DJs geriátricos: veja como seriam seus artistas favoritos na velhice

Selecionamos 45 expoentes do cenário nacional pra entrar na brincadeira do FaceApp

Sim, nós também entramos na onda do FaceApp pra conferir como ficariam alguns dos expoentes do cenário eletrônico brasileiro depois de o tempo agir sobre eles, as rugas aparecerem e os cabelos descolorirem.

Como alguns dos DJs já tinham compartilhado suas próprias fotos envelhecidos nas suas redes, usamos essas que já tinham sido criadas (divulgadas na legenda como “Reprodução”), enquanto criamos várias outras.

O desafio agora é tentar não rir:

BÔNUS: DJ André Marques na terceira idade mandando aquele ao vivo!

Foto: FaceApp/Phouse
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Com Alok e Bhaskar, Titãs lançam nova versão de “Epitáfio”

Música é um dos maiores clássicos da banda paulistana

Com a ajuda de Alok e Bhaskar, um dos maiores clássicos dos Titãs ganhou uma boa repaginada nesta sexta-feira, 28. Via Warner Music Brasil, “Epitáfio” foi relançada pela banda em parceria com os irmãos goianos, em uma nova versão com batidas da house music. A parceria entre os artistas foi intermediada por Luciano Huck, e já havia sido revelada por Alok há duas semanas.

Segundo o release de imprensa, o single tem caráter beneficente: os direitos artísticos e autorais serão revertidos para o Instituto Anelo, ONG que oferece aulas de música gratuitas a comunidades carentes de Campinas. Concebida no estúdio Mosh, em São Paulo, a gravação ainda foi feita sob medida para um quadro do Caldeirão do Huck, que vai ao ar neste sábado.

“Titãs foi sempre uma referência musical tanto pra mim quanto para os meus pais, e trabalhar em algo com eles certamente faz parte da realização de um sonho que vivo agora”, declarou Alok para a imprensa. “A singularidade de ‘Epitáfio’ torna o sentimento envolvido ainda mais forte, uma música atemporal, repleta de nostalgia e poesia enraizada na vida de todo brasileiro. E nada poderia ser tão bom em prol de uma boa causa que esse combo de competência, profissionalismo e talento em união”, completa.

Os músicos dos Titãs também se manifestaram. Sérgio Britto, autor da letra de “Epitáfio”, disse que “foi incrível ter participado de um projeto como esse. Ainda mais sabendo que é em prol de uma causa tão nobre”. Para o cantor e compositor Branco Mello, “foi um encontro instigante, divertido, e [que] mostrou mais uma vez que a música não tem limites”.

Por fim, o guitarrista Tony Belloto completou: “Unir a tradição titânica à modernidade do Alok, sob a sensibilidade do Luciano [Huck], em prol do talento e da generosidade do Luccas [Soares, fundador da ONG] e do pessoal da Anelo, num projeto divertido e criativo, comprova mais uma vez que só a educação pode transformar o Brasil”.

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Com Alternative Kasual, Lowderz e Enkode, Bhaskar lança “Lovin’ You”

O sucesso em números: como estão as agências de DJs mais relevantes do Brasil

Artist Factory, Plusnetwork, Entourage e Nova têm papel fundamental em impulsionar DJs e o mercado nacional

* Por Matheus Duarte
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Atuar como uma agência de bookings e management no Brasil é fazer um cuidadoso trabalho de curadoria artística e funcionar como um espelho generoso das tendências de mercado e dos desejos do público brasileiro, que mudam periodicamente — e com anseio quase que obrigatório por novidades. 

Cada artista tem um lugar devidamente justificado em seus casts, e as agências empenham-se em apresentar caminhos múltiplos e certeiros tanto em bookings quanto em management, para cada tipo de persona em um mercado cada vez mais segmentado como o da música eletrônica.

No Spotify, plataforma mais relevante da atualidade, alguns números sintetizam a relevância das principais agências no mercado de show business por aqui, e traduzem as boas escolhas de casting. Em novembro, estes foram os artistas mais escutados, em um comparativo envolvendo as principais agências do mercado da música eletrônica no Brasil: 

 Os dez principais artistas no Spotify entre as agências brasileiras de música eletrônica, por número de ouvintes no Spotify.

Além da presença digital decorrente de lançamentos relevantes, a Artist Factory é uma das agências que mais exportam seus talentos mundo afora. Alok, Bhaskar, Liu e Sevenn estiveram em turnês na Ásia neste ano — mercado que possui grande apreço pelos sons dos artistas brasileiros (como você viu aqui).

Liu, que tem descendência asiática, viu sua popularidade crescer na cena oriental. Prova disso foi o convite — inédito — feito para participar de um reality show sobre DJs em Shangai, o Rave Now. Sevenn passou pela Ásia duas vezes em menos de seis meses. Já os Cat Dealers, da Nova — que, fundada há poucos meses, tem crescido rapidamente —, também foram para fora do país em 2018, assim como Vintage Culture, da Entourage, e Bruno Martini e FTampa, da Plusnetwork, já estão mais do que acostumados com grandes shows dentro e fora do Brasil.

Agências brasileiras mais relevantes do Spotify, em número de ouvintes no Spotify.

