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Com novo EP e datas no Brasil, Sharam seleciona 10 tracks para a Phouse

Phouse Staff

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O renomado produtor iraniano Sharam lançou hoje Collecti Part 2 (ouça abaixo), novo EP via Yoshitoshi que sucede a primeira parte, lançada em julho. Os volumes de “Collecti” correspondem a uma série que explora camadas densas e ambientações mais obscuras na levada do techno. Todas as faixas da série têm seus nomes terminados com a letra “i” — tag que o artista coloca em tracks que são exclusivas para a pista de dança.

Junto com o lançamento, Sharam também está prestes a desembarcar no Brasil, onde esteve pela última vez em fevereiro. O artista toca hoje no Vozz Club, em Cuiabá, e amanhã no Laroc, em São Paulo, antes de partir para Santiago, no Chile.

+ Confira “Scorpi”, single do novo EP de Sharam

“Um negócio como o Laroc não pode durar menos de quatro anos, ou terá sido tempo e dinheiro perdidos”

 

Para dar um gostinho do que vai rolar na pista, o cara selecionou e comentou dez faixas exclusivamente para a Phouse, mostrando suas músicas favoritas no momento. Confira:

Essa acabou de sair pela Yoshitoshi. OC & Verde lapidaram uma mix de techno melódico e brilhante que faz os clubs irem à loucura.

https://www.youtube.com/watch?v=OSshizmor_M

Esse álbum é superviajante, um favorito recente. Definitivamente tem umas vibes do Basic Channel acontecendo, e faz você se sentir debaixo d’água.

Eu posso dizer com certeza que essa foi inspirada pelo Basic Channel, porque fui eu quem a fez. Esse é um dos álbuns mais obscuros e experimentais do projeto “Collecti”. Também funciona que é uma maravilha na pista.

Eu não preciso dizer que Sebastian Mulaert é um gênio. Os sons nessa faixa são muito bem executados e delicados. Uma obra musical muito bem pensada em todos os aspectos.

Chance Caspian assinaram recentemente com a Yoshitoshi, mas eles são totalmente anônimos (e não, não sou eu). Eu nem sei quem eles são. Eles fazem essas faixas progressivas como o Eric Prydz, com acordes e melodias sensacionais.

Reinier Zonneveld é um prodígio. Eu amo seu estilo de produzir, muito limpo e polido. Ele fez um belo trabalho me remixando.

Essa faixa é “fucking epic”! Techno maluco com um ótimo groove e sons sinistros no estilo drum’ n’ bass, que eu amo. Gigante.

Minha recente colaboração com o Reinier. Essa música vem criando um espaço muito especial no meu set. Mesmo tendo sido lançada em junho, ela ainda está grudada na minha cabeça! Ela irá ser relançada em outubro com a versão completa do “Collecti”.

Alerta de clássico. Talvez depois de “The Nervous Track”, do Nuyorican Soul, esse talvez tenha sido o melhor uso de um preset de percussão do Korg M1. É uma faixa tão sexy e profunda, e funciona bem em uma variedade de situações.

A faixa principal do Collecti Pt 1. Me diverti muito fazendo esse álbum. Tem uma tonelada de sons malucos que eu demorei séculos para ajustar, mas estou muito feliz que o fiz.

+ LEIA AQUI uma entrevista exclusiva com Sharam

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Defected celebra conquista do CamelPhat no topo da Tower Bridge

Phouse Staff

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Tower Bridge
Foto: Reprodução
Sets do duo e de Sam Divine sobre o Rio Tamisa celebram sucesso do selo londrino

A Defected Records atualizou as definições de evento na última quarta-feira, 23, em Londres. A label produziu um show exclusivo do topo de um dos famosos cartões postais da cidade, a Tower Bridge. O som ficou por conta do duo CamelPhat e a DJ Sam Divine. A dupla tocou por 45 minutos, um de cada lado das torres a 60 metros de altura, antes de Sam comandar o set durante o pôr do sol.

