deixa tudo ainda melhor, uma vez que a ambientação do parque completa toda a decoração do evento e dos palcos. Além disso, é como misturar o gostinho da infância com tudo que há de melhor: música eletrônica.

Tirando o frio inesperado e o medo da chuva, nada pôde atrapalhar o sucesso da edição de 15 anos do festival. Praticamente sold out, a festa contou com cinco palcos: Psycho Roots, Michael Deep, Só Track Boa, elrow e Masquerade, misturando vertentes para agradar os mais variados gostos musicais. O lineup de cada palco estava repleto de grandes nomes, tanto internacionais quanto nacionais. E para quem gosta de mais de um gênero, foi difícil escolher a quem assistir: muito DJ bom ao mesmo tempo, mas no final dá tudo certo.

Os palcos

Masquerade é na verdade uma festa do Claptone, que acabou tendo seu próprio espaço dentro do festival. O DJ e produtor alemão tem sido reconhecido cada vez mais no mundo e no Brasil, reunindo mais e mais fãs por onde passa. Sua festa é bem temática e conceitual, envolve decorações relacionadas à sua máscara — sua principal marca como artista —, e transforma o ambiente em um universo lúdico e até um pouco carnavalesco.

Depois de passar com sua festa por cidades como Ibiza, Paris, Miami, Amsterdam e Bélgica — no Tomorrowland —, finalmente chegou a vez de São Paulo. Inclusive, no último final de semana, a festa se repetiu na capital dentro do Hotel Unique. A expectativa era grande, mas ela foi atendida. O palco Masquerade ficou pequeno em frente à roda gigante para tanta música boa. Durante o set do Claptone era impensável transitar por ali, estava muito cheio. Além dele o palco contou com a presença de DJ Glen, Bruno Furlan, Mat.Joe, Maximono, Fatnotronic, Fran Bortolossi e Volkoder. Todos que vi fizeram ótimos sets, principalmente o Glen.

Já a famosa festa espanhola elrow voltou com seu tema Bollywood para dar novamente boas-vindas aos brasileiros. O tema, que foi utilizado na primeira edição brasileira, há cinco meses, retornou ao Kaballah para deixar um gostinho a mais do que é de fato o cinema indiano. Toda a decoração foi mais uma vez personalizada segundo a temática, encantando inclusive quem já teria ido na edição anterior. O palco contou com um time de respeito: Aninha, L_cioOliver Huntemann, Sven Väth, De La Swing (residente da elrow), KolomboAlex SteinSonny Fodera Fancy Inc.

Além deles, teríamos Sam Paganini como um dos artistas do line, mas houve um cancelamento de última hora e por isso uma troca de horários: Oliver Huntemann acabou tocando mais cedo e De La Swing estendeu seu set. O evento foi mais uma vez muito bem representado, com horas e mais horas de muito techno e tech house de boa qualidade, em uma pista lotada do começo ao fim, repleta de cores, personagens e adereços decorativos.

O melhor de tudo foi ver a interatividade com o público, que se divertia com todo aquele espetáculo e seus brindes, andar pelo festival e encontrar as pessoas usando seus adereços: elefantes, turbantes, chapéus, até colchões de piscina!

Para quem gosta de trance, o Psycho Roots foi o palco dos sonhos, trazendo nomes como Reality Test, VegasNeelixElement, Bliss, Major7, BergMandragoraClaudinho BrasilParanormal AttackAltruismMad Maxx, entre outros.

Era praticamente impossível sair de lá, com um grande artista atrás do outro. Foi de cansar as pernas, mas compensador! Neelix fez um verdadeiro espetáculo, Vegas chegou tirando o pé de todos do chão, Reality Test representou as mulheres da melhor forma possível e todos os demais sets foram muito bons — um palco que trouxe uma energia de fato contagiante.

Michael Deep trouxe o melhor dos sons de alguns de nossos artistas brasileiros, como Fabrício Peçanha, Dubdogz, LothiefShapelessBreaking Beats, RDT, Re Dupre, Halfcab, KVSH, Liu e JØRD. Quem viu o set do Dubdogz provavelmente se surpreendeu com várias tracks nostálgicas, como um remix de “Alors on Dance”, do Stromae, e duas faixas do Avicii, “Wake Me Up” e “Levels”. Além deles, JØRD tocou uma versão de “Sandstorm”, do Darude, e uma de “Shout”, do Tears for Fears.