Todas essas outras agências trabalham em um formato “360 graus”, no qual os serviços prestados ao artista compreendem todo o fluxo de trabalho necessário para seu sucesso: desde o desenvolvimento, passando pelo planejamento estratégico até a logística, para que os DJs se apresentem no Brasil e no mundo. “Hoje somos reconhecidos no mercado internacional por ter com um casting variado e artistas de sucesso. E isso só é possível graças a um cuidadoso trabalho de curadoria artística somada a uma visão estratégica, sempre divida com toda a equipe”, explica Gabriel Lopes, diretor da Artist Factory, em contato com a Phouse.

“Como agência de bookings e management, procuramos estar à frente das mudanças, apontar tendências e promover caminhos para inovação neste mercado da música eletrônica, que está cada vez mais plural. Ter essa quantidade significativa de artistas no top 10 é gratificante e chancela o nosso trabalho e esforço diário”, conclui.

O cenário nacional está cada vez mais profissionalizado, e é bom ver uma grande quantidade de artistas em evidência, impulsionados pelo trabalho duro da turma dos bastidores. Com a visão de integrar todo um ecossistema produtivo em torno do artista, as agências prosseguem escalando sua importância e fazendo uso de seu tino de negócios para levar cada vez mais DJs ao sucesso. Estar atento às exigências, tanto do público quanto dos contratantes, é uma arte, e este é o ciclo atual do nosso mercado.

* Matheus Duarte é colaborador da Phouse.

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Alok no Multishow: DJ é convidado no programa de Tatá Werneck

No Instagram, o DJ adiantou diversas novidades importantes que devem ser abordadas na TV

Alok é a bola da vez do Lady Night, programa de entrevistas da atriz e comediante Tatá Werneck. O DJ estará acompanhado pela cantora Luísa Sonza, em episódio que irá para as telinhas nesta quinta-feira (13), a partir das 22h30, no Multishow.

Em um bate-papo descontraído, o astro brasileiro vai falar sobre sua carreira, alguns pontos de sua vida pessoal e também sobre um problema de saúde enfrentado recentemente, quando ele foi diagnosticado com Zika Vírus, devido à sua última viagem à África, e inclusive teve que encerrar seu set no Festival de Verão Salvador dez minutos antes, por não estar se sentindo bem.

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Em seu Stories do Instagram, o DJ já adiantou diversas novidades importantes que devem ser abordadas na telinha. Além de promover o lançamento de “Pray”, música com o cantor inglês Conor Maynard que chega amanhã, Alok aproveitou para tranquilizar os fãs sobre sua saúde. “Eu já tô bem melhor, só emagreci uns quatro quilos, mas faz parte. Essa é a segunda vez que eu pego o Zika Vírus, mas tá tudo bem já, tá? Vou ficar imune a isso aí na próxima viagem (risos)”, esclareceu.

Prova da melhora é que a agenda deste final de semana segue inabalada, com quatro shows: um fechado na sexta-feira; sábado com apresentações em Ortigueira, no Paraná, e no Rio de Janeiro; e domingo no Jundiaí Music Festival, em São Paulo.

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Ainda no Insta, o goiano revelou o status de suas aguardadas produções com as estrelas Iza e Anitta. “A Anitta gravou a voz pra mim na semana passada, e em breve trarei mais novidades para vocês […]. A música com a Iza já está pronta faz um tempinho, tá incrível, a Iza mandou muito bem”, afirmou.

O artista ainda mandou boas energias para Almirante, garoto que conheceu nessa sua última ida a Moçambique e está recebendo ajuda da ONG Fraternidade Sem Fronteiras por causa de um problema no olho.

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As novidades do seu Stories terminam com mais uma última notícia: um novo som que está sendo produzido com seu irmão Bhaskar juntamente aos Titãs, banda que já conta com mais de 30 anos de estrada. Segundo Alok, a parceria foi intermediada por Luciano Huck.

Recheado de música eletrônica, Lollapalooza Brasil solta o lineup de 2019

Tiësto, KSHMR, FISHER e o trio RÜFÜS DU SOL estão entre as atrações

O Lollapalooza acaba de divulgar o line de sua próxima edição brasileira, que rola entre os dias 05 e 07 de abril, no Autódromo de Interlagos. E ao lado dos headliners — Arctic Monkeys, Kendrick Lamar e os Tribalistas —, tem bastante artista de peso da música eletrônica anunciado!

Como previsto pelo Wonderland in Rave, Tiësto foi confirmado. Nada, porém, de Swedish House Mafia. Além do astro holandês, KSHMR, Dimitri Vegas & Like Mike, Steve Aoki, Don Diablo, FISHER, Kungs, GTAZHU, ODESZA e o trio RÜFÜS DU SOL são alguns dos principais nomes gringos do rolê.

Já o time de DJs nacionais traz Vintage Culture, Elekfantz, ILLUSIONIZE, Bhaskar, KVSH, Liu, Chemical Surf, Bruno Be, Groove Delight, Dashdot e Dubdogz com o Vitor Kley.

Junto com o anúncio, os ingressos viraram para o segundo lote. Confira o lineup completo:

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Romance e conceito: assista ao videoclipe de “Lovin’ You”

A collab entre Bhaskar, Alternative Kasual, Lowderz e Enkode ganhou seu próprio vídeo oficial

Lançada no final de outubro, a collab entre Bhaskar, Alternative Kasual, Lowderz e Enkode — “Lovin’ You” — ganhou agora seu próprio videoclipe. Dirigido por Lucas Batista e produzido por Bruno Barbosa, o vídeo é inteiramente focado na interação entre uma mulher e um homem (interpretados por Sophia Albuquerque e Gustavo Haeser), em uma pegada carnal, romântica e conceitual, como explica o próprio Bhaskar

“Tentamos ser o mais criativos possível usando o tema da música, que é o romance, mas queríamos fazer isso de uma forma conceitual, não clichê. ‘Lovin’ You’ é uma canção que navega muito bem entre o pop e o eletrônico, e até por isso o Spotify tá dando um suporte muito legal — em playlists internacionais, inclusive —, e estamos bem felizes com o resultado”, declarou o artista, em contato com a Phouse.

