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Cena eletrônica participa em peso de ato londrino contra Trump

Phouse Staff

Publicado em

17/07/2018 - 19:58
Revolution Day
Balão que retrata Donald Trump como um bebê irritado chamou atenção no "Stop Trump". Foto: Reprodução
“Rave protesto” rolou por 12 horas no Soho

A cena eletrônica britânica também participou do “Stop Trump”, ato de manifestações contra o presidente dos Estados Unidos que cobriu Londres nessa última sexta-feira. Como anunciado há um tempinho, o chamado “Revolution Day” foi a resposta clubber ao movimento, reunindo diversos expoentes da dance music em uma “balada protesto”.

O evento, que contou também com a comunidade LGBTQ+, aconteceu em razão da visita diplomática do presidente americano ao Reino Unido. Os manifestantes se encontraram nos arredores da Soho Radio, em Londres, e expressaram sua revolta contra o que consideram “uma postura misógina, racista e intolerante” do presidente dos Estados Unidos. O Brexit também foi objeto de protesto.

+ CLIQUE AQUI para relembrar como surgiu ideia do Revolution

Com duração de 12 horas, a balada de rua trouxe alguns dos melhores DJs do mundo para tocar dia e noite na Rádio Soho, com a transmissão reproduzida ao vivo para as ruas do bairro homônimo — que é considerado referência de liberdade de expressão e respeito a todas as classes, etnias, gêneros e opções sexuais. Nomes como Seth Troxler, Jackmaster, Eats Everything, Prosumer, Hannah Holland, Midland e Breach  tocaram de graça para que centenas de pessoas se reunissem para dançar em manifesto contra o presidente republicano.

“Festejar é um meio efetivo de resistência, especialmente resistindo ao fascismo, porque a liberdade é o que eles estão tentando restringir. Precisamos expressar nossa liberdade de viver e de ser quem somos como pessoas”, declarou Troxler, em reportagem da Mixmag. “Neste momento estamos no Soho, o bairro gay. Esta área é uma Meca cultural da resistência, e ela poder ficar de pé é essencial. […] A música é política, a arte é política, a vida é política e, se você não estiver envolvido, será apenas um desperdício de espaço.”

O DJ Gideön, apresentador da Soho Radio e curador e organizador do movimento, se disse “revoltado com o sequestro do sistema político por idiotas de direita motivados pelo dinheiro, pelo interesse próprio e pelo ódio de qualquer coisa fora de seu estreito espectro do ‘normal'”. Ele também incitou a necessidade de protestar: “Estamos vendo uma onda crescente de nacionalismo e ódio do ‘estrangeiro’ no mundo ocidental. Eu sinto que os jovens deste país precisam se unir urgentemente e resistir a essa besteira”.

Segundo a imprensa britânica, o “Stop Trump” reuniu cerca de 250 mil pessoas nas ruas da capital inglesa, incluindo algumas a favor do presidente. Também foram identificadas manifestações, pró e contra Trump, em outras cidades do país.

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Como foi a grande manifestação política com participação da cena clubber de Berlim

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Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

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True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

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Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

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Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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