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Swedish House Mafia anuncia show na Cidade do México

Registro para pré-venda já foi disponibilizado, e mais um cronômetro foi lançado no site

Phouse Staff

Publicado em

08/11/2018 - 16:19
Swedish House Mafia Adidas
Foto: Reprodução

Não chega a ser uma grande novidade, já que em outubro o próprio Steve Angello já tinha dado a letra. Mas agora é oficial: o último timer foi zerado, e o Swedish House Mafia anunciou e abriu a pré-venda agora para seu show na Cidade do México. A parada vai ser no estádio Foro Sol, no dia 18 de maio, cerca de duas semanas depois das três datas de Estocolmo.

Agora, mais um novo cronômetro em contagem regressiva foi disparado no site oficial do trio. Esta parece que vai ser a tônica da turnê: cada nova data entregue mais ou menos a cada sete dias, sempre precedida pelo mesmo reloginho. Vem Brasil por aí?

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Brazil Music Conference anuncia primeiras novidades para 2019

Evento tem nova parceira e nova data, mas segue em São Paulo

Phouse Staff

Publicado há

Brazil Music Conference 2019
Foto: Reprodução

Em comunicado à imprensa, o Brazil Music Conferece anunciou as primeiras novidades para este ano — o segundo como BRMC. A maior conferência de música eletrônica segue no Unibes Cultural, em São Paulo, porém em uma nova data e com uma nova parceira: a Dream Factory.

A agência de comunicação, que possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Portugal — e faz parte do Grupo Artplan, que também detém o Rock in Rio —, é a nova sócia do BRMC, entrando como “parceiro estratégico para contribuir com o sucesso e a experiência da marca”. A Dream Factory também já teve o Sónar São Paulo como cliente.

Realizado no ano passado em maio, o BRMC será agora no segundo semestre — a data, entretanto, ainda não foi especificada. O diretor geral Claudio da Rocha Miranda Filho promete a volta de eventos em outras regiões do Brasil, o que não ocorreu em 2018.

+ Assista ao aftermovie do BRMC 2018

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ENTREVISTA

“A saúde vem em 1º lugar, e é difícil lembrar quando você está se divertindo”; membro do Sevenn é mais um DJ a dar um tempo

Irmão mais velho e fundador do projeto, Sean Brauer é outro DJ que saturou da vida de turnês

Flávio Lerner

Publicado há

Entrevista Sevenn
Kevin e Sean Brauer. Foto: Divulgação

Se a morte de Avicii teve um impacto positivo, foi no fato de que nunca se conversou tanto sobre saúde mental, depressão e o lado desgastante — fisica e psicologicamente — que a vida de um DJ de sucesso muitas vezes impõe.

As consequências estão sendo vistas: além dos debates sobre o tema em conferências e redes sociais, e de iniciativas que arrecadam fundos para instituições que trabalham na saúde mental de músicos, alguns expoentes perceberam que era hora de dar um tempo. O caso mais notável foi o de Hardwell, que anunciou hiato dos shows por tempo indeterminado. Também chamou atenção o deadmau5, que depois de tanto polemizar nas redes, se afastou delas e procurou ajuda psicológica.

No cenário nacional, temos um exemplo a partir do Sevenn — dupla formada pelos irmãos americanos Sean e Kevin Brauer, mas baseada no Brasil. No último final de semana, o duo anunciou nas redes que Sean, o irmão mais velho e fundador do projeto, estava se retirando por tempo indeterminado das apresentações. Sean volta a morar nos Estados Unidos, mas garante seguir fazendo parte do Sevenn nas produções.

Para entender melhor essa história, troquei uma ideia com os irmãos, em papo que você confere abaixo.

Sean, você pode nos contar melhor o que foi que aconteceu? O que tem rolado na sua vida e na sua carreira que te levou a tomar essa decisão?

Sean Brauer: Já tem 16 anos que toco como DJ, mas nada havia sido como o que eu e meu irmão fizemos nos últimos três. Aí eu me dei conta que eu não tenho mais 18 anos, e de que talvez fosse hora de mudar de estilo de vida.

Você chegou a desenvolver algum problema de saúde?

SB: Não, mas eu reparei que as viagens constantes, as turnês e os shows começaram a me desgastar com mais facilidade do que antes. Então achei melhor para minha saúde dar esse passo para trás neste momento.

E agora, como imagina sua vida profissional? Vai seguir produzindo normalmente com o Kevin?

SB: Por ora, só preciso descansar. Vou passar muito mais tempo com a minha família e pessoas queridas — também conhecidas como a lenda das lendas no quesito ser mãe, Jodie Brauer. Serei sempre um membro do Sevenn, e nada vai mudar isso. Só não participarei mais das apresentações com o meu irmão.

Acho que às vezes a gente esquece o quão frágeis realmente somos, e tentamos superar nossos limites sem perceber o quão fácil e rápido tudo pode mudar— Sean Brauer.

Kevin, como vai ser o Sevenn agora sem o Sean? Como foi o seu processo na tomada de decisão do seu irmão?

Kevin Brauer: Quando o Sean me contou sobre sua decisão, eu fiquei um pouco chocado, mas o Sevenn é o filhinho dele e eu pretendo criá-lo e dá-lo a devida educação — talvez até formar uma família com dois filhos ilegítimos.

Quais as principais mudanças que o projeto passa agora que é capitaneado por você?