 

+ CLIQUE AQUI para saber mais sobre o single

Green Valley convoca seis atrações nacionais para o Réveillon 2019

Festa será na Estaleiro Guest House, na Praia do Estaleiro

O Green Valley já está com tudo bem encaminhado para celebrar mais uma virada na Estaleiro Guest House — casa que fica à beira-mar da Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú. A festa promete a mistura do branco, cor típica do ano novo, com a aura verde da popular casa catarinense.

Comandando o som, seis atrações brasileiras foram anunciadas: Bhaskar, o duo Jetlag, Doozie, RADIØMATIK, Breno Miranda e Aline Rocha. Além da música, o clube aposta no ambiente, no sistema all-inclusive (com bebida e comida à vontade) e nos efeitos visuais, com rajadas de CO2, luzes e decoração.

Os ingressos estão disponíveis pelo Ingresso Nacional. Já as reservas de meses e camarotes podem ser feitas pelos números (47) 9.9903-4303 (WhatsApp) e (47) 3360-8097, ou pelo e-mail reservas@gveventos.com.br.

+ Martin Garrix e Vintage Culture no Green Valley

Com Alternative Kasual, Lowderz e Enkode, Bhaskar lança “Lovin’ You”

Produtor explica como surgiu a collab e fala sobre seu papel na faixa

Nessa sexta-feira, 19, Bhaskar reapareceu com mais uma collab — desta vez fugindo um pouco da sua proposta mais recente de casar seus beats com artistas brasileiros de outras vertentes, retornando à sua sonoridade mais clássica.

Pela Austro Music, o produtor lançou “Lovin’ You”, resultado da parceria com dois nomes em ascensão no cenário nacional: o brasiliense Alternative Kasual e o duo carioca Lowderz. Além deles, o DJ, produtor, multi-instrumentista, cantor e compositor mineiro Enkode emprestou sua voz à canção.

Em contato com a Phouse, Bhaskar explicou como escolhe com quem produzir: “Geralmente eu miro em artistas com quem tenho sincronia e admiração. Sempre curti o trabalho do Alternative Kasual e o do Lowderz, e o Enkode eu conheci através desta música. Mas sou muito cabeça aberta pra receber ideias de artistas. Se a proposta, letra ou melodia mexerem comigo, eu entro na collab!”.

O artista também falou sobre seu papel na faixa. “Eu recebi ela com o arranjo já bem encaminhado. Senti que precisávamos alterar algumas partes do vocal e o drop — em que coloquei um bass bem parecido com o da ‘Infinito Particular’. Então entrei nesses pontos”, concluiu.

  

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Celebrando seu 5º ano, edição de Halloween da PUMP traz Alok a Manaus

Festa ainda terá Vegas, Doozie, Bhaskar e Bárbara Labres

A festa PUMP já virou referência na região Norte — sobretudo sua edição de Halloween, a PUMP Black Party. Promovido por Alok, que tem parceria de longa data com a produção, o evento chega agora à sua sexta edição em Manaus. O rolê será no dia 1º de novembro, na Praia do Tropical Hotel, às margens do Rio Negro.

Em 2018, a PUMP Enterteinment está conquistando uma marca importante: cinco anos de agito no Norte e no Nordeste do Brasil. No dia 31 de agosto, Manaus recebeu ILLUSIONIZE e Chapeleiro pra celebrar em grande estilo, e agora as comemorações se estendem ao Dia das Bruxas. A lista de atrações traz grandes nomes do cenário nacional: Vegas, Doozie, Bhaskar e Bárbara Labres — além, é claro, do próprio Alok.


“Todo ano procuramos entregar para o público amazonense o que tem de melhor, seja em estrutura, som e lineup com grandes nomes. Essa é a fórmula de sucesso dos nossos eventos”, declarou Bernard Teixeira, CEO da empresa, por meio da assessoria de imprensa. 

Atualmente no segundo lote, os ingressos custam a partir de R$ 50,00, mais taxas. Ainda há opção “Premium” e o camarote “PUMP Diamond”, que traz open bar de vodka, whisky, água, cerveja e refrigerante até as 04h. Os tickets podem ser comprados nas lojas parceiras em Manaus e pelo Ingresso Fly.

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Chilli Beans e MOB somam forças em novo cruzeiro de música eletrônica

Projeto funde as propostas do Navio Chilli Beans e do MOB Festival

Duas grandes marcas acostumadas a tocar cruzeiros temáticos estão com uma grande novidade. A Chilli Beans, que nos últimos anos realizou seis edições de seu chamado Navio Chilli Beans [antes Chilli Beans Fashion Cruise, que reunia a indústria da moda para uma espécie de conferência em alto mar, com direito a muita música], soma forças com a MOB, produtora dos irmãos Kiki e Juba Jacomino, que já realizou mais de 15 cruzeiros temáticos em dez anos — incluindo o MOB Festival, que percorria a costa brasileira com grandes DJs.

