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Rock In Rio pra quem?

Phouse Staff

Publicado em

18/09/2013 - 23:20

rock_in_rio-2013

Que o Rock In Rio já deixou de ser “In Rio” tem muito tempo, todos já sabiam. Que deixou de ser “Rock” também, mas calma aí, se ele não é mais “Rock” nem é “In Rio”, por que então o nome é esse? Simples meus amigos, são quase 30 anos de festival, criou-se uma marca, a equação é igualmente simples, mais ou menos isso: marca = marketing = retorno garantido = + dinheiro no bolso da produção.

Bom, acho que isso que falei não é novidade pra muita gente, mas continuemos. Segundo o próprio site do RIR (inclusive essa abreviação é perfeita pro evento porque atualmente parece mesmo que é pra rir), ele é o maior festival de música do mundo… huuum, será? Por que?

Vamos comparar com outros grandes festivais como SWU e Loolapalooza, só falando em nível Brasil e de festivais com uma grande diversidade musical. O número de palcos do RIR nesta edição ganha do SWU, 4 X 3 (não considerei o palco street dance do RIR pois como o nome já diz, não se trata de música e sim de dança), mas do Lollapalooza perde, pois foram 6 palcos na última edição em março. Em quantidade de dias ganha dos dois, são 7 nesta edição, contra 3 dos outros, parabéns Rock In Rio!

Mas espera aí, por que falar apenas desses dois festivais? E os de música eletrônica, que também tem uma variedade imensa de estilos musicais, mas dentro da e-music (se você não entende a diferença de um estilo pra outro sinto muito, se quiser entender estude!). Vamos falar de nível Brasil também? O famoso Universo Paralelo que acontece no reveillon durante quantos dias? 7 não é? Empatou, RIR são 7 também! Sendo que o UP são 7 dias seguidos! E a quantidade de palcos? 5 do UP contra 4 do RIR, é, mais uma vez o Rock in Rio ficou pra trás.

Agora se a gente for falar de público, em termos numéricos, aí você vai pensar: “ah nessa agora o Rock In Rio ganha de todos esses né?”. É, pode ser, mas falar em quantidade de público de um evento é um problema, porque a produção sempre aumenta o número, SEMPRE! Agora, se for pra entrar realmente nesse mérito, vamos comparar com outro festival de música eletrônica, beeeem mais comercial que o UP e portanto uma comparação mais justa com o RIR.

 

Tomorrowland, na Bélgica, já ouviu falar? Em 2013 foram 3 dias, perdeu para os 7 do RIR. E quantidade de palcos? Bom, eu contei 15, me corrijam se eu tiver me perdido na conta, porque gente, é muito palco hein?! Ganhou de lavada! E o público? Bom, aí entra naquele mérito, em que muitas vezes as fontes não são tão confiáveis, mas basta dar uma olhada em alguns videos de ambos, em que se tenha imagens “aéreas” do público nos festivais, para tirarem suas próprias conclusões.

Fato é que, o maior (segundo a sua própria produção) ou não, o melhor fica claro pra mim que não é, basta dar uma rápida olhada no line up de todos esses festivais que citei. E isso vale pra qualquer que seja o seu gosto, pop, rock ou eletrônico em se falando dos 3 primeiros citados, e em relação aos dois últimos, tenha você um gosto mais comercial ou mais underground na música eletrônica, acredito que você vá chegar a mesma conclusão! (Claro que se você é fã da Anitta, Naldo, Michel Teló etc, eu não preciso nem dizer que esse texto não é pra você.)

Pois bem, esquecemos o auto intitulado “maior” e vamos focar em música. Essa frase “o Rock In Rio deixou de ser Rock”, produz respostas como “Na verdade, nunca foi só Rock, sempre houve essa mistura de estilos”. Bem, há controvérsias. É fato que sim, sempre foi uma mistura de estilos, indo do Pop ao Rock… Opa, espera aí! Se a gente olhar lá o line up da primeira edição, chega-se a conclusão que o primeiro (1995) não era bem assim não. De fato foi o único ROCK in rio mesmo, afinal de contas, não se pode comparar o que teve de mais popular nessa época, como Lulu Santos, Alceu Valença entre outros, com o que vinha depois na edição seguinte (1991), como New Kids On The Block, Hanoi Hanoi, e daí pra pior, já que, sem contar as edições de outros países, em 2001 se teve um dia SÓ pro Pop, e agora em 2013 são 2 dias! Bom, também são 2 dias pro Metal certo? Sim, são, mas isso não é mais do que a obrigação de um festival que usa o ROCK no nome não é mesmo?

Finalizando, mais uma vez, um palco do qual eu não tenho muito o que falar é o eletrônico, cujo a produção acerta em quase todas as vezes no line up, de acordo com o estilo do dia, do mais comercial ao mais conceitual, com exceção dos dias do metal, que eu não sei porque, a produção cisma com o novo e barulhento electro, sério que vocês acham que o público do Iron Maiden e Metallica curte Felguk e Steve Aoki?

 

Fontes:

www.rockinrio.com

www.swu.com.br

www.lollapaloozabr.com

www.universoparalello.org

www.tomorrowland.com

www.wikipedia.org

 

Leo Mendes – DJ, Produtor Musical e de Eventos
https://www.facebook.com/leomendeslive

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Plataforma apresenta grande levantamento sobre os festivais brasileiros

Sympla apresentou os números no último SIM São Paulo

Phouse Staff

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Dekmantel Brazil
Última edição do Dekmantel São Paulo. Foto: Ariel Martini/Divulgação

A plataforma de eventos Sympla apresentou durante o último SIM São Paulo — que rolou na última semana, entre os dias 05 e 09 de dezembro — um levantamento de dados dos festivais de música brasileiros. A informação saiu no site do Projeto Pulso.

