Review SELVA
* Por Lúcio Morais Dorázio
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Conhecidos pelas performances marcantes em palco e por envolverem diferentes influências sonoras em suas produções, o duo SELVA segue chamando a atenção do cenário eletrônico nacional e também de gravadoras internacionais. “Why Don’t You Love” (produzido em parceria com Vintage Culture e Lazy Bear), “Make Me Wanna” (com o Zerky) e uma parceria belíssima com Manu Gavassi em “Don’t Give Up” são apenas alguns dos exemplos.

Mais recentemente, o single “I Miss U”, lançado em agosto com Alok, já soma quase 11 milhões de streams apenas no Spotify. Agora, com “Call My Name”, lançada na última sexta-feira (16) em todas as plataformas digitais, o feito parece se repetir. O single, que já chega com cara de hit, tem mais uma vez por trás a respeitada Spinnin’ Records, gravadora responsável por colaborar com o sucesso de alguns dos DJs mais relevantes da atualidade. 

Com o SELVA, Pe Lu e Brian Cohen vêm atraindo olhares de artistas importantes não é de hoje, e essa notoriedade se dá principalmente pela forte, e ao mesmo tempo sensível, musicalidade de suas produções. Nas apresentações, o duo explora suas lives que incluem guitarra, bateria e equipamentos de discotecagem.

Os seus principais lançamentos são guiados pela house music com forte influência do pop. Essa fórmula agradou o público, e com “Call My Name” não é diferente. Com o uso do violão e do piano, a música é surpreendentemente tão melódica quanto dançante.

  

O drop, dinâmico, chega com força e energia, valorizando o canto e os instrumentos — uma das marcas registradas do duo. É o tipo de som perfeito para ser apreciado em qualquer hora e em qualquer lugar. O single conta ainda com os vocais marcantes e bem encaixados da cantora gaúcha Ocana, que já planeja um próximo lançamento com a dupla.

“Estamos muito felizes com o resultado final. Como toda produção nossa, a gente leva pro estúdio a experiência como músicos que adquirimos e criamos nossas composições do zero — conceito, letra, elementos musicais, harmonia, melodia, canto, técnica… É um trabalho muito prazeroso, perceber que o que fazemos tem realmente a nossa identidade”, explica Pe Lu, em contato com a Phouse

A canção ainda traz um olhar curioso sobre um intenso encontro de um casal. “Sempre que possível, procuramos criar uma história bacana por trás da música. Para esta, tanto na letra quanto na interpretação, criamos um cenário de um encontro proibido de um casal, em uma vibe de amor, porém de forma mais carnal e sensual. A continuação e os detalhes vão da imaginação e interpretação de cada um que ouvir”, finaliza Brian.

* Lúcio Morais Dorázio é colaborador da Phouse.

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