Assim como nas edições passadas do cruzeiro da Chilli Beans, o rolê será a bordo do Costa Favolosa, navio com capacidade para quatro mil pessoas, que sai de Santos e passa por Balneário Camboriú ou Búzios [ainda a ser definido], entre os dias 20 e 23 de março de 2019. Em contato com a Phouse, Juba explica que o contrato assinado prevê cinco edições, mas que a ideia é que continue por muito mais tempo.

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“Com a crise econômica e o dólar atingindo patamares altíssimos, tivemos que colocar o MOB Festival em pausa em 2014, até que neste ano nos unimos para um novo projeto que mesclaria a essência do MOB com a do navio Chilli Beans, trazendo sobre uma mesma plataforma o melhor destes dois cruzeiros”, diz. Assim, o Chilli MOB Cruise vai reunir a proposta de mesclar arte, moda e música com a forte pegada clubber do MOB Festival.

“A produção no navio será completamente diferente, vai ser muito maior. Outra novidade, que nenhum dos dois projetos tinham, é a presença de dois palcos funcionando ao mesmo tempo”, continua Juba, referindo-se ao MOB Stage e o Chilli Stage. O primeiro será focado em uma pegada eletrônica mais mainstream: Vintage Culture, Chemical Surf, Cat DealersGabriel Boni, KVSH, Bhaskar, Dubdogz, Dashdot, Bruno Be, JØRD, Doozie, Radiomatik, RDT, Barja, Rodrigo Vieira, Junior_C e os gringos Croatia Squad [Suíça] e Ashibah [Dinamarca] são os nomes já confirmados. Segundo o empresário, mais duas atrações internacionais e “duas ou três” nacionais ainda serão anunciadas.

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Já o Chilli Stage vai ser mais eclético e alternativo. A programação, que ainda não tem muitas atrações fechadas, inclui nomes de música brasileira, pop e também uma festa eletrônica, juntando a galera dos coletivos underground de São Paulo. Os DJs L_cio e Tessuto — este, inclusive, é curador da festa — já estão confirmados.

Logo, ao menos dois grandes públicos são esperados: os frequentadores do Navio Chilli Beans terão a partir de 2019 uma versão tunada e mais musical do seu evento, enquanto os fãs de música eletrônica também vão se sentir em casa. Ainda assim, Juba revela que há negociações para resgatar o MOB Festival, possivelmente em dois ou três anos.

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“Existe esse desejo de voltar com o festival, mas não tem previsão. Talvez volte de forma repaginada, até com outro nome, inclusive com parceria de um selo internacional bem grande. Assim, a gente vai tentar levar as coisas pra dois extremos diferentes: o Chilli MOB como uma parte mais comercial, e, quando o MOB Festival voltar, será numa linha não restritiva, mas menos mainstream”, conclui.

As programações das partes de moda e arte do Chilli MOB Festival ainda não foram reveladas. Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 10h desta quarta-feira, 19, através do site oficial. E é bom ficar esperto: de acordo com o Juba, o primeiro lote [a partir de R$ 1.290,00 mais taxas] deve se esgotar rapidinho.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

Bhaskar colabora com Hungria Hip Hop em “Abraço Forte”

Produtor segue inovando em colaborações com artistas de outros gêneros

Bhaskar segue sua saga de inovar em colaborações com músicos brasileiros de diferentes estilos. Depois de produzir música para nomes como 3030, Silva e Anitta, o DJ e produtor se juntou agora com o rapper Hungria Hip Hop em “Abraço Forte”.

Lançada hoje pela Austro Music, a faixa vem com um videoclipe marcado por uma bela fotografia, que traz os artistas interagindo com projetos sociais apoiados por ambos, em Brasília e Ceilândia. Diferentemente da collab com o 3030, “Abraço Forte” não traz elementos do rap, mas de uma canção pop com o toque houseiro característico de Bhaskar.

“Eu e o Hungria temos linguagens bem diferentes”, explica o goiâno através de sua assessoria de imprensa. “Um dia, em um evento na casa do empresário dele, ele começou a cantar algumas músicas, e uma delas foi ‘Abraço Forte’. Eu achei incrível. O próprio Hungria tomou a iniciativa e deu a ideia de trabalharmos nela juntos. Ele me encaminhou um áudio gravado no celular, apenas com voz e violão, e eu trabalhei em cima disso.”

O cantor brasiliense também deu o seu depoimento sobre a parceria: “Foi uma experiência nova para mim, mas rolou uma energia muito forte desde o primeiro dia que paramos no estúdio para compartilhar nosso som. Fiquei muito feliz com o resultado porque além de uma música top ganhei um novo amigo! Somou tudo”.

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Conquistando a Ásia: DJs brasileiros falam sobre o novo polo da música eletrônica

Na elegância, Bhaskar remixa música de Silva e Anitta

O remix conserva a beleza de “Fica Tudo Bem” enquanto a torna dançante

“Fica Tudo Bem”, dueto de Silva com Anitta lançado em junho pela Sony, ganhou hoje um remix do Bhaskar, via Austro Music.

Na elegância, o DJ e produtor brasileiro conservou a vibe de bossa nova da canção original, aproveitando para colocar uma batida 4×4 bem marcada. Assim, o remix de “Fica Tudo Bem” é belo, calmo e dançante ao mesmo tempo.

Esta não é a primeira vez que o Bhaskar remixa uma música do Silva — basta lembrar do remix de “Infinito Particular”, que alçou o produtor a outro patamar em sua carreira.

