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Sasha & John Digweed fazem apresentação surpresa em Londres no Feriado de Pascoa

Jonas Fachi

Publicado em

01/04/2016 - 6:27

Eles estão de volta!!! Depois de 6 anos, Sasha & John Digweed voltaram a tocar juntos e movimentaram as redes sociais com especulações sobre uma possível tour do maior b2b de todos os tempos.

Imagine você, cidadão inglês saindo de casa para curtir a tradicional noite da Ministry Of Sound em Londres onde a ideia inicial seria ouvir modestas 6 horas de set de uma lenda do seu País, John Digweed na festa da Bedrock, melhor impossível pensaria!! Contudo no meio do set eis que surge ninguém mais ninguém menos que Sasha!!! Ok, sua mente fica confusa e intrigada, ‘’eles não estavam brigados?… Isso não foi anunciado’’ e de repente Sasha coloca seu fone e os dois começam a fazer um b2b como se não fosse nada, então você se da conta que está fazendo parte de um momento histórico e que tirou o bilhete premiado para poder contar para os netos que estava na MOS na noite que marcou o retorno da parceria mais forte e criativa da história da música eletrônica.

Provavelmente foi isso que aconteceu com todos os presentes no ultimo dia 24 véspera de feriado de páscoa no consagrado Club de londrino, e na manhã seguinte fotos e videos começaram a viralizar nas redes sociais e grupos do Facebook criados para postagem e lembranças dos mais de 20 anos de parceria entre os dois ingleses. Por algum motivo (pessoal como se comenta nos bastidores) eles deixaram de se apresentar juntos desde o WMC Miami em 2010, e mais, nem mesmo dividiram palcos e line-ups em festivais ou clubes, realmente foi um período obscuro e que os milhares de fãs lamentaram, principalmente aqueles mais novos  que não puderam ver a dupla em ação.

Entre 1994 e 2005 eles lançaram 9 compilações, esses trabalhos ajudaram a moldar o curso do que se entendia por música eletrônica club no mundo, discos como ‘’The Mix Collection (1994)’’ e as duas trilogias ‘’Northen Exposure’’ UK mix e US mix neste período venderam tanto e entraram no ranking dos mais ouvidos nos dois países entre todos os gêneros, que os elevaram a status de Super Stars de Rock, culminando em 2005 no lançamento do DVD Delta Heavy, com bastidores de uma intensa tour de ônibus pelos EUA gravada dois anos antes, onde multidões se arrastavam para seus shows sendo algo jamais visto entre artistas de musica eletrônica.

Em 2002 também tiveram eleito o ‘’Essential Mix Of The Year’’ com um set gravado no WMC Miami, sendo o único mix vencedor até hoje de dois Djs em Back to Back sem ser devidamente um projeto.

Após 2005 continuaram a se apresentar em grandes festivais, enquanto brilhavam também individualmente até que a curva natural de saturação atingisse seu ápice. Dizem que um dos principais motivos da desunião dos Djs foi o estado psicológico no limite que Sasha começou a apresentar após 2008, quando lançou seu épico e favorito entre os fãs álbum Invol2ver, comenta-se que ele tenha trabalhado tanto neste projeto que depois acabou se desconcentrando e deixado vícios da noite ofuscarem seu talento, de fato 2010 foi um péssimo ano para ele, praticamente não lançou musicas e teve um projeto live e áudio visual frustrado atingindo o fundo do poço até com alguns casos de abandono de pista, como ocorreu aqui mesmo no Warung Beach Club em pleno aniversario da casa.

Enquanto Sasha esteve se reinventando nos últimos anos, com lançamento da terceira e final parte da série Involver e um novo álbum previsto para o próximo mês de abril,  John Digweed mantém-se constante com sua gravadora de referencia Bedrock, além de lançar uma série de compilações pelo mundo gravadas ao vivo, que tem vendido discos como ninguém imaginaria ser possível em meio a era digital.

Nesses 6 anos, todos se perguntavam se os dois ainda voltariam a dividir um palco algum dia, não era possível que uma amizade tão intensa e importante para Dance Music tivesse morrido, até que no final de 2015, surgiu uma foto dos dois jantando antes do Ultra em Tóquio, os rumores de uma possível volta tomaram conta até que finalmente na ultima semana, sem aviso e por convite de Digweed eles voltaram a dividir uma cabine, obviamente não poderia ser fora do Reino Unido, é em casa que se recomeça e parece que eles não querem pressão externa, tudo precisa ser o mais natural possível para que não acabe se criando expectativas que não poderão ser alcançadas como um dia já tiveram força para ultrapassar.

Os felizardos deste retorno tem comentado nas redes sociais que parecia que eles nunca tinham se desligado, devido a impressionante sintonia que mostraram em pouco mais de 3 horas de mix.

Nós aqui no Brasil tivemos um show deles no extinto festival Skol Beats 2006, em um set de 6 horas!
Fica agora a expectativa para os próximos shows e quem sabe até uma  tour anunciada. 

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Alphabeat lança cover de Capital Inicial e faixa de apostas da dance music

Alphabeat Records

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Alphabeat
Foto: Divulgação
Escute os dois novos lançamentos da gravadora

Nesta sexta-feira, 15, a Alphabeat Records pinta com mais dois lançamentos fresquinhos: “Blaze”, do duo The Otherz com a DJ e produtora Ammie Graves, e “Primeiros Erros”, de Lipe Forbes.

