DJs geriátricos: veja como seriam seus artistas favoritos na velhice

Selecionamos 45 expoentes do cenário nacional pra entrar na brincadeira do FaceApp

Sim, nós também entramos na onda do FaceApp pra conferir como ficariam alguns dos expoentes do cenário eletrônico brasileiro depois de o tempo agir sobre eles, as rugas aparecerem e os cabelos descolorirem.

Como alguns dos DJs já tinham compartilhado suas próprias fotos envelhecidos nas suas redes, usamos essas que já tinham sido criadas (divulgadas na legenda como “Reprodução”), enquanto criamos várias outras.

O desafio agora é tentar não rir:

BÔNUS: DJ André Marques na terceira idade mandando aquele ao vivo!

Foto: FaceApp/Phouse
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Tech house: a nova menina dos olhos do cenário eletrônico brasileiro

Uma análise sobre a ascensão do estilo nos últimos anos

Edição de fevereiro da Mov.E Foto: Strp Denilson/Divulgação

* Por Rafa Ribeiro
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Em 2018, pudemos notar nos eventos de música eletrônica brasileiros, principalmente em São Paulo, o declínio do brazilian bass e a ascensão de outra vertente: o tech house. Cada vez mais vemos DJs migrando de um estilo para o outro, inclusive adaptando suas tracks antigas em remixes e mashups para um lado mais tech houseiro. Essa tendência tomou conta da sonoridade das festas e não parou de crescer.

A popularização do estilo é nítida ao observarmos que eventos que aderem a ele estão tendo grande aceitação. Somente no ano passado, vimos grandes festivais nacionais fazendo essa troca. Se compararmos, por exemplo, as edições de 2017 e 2018 da Só Track Boa na capital paulista, a mudança foi gritante, impulsionada pelos headliners internacionais FISHER e Chris Lake.

Mas, não se engane em achar que isso surgiu do nada. O tech house é consolidado há anos na gringa, com grandes nomes como Green Velvet, Jamie Jones, Hot Since 82 e Patrick Topping, apenas para citar alguns. Aqui no Brasil, também temos diversos representantes de qualidade, como Dakar, GIOC, Gorkiz, Fancy Inc, Hippocoon, Rafael Carvalho, André Gazolla e Puka, entre outros — produtores que já vinham apostando anteriormente no estilo, e que hoje são verdadeiros mestres. Agora, eles ganham cada vez mais espaço.

“Há uns seis anos, eu produzia nu disco, que estava em alta, mas, quando chegava para tocar, acabava no tech house, pois era bem aceito nas pistas de dança — deixando, assim, minhas tracks de lado. Então, em 2014 dei uma repaginada nas minhas produções e no meu projeto como um todo, e passei a produzir tech house. Foi difícil começar praticamente do zero, mas estou feliz desde então. Acredito muito no gênero, que sempre foi forte lá fora, e fico contente que está crescendo no Brasil”, comenta Dakar, em contato com a reportagem.

Tech house
Dakar tocando na elrow. Foto: Reprodução

O crescimento é também uma tendência mundial, haja vista que o estilo ganha cada vez mais espaço em festivais comerciais como o Tomorrowland na Bélgica e as residências nos clubes de Ibiza. Um ótimo exemplo que podemos citar é o mais novo projeto paralelo de David Guetta, o Jack Back, lançado no ano passado.

Podemos dizer que um dos grandes responsáveis — senão o maior — por esse estopim foi o próprio DJ australiano FISHER. Desde seu primeiro EP, Oi Oi, lançado pela gravadora Dirtybird no fim de 2017, suas tracks “Stop It” e “Ya Didn’t” bombaram nas pistas do mundo inteiro. Mas o sinal mais forte de que isso era só o começo veio com o single “Losing It”. Em poucos dias, a track tomou conta do mundo e foi a mais tocada pelos DJs durante o Tomorrowland.

You Little Beauty
O australiano FISHER agitou o mundo com “Losing It”. Foto: Reprodução

No Brasil, a tendência foi confirmada por alguns dos maiores expoentes do mercado, o que pôde ser observado das novas tracks de Vintage Culture e dos recentes sets do Cat Dealers ao novo projeto de Raul Mendes, o Pirate Snake — e claro, sem deixar de citar os garotos do Evokings, que migraram no momento certo e souberam surfar a nova onda. A nossa nova realidade é que os filhos da EDM agora curtem tech house.

Outro bom exemplo é o menino do “prato que voa”, Pleight (antes conhecido como Banzoli). O projeto comandado por Eduardo Banzoli, de apenas 23 anos, chamou a atenção de artistas nacionais e internacionais com suas produções, inclusive da gravadora LouLou Records, por onde conseguiu lançar seu EP This B, e do portal gringo Your EDM.

O impacto gerado por todo esse rearranjo no cenário nacional, evidentemente, também se reflete na chegada de novos eventos voltados ao tech house. O expressivo crescimento da festa espanhola elrow aqui no país, depois do absoluto sucesso da primeira edição (organizada pela Plusnetwork em dezembro de 2017), e a sua chegada ao Laroc Club em junho de 2018, com sold out em menos de duas horas para o seu retorno marcado para o próximo dia 13, comprova a adesão ao ritmo.

