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Skrillex lança faixa com compositor de Justin Bieber

Phouse Staff

Publicado em

30/07/2017 - 14:15

O incansável Skrillex lançou nesta semana “Would You Ever”, uma colaboração com o produtor Poo Bear, que já participou de composições como “Where Are Ü Now”, do Jack Ü, e dos álbuns Journals e Purpose, de Justin Bieber. O single ganhou videoclipe interessante, em que um dançarino faz sua performance enquanto anda de skate em uma estrada deserta.

O som remete a outras épocas de Skrillex — anteriores até ao EP Scary Monster And Nice Sprites —, em que a voz de Sonny aparecia em melodias ou retalhos únicos, com sua levada dance suave. Desta vez, ele optou por usar sua voz em tons mais baixos, fazendo deste single uma pedida para o verão.

Este é o segundo single oficial de Skrillex neste ano, depois de “Chicken Soup”, em parceria com o produtor francês Habstrakt.

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Alphabeat lança cover de Capital Inicial e faixa de apostas da dance music

Alphabeat Records

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Alphabeat
Foto: Divulgação
Escute os dois novos lançamentos da gravadora

Nesta sexta-feira, 15, a Alphabeat Records pinta com mais dois lançamentos fresquinhos: “Blaze”, do duo The Otherz com a DJ e produtora Ammie Graves, e “Primeiros Erros”, de Lipe Forbes.

“Blaze” retrata a paixão de um casal — o envolvimento, a sensualidade e a declaração de sentimentos à flor da pele no momento de união. Com timbres envolventes, a track promove um break sensual com influências do trap, hip-hop e pop dos anos 80, e um drop dançante como nos clássicos do deep house.

Essa mescla de estilos promove a identidade dos criadores; Ammie tem forte influência de clássicos do pop, que aqui une-se às batidas fortes e envolventes do promissor duo The Otherz.

Já “Primeiros Erros” é um cover eletrônico do clássico do Capital Inicial, de 2000. Por causa da proximidade com os integrantes da banda, sobretudo Flavio e Fê Lemos, o produtor e DJ Lipe Forbes sempre teve contato direto com a música.

Lipe sempre teve vontade de fazer uma releitura eletrônica de alguma canção do Capital. Mesmo sabendo que a versão original da música foi composta por Kiko Zambianchi, foi assistindo aos shows do grupo que o artista teve a inspiração para esse remake. Lipe convidou a cantora Mia Max para as vozes, em busca de um toque delicado na canção.

O artista também gravou os baixos com Flavio Lemos e os pianos com Robledo Silva, ambos integrantes do Capital Inicial. Para finalizar a track, Forbes contou com a colaboração do DJ ChampZ, em busca de uma sonoridade moderna, fazendo referencia ao brazilian bass. A combinação de sintetizadores analógicos com instrumentos musicais e a voz de Mia Max criam uma textura sonora pulsante.

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Gui Boratto lança “Pentagram”, seu quinto álbum de estúdio

Phouse Staff

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Gui Boratto Pentagram
Foto: Reprodução
Disco sucede “Abaporu”, de 2014

Nesta sexta-feira, enfim foi lançado via Kompakt o aguardado quinto álbum de estúdio de Gui BorattoPentagram. Em menos de uma hora, o LP traz 12 faixas de um Boratto inspirado e que parece saber exatamente o que está fazendo e onde quer chegar, em um caldeirão de referências que vão desde as bandas de synth pop dos anos 80 (como New Order, Depeche Mode e Tears For Fears) a produtores vanguardistas de hoje em dia, como James Holden — passando ainda, é claro, pela escultora brasileira Lygia Clark, que influenciou no conceito visual do disco.

No BRMC, o músico já havia falado das influências estéticas que o levaram ao conceito da obra, que carrega uma ampla bagagem de arquitetura (formação acadêmica de Gui), geometria e design. “Eu queria transmitir o ponto de vista do pentagrama científico: não é algo religioso“, disse agora, em release de imprensa. A última faixa do disco, “618”, tem exatos seis minutos e 18 segundos, e iguala com a proporção áurea do pentagrama.

+ No BRMC, Gui Boratto revela detalhes de seu quinto álbum de estúdio

A música é dinâmica, maximalista e viajante, repleta de musicalidade. Como já havia dito — também no painel do BRMC —, este é seu álbum mais orgânico, recheado de instrumentos acústicos, sobretudo cordas e instrumentos de orquestra, mais notáveis em “Scene 2”, que tem uma pegada jazz. Há também sintetizadores modulares, como o clássico Buchla. Em “Overload”, Luciana Villanova, que já participou em canções como “Beautiful Life” e “No Turning Back”, volta a emprestar sua voz a uma produção do marido.

Ouça Pentagram:

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Moby vende coleção de discos em ação pelo tratamento de doenças crônicas

Phouse Staff

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Moby
Foto: Reprodução
Acervo inclui raridades, lançamentos e clássicos

Moby entrou na onda do “desapega”. Em colaboração com a loja virtual Reverb LP,  o DJ criou o Official Moby Reverb LP Shop para vender todos os discos da sua coleção. Todo lucro obtido será revertido para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável, que visa mudar a forma de tratamento para doenças crônicas, como câncer, diabetes, obesidade, entre outras.

A coleção anunciada por Moby inclui títulos exclusivos e raridades. Entre eles, há bastante material autoral, como as primeiras impressões dos álbuns Play e 18, gravações promocionais de “Why Does My Heart Feel So Bad” e “That’s When I Reach For My Revolver”, cópias de Innocents e More Fast Songs About The Apocalypse, entre outros. 

“Estes são todos os discos que eu comprei, amei, toquei e carreguei em todo o mundo. Eu preferiria que você os tivesse, porque assim você os tocará, você os amará e o dinheiro irá para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável. Então todos ganham — exceto por mim, que agora não tenho mais discos”, brinca o artista no vídeo promocional.

A loja oferece ainda centenas de singles, em vinis de 12 polegadas, dos seus primeiros anos como DJ, com muitos lançamentos de techno, house e hip-hop. Os singles contam com anotações pessoais de Moby, feitas a mão, e usadas para ajudá-lo nos seus sets em famosos clubes de Nova Iorque como Mars, Nasa e Shelter. Quem conhece a qualidade do seu trabalho sabe que essa coleção tem valor imensurável para a dance music.

Esta não é a primeira vez que Moby colabora com a Reverb. Em abril, o músico vendeu uma coleção de sintetizadores e toca-discos que contava com mais de cem aparelhos, também angariando fundos para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável.

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