Ele, KVSH e Liu lotaram as pistas do palco e fizeram toda a galera cantar. O Liu ainda encerrou seu set com o trecho de um psytrance chamado “Balcan”, do Omiki. Por falar em trance, Vini Vici não esteve no line, mas não deixou de marcar presença. Perdi as contas de quantos sets tocaram um trecho ou versão da faixa “Great Spirit”, com o Armin van Buuren, e a maioria fora do Psycho Roots. O Cat Dealers, por exemplo, tocou a versão original no palco Só Track Boa.

O Só Track Boa, por sua vez, contou nesta edição com um novo design de palco muito bem elaborado pela TWOFIFTYK — mesma empresa que fez o design do Laroc — e visualmente muito lindo, com madeira, plantas e muita iluminação, tanto de LED quanto normal. Segundo as palavras do sócio-diretor da EntourageGuga Trevisani, no BRMC, o design será utilizado para as próximas tours do Só Track Boa no Brasil até o fim do ano.

Não é preciso dizer que o Vintage Culture lotou a pista, que permaneceu cheia até o final da festa. Por todos os sets que passei, ela estava lotada do gramado até a parte mais alta do terreno. A energia da galera foi o mais contagiante, toda uma multidão que pulou e cantou junto em vários momentos. Fazia tempo que eu não via um set do Vintage, e foi de fato muito bom! O artista iniciou com tracks mais clássicas — o remix para “Radioactive”, do Image Dragons, sua faixa com o KVSH e com o cantor Breno Miranda“Cante por Nós”… —, mas manteve a pista ativa durante suas duas horas e meia de set.

Dos demais artistas que se apresentaram no palco Só Track Boa, tivemos Cat Dealers, Chemical Surf, Gabriel Boni, Gui Boratto + Elekfantz, Dashdot, Groove Delight, Bruno Be, Gustavo Mota, Pimpo Gama e Chapeleiro. Cat Dealers não só surpreendeu quando tocou Vini Vici, mas também quando tocou uma versão da música “Destination Calabria”, do Alex Gaudino.

O Bruno Be ainda inovou em sua apresentação, trazendo ao palco um audiovisual que mostrava sua família, principalmente sua filha. O próprio artista indicou que aquilo era apenas o começo de uma nova etapa, e que ter sua família junto com ele de alguma forma em cima do palco se tratava de um momento muito marcante para sua carreira. Foi uma apresentação muito bonita e feita com muito cuidado por toda a equipe.

A estrutra

Em questão de estrutura, tirando a complicação da entrada por falta de sinalização nas filas e uma grande quantidade de pessoas, foi tudo muito bem organizado. Havia dois pontos com ambulatórios e banheiros adicionais mesmo o parque tendo os seus próprios, o que é ótimo! Próximo ao palco Só Track Boa foram adicionados banheiros femininos daqueles de contêiner — com luz, pia e papel, que deveriam inclusive sempre ter nos eventos —, e banheiros químicos na pista do Psycho Roots, uma vez que este era mais distante do interior do parque.

A logística foi bem planejada. Dava para ouvir bem o som de todas as pistas, embora em alguns momentos houve falhas. No geral você ouvia bem, os caixas eram próximos aos bares, alguns um pouco escondidos, mas no fim sempre havia um por perto, e bares tinha por todos os lados. Um pouco de fila, mas nada muito fora do normal.

De comida, teve várias opções, inclusive veganas. Foram 14 lojas de comida pelo parque e tudo custou em torno de R$ 10,00 a R$ 25,00. Para as lojas foram utilizadas tendas ou até mesmo as próprias estruturas do parque. Além disso, havia opções como pizza, algodão doce, pirulito, entre outros, e três food trucks, com bastante variedade: saladas de frutas, coquetéis, paletas mexicanas, sucos naturais e até banana split.

Ainda teve espaço pra lojinha oficial do evento, com direito a copos, bonés, ecobag e camiseta do Kaballah. Os preços variavam entre R$ 15,00 e R$ 60,00 — além de camisetas e moletons da Só Track Boa R$80,00 e R$ 120,00 respectivamente. No fim do dia, a maior parte dos produtos estava esgotada.