“Não acredito que seja um crescimento por si só, pois a cena de tech house sempre existiu. É mais um ciclo dela, num momento em que se tem uma maior oferta de eventos que não necessariamente reflete um aumento do público consumidor desse estilo”, afirmou Mario Sergio de Albuquerque, sócio do Laroc. “Não vejo um festival de 20 mil pessoas lotado por causa desse gênero, mas pode-se ver um público flutuante e curioso que busca novos sons. Mas a base disso sempre existiu. Essa maior oferta gera essa possível evidência da vertente e a atenção de novos adeptos. Porém, nossa indústria só tem a ganhar com tudo isso!”, concluiu.

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Outro evento que sempre acreditou nesta linha de som e já segue para sua oitava edição é a festa paulista Mov.E, que aposta em promessas da cena nacional e headliners de respeito. Sua próxima edição, que acontece neste sábado, dia 06, no Espaço Modular em São Bernardo do Campo, promete atrair muitos novos curiosos do tech house com seu lineup de respeito: o dinamarquês Noir, juntamente com o colombiano Kamilo Sanclemente e os brazucas Dakar, Guss, Spuri, Binaryh, Leo Diniz e Dhar Cad (você pode saber mais sobre a festa aqui).

O produtor da Mov.E, Vitor Takiishi, também compartilhou conosco a sua visão: “Acredito que a musica eletrônica é cíclica e precisa constantemente se reinventar. Vejo o mercado mainstream um pouco conturbado no momento, o que abre as portas para novas sonoridades. O tech house sempre esteve aí. A Mov.E surgiu em 2017, ano em que o som do FISHER começou a se popularizar.

O sucesso na pista era nítido e até atingiu o mercado mais comercial — não tinha como não apostar na vertente, até porque é impossível não dançar com ela. Para esta edição, teremos o Dakar comandando essa linha, seguido por Leo Diniz, uma grande aposta que já está deixando sua marca no cenário paulistano”, declarou.

O movimento do tech house no Brasil é uma tendência que parece não ter data de validade. Seria esta a nova bolha do mercado de música eletrônica nacional?

Brazilian bass made in Russia? Swanky Tunes explica reverência ao som brasileiro

Swanky Tunes lançou música pela brasileira HUB Records

O projeto russo Swanky Tunes lançou no último dia 31 sua mais recente produção, “Take Me Away”, pela HUB Records. O trio de DJs ganhou destaque internacional dentro do seu nicho na época em que a EDM estava em alta, e agora, com essa nova track, ele apresenta uma pegada mais próxima ao brazilian bass, linha que já influencia artistas do mundo todo.

“O som da house brasileira é um pouco diferente de qualquer outra coisa e nós realmente amamos”, disseram os artistas, em contato com a Phouse. “Para ‘Take Me Away’, decidimos combinar o drop da bass house contemporânea com a house clássica.” A música está recebendo um feedback bastante positivo, e já ganhou suporte de DJs como Nicky Romero, Fedde Le Grand, Promise Land, Yves V e Bingo Players.

Formado por Vadim Shpak, Dmitry Buykin e Stanislav Zaytsev, o Swanky Tunes já lançou com grandes nomes, como R3HAB, Kaskade e Tiësto. Além disso, tocou em alguns dos maiores festivais de música eletrônica do mundo, entre eles, Tomorrowland, Ultra Miami, Electric Daisy Carnival e Electric Zoo, e teve sua música “Here We Go” escolhida para estar na trilha sonora do filme Velozes e Furiosos 6, sendo um nome de grande relevância dentro do cenário eletrônico.

O trio russo já teve músicas lançadas por algumas das maiores gravadoras do meio, como Spinnin’ Records, Armada Music, Musical Freedom e Ultra Music. Para a pegada brasileira de “Take Me Away”, nada melhor que uma das grandes labels do país, e por isso a escolhida da vez foi a HUB Records.

“O mercado brasileiro no momento é muito grande e a house music é muito popular no país, então a primeira coisa que nos ocorreu foi: ‘pensar globalmente, agir localmente’. Por isso escolhemos trabalhar com a HUB Records”, complementaram.

O trio, entretanto, não foi o primeiro artista internacional a lançar música com sonoridade influenciada pelo brazilian bass: Cristian Marchi, com Luis Rodriguez, e MorganJ já produziram tracks — também pela HUB — na mesma pegada, mas o caso mais notável é o de Tiësto, em “Grapevine” e “Boom” (com o Sevenn).

O alcance do gênero também é perceptível pelo sucesso das faixas do Cat Dealers pelo mundo, que cada vez ganha mais reconhecimento e com quem o trio russo já demonstrou interesse em fazer uma collab. Além disso, a Spinnin’ Records tem uma playlist no Spotify chamada Brazilian Bass, totalmente dedicada ao gênero.

“Foi uma surpresa dupla receber o email com o demo de ‘Take Me Away’ do Swanky Tunes, tanto pelo fato de ser um artista de grande reconhecimento na cena eletrônica mundial, quanto por ser uma faixa com enorme influência do brazilian bass”, contou à reportagem Felippe Senne, diretor e A&R da HUB Records.

Single de Cat Dealers, Bruno Martini e Joy Corporation ganha clipe conceitual

“Gone Too Long” traz os Dealers e a dançarina Pam de Brito como protagonistas

Lançada em janeiro pela HUB Records, “Gone Too Long”, collab feita entre os Cat Dealers, o Bruno Martini e o Joy Corporation, ganhou agora um videoclipe super artístico e conceitual.