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Conquistando a Ásia: DJs brasileiros falam sobre o novo polo da música eletrônica

Bhaskar, Liu, FELGUK e Cat Dealers relatam suas experiências no continente
* Com a colaboração, revisão e edição de Flávio Lerner

Quando falamos de dance music no contexto internacional, os primeiros destinos que vêm na nossa cabeça são Europa e Estados Unidos. Não se iluda; este é apenas mais um reflexo da influência musical e cultural que esses lugares têm sobre nós. A verdade é que o novo oásis da indústria da música eletrônica está bem mais longe do que imaginamos: na Ásia. E é pensando nisso que não só os Top DJs mundiais como também os brasileiros estão se aventurando em terras orientais e fazendo muito sucesso.

Que a Ásia vem roubando a atenção do mercado não é de hoje. É evidente que o continente proporciona condições ideais para realização de festivais, por exemplo. Se avaliarmos o clima, o público, as paisagens e o custo, fica fácil saber o porquê. Ainda em 2015, o CGA Strategy divulgou um ranking dos 250 melhores festivais do planeta, e a Ásia, com apenas dez concorrentes, emplacou cinco: o Sunburn, na Índia; o Zoukout, em Singapura; e Clockenflap e Storm Electronic Festival, na China. De lá pra cá, a cena só cresceu.

Sabendo da mina de ouro que se tornou o “mundo oriental”, os nossos DJs também resolveram desbravar o continente. Alok, FELGUK, Cat Dealers, Sevenn, Liu, Bhaskar, D-Stroyer, Gaby Endo, Wav3motion, Renato Cohen, Gui Boratto e André Pulse são alguns dos que se destacam nessa aventura, e a Phouse entrevistou alguns dessa lista que só aumenta.

Ásia
Foto: Divulgação

Neste sábado, dia 04, a label UP Club desembarca no Half Moon Festival, em Koh Phangan, Tailândia. O showcase do selo de Alok vai levar muita brasilidade consigo com Liu, Bhaskar, Shapeless, Ekanta, Logica (antigo projeto de Bhaskar e Alok) e o Tripical (o único artista que não é brasileiro) fechando o line. Alok já deixou suas marcas no Oriente, e é visto como um dos nomes que “puxaram o carro” para os seus colegas terem mais espaço no outro lado do planeta. O DJ mais popular do Brasil faz várias turnês no continente asiático desde 2016, tocando em países como China, Indonésia, Vietnã e Filipinas.

Seu irmão, Bhaskar, também tem experiência no continente. O DJ já tocou no SKY Garden, em Bali, no 1900 Le Theatre, no Vietnã, além do próprio Half Moon Festival, e nos contou sobre suas impressões. “[Os asiáticos são] Um povo muito evoluído mentalmente. O que sinto é que é mais difícil perder a pista na Ásia. Todos estão super envolvidos do começo ao fim da apresentação, e parecem não se cansar nunca!”, explica o DJ. O artista comentou também sobre as limitações da cena e sua crescente evolução. “Como a música eletrônica não tem barreiras, era de se esperar que chegasse aqui [na Ásia], e esse crescimento tem sido constante. Cada vez que eu volto eu noto a diferença. A única parte chata é que vários clubs têm limites de horários bem restritos, então se torna difícil fazer sets mais longos.”

Já o jovem Liu, que inclusive tem descendência chinesa, está chegando agora na cena oriental, e entende que o mercado asiático é promissor. “A Ásia é um dos maiores novos polos de música eletrônica do mundo, pois é um continente massivamente populoso e que está em constante expansão econômica”, argumentou. Ele defendeu ainda o “up” que tocar no continente pode dar na carreira.

“Acredito que exista uma grande relevância e respeito na carreira dos artistas em atingirem a Ásia, já que é um mercado fechado e difícil de chegar”. Liu revelou que já foi até convidado para participar de um reality show sobre DJs na China. “Foi uma grande honra em saber que represento os DJs chineses no Ocidente. Não sei se vou poder participar devido às minhas datas no Brasil”. O garoto toca nesta semana em dois showcases da UP Club (Vietnã, no dia 03, e Tailândia, no dia 04).

Os caras do Sevenn também podem ser considerados parte dessa história. Americanos de nascimento, mas brazucas de coração, os dois têm a maior parte da sua agenda hoje em dia voltada para o nosso país, sendo inclusive representados pela Artist Factory — agência de São Paulo que cuida da carreira de muitos dos nomes aqui citados. O Sevenn está com uma turnê recheada de destinos asiáticos para 2018. Só neste mês de agosto eles vão tocar no Japão, na Índia, na Tailândia e na Coreia no Sul. A Phouse tentou contato com o duo e o Alok para mais detalhes de suas experiências orientais, mas não recebemos resposta até o fechamento desta matéria.

Enquanto para uns a Ásia ainda parece ser “outro planeta”, para outros ela já faz parte da vida profissional. É o caso do FELGUK. Os brasileiros já tocam por lá há quatro anos, e revelaram pra gente que a presença eletrônica no continente só cresce. “Quando falamos da Ásia, falamos da maior população do mundo, a velocidade com que a música eletrônica cresce lá é impressionante. Os menores festivais são quase do tamanho dos maiores daqui. Acredito que nos próximos anos a Ásia será o novo polo da música eletrônica, se já não é”, comentam.