Entre os momentos mais marcantes do Kaballah eu destaco primeiramente o set do Oliver Huntemann. Foi um soco na cara de todo mundo, impecável durante toda sua hora de set, e me marcou principalmente com sua faixa “Poltergeist”. O L_cio continua causando emoções quando toca seu edit de “Construção”— para alguns, sua performance foi o melhor jeito de encerrar a elrow, apesar de ele ter entrado depois do Sven Väth, que estava em uma pegada completamente diferente.

Ainda na elrow, foi bacana conferir a track “Oscillator”, do DJ Glen com o ILLUSIONIZE, sendo tocada pelo Sonny Fodera. No Masquerade, o próprio Glen marcou o público tocando “Vilara”, do Trikk, e o Claptone emocionou tocando “Under the Moon”, uma de suas faixas do novo álbum Fantast.

Em suma, a edição de 15 anos do Kaballah mostrou que a produção veio bem preparada para retornar a São Paulo. Espera-se agora que o festival continue no parque e trazendo cada vez mais novidades, boa música e bons artistas.

Júlia Gardel cobre eventos para a Phouse.

LEIA TAMBÉM:

Bem-sucedida, a elrow mostrou que a noite brasileira pode ser mais criativa

Vivenciando um Universo Paralello

No seu 21º ano, a XXX cumpre o seu papel: trazer muita música boa em estilos variados

Kaballah Festival anuncia edição especial de 15 anos

RECEBA NOVIDADES NO E-MAIL
[fbcomments]

Entrevista

Thomas Schumacher fala sobre parceria com Victor Ruiz e volta ao Brasil

Saiba mais sobre o experiente DJ alemão que toca no país neste final de semana

Alan Medeiros

Publicado há

Thomas Schumacher
Foto: Divulgação

Thomas Schumacher é aquele tipo de artista que merece o carimbo de ícone. Ativo na indústria há praticamente três décadas, este importante DJ e produtor alemão já colaborou para o desenvolvimento da cena de seu país em diferentes frentes. Seja como DJ, produtor, empresário ou label boss, sempre esteve estimulando o desenvolvimento do cenário em seu aspecto macro, pois somente dessa maneira é possível evoluir no sentido mais amplo da palavra.

Natural de Bremen, Schumacher iniciou sua jornada na música mais precisamente em 1991. Portanto, não é exagero dizer que ele acompanhou os primeiros passos do desenvolvimento do techno no país, logo após a importação dos primeiros beats importados de Detroit. Na Alemanha, o DJ ajudou na criação do que hoje é uma segunda casa para o gênero — tão ou ainda mais ativa quanto a cidade de origem do estilo.

Até 2011, Thomas fez parte do Elektrochemie, grupo que ainda contava com Stephan Bodzin e a cantora Caitlin Devlin (esposa do artista, a quem ele demonstra uma gratidão gigante, como você poderá ler ao final). O ano de encerramento desse projeto também marca a criação da Electric Ballroom, gravadora que tem sido um dos grandes nortes do trabalho do alemão ao longo das últimas temporadas. Com mais liberdade para lançar suas músicas e conduzir seus projetos, Schumacher se tornou uma espécie de olheiro aguçado para grandes talentos.

 

Quem se beneficiou muito disso foram alguns produtores brasileiros. Os primeiros passos de Victor Ruiz no cenário internacional, por exemplo, foram dados em parceria com Thomas. Através da label alemã, Victor lançou importantes faixas, incluindo o super hit “Apollo”, originalmente lançado em 2015 e revisitado em 2018 através do EP Apollo II.

Com Schumacher, o brasileiro retorna ao seu país natal neste final de semana para duas gigs no formato B2B: sexta no Warung Beach Club e sábado no Audio, como parte da programação dessa edição extra do D-EDGE Festival. Aproveitamos a passagem de Thomas Schumacher pelo Brasil para bater um papo com ele. Confira:

 

Brasil mais uma vez: qual sentimento essa tour com o Victor Ruiz traz para você?

Fazer essa tour especial em B2B com o Victor Ruiz me dá muito orgulho. Victor e eu compartilhamos uma visão quando se trata de techno, o que fica evidente em nossos sets e collabs. O fato de que a faixa “Wonder”, do nosso último lançamento, Apollo II, subiu nas paradas do Beatport e tornou-se nosso primeiro hit número um, torna tudo ainda mais significativo. Celebraremos o sucesso com os nossos fãs no Brasil durante nossos sets no D-EDGE Festival e no Warung.