O vídeo é protagonizado por Lugui e Pedrão, que, em dois cenários diferentes, parecem estar em uma espécie de transe, hipnotizados pelos movimentos sensuais da dançaria Pam de Brito. Perto do final, o mineiro Joy Corporation entra em cena.

Segundo release de imprensa, o clipe foi inspirado pelo trabalho do fotógrafo surrealista Kyle Thompson. Gravado em uma antiga fazendo em Osasco, e dirigido por Philippe Noguchi, a proposta foi justamente a de realizar uma obra mais artística e subjetiva, aberta para inúmeras interpretações.

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“Antes mesmo de lançarmos a música, sabíamos que queríamos fazer um vídeo para ela que fosse diferente de tudo o que já fizemos. A ideia era fazer algo mais artístico, sem uma história linear, que pudesse ter um significado único para cada pessoa que a assistisse”, contaram os Cat Dealers, através do comunicado.

“Acabamos conhecendo o trabalho do Phillipe Noguchi, e ele nos mandou um roteiro que achamos completamente insano (risos), mas que tinha tudo a ver com as nossas ideias. Esperamos que vocês gostem e trabalhem em algumas teorias sobre o seu significado”, concluíram os irmãos.

Assista abaixo:

Conheça os headliners das próximas aberturas de Laroc e Ame Club

Nomes como Nicky Romero, Aly & Fila, Kölsch e Nastia serão atração entre abril e julho

Além das datas já anunciadas para Laroc e Ame Club (13 de abril e 30 de março, respectivamente), os clubes irmãos de Valinhos estão prestes a anunciar sua programação para maio, junho e julho.

Depois de um Carnaval especial recheado de atrações que foram de DJ Snake e Diplo a Seth Troxler e CamelPhat, as casas seguem apostando na fórmula que consagrou o Laroc como um dos espaços mais prestigiados do mundo: grandes DJs internacionais — do mainstream e do underground — aliados a uma estrutura que combina tecnologia com a bela paisagem da região.

Serão cinco aberturas no Laroc e quatro no Ame, começando com as festas que trarão Sunnery James & Ryan Marciano, Bruno Martini e Chemical Surf (Laroc); e Pete Tong, Bushwacka!, Gui Boratto e Elekfantz (Ame), em aberturas que já foram reveladas oficialmente.

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Além delas, as casas vão receber como headliners Nicky Romero, Aly & Fila, Ferry Corsten, Alok, Cat Dealers, Kölsch, Nastia e Patrice Bäumel — sem contar uma nova edição da festa espanhola elrow, que debutou no Laroc em julho do ano passado. Os lineups para essas aberturas ainda não estão completos.

“Hoje a gente vive um momento em que os artistas nacionais tem enorme domínio sobre a cena local — o que é ótimo, porque mostra o valor dos nossos produtores, mas temos também a missão também de trazer nomes que estão em linha com a cena internacional”, declarou Mario Sergio de Albuquerque, sócio-fundador de ambas as casas.

“Neste ano, vamos apostar ainda mais no equilíbrio entre um nome internacional em evidência junto a um nome nacional de expressão. A ideia é realmente balancear, não ficando refém de nenhum dos mercados [nacional e internacional]. O Brasil é um dos poucos países do mundo que consome sua própria música e esquece de todo o resto. Esse equilíbrio tem que existir”, concluiu.

Confira as próximas aberturas:

Laroc Club:

13/04 – Sunnery James & Ryan Marciano, Bruno Martini, Chemical Surf;

04/05 – Ferry Corsten, Aly & Fila;

01/06 – Nicky Romero, Cat Dealers;

29/06 – Alok;

13/07 – elrow;

Ame Club:

30/03 – Pete Tong, Bushwacka!, Gui Boratto, Elekfantz;

18/05 – Kölsch;

22/06 – Nastia;

20/07 – Patrice Bäumel;

Em grande fase, Cat Dealers foi atração no BBB

Confira a tracklist completa do set!

O duo Cat Dealers segue mostrando sua força — e também da música eletrônica brasileira — no mainstream nacional. Nesse sábado, 16, a dupla carioca se apresentou no Big Brother Brasil, onde tocou alguns de seus sucessos, como o remix para “Ai Ai Ai”, de Vanessa da Mata, e “Sunshine” — faixa que os rendeu recentemente um certificado de ouro no Brasil (conforme você leu aqui).

A Phouse teve acesso à tracklist do set, que durou cerca de meia hora. Confira:

1 – Vanessa Da Mata – Ai Ai Ai (Felguk & Cat Dealers Remix)
2 – David Guetta feat. Sia – Titanium (Cat Dealers & Felguk Remix)
3 – Cat Dealers, Bruno Martini, Joy Corporation – Gone Too Long
4 – Tom Novy, Cat Dealers – Your Body
5 – Flo-Rida – Low vs Tiesto & Sevenn – Boom Boom Boom
6 – Felguk – Sometimes
7 – Cat Dealers, LOthief, Santti – Sunshine
8 – Kungs vs Cookie On 3 Burners – This Girl (Vintage Culture & Cat Dealers Remix)
9 – Bon Jovi – It’s My Life (VINNE & Zerky Remix)
10 – Cat Dealers & Le Dib – Keep On Lovin’
11 – Zombie Nation – Kernkraft 400 (Cat Dealers & Dubdogz Remix)
12 – Banda Mais Bonita da Cidade – Oração (Cat Dealers Remix)
13 – Queen – We Will Rock You (Felguk Remix) vs White Stripes – Seven Nation Army (Felguk Remix)
14 – Cat Dealers & Groove Delight – Calabria
15 – Cat Dealers & Evokings feat. Magga – Gravity (Original Mix) vs Lana Del Rey – Summertime Sadness vs Cat Dealers & Evokings feat. Magga – Gravity (Shapeless Remix)
16 – Vitor Kley – O Sol (VINNE & Double Z Remix)
17 – Florence & The Machine – Dog Days Are Over (Dubdogz, Brannco, Rodrigo Luca Remix)
18 – Cat Dealers & Breno Miranda – Tô de Férias (Original Mix) vs Cat Dealers & Breno Miranda – Tô de Férias (Felguk Remix)