KB: A única mudança significativa é que eu agora estou loiro #loirossedivertemmais. O Sean vai continuar sendo uma parte muito importante de tudo o que fazemos como Sevenn. Acho que tenho muita sorte que ele me chamou pro projeto há três anos. Vou fazer ele e a mamãe muito orgulhosos.

A morte do Avicii parece ter desencadeado um alerta na cena eletrônica, de modo geral. Você acha que foi influenciado também por essa onda, Sean?

SB: Claro, o caso do Avicii foi um choque pra todos na indústria musical, não só no mundo da música eletrônica. Acho que às vezes a gente esquece o quão frágeis realmente somos, e tentamos superar nossos limites sem perceber o quão fácil e rápido tudo pode mudar. Precisamos nos lembrar que a saúde vem em primeiro lugar, e às vezes é difícil quando você está se divertindo.

“Se eu pudesse, teria uma sessão de meia hora de conversa, sete shots e pizza com cada um dos fãs nas nossas gigs” — Kevin Brauer.

Você vê o seu caso como o de alguém que está dando um tempo e logo deve voltar, como o Hardwell, ou mais como o Calvin Harris, que desistiu das turnês e tem o foco nos estúdios, tocando apenas eventualmente em Vegas?

SB: Estar no palco, tocando minhas músicas e tendo a oportunidade de dividir os sentimentos com outras pessoas é como eu mais me sinto eu mesmo, e nunca vou abrir mão disso. Só não sei te dizer em relação às frequências dos shows. Talvez eu possa aparecer de surpresa com meu irmão em uma apresentação do Sevenn, talvez com outro projeto, ou mesmo as duas coisas. Quem sabe?

Kevin, você não chegou a passar também por um momento de saturação da rotina intensa de DJ? Não sente vontade de tirar um período sabático?

KB: Às vezes eu fico um pouco cansado, mas conhecer o tipo de pessoa que a gente encontra e trocar energia é a coisa mais realizadora para mim. Se eu pudesse, teria uma sessão de meia hora de conversa, sete shots e pizza com cada um dos fãs nas nossas gigs.

Vocês dois foram criados numa comunidade de cristãos missionários. Como foi essa experiência e como isso moldou o caráter de vocês?

SB: Acho que ter estudado em casa nos deu mais liberdade para crescer emocionalmente e criativamente. O nosso grupo era baseado em amor e paz, então temos um pouquinho da vibe hippie conosco (risos). Somos uma família de nove irmãos, e cada um teve que encontrar um jeito de ser melhor que o outro. Essa competição sadia nos fez mais fortes juntos.

“Estar no palco, tocando minhas músicas e tendo a oportunidade de dividir os sentimentos com outras pessoas é como eu mais me sinto eu mesmo, e nunca vou abrir mão disso” — Sean Brauer.

O estilo de vida nestas comunidades — sem tecnologia, sem curtição, sem álcool e drogas — parece ser o extremo oposto de um lifestyle de um DJ. Como foi que vocês saíram de um extremo ao outro?

KB: É exatamente o oposto. Acho que nunca vamos nos sentir completos em sociedade. O Sean foi expulso da comunidade quando ele tinha 16 anos, por ter uma namorada “de fora”. E aí ele foi pra sua primeira rave, onde se apaixonou por música eletrônica. Eu odiava o estilo, porque eu fazia metal progressivo “da Disney” e nunca tinha ido a uma balada. Em 2013, o Sean me mostrou “Spectrum”, do Zedd, e também acabei me apaixonando.

Vocês são religiosos? Há alguma espiritualidade que influencia a obra de vocês dois?

KB: Temos muita experiência de vida e lidamos com todo o tipo de pessoa que você consegue imaginar. Mas definitivamente não somos religiosos — a não ser que você considere o Nicholas Cage um deus, como eu considero.

O que podemos esperar do Sevenn em 2019?

KB: Mais turnês internacionais e collabs loucas. Também quero passar boa parte dos shows no meio da galera, conhecer todo mundo e fazer festa com eles. E também long sets allll the timeeee!

* Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Tomorrowland revela os hosts dos palcos de 2019

Selos como Anjunabeats, Dirtybird, Diynamic, Heldeep e Masquerade foram anunciados

Phouse Staff

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Tomorrowland Hosts 2019
Foto: Reprodução

Como de praxe, o Tomorrowland traz dezenas de labels que assinam espaços nos seus mais diversos palcos. Nesta quinta-feira, a produção revelou quem serão os selos responsáveis pela próxima edição, que celebra os 15 anos do festival.

Selos como a Anjunabeats, de Above & Beyond, Ants, Cocoon, a Dirtybird de Claude VonStroke, a Diynamic de Solomun, Glitterbox, a Heldeep de Oliver Heldens, Lost & Found, a Masquerade de Claptone, Q-Dance e a Sexy By Nature, de Dimitri Vegas & Like Mike, estarão presentes. O mainstage é assinado como The Book of Wisdom, tema desta edição.

Além deles, nomes como Carl Cox, Eric Prydz, Lost Frequencies, Martin Solveig, Nervo, Netsky, Robin Schulz e Shaquille O’Neal também assinam seus próprios espaços — o que já dá uma palinha de alguns DJs que estarão presentes no lineup.

Tomorrowland Hosts 2019
Foto: Reprodução

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