O techno é um estilo que tem passado por um longo processo de transformação nos últimos anos. Como você enxerga esses ciclos? Para qual caminho esse movimento ruma nos próximos anos?

Mudança e transformação são elementos essenciais da vida e isso se aplica ao techno também. Neste ano vimos a volta da rave e do acid techno, basicamente os sons com os quais cresci nos anos 90. É uma experiência incrível para mim, viver um ciclo completo. Me sinto abençoado por ainda estar aqui e contribuir para o nosso movimento.

 

Música é sobre emoção, e acredito que um DJ pode despertá-la de diferentes frentes na pista. O que você costuma fazer para que o seu trabalho como músico tenha um caráter mais emocionante?

Concordo plenamente com sua declaração. Música é sobre emoção e conexão, e este é exatamente o meu objetivo quando se trata do processo criativo: me expressar e tocar as pessoas. Quando isso acontece, me sinto profundamente realizado e alegre.

Estúdio ou dancefloor: qual desses dois ambientes proporciona a você uma experiência mais prazerosa?

Ambos me dão formas muito diferentes de prazer e ambos são essenciais para o que estou fazendo. O processo de criar música é bastante íntimo, é como uma jornada pelo meu mundo interior. Quanto mais eu puder estar em contato comigo mesmo, melhor será o resultado. Já tocar é sobre conectar-se com as pessoas. A interação com o público através da música que eu toco é única — diz respeito a se perder no momento e esquecer do mundo lá fora.

A Electric Ballroom representa um capítulo importante na sua história enquanto artista. Quão importante ter seu próprio selo foi para o desenvolvimento de sua carreira a nível internacional?

Vejo meu selo como um playground criativo. Gosto muito da liberdade que isso me dá e abraço o fato de não ter que me comprometer quando se trata da música lançada por mim.

 

Berlim: na sua visão, o que há de melhor e pior para DJs e produtores na apoteótica cena da capital alemã?

Onde não há escuridão, não pode haver luz. Berlim tem muito a oferecer para pessoas criativas, as opções são ricas e diversas, tudo é possível. Para alguns, essa riqueza de oportunidade pode parecer intimidadora e outros podem se perder por um tempo, mas no fim, não há lugar melhor para nós do que essa cidade.

Como você lida com a pressão de se manter no topo? Essa questão tem impactado a forma como você cria suas músicas?

Quero viver de acordo com meus valores centrais e compartilhar com as pessoas através da música. Isso é o que importa para mim. Aprendi que colocar pressão sobre mim não me aproxima de nenhum dos meus objetivos. Muito pelo contrário. Uma prática de meditação diária é uma forma de me alinhar e me preparar para uma sessão criativa.

Olhando para trás, quais ensinamentos obtidos através de conversas com outros artistas você considera fundamental para ter chegado aonde está hoje?

Minha esposa Caitlin é cantora, compositora e pintora. Ela me ensinou mais sobre mim, música e vida do que qualquer outra pessoa. Sem ela, eu não estaria nem perto de onde estou hoje, e por isso sou profundamente grato a ela.

* Alan Medeiros é colaborador da Phouse.

LEIA TAMBÉM:

Em dezembro, D-EDGE apresenta edição “Culture” de seu festival

Assista ao aftermovie do Ultra Europe

Importante selo de house e techno da Itália traz showcase inédito ao Brasil

Giorgia Angiuli: “Achava que dance music era vulgar e fácil de se fazer, mas eu estava errada”

Continue Lendo

Notícia

Clipe para o hit de Calvin Harris com Dua Lipa é o mais visto do ano na MTV

Single foi um dos grandes sucessos do ano

Phouse Staff

Publicado há

One Kiss
Foto: Reprodução

Ela tem sido onipresente nas rádios, baladas e academias do mundo todo, e foi pedida até pelo craque da seleção inglesa no Fantástico. E se não chegou a ficar em primeiro nos charts da americana Billboard (chegou quase lá), “One Kiss”, do Calvin Harris com a Dua Lipa, foi mais um hit do escocês a chegar forte no primeiro lugar das paradas do Reino Unido — ajudando o produtor a bater um recorde nesta década.

Lançado em maio, o vídeo também foi sucesso. Em lista publicada ontem (13) no seu site, a MTV rankeou os videoclipes mais tocados em sua transmissão global durante o ano — em contagem de 1º de janeiro a 3 de dezembro. O portal não revelou, entretanto, os números de vezes em que cada vídeo foi ao ar.