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Hit dos Cat Dealers com LOthief e Santti ganha disco de ouro no Brasil

“Sunshine” atingiu 120 milhões de streams nas plataformas digitais

Depois de serem destaque na Forbes Brasil e de fecharem contrato com a agência de Nina Kraviz e Steve Aoki, os Cat Dealers conquistaram outra marca expressiva neste começo de ano: o duo foi certificado com disco de ouro pela Pró-Música Brasil.

“Sunshine”, collab com LOthief e Santti lançada em 1º de dezembro de 2017, e que até hoje é um dos maiores hits da dupla, atingiu 120 milhões de streams nas plataformas digitais (incluindo vídeo) no mundo todo, o que vale o certificado de ouro no Brasil (assim como a venda física de 50 mil discos).

Foto: Beto Garcia/Divulgação

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Cat Dealers fecham contrato com agência de Nina Kraviz e Steve Aoki

Mais uma importante conquista para o duo brasileiro

Os Cat Dealers seguem na maré alta. Um mês depois de ser destaque na Forbes Brasil, o duo brasileiro fechou um contrato com a Paramount Artists, agência de bookings internacional que vai representá-los na gringa.

Fundada no começo desta década por James Mac, na Inglaterra, a Paramount representa grandes nomes da música eletrônica — do mainstream ao underground —, como Steve Aoki, Vinai, Deorro, Nina Kraviz, Carl Craig, Leon Vynehall, Agoria, Anja Schneider, Baba Stiltz, Tom Trago, Paula Temple e Mount Kimbie. Agora, os Dealers também fazem parte desse time.

A agência tem dois escritórios — em Londres e Brighton (sede) — e se diferencia por ter um roster menor que a maioria das concorrentes, para poder dar tratamento mais personalizado aos seus artistas.

+ Escute a poderosa collab entre Cat Dealers, Bruno Martini e Joy Corporation

“A gente tá muito feliz em entrar na Paramount. É muito irado poder fazer parte do mesmo time que o Steve Aoki em uma das maiores agências de bookings da Europa”, declarou Lugui à Phouse. “A gente já vem fazendo alguns shows por lá desde o ano passado, nossa música tá sendo bem recebida pelo público europeu, e essa parceria é muito importante porque é sempre bom ter uma agência do próprio continente pra poder trazer mais oportunidades, novos shows e festivais”, complementou.

“A nossa linha de som é bem compatível com os eventos mainstream em que o Steve toca, então pode até rolar uma sinergia aí, e quem sabe ter a honra de tocar no mesmo lineup que ele. Estamos com várias collabs sendo produzidas com artistas relevantes por lá, então estamos bem animados e com grandes expectativas de espalhar a nossa música, cada vez mais, pela Europa”, concluiu o DJ.

* Flávio Lerner é editor da Phouse.

Escute a poderosa collab entre Cat Dealers, Bruno Martini e Joy Corporation

“Gone Too Long” foi lançada pela HUB Records

Bruno Martini, os Cat Dealers e o mineiro Joy Corporation somaram forças neste começo de ano em “Gone Too Long”, single lançado nessa sexta-feira, 18, via HUB Records.

A faixa casa perfeitamente o som dos três projetos, começando com a voz e o violão de Martini, embalada por uma melodia poderosa e densa, até chegar ao ápice com o drop característico do low bass/brazilian bass. Assim, “Gone Too Long” é quase uma canção de rock eletrônico, com um refrão talhado para as pistas de dança.

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Para o público, Sundance 2019 foi o melhor de todos os tempos

Combinação entre lineup, estrutura e natureza garantiu duas noites inesquecíveis na Bahia

* Por Hilda Rodrigues

Uma apoteose de som, luz, alegria e gente bonita marcou o Festival Sundance 2019, a grande festa da virada do Uíki, na praia do Parracho, em Arraial d’Ajuda. A aprovação do público já se desenhava desde quando os ingressos se esgotaram, e chegou a seu ponto alto com a grande noite de Réveillon, em que os fogos, as luzes e os jogos cenográficos invadiram a paisagem natural baiana, anunciando boas energias para o ano que se iniciava.

“Já fui em vários shows do Vintage Culture em São Paulo e outros lugares, mas por conta da beleza do local, da organização da festa e do clima do lugar, esse foi, de longe, o melhor show da minha vida”, disse o administrador de empresas, Marcelo Oliveira, de São Paulo, que comprou os ingressos junto com um grupo de amigos. A aprovação foi unânime ao show do DJ, bem como do restante do lineup, que ainda contou com o aclamado duo Cat Dealers e a energia contagiante de KVSH, Evokings, Salla, Victor Lou, Dashdot e Dubdogz, distribuídos em dois inesquecíveis dias de festa à beira mar.