Os dois acrescentam que antes deles, o Wrecked Machines, antigo projeto do Gabe, já havia passado por lá. Ainda segundo os DJs, a vertente mais popular era o psytrance, e a maioria das festas e festivais aconteciam no Japão. Outra característica de destaque no cenário asiático de dance music é a estrutura. “São extremamente inovadores quando o assunto é produção de eventos. Os níveis de produção e tecnologia usados nos clubs e festivais, é de ficar de boca aberta”, lembrou o duo, que já tocou no M2 Club, em Shanghai, e V2Tokyo, no Japão.

“A música como um todo, inclusive a EDM, tem a capacidade de unir as pessoas, independentemente da cultura, do credo e da filosofia” — FELGUK.

Outra dupla que chegou na empreitada oriental recentemente é o Cat Dealers, cujos integrantes destacaram que grande parte da cena de lá é influenciada por padrões ocidentais. “O Top 100 da DJ Mag é bastante influente entre o público asiático. Vários países do continente têm acesso restrito a sites e redes sociais ocidentais, portanto países como a China usam o ranking para saber quem são os DJs em alta pelo mundo”, disseram, indo ao encontro da carta aberta ao público que 3LAU escreveu sobre a relação entre o Top 100 e a Ásia, em 2016.

Para os Dealers, a chegada ao continente asiático também foi proporcionada pela popularização de uma de suas produções mais recentes. Eles revelaram que “depois de ‘Sunshine’, que fez bastante sucesso na Rússia”, foi possível pôr a Ásia na agenda. A turnê incluiu shows na China, Hong Kong, Vietnã e Coreia do Sul, em julho deste ano. Apesar do crescimento do mercado, eles confessam que chegar na Ásia ainda é um “feito inusitado” para alguns. “Os outros DJs sempre nos perguntam como são os detalhes, como é a vibe do público, como são os clubs… Rola curiosidade demais, parece que fomos tocar na Lua”, brincam.

Os números não mentem: tanto os exemplos da exportação dos nossos DJs quanto as pesquisas evidenciam a Ásia como um potente mercado para o setor. Divulgado em maio, o IMS Business Report 2018 já tinha apontado a música eletrônica como o gênero que mais cresceu em popularidade no continente. O estudo revela que 64% da China e do Taiwan escutam dance music, chegando a 74% na Coreia do Sul. Dá pra apostar, então, que vai ter muito DJ indo pra lá nos próximos anos — e, tomara, cada vez mais brasileiros espalhando a sua arte.

Nayara Storquio é redatora da Phouse.

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Escute o remix de Nato Medrado para “Memories of You”, do Bhaskar

Faixa foi lançada pela Austro Music

* Por Manoel Cirilo

Nato Medrado figura entre os maiores nomes do atual cenário eletrônico brasileiro. Após uma década levando para as pistas seu som underground, contraposto pela leveza de instrumentos de corda, característicos de sua identidade musical, o DJ iniciou em 2016 uma caminhada por nuances sonoras mais comerciais, flertando com o pop e a house music.

Não é fácil para um artista assumir um redirecionamento dessa proporção em sua carreira, especialmente em um mercado difícil como o da música eletrônica e quando se tem uma carreira tão sólida quanto a que Nato possui. Ao mesmo tempo, esse processo permite a ele revelar novas camadas de seu talento e deixa claro sua habilidade de flutuar por diferentes sonoridades, sem perder a coerência com o trabalho realizado desde o início de sua carreira.

Para escrever um novo capítulo dentro de sua nova identidade musical, Nato lançou um remix para a faixa “Memories of You”, de Bhaskar com Yves Paquet, lançada em 2017. O talento musical que corre pelas veias do goiano combinado à perfeita maestria que Medrado possui em estúdio só poderia resultar em algo elaborado e agradável aos ouvidos.

A gravadora que assina o remix é a Austro Music, que lançou recentemente sua primeira coletânea do projeto “La Femme”. Desde que iniciou seu movimento em busca de uma sonoridade que fosse capaz de chegar a uma fatia maior do público brasileiro, Nato tem colaborado constantemente com a Austro e é um dos principais nomes lançados pela label. Ouça a faixa na íntegra:

* Manoel Cirilo é colaborador da Phouse.

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Bhaskar e MOJJO remixam faixa de Lost Frequencies com James Blunt

Remix foi lançado em novo EP para “Melody”

Na última sexta-feira, “Melody” — canção de Lost Frequencies com o James Blunt, lançada em abril — ganhou um novo EP de remixes pela Found Frequencies. Entre produções de TRINIX, Ellis, VAN DUO e FREY, uma dupla brasileira se destaca: Bhaskar e MOJJO.

Os dois (que já haviam lançado um rework para a clássica “What Else is There”, do Röyksopp) se juntaram em uma nova collab para acrescentar um pouco de future bass e brazilian bass ao single, conservando grande parte do violão e dos vocais característicos de Blunt. Escute o EP completo:

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“Manhã de Sol” junta o produtor com o bem-sucedido trio carioca

Bhaskar ousou e se juntou ao grupo de rap 3030 para produzir sua nova música. “Manhã de Sol” saiu na última sexta, via Austro Music, e junta os beats do goiano com os vocais do trio carioca em uma espécie de chill trap.