 

Além de Calvin Harris, outros astros da música eletrônica emplacaram clipes no Top 20, como marshmello (duas vezes), Rudimental, David Guetta e Zedd. Confira a lista completa:

01. Calvin Harris, Dua Lipa – One Kiss 
02. Clean Bandit feat. Demi Lovato – Solo
03. Marshmello & Anne-Marie – FRIENDS
04. Rudimental feat. Jess Glynne, Macklemore & Dan Caplen – These Days
05. Bruno Mars feat. Cardi B – Finesse (Remix)
06. Ariana Grande – no tears left to cry
07. David Guetta & Sia – Flames
08. Drake – God’s Plan
09. Dua Lipa – IDGAF
10. Maroon 5 ft. Cardi B – Girls Like You
11. Jonas Blue ft. Jack & Jack – Rise
12. Selena Gomez, Marshmello – Wolves
13. Drake – In My Feelings
14. Zedd, Maren Morris, Grey – The Middle
15. Luis Fonsi, Demi Lovato – Échame La Culpa
16. Ed Sheeran – Perfect
17. Rita Ora – Anywhere
18. Nicky Jam x J. Balvin – X
19. Post Malone Ft. Ty Dolla $ign – Psycho
20. Jax Jones ft. Ina Wroldsen – Breathe

LEIA TAMBÉM:

“A EDM tem sido triste e lenta. Não tem nada em comum com o que eu amo fazer”, diz Calvin Harris

Calvin Harris afirma que não fará mais turnês: “Estou muito velho”

Calvin Harris bate recorde de sucessos no Reino Unido

Artilheiro da Copa pede música eletrônica no Fantástico

“One Kiss”, de Calvin Harris e Dua Lipa, ganha videoclipe

Continue Lendo

Notícia

Zedd é destaque nos charts de fim de ano da Billboard

“The Middle” foi a principal música eletrônica do ano segundo a revista americana

Phouse Staff

Publicado há

Zedd
Foto: Reprodução

Zedd não para de colher bons frutos com sua música “The Middle”. Além de ter sido recentemente indicada a três categorias do Grammy, a faixa também foi destaque da categoria “Dance/Electronic” no “Year-end” da Billboard, que soma os dados dos diversos charts da revista ao longo de um ano.

No chart “Hot Dance/Electronic Songs”, o single de Zedd com Maren Morris e Grey ficou na frente de hits de outros artistas, como marshmello, com “Wolves”, The Chainsmokers, com “Something Just Like This”, e Calvin Harris, com “One Kiss”. O marshmello, no entanto, além de conseguir uma segunda posição, emplacou mais duas músicas no Top 10.

  

“The Middle” também aparece como a música “dance” mais vendida digitalmente e a que mais foi tocada — além de ser ainda a número um do “Dance/Mix Show Airplay” (chart que mede a influência da música eletrônica no rádio nos EUA).

Confira as dez músicas eletrônicas “mais quentes” de 2018 de acordo com a Billboard:

1. The Middle – Zedd, Maren Morris & Grey
2. Wolves – Selena Gomez X marshmello
3. Something Just Like This – The Chainsmokers & Coldplay
4. One Kiss – Calvin Harris & Dua Lipa
5. Silence – marshmello feat. Khalid
6. Let Me Go – Hailee Steinfeld & Alesso Featuring Florida Georgia Line & Watt
7. Happier – marshmello & Bastille
8. Jackie Chan – Tiesto & Dzeko Featuring Preme & Post Malone
9. Solo – Clean Bandit Featuring Demi Lovato
10. Remind Me To Forget – Kygo feat. Miguel

LEIA TAMBÉM:

De “Clarity” a “The Middle”; conheça as histórias por trás dos grandes hits de Zedd

61ª edição do Grammy tem diversos DJs/produtores indicados

Bruno Martini remixa hit de Zedd

Zedd bate recorde nas paradas da Billboard

Chainsmokers e Zedd lideram charts de dance music no 1º semestre de 2018Ouça “Happy Now”, single de Zedd com Elley Duhé

Continue Lendo

Publicidade

Brazillian Bass 300×250
Green Valley – 300×250
Go Festivals – Tomorrowland 300×250
Sundance (300×250)

Facebook

PLAYLIST

Trending

-->

Copyright © 2018 Phouse

Sundance Pop Up