Foto: Phillipe Guimarães – Bs Fotografia/Divulgação

Em comemoração aos sete anos e 20 festas, o Sundance Festival foi memorável, com cenografia especial, um serviço open bar premium funcionando perfeitamente bem e Vintage repetindo sua apresentação marcante de 2016, quando também subiu ao palco do evento. Otacílio Mesquita e sua crew da OTM Produções comemoram mais um sucesso:

“Sem dúvidas essa foi uma das edições mais marcantes do Sundance para mim, e creio que para o público também. Ter a virada do ano com um lineup 100% nacional e um cenário que pode ser tratado como uma atração à parte… Dançar com os pés na areia, vendo o sol nascendo no mar, é também um grande diferencial, e inclusive deu o nome ao nosso festival — Sundance —, que tem se mostrado mais forte a cada ano”.

Foto: Phillipe Guimarães – Bs Fotografia/Divulgação

Pelos quatro cantos do Uíki, o público acompanhava as músicas e as cantava na ponta da língua. A energia dos DJs, somada ao open bar premium — que incluiu vodka importada, uísque 12 anos, Beefeater Gin e cerveja Corona —, a um espetáculo pirotécnico cinematográfico e à natureza, que se encarregou de dar o toque fundamental, garantiu uma virada de ano extraordinária na terra onde o Brasil começou.

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10 mixes de fim de ano para fechar 2018 com muita música eletrônica

No Brasil e no mundo, DJs e gravadoras lançaram seus tradicionais “Yearmixes”

Chegamos na época em que diversos DJs reúnem suas tracks favoritas e criam o que costumamos chamar de “yearmix” — um compilado de músicas que marcaram o ano nos mais diversos nichos da música eletrônica.

E com tantos lançamentos fodas no ano de 2018, fica realmente difícil selecionar alguns e mixá-los em apenas uma hora. É por isso que Hardwell decidiu fazer sua seleção de músicas dividida em duas partes. A primeira já está disponível para ouvir através do YouTube, na sua série Hardwell On Air, e conta com sons como “Losing It”, do australiano FISHER, o remix de Sunnery James & Ryan Marciano para “Sex, Love & Water”, de Armin Van Buuren, entre muitas outras.

Para os fãs de trance, o Above & Beyond lançou seu mix especial de fim de ano através do podcast semanal Group Therapy. Serão duas partes com o que de melhor rolou em 2018 no ABGT, sendo que a primeira já está disponível no YouTube.

Após um grande ano, o duo sueco Galantis pintou com um mix de uma hora com diversos sucessos. Além de algumas tracks autorais, os DJs também mixaram faixas de Martin Garrix, Axwell e Sebastian Ingrosso, Duke Dumont e outros.

A dupla australiana The Aston Shuffle também encontrou dificuldades para escolher as melhores do ano, tanto que foi preciso estender seu mix com meia hora a mais de música. Foram 20 faixas selecionadas na sua série mensal “Only 100s”, incluindo novamente FISHER, além de Peggy Gou e do britânico Weiss.

Aos que preferem o techno, a MOOD Records celebra seu ano com um mix repleto de bombas do universo. O set possui 12 faixas e é assinado pelo alemão Carlo Ruetz.

Sucesso é a palavra certa para definir o ano dos Cat Dealers. Depois de saírem na lista “Under 30” da Forbes Brasil, o duo formado pelos irmãos Lugui e Pedrão preparou um set de duas horas e 40 minutos para fechar o ano com chave de ouro. O mix conta com seu próximo single, “Gone Too Long” — uma collab com Bruno Martini e Joy Corporation —, e fazendo um presave da música, o duo ainda oferece a chance de ganhar um par de fones da Beats Solo HD autografados.

Pra seguir a mesma onda, a HUB Records também soltou seu yearmix com os 20 principais lançamentos da label no ano. Além dos próprios Dealers, há faixas de KVSH, FELGUK, Vintage Culture, Evokings, Shapeless, LOthief, Santti, JØRD e muitos outros.

Já o DJ americano Audien presenteou os fãs com um mix especial de Natal. Sua seleção de músicas possui alguns de seus maiores sucessos intercalados com outros lançamentos da EDM.

https://soundcloud.com/audien/audien-xmas-mix-2018

Na semana passada, Armin van Buuren lançou a 15ª edição do clássico A State Of Trance Year Mix. A tracklist inclui nomes consolidados como Above & Beyond, Paul van Dyk, Markus Schulz, Ferry Corsten, Paul Oakenfold, Ben Gold e NWYR — além, é claro, de algumas tracks do próprio van Buuren. Leia mais sobre aqui.

Por fim, o jovem brasileiro VINNE decidiu fazer seu mix anual de forma diferente e criativa. Em um vídeo publicado em suas redes, o DJ reuniu os maiores sucessos em um grande mashup de sete minutos, utilizando um launchpad.

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Cat Dealers saem na lista de nomes mais influentes da Forbes Brasil

Irmãos repetem Vintage Culture e Alok e ganham espaço na lista “Under 30”

Quase dois anos depois de Alok e Vintage Culture, a Forbes Brasil elegeu mais um nome do cenário eletrônico nacional na sua tradicional lista de personagens influentes abaixo dos 30 anos — a “Under 30”.

Desta vez, entre os 90 nomes das mais variadas áreas de atuação, os irmãos Lugui e Pedrão, dos Cat Dealers, foram eleitos. A publicação completa por enquanto está disponível apenas no aplicativo da Forbes Brasil, e poderá ser lida na próxima edição impressa, que sai em janeiro.

