Rudimental

Rudimental retorna mais lírico e conceitual em “We The Generation”

A síndrome do segundo álbum mediano que andou atingindo boa parte dos artistas no mundo da música em geral passou longe da banda inglesa Rudimental.

Em 2013 chegava ao mercado o álbum “Home”, um dos mais aclamados e premiados álbuns do ano. E para manter esse ritmo, a banda formada pelos DJs/Produtores/Compositores – metidos a diretores de seus videoclipes – Amir Amor, Piers Agget, Kesi Dryden e Locksmith tinham pela frente que pensar em algo que não perdesse o ritmo estabelecido.

Então há alguns dias saiu “We The Generation” que tem um título um pouco presunçoso mas que talvez combine bem com o material apresentado.

O álbum é de um tom lírico tanto nas letras quando na produção sonora que para aqueles amantes da boa e velha música eletrônica puxada aos 128 bpms, é algo chato e sem grandes potenciais.

Grande erro, já que musicalmente falando “We The Generation” é completo e passeia por elementos que alguns artistas temem explorar ou até mesmo arriscam mas são apenas competentes.

Faixas como “I Will For Love”, “Rumour Mill” e “Never Let You Go” são provas de como o lado eletrônico e poético do material chega ao ápice. Pontos fortes!

As participações também são tão bem fundidas que chegam a ser algo para passear pelos gêneros pop, eletrônico e underground sem perder a identidade.

Seja em “Lay It All On Me” com o ruivinho Ed Sheeran ou em “Too Cool” com a sensacional Ella Eyre. No final o resultado de “We The Generation” é o mesmo!

Conceitual e moderno ao ponto de mostrar de verdade que a música eletrônica tem um horizonte enorme pela frente que poucos enxergam. Um bom candidato para a lista de “melhores álbum do ano” na música eletrônica

Escute abaixo “We The Generation”

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