“Blaze” retrata a paixão de um casal — o envolvimento, a sensualidade e a declaração de sentimentos à flor da pele no momento de união. Com timbres envolventes, a track promove um break sensual com influências do trap, hip-hop e pop dos anos 80, e um drop dançante como nos clássicos do deep house.

Essa mescla de estilos promove a identidade dos criadores; Ammie tem forte influência de clássicos do pop, que aqui une-se às batidas fortes e envolventes do promissor duo The Otherz.

Já “Primeiros Erros” é um cover eletrônico do clássico do Capital Inicial, de 2000. Por causa da proximidade com os integrantes da banda, sobretudo Flavio e Fê Lemos, o produtor e DJ Lipe Forbes sempre teve contato direto com a música.

Lipe sempre teve vontade de fazer uma releitura eletrônica de alguma canção do Capital. Mesmo sabendo que a versão original da música foi composta por Kiko Zambianchi, foi assistindo aos shows do grupo que o artista teve a inspiração para esse remake. Lipe convidou a cantora Mia Max para as vozes, em busca de um toque delicado na canção.

O artista também gravou os baixos com Flavio Lemos e os pianos com Robledo Silva, ambos integrantes do Capital Inicial. Para finalizar a track, Forbes contou com a colaboração do DJ ChampZ, em busca de uma sonoridade moderna, fazendo referencia ao brazilian bass. A combinação de sintetizadores analógicos com instrumentos musicais e a voz de Mia Max criam uma textura sonora pulsante.

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Gui Boratto lança “Pentagram”, seu quinto álbum de estúdio

Phouse Staff

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Gui Boratto Pentagram
Foto: Reprodução
Disco sucede “Abaporu”, de 2014

Nesta sexta-feira, enfim foi lançado via Kompakt o aguardado quinto álbum de estúdio de Gui BorattoPentagram. Em menos de uma hora, o LP traz 12 faixas de um Boratto inspirado e que parece saber exatamente o que está fazendo e onde quer chegar, em um caldeirão de referências que vão desde as bandas de synth pop dos anos 80 (como New Order, Depeche Mode e Tears For Fears) a produtores vanguardistas de hoje em dia, como James Holden — passando ainda, é claro, pela escultora brasileira Lygia Clark, que influenciou no conceito visual do disco.

No BRMC, o músico já havia falado das influências estéticas que o levaram ao conceito da obra, que carrega uma ampla bagagem de arquitetura (formação acadêmica de Gui), geometria e design. “Eu queria transmitir o ponto de vista do pentagrama científico: não é algo religioso“, disse agora, em release de imprensa. A última faixa do disco, “618”, tem exatos seis minutos e 18 segundos, e iguala com a proporção áurea do pentagrama.

+ No BRMC, Gui Boratto revela detalhes de seu quinto álbum de estúdio

A música é dinâmica, maximalista e viajante, repleta de musicalidade. Como já havia dito — também no painel do BRMC —, este é seu álbum mais orgânico, recheado de instrumentos acústicos, sobretudo cordas e instrumentos de orquestra, mais notáveis em “Scene 2”, que tem uma pegada jazz. Há também sintetizadores modulares, como o clássico Buchla. Em “Overload”, Luciana Villanova, que já participou em canções como “Beautiful Life” e “No Turning Back”, volta a emprestar sua voz a uma produção do marido.

Ouça Pentagram:

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Moby vende coleção de discos em ação pelo tratamento de doenças crônicas

Phouse Staff

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Moby
Foto: Reprodução
Acervo inclui raridades, lançamentos e clássicos

Moby entrou na onda do “desapega”. Em colaboração com a loja virtual Reverb LP,  o DJ criou o Official Moby Reverb LP Shop para vender todos os discos da sua coleção. Todo lucro obtido será revertido para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável, que visa mudar a forma de tratamento para doenças crônicas, como câncer, diabetes, obesidade, entre outras.

A coleção anunciada por Moby inclui títulos exclusivos e raridades. Entre eles, há bastante material autoral, como as primeiras impressões dos álbuns Play e 18, gravações promocionais de “Why Does My Heart Feel So Bad” e “That’s When I Reach For My Revolver”, cópias de Innocents e More Fast Songs About The Apocalypse, entre outros. 

“Estes são todos os discos que eu comprei, amei, toquei e carreguei em todo o mundo. Eu preferiria que você os tivesse, porque assim você os tocará, você os amará e o dinheiro irá para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável. Então todos ganham — exceto por mim, que agora não tenho mais discos”, brinca o artista no vídeo promocional.

A loja oferece ainda centenas de singles, em vinis de 12 polegadas, dos seus primeiros anos como DJ, com muitos lançamentos de techno, house e hip-hop. Os singles contam com anotações pessoais de Moby, feitas a mão, e usadas para ajudá-lo nos seus sets em famosos clubes de Nova Iorque como Mars, Nasa e Shelter. Quem conhece a qualidade do seu trabalho sabe que essa coleção tem valor imensurável para a dance music.

Esta não é a primeira vez que Moby colabora com a Reverb. Em abril, o músico vendeu uma coleção de sintetizadores e toca-discos que contava com mais de cem aparelhos, também angariando fundos para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável.

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