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Artist Factory, Plusnetwork, Entourage e Nova têm papel fundamental em impulsionar DJs e o mercado nacional

* Por Matheus Duarte
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Atuar como uma agência de bookings e management no Brasil é fazer um cuidadoso trabalho de curadoria artística e funcionar como um espelho generoso das tendências de mercado e dos desejos do público brasileiro, que mudam periodicamente — e com anseio quase que obrigatório por novidades. 

Cada artista tem um lugar devidamente justificado em seus casts, e as agências empenham-se em apresentar caminhos múltiplos e certeiros tanto em bookings quanto em management, para cada tipo de persona em um mercado cada vez mais segmentado como o da música eletrônica.

No Spotify, plataforma mais relevante da atualidade, alguns números sintetizam a relevância das principais agências no mercado de show business por aqui, e traduzem as boas escolhas de casting. Em novembro, estes foram os artistas mais escutados, em um comparativo envolvendo as principais agências do mercado da música eletrônica no Brasil: 

 Os dez principais artistas no Spotify entre as agências brasileiras de música eletrônica, por número de ouvintes no Spotify.

Além da presença digital decorrente de lançamentos relevantes, a Artist Factory é uma das agências que mais exportam seus talentos mundo afora. Alok, Bhaskar, Liu e Sevenn estiveram em turnês na Ásia neste ano — mercado que possui grande apreço pelos sons dos artistas brasileiros (como você viu aqui).

Liu, que tem descendência asiática, viu sua popularidade crescer na cena oriental. Prova disso foi o convite — inédito — feito para participar de um reality show sobre DJs em Shangai, o Rave Now. Sevenn passou pela Ásia duas vezes em menos de seis meses. Já os Cat Dealers, da Nova — que, fundada há poucos meses, tem crescido rapidamente —, também foram para fora do país em 2018, assim como Vintage Culture, da Entourage, e Bruno Martini e FTampa, da Plusnetwork, já estão mais do que acostumados com grandes shows dentro e fora do Brasil.

Agências brasileiras mais relevantes do Spotify, em número de ouvintes no Spotify.

Todas essas outras agências trabalham em um formato “360 graus”, no qual os serviços prestados ao artista compreendem todo o fluxo de trabalho necessário para seu sucesso: desde o desenvolvimento, passando pelo planejamento estratégico até a logística, para que os DJs se apresentem no Brasil e no mundo. “Hoje somos reconhecidos no mercado internacional por ter com um casting variado e artistas de sucesso. E isso só é possível graças a um cuidadoso trabalho de curadoria artística somada a uma visão estratégica, sempre divida com toda a equipe”, explica Gabriel Lopes, diretor da Artist Factory, em contato com a Phouse.

“Como agência de bookings e management, procuramos estar à frente das mudanças, apontar tendências e promover caminhos para inovação neste mercado da música eletrônica, que está cada vez mais plural. Ter essa quantidade significativa de artistas no top 10 é gratificante e chancela o nosso trabalho e esforço diário”, conclui.

O cenário nacional está cada vez mais profissionalizado, e é bom ver uma grande quantidade de artistas em evidência, impulsionados pelo trabalho duro da turma dos bastidores. Com a visão de integrar todo um ecossistema produtivo em torno do artista, as agências prosseguem escalando sua importância e fazendo uso de seu tino de negócios para levar cada vez mais DJs ao sucesso. Estar atento às exigências, tanto do público quanto dos contratantes, é uma arte, e este é o ciclo atual do nosso mercado.

* Matheus Duarte é colaborador da Phouse.

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Aquece EOL Maringá: ouça sons de todas as atrações deste final de semana

Uma seleção com hits de Liu, Cat Dealers, Sevenn, Gui Boratto, Leo Janeiro, BLANCAh e muitos outros

Numa ponta, Liu, Cat Dealers, Sevenn e outras atrações do mainstream nacional; na outra, Gui Boratto, Leo Janeiro, BLANCAh e companhia com grandes pedradas do espectro house/techno. É o que você vai conferir nas duas playlists que montamos com sons de todas as atrações do Elements of Life Festival Maringá, que rola neste final de semana.

A primeira corresponde ao primeiro dia de festa no Fashion Hall: 14/12, vulgo esta sexta-feira; a segunda, aos sons mais conceituais do dia 15. Único DJ que vai tocar nos dois dias, Fernando Aragon consta na segunda playlist por convergência sonora.

Pra curtir, conhecer novos artistas e ir aquecendo, é só clicar nos players abaixo. Para conferir a programação completa e outros detalhes desta edição, só acessar aqui.

 
  

Gui Boratto remixado por Kölsch, FTampa via KSHMR, Guetta underground; confira 10 sonzeiras de sexta

Brasileiros tiveram diversos lançamentos importantes nesse final de semana

Além das já mencionadas novidades do Liu, do Sevenn e da Alphabeat Records, essa última sexta-feira teve MUITO lançamento top — tanto que foi uma das vezes em que encontramos as maiores dificuldades em selecionar só dez pra nossa lista de destaques. Vem conosco:

Meio ano depois do lançamento de Pentagram — quinto álbum do gigante brasileiro Gui Boratto — a Kompact liberou um EP da faixa “618”, que traz um remix de ninguém menos que o gigante dinamarquês Kölsch. Pouco pesado esse disco.