Segundo o site, são mais de 1.928 festivais distribuídos no país (número que corresponde à quantidade de eventos analisados). O estudo os segmentou em três categorias de tamanho — pequeno porte (em torno de 300 frequentadores), médio porte (entre mil e dez mil frequentadores) e grande porte (mais de dez mil frequentadores) — e em oito categorias de gênero musical: multigênero, eletrônico, rock, sertanejo, rap & hip-hop, funk, MPB & samba e outros (com destaque para o jazz e o forró).

+ Estudo mostra que 70% do público se incomoda com o uso de celulares para filmar festas e shows

+ Site publica estudo inédito com selos brasileiros de música eletrônica

Ainda de acordo com a reportagem de Franklin Costa, os multigênero correspondem à maioria dos festivais no Brasil, enquanto os de música eletrônica ficam em um surpreendente segundo lugar. As regiões que mais concentram os eventos são, respectivamente, o Sudeste, o Nordeste, o Centro-Oeste, o Sul e o Norte. Centro-Oeste e Sul teriam apresentado uma redução na quantidade de festivais em relação a 2017, enquanto as outras regiões cresceram neste ano.

Os dados completos devem ser divulgados em breve pelo Data SIM.

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Swedish House Mafia no Ultra e no Tomorrowland? E-mail supostamente vaza a informação

Acidente, informação errada ou vazamento proposital?

Phouse Staff

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Swedish House Mafia voltando
Foto: Reprodução

O Swedish House Mafia já anunciou nove gigs de sua turnê mundial em 2019 — e ainda parece ter muito mais por vir. A última das datas confirmadas pelo grupo foi no Weekend Festival, na Finlândia, em 19 de julho. Mas o curioso é o e-mail que foi disparado pela produção do Weekend aos seus seguidores, que supostamente teria vazado a presença do trio em dois dos maiores festivais de música eletrônica do mundo: Ultra e Tomorrowland.

“O retorno do Swedish House Mafia aos palcos, depois de cinco anos, tem sido uma notícia enorme no mundo da música. Para o próximo verão, mais de cem mil ingressos já foram vendidos para seus shows em Estocolmo. Além disso, o top trio vai tocar nos maiores festivais mundo afora, como Ultra, Tomorrowland e Creamfields. Este é também um ótimo momento para recebê-los na Finlândia, no Weekend Festival”, diz o texto.

Dos três festivais citados como exemplo, apenas o Creamfields foi confirmado oficialmente — e embora o Steve Angellotenha declarado que o SHM faria de tudo pra tocar no Tomorrowland no ano que vem, a presença do grupo no Ultra Miami é menos provável, já que o festival será realizado em março, dois meses antes dos shows em Estocolmo, ponto inicial da turnê. Ainda existe a hipótese, é claro, de não se tratar do Ultra Miami, mas de alguma edição em outro país.

Vindo do trio sueco, não seria de se estranhar um vazamento deliberado dessas informações, pra seguir gerando hype e deixando os fãs ansiosos. E conforme o cronômetro da vez no site oficial, tem mais novidades nesta quinta-feira…

+ CLIQUE AQUI para ler mais notícias sobre o Swedish House Mafia

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Trilha de “Kingdom Hearts III” foi produzida por Skrillex; escute!

Produtor colaborou com Poo Bear e a cantora de J-pop Utada Hikaru

Phouse Staff

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Kingdom Hearts
Foto: Reprodução

Famoso no universo gamer, o jogo Kingdom Hearts (que combina os universos da Disney e da franquia Final Fantasy, da Square Enix) teve o trailer de sua mais nova edição lançado nesse último final de semana. Para os fãs de música eletrônica, a grande novidade é que desta vez a trilha sonora leva a participação de Skrillex, que se juntou ao Poo Bear e à famosa cantora japonesa Utada Hikaru (sempre presente nos jogos da franquia).

Segundo a conta do game no Twitter, Skrillex queria inicialmente remixar uma música de Utada, “Don’t Think Twice”, que também estará presente em Kingdom Hearts III. Com o passar do tempo, a ideia evoluiu, e os dois artistas acabaram optando por lançar a inédita “Face My Fears”, som que pode ser conferido parcialmente nesse primeiro trailer.

 

A versão completa de “Face My Fears” será lançada como single em 18 de janeiro. Já o Kingdom Hearts III está previsto para estrear mundialmente no dia 29 do mesmo mês, para Playstation 4 e Xbox One

De fã para fã

Assim como Skrillex, Porter Robinson é outro grande fã de Kingdom Hearts, e referências ao jogo podem ser encontradas em sua arte — sobretudo no projeto Virtual Self.

No Twitter, o DJ parabenizou o colega pela música, comparando “Face My Fears” com o remix de PlanitB para “Simple and Clean”, presente na trilha do primeiro Kingdom Hearts. “Parabéns, cara, eu sei o quanto o KH significa pra você! Esse som me dá arrepios. Fico pensando em como ele captura a essência da música eletrônica popular em 2018, da mesma forma que o remix do PlanitB fez em 2002″, escreveu.

 

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