Segundo a Austro, esta é a primeira letra composta por Bhaskar em sua carreira, bem como a primeira vez que o 3030, que já está na ativa há dez anos, trabalha com um produtor de dance music. “Eu mandei mensagem [no Instagram] falando sobre a minha admiração em relação ao trabalho deles, e começamos a conversar sobre fazer algo juntos”, conta o DJ, em release de imprensa. “Nosso país é muito eclético, e, ao juntar gêneros, motivamos uma curiosidade de saber como ficou o resultado. Essa união de estilos ajuda o mercado a crescer como um todo e faz com que a gente saia da mesmice.”

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LK, que forma o trio junto com Rod e Bruno Chelles, também comentou sobre a parceria. “Muito legal ele ter convidado a gente, estamos amarradões. Curtimos o som e conseguimos achar uma vibe que unia a cara dos dois universos. Gostamos do trabalho dele e esperamos as próximas parcerias que virão.” Um videoclipe com participação de Raissa Santana, Miss Brasil 2016, deve ser lançado em breve.

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Em vídeos curtos, DJ traz curiosidades sobre sua carreira

Depois de pintar com a série “Fórmula”, em que mostra em vídeo os bastidores da criação de suas collabs, Bhaskar vem desenvolvendo um novo vlog. Chamada “Extended”, a nova minissérie traz curiosidades gerais sobre sua carreira em vídeos mais curtinhos, com histórias não apenas sobre suas produções, mas também sobre as turnês e momentos inusitados da sua trajetória.

O primeiro episódio, lançado no final de abril, trouxe cinco curiosidades sobre seu remix para “Infinito Particular”, do Silva — música que o próprio artista considera como divisora de águas em sua carreira. Já no segundo, publicado na semana passada, Bhaskar conta sobre três momentos engraçados que passou em todos esses anos como DJ. Confira:

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Festa Acapulco traz Yves V e astros nacionais em sua 8ª edição

Evento promete noite lúdica em Ribeirão Preto

No dia 26 de maio (sábado), Ribeirão Preto, em São Paulo, vai receber a oitava edição da Festa Acapulco. Conhecido como um festival de música eletrônica e pop, o evento rola anualmente desde 2011 para cerca de cinco mil pessoas, trazendo para a cidade o seu conceito de originalidade e inovação.

O nome “Acapulco” não é uma homenagem à praia mexicana, mas inspirado na planta de ébano homônima, que é conhecida pelo seu poder de cura. Assim, “a essência do festival é criar a melhor experiência imersiva, que conecte as pessoas aos seus maiores sentimentos, trazendo a cura para a rotina, renovando-se de amor,energia, frescor, paz, alegria e felicidade”, conforme o release de imprensa.

“O festival foi criado por Davi Rodrigues, em 2008, e nasceu para romper as estruturas das festas na cidade. Davi trouxe o melhor da cena nacional para Ribeirão Preto numa época em que a região não explorava todo o seu potencial cultural​”, conta a assessora Camila Rosa, em contato com a Phouse.

Neste ano, através do tema “Night and Lights”, a festa traz Yves V, Bhaskar, Cat Dealers, Chemical Surf, Kiko Franco, Dubdogz, Samhara e Nego do Borel como atrações. Além deles, a produção promete muita “inovação tecnológica e cultural”, além de surpresas para os frequentadores, em uma noite lúdica, cheia de fantasias. A produção é da Cloud9 Eventos, em parceria com a Tim Eventos. Você pode conferir mais informações no site oficial.

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Crianças prodígio costumam chamar a atenção no meio da música eletrônica pelo fator inusitado: ainda não é comum vermos gente tão nova discotecando profissionalmente, por razões óbvias que vão do fator ambiente [quase sempre mais adulto] à própria inserção no mercado de trabalho — passando ainda pelo fato de que um bom DJ requer uma boa bagagem musical, que por sua vez exige tempo de conhecimento e maturação.

Mas talvez o futuro breve nos reserve mais crianças que se destacam no ofício. Décadas após o A-Trak vencer o DMC, e poucos anos depois do “fenômeno” Arch Jnr, que ganhou reality na África com apenas três anos de idade — e que, vamos ser honestos, não parecia ter muita noção do estava rolando —, temos no Brasil mais um caso recente que vem atraindo cada vez mais olhares em uma velocidade impressionante: Rebecca Rangel, mais conhecida como DJ Rivkah [seu nome de batismo em hebraico].

Foto: Divulgação

A menina nasceu na Noruega, onde viveu até os seis anos de idade, mas tem cidadania brasileira e francesa, e hoje mora em Brasília com a mãe e o padrasto — “o maior incentivador e patrocinador de toda essa história”, segundo a mãe de Rebecca. Assim, com apenas dez anos, desde que decidiu abraçar de corpo e a alma essa carreira, vem chamando a atenção em eventos não só em sua cidade: no BRMC, que rolou nessa última semana, em São Paulo, Rivkah parecia onipresente, podendo ser vista a toda hora pelas salas em que se realizavam os painéis e circulando pelas áreas de lounge.

“A Rivkah sempre gostou muito de música, e já teve aulas de violino e teclado antes de virmos morar em Brasília. Desde os quatro anos ela já tinha música eletrônica no celular, em vez de músicas infantis. Ouvia muito Swedish House Mafia e Tiësto“, conta a orgulhosa mãe Valesca Rangel — constantemente presente ao lado da filha — em depoimento à Phouse. “Ela sempre pediu para ser DJ, e no ano passado eu a matriculei em um curso e acompanhei diariamente nas aulas. Um curso que duraria três meses ela terminou em apenas um!”