 

Outro brasileiro também teve um lançamento impactante. Em parceria com o DJ tailandês 22Bullets — que já tem seu nome bem fixado no cenário EDM asiático —, o FTampa veio com release pela Dharma Worldwide, selo do KSHMR. Em “Sahar”, as referências étnicas/indianas estão bem presentes no novo som do mineiro — o que também justifica um lançamento pela Dharma.

 

E tem mais nome nacional na lista. Via HUB RecordsLOthief pintou com “Talk Dirty”, single que traz o sample de “Hermetico”, do grupo Balkan Beat Box, que ficou famoso em “Talk Dirty”, do cantor americano Jason Derulo.

 

E o que dizer dessa collab entre o Santti e o maceioense Turkez com a consagrada Banda Eva? Lançada pela Sony Music, “Rede” misturou harmonicamente as batidas da house music com a pegada do Axé, em um som que tem totalmente a vibe do verão brasileiro.

 

Não, ainda não encerramos com os artistas nacionais! Em parceria do DJ e produtor belga HIDDN, os Cat Dealers trouxeram “My Way”, faixa na onda house pop lançada pela Spinnin’ Records.

 

Os caras do Felguk também vieram com novidades. Com a DJ carioca Bian, a dupla chegou com “Like U Always Do”, outro som pop/eletrônico assinado pela HUB.

    

marshmello é um DJ excêntrico que gosta de testar muitas coisas em suas produções, e sua nova track reforça isso. Longe da sua principal vertente, “Project Dreams” traz uma parceria do DJ norte-americano com o rapper Roddy Ricch — assumindo uma faceta bem mais próxima do hip-hop e do trap.

 

Você sabia que David Guetta possui um projeto paralelo chamado Jack Back? Nele, o francês dá um tempo nas melodias épicas e refrões chiclete para dar vazão ao seu lado mais underground. Na tech-houseira “Grenade”, o DJ conseguiu um contrato com a consagrada Toolroom Records, label inglesa que está no mercado desde 2003.

 

Lembram-se de quando falamos de Brazilian Soul, collab dos Knocks com a dupla Sofi Tukker? A novidade agora é o pacote de remixes que acaba de sair do forno pela Big Beat Records, com nomes como Walker & Royce, Gilligan Moss e — vejam só ele aqui de novo! — FTampa, além de uma versão acústica ainda mais bossa nova.

  

E pra fechar tudo, mais um EP de remixes. O destaque da vez são os feitos para a emocionante “Dreamer”, do Martin Garrix com o semifinalista do America’s Got Talent, Mike Yung. O disco traz a participação de peso de Nicky Romero, além dos jovens talentos SLVR (Itália) e EAUXMAR (Holanda).

  

Ouça o remix do Cat Dealers para o americano Lauv

Faixa foi lançada em pacote que ainda traz os remixes de Alle Farben, Synapson e MYRNE

Lançado no final de setembro, o single “There’s No Way”, do cantor e compositor americano Lauv com Julia Michaels, ganhou agora um remix oficial dos Cat Dealers. O duo brasileiro pegou a vibe romântica e intimista da canção e a reconstruiu para as pistas de dança, num dos lançamentos mais diferentões do duo brasileiro.

Aqui, Lugui e Pedrão deixam de lado o peso e os graves rasgados pra dar ênfase na melodia, fazendo um som colorido e tropical, com a cara do verão. O som foi lançado em pacote de remixes que ainda contou com as produções do alemão Alle Farben, do duo francês Synapson e do produtor singapurense MYRNE. Confira:


 
  

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DJs do Top 100 da DJ Mag revelam suas músicas favoritas de 2018

Confira as seleções de nomes como Martin Garrix, Armin, Guetta, Tiesto, Alok e Vintage Culture

Como de praxe, a DJ Mag traça um perfil de cada um dos 100 ganhadores do seu polêmico ranking anual. Antes dessas biografias, há uma pequena ficha técnica informando a origem, o estilo, a fama que carregam e as escolhas dos artistas para música favorita de 2018 e artista revelação.

Dando uma olhada rápida nesses perfis, a Phouse resolveu selecionar as escolhas de música do ano dos dez primeiros colocados, mais os três projetos brasileiros que também entraram na parada. Como Hardwell (3º lugar) e Afrojack (8º) não apontaram nenhuma música, colocamos Steve Aoki (11º) e R3HAB (12º) em seus lugares.

É curioso notar que só entre esses 13 nomes, “Losing It”, do FISHER, foi escolhida três vezes (também foi a escolha de vários outros nomes do Top 100), enquanto “One Kiss”, do Calvin Harris com a Dua Lipa, duas. Também temos aqui os artistas que mostram aquela autoestima da porra ao indicar suas próprias faixas. Por fim, outros DJs não se contentaram em elencar só uma, e acabaram vindo com duas tracks. Confira:

#1. Martin Garrix: Taska Black – Forever

 

#2. Dimitri Vegas & Like Mike: FISHER – Losing It / Travis Scott – Sicko Mode

  
   

#4. Armin van Buuren: Sunset Brothers X Mark McCabe – I’m Feeling It (MaRLo Remix)

  

#5. David Guetta: FISHER – Losing It

(Ouça acima)

#6. Tiësto: Loud Luxury feat. brando – Body

 

#7. Don Diablo: Logic feat. Alessia Cara & Khalid – 1-800-273-8255

  

