Spotify remove músicas de supremacistas brancos do seu catálogo

Frente aos acontecimentos recentes em Charlottesville, nos Estados Unidos, onde houve manifestação de grupos de supremacistas brancos que acabou em agressões entre movimentos antagônicos — culminando na morte de uma ativista —, o Spotify acaba de retirar do seu catálogo 27 bandas que, segundo a companhia, também pregavam a supremacia branca.

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A movimentação aconteceu após matéria do Digital Music News, que adicionou nomes a uma lista feita em 2014, pela ONG Southern Poverty Law Center, contendo um total de 37 bandas e até uma playlist voltada para marchas imperiais nazistas. Nenhum dos nomes, porém, tinha números expressivos na plataforma.

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A matéria foi publicada no último dia 14, e em menos de 24 horas o Spotify retirou do catálogo boa parte dos artistas apontados. A empresa emitiu um pronunciamento oficial, alegando estar revisando o material restante para tomar uma atitude assim que possível. “O Spotify toma ação imediata para remover qualquer material desse tipo assim que a informação chega até nós. Ficamos felizes com o alerta sobre esse tipo de conteúdo, e já removemos muitas das bandas identificadas hoje, enquanto urgentemente revisamos as restantes”, disse a companhia, em nota.

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Pouco tempo depois, o Deezer tomou medida semelhante, realizando revisão e limpeza de conteúdo considerado como discurso de ódio.

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