Na Praia, em Brasília, foi onde a Rivkah começou a chamar atenção

Logo, a menina já atraiu um dos tutores do curso, o DJ Sony, e ganhou a chance de tocar em um evento chamado “Na Praia”, que rolou entre junho e setembro, durante os finais de semana, na capital federal. “O DJ Sony deu a chance de a Rivkah tocar em um domingo à tarde, em um palco menor, e logo na primeira apresentação o espaço lotou. Rapidamente, foram muitas matérias em jornais e sites de Brasília. Ela explodiu rapidamente”, segue contando Valesca, que destaca que a filha já tem agenda fechada até outubro.

De fato, em conjunto com um trabalho forte de assessoria de imprensa, a menina saiu em diversas reportagens, de jornais locais a jornais do SBT. Assim, a família tratou de cuidar dos trâmites para que ela pudesse trabalhar legalmente, sempre com a presença de um adulto responsável — e Valesca não vê qualquer possibilidade da infância da filha ser prejudicada. “Fomos orientados pelo Conselho Tutelar a pedir um alvará na Vara da Infância, e assim foi feito. A Rivkah toca, se apresenta, mas não deixou de ser criança. Ela tem uma coleção de bonecas que é aumentada pelo menos duas vezes por ano, e gastamos com as bonecas talvez mais do que com equipamentos. Apesar de estar saindo enquanto as amigas estão ficando em casa, a maioria delas já está se relacionando com meninos, e a Rebecca nem pensa nisso ainda. Ela é madura para exercer seu dom, mas ainda é criança e se diverte como tal. A prioridade para ela é a escola, e ela está muito bem amparada psicologicamente.”

Foto: Divulgação

O fato de o ambiente da música eletrônica estar normalmente associado a uma embalagem mais adulta [noite, bebidas, drogas, sexo…] também não preocupa. “Para mim, a música eletrônica nunca remeteu a bebidas, drogas ou sexo, pois eu nunca bebi e sempre frequentei festas, raves e shows. Sou capaz de virar a noite sendo a pessoa mais feliz da festa bebendo Coca-Cola Zero (risos)! O primeiro evento em que a Rivkah participou foi o Na Praia, que tem um clima maravilhoso e muito familiar. Vende-se bebida da mesma forma que se vende bebida em qualquer praia brasileira. Os demais, em sua maioria, foram sunsets com censura livre em beach clubs, ou eventos em lojas, para famílias”, segue Valesca.

“Quando o evento é mais tarde, ela não tem contato com o público, a entrada de artista é diferenciada e ela fica em camarim ou área reservada. Quando não se apresenta, vamos em outros programas e assistimos com ela a atrações diversas. Na maioria das vezes, estamos no backstage ou camarote, que são ambientes mais reservados. Temos uma relação muito próxima, eu e ela, e a Rebecca realmente segue o dom de sua personalidade. Alok e Bhaskar cresceram dentro de festas rave, e quem conhece sabe que são muito bem criados e muito educados, de personalidade e caráter indiscutíveis.”

A dupla, aliás, é uma das maiores referências da garota, que cita o brazilian bass e o trance como suas principais vertentes. Outros nomes citados são Sevenn, Chemical Surf, Vintage Culture, JetLag, Capital Monkey, Skazi, Chapeleiro e Astrix — além de Guga Guizelini, do Make U Sweat, que a tem ajudado com dicas de produção musical. “Conhecer a Rivkah foi uma grata surpresa. Ela é super cativante, e não é apenas uma criança que gosta de música e de DJs — ela realmente sabe tocar, e bem! Tem presença de palco e arranca olhares surpresos o tempo inteiro! Certeza que se ela continuar apaixonada pelo que faz, tem um futuro brilhante pela frente”, afirmou o DJ.

Agora, a Rivkah quer ir ainda mais longe: depois de aulas de produção com Guga e outros nomes do cenário brasileiro, está finalizando a masterização de suas primeiras músicas, feitas em parceria com artistas de Brasília: uma collab com o DJ e produtor Icy Sasaki e uma canção com letra e voz de Babi Ceresa. A família já a está rotulando como a produtora mais nova do mundo, e pretende pleitear oficialmente esse título. “A assessoria dela e eu estamos preparando todas as evidências para requerer a quebra de recorde no Guinness, pois lá o produtor mais jovem do mundo é um menino de 12 anos”, complementa a mãe.

Com Guga Guizelini. Foto: Divulgação

Ainda é muito, muito cedo para saber se todo o hype em cima da menina irá se confirmar, e se ela de fato irá se tornar um big name nacional — ou mesmo se vai seguir a carreira como DJ e produtora depois de adulta. A essa altura, o que realmente importa é que Rebecca Rangel se divirta, sem muito compromisso.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Alok, Bhaskar, Jetlag e André Sarate lançam releitura de “Bella Ciao”

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A antiga canção italiana “Bella Ciao”, que se tornou muito popular nos últimos tempos graças à série La Casa de Papel, é outra das músicas da série que vem ganhando diversos remixes por aí. Nessa última sexta-feira (04), foi a vez de uma releitura lançada com toda a pompa pela Spinnin’ Records, em collab entre Alok, Bhaskar, Jetlag e o produtor gaúcho André Sarate.

Confira o resultado dessa parceria:

Recentemente, Alok e o Jetlag também tinham soltado um remix para a música tema do seriado, “My Life is Going On”, com o HOT-Q e o WADD.

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