#9. Oliver Heldens: Calvin Harris & Dua Lipa – One Kiss (Oliver Heldens Remix) / Enrico Sangiuliano – Astral Projection

 
  

#10. marshmello: Crankdat – Reasons To Run

  

#11. Steve Aoki: BTS – Fake Love

 

#12. R3HAB: R3HAB x Mike Williams – Lullaby

 

#13. Alok: FISHER – Losing It

(Ouça acima)

#19. Vintage Culture: RÜFÜS DU SOL – No Place

 

#48. Cat Dealers: Calvin Harris & Dua Lipa – One Kiss

(Ouça acima)

Martin Garrix lidera o Top 100 da DJ Mag pelo 3º ano seguido

Avicii, Swedish House Mafia e subida de trio brasileiro também são destaque

Assim como em 2017 e 2016, Martin Garrix foi o DJ mais votado no Top 100 da DJ Mag. A segunda posição ficou novamente com Dimitri Vegas & Like Mike, enquanto Hardwell e Armin van Buuren inverteram suas posições, em terceiro e quarto lugar, respectivamente.

Avicii foi bastante homenageado na votação, subindo da 28ª para a 15ª posição, enquanto o Swedish House Mafia reapareceu no ranking, em 63º.

Outro destaque foi a subida do trio brasileiro que bombou em 2017: Alok subiu do 19º ao 13º lugar, Vintage Culture foi do 31º ao 19º, e os Cat Dealers, que debutaram na lista no ano passado, no 74º lugar, subiram para o 48º.

Confira o Top 100:

1. Martin Garrix
2. Dimitri Vegas & Like Mike
3. Hardwell
4. Armin van Buuren
5. David Guetta
6. Tiësto
7. Don Diablo
8. Afrojack
9. Oliver Heldens
10. Marshmello
11. Steve Aoki
12. R3hab
13. Alok
14. W&W
15. Avicii
16. DVBBS
17. Lost Frequencies
18. KSHMR
19. Vintage Culture
20. Eric Prydz
21. Skrillex
22. Fedde Le Grand
23. Ummet Ozcan
24. DJ Snake
25. Quintino
26. VINAI
27. NERVO
28. Headhunterz
29. Angerfist
30. Bassjackers
31. The Chainsmokers
32. Kygo
33. Timmy Trumpet
34. Vini Vici
35. Wolfpack
36. Alan Walker
37. Blasterjaxx
38. Danny Avila
39. Kura
40. Calvin Harris
41. Axwell /\ Ingrosso
42. Diplo
43. Nicky Romero
44. Zedd
45. Alesso
46. Tujamo
47. Yellow Claw
48. Cat Dealers
49. ATB
50. Diego Miranda
51. Above & Beyond
52. Jeffrey Sutorius (ex-Dash Berlin)
53. Carl Cox
54. Martin Jensen
55. Paul van Dyk
56. Will Sparks
57. Claptone
58. Steve Angello
59. deadmau5
60. Robin Schulz
61. Richie Hawtin
62. Florian Picasso
63. Swedish House Mafia
64. Jay Hardway
65. Miss K8
66. Mike Williams
67. Andrew Rayel
68. Mariana Bo
69. Radical Redemption
70. Brennan Hart
71. Swanky Tunes
72. MATTN
73. Carta
74. Aly & Fila 
75. Ferry Corsten
76. Da Tweekaz
77. Breathe Carolina
78. Deniz Koyu (KO:YU)
79. Adam Beyer
80. Daddy’s Groove
81. Mosimann
82. Tchami
83. Nghtmre
84. DJ L
85. Wildstylez
86. Marco Carola
87. Cedric Gervais
88. MaRLo
89. Deorro
90. Andy C
91. Solomun
92. Lucas & Steve
93. Markus Schulz
94. Bobina
95. Paul Kalkbrenner
96. Alison Wonderland
97. Nina Kraviz
98. Rave Republic 
99. Carl Nunes
100. SLANDER

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Sundance: Réveillon na Bahia terá Vintage, Cat Dealers, KVSH e muito mais

Saiba mais sobre a nova edição do Sundance Festival

Se você ainda não decidiu onde passar o seu Réveillon, depois de ver esta programação com certeza não buscará por mais opções.

Celebrando seu sétimo ano de sucesso e 20 festas, o Sundance Festival acontece no Uiki Parrancho, uma das mais charmosas barracas de praia de Arraial D’Ajuda — pequeno vilarejo que fica localizado no sul da Bahia, próximo a Porto Seguro e Trancoso.

Com realização das experientes OTM Produções e Uiki, o festival, que acontece entre os dias 29 de dezembro e 1º de janeiro, apresentará em seu palco alguns dos maiores nomes do cenário nacional. São eles: Vintage Culture, Cat Dealers, Dashdot, Dubdogz, Evokings, KVSH, Victor Lou, Salla e JP Music Live.

Para o dia 31, em que acontece a grande virada para o ano novo, a produção da OTM nos garantiu estar trabalhando para oferecer uma experiência ainda maior para o seu público. Em uma noite que tem tudo para ser histórica, o Sundance promete investir pesado em fogos de artifícios, efeitos especiais, além, é claro, de um sofisticado open bar com direito à Cerveja Corona, Whisky Chivas 12 anos, Vodka Absolut e Gin Beefeater.

Confira abaixo algumas fotos da última edição do Sundance Festival:

Os ingressos estão à venda pelo Sympla e variam de R$ 500,00 a R$ 1.400,00, podendo ser divididos em até 