O evento celebrou um dia de comemorações devido ao sucesso de “Cola”,  faixa de CamelPhat & Elderbrook com a Defected, que foi tocada por praticamente todos os DJs do mundo, esteve em incontáveis aftermovies e foi até indicada ao GRAMMY. A track vendeu mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo, alcançando discos de platina em três países, e ouro em outros cinco.

A gravadora elaborou a façanha também para celebrar o novo contrato com o CamelPhat e honrar a capital britânica onde foi fundada e se mantém há quase 20 anos. “Podemos ser um selo com raízes globais, mas esta será sempre a nossa casa. Vamos vê-los na pista de dança em algum lugar do mundo neste verão”, diz texto no site oficial, endossando as palavras do fundador da label, Simon Dunmore: “A música soa melhor com a vista!”.

Confira como foi o evento na íntegra:

+ CamelPhat lança remix de clássico do Fatboy Slim

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Escute a música oficial da Copa do Mundo da Rússia

Phouse Staff

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Live it Up
Foto: Reprodução
Faixa foi produzida por Diplo, e traz vocais de Will Smith, Nicky Jam e Era Istrefi

Como informamos há dois dias, Diplo foi recrutado para produzir a música oficial desta Copa do Mundo de 2018, na Rússia; o lançamento foi anunciado para esta sexta-feira (25), com vocais de Will Smith, do cantor americano de reggaeton Nicky Jam e da jovem cantora pop albanesa Era Istrefi.

Agora, via Sony Music, a canção já está entre nós. Chamada “Live It Up”, tem a tradicional embalagem das faixas dos mundiais: pop, enérgica, bastante animada, remetendo à festa e empolgação, em um caldeirão de referências que vai do reggaeton à dance music. Curiosamente, entretanto, não percebemos nenhuma referência à música ou à cultura do país-sede da Copa — algo normalmente presente nos hinos anteriores do principal torneio da Fifa.

Além do lançamento, o canal do YouTube de Will Smith publicou um making of de cinco minutos com cenas dos bastidores no estúdio. Confira:

+ CLIQUE AQUI para ler mais notícias sobre futebol e música eletrônica

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“Enrolado”, Scorsi faz parceria vingar com Sandeville

Phouse Staff

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Scorsi Sandeville
Scorsi. Foto: Divulgação
Produtores brincam com a demora da collab

Poucos dias depois de colaborar com o Alok em remix para “Ocean”, Scorsi já pintou com música nova. Através de nova colaboração com o colega Sandeville, “Something Better” é um electropop que mescla pitadas de “future bass, deep house, soulful e funky, em uma jornada musical vocalizada e pautada em 115 BPM”, como dizem os próprios artistas, que também alegam terem se inspirado na house music clássica para este single. Na esteira de “So Simple”, a letra fala sobre superar relacionamentos ruins com música.

“O Sandeville ficou meses me torrando pra ir no estúdio dele. A gente não se conhecia muito, eu tava sempre enrolado. Uma dia ele falou: ‘vem amanhã ou nem vem mais’. Fui pro estúdio dele sem muita pretensão, por nossos sons serem muito diferentes. No fim das contas, descobri que o cara era um ótimo produtor e passamos algumas horas ouvindo ideias e projetos um do outro. Ele me mostrou um riff bem house, melódico. Fiquei doido com aquilo, e criamos o resto. Beats mais inspirados nos anos 80, e BPM fora de todas fórmulas comuns, e depois fomos atrás de um vocalista que casasse com isso. Foi longo o processo, mas foi ótimo dividir o estúdio com ele”, diz Scorsi. O vocalista em questão é o americano Tempo Strokes.

Scorsi Sandeville

Sandeville. Foto: Divulgação

“Cara, o Scorsi é muito enrolado. Sério! Demorou muito para que ao menos fosse uma primeira vez no meu estúdio. Acabou dando certo. Processo criativo foi ótimo; depois que achamos um caminho, fluiu muito rápido. A cabeça dele funciona de um jeito diferente, não é tão fácil de entender a primeiro momento, mas vendo o resultado, não tem o que questionar. E de uma maneira bizarra, isso casou bem com o meu workflow”, complementa o parceiro de collab.

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Alok e Scorsi lançam remix “fora da caixa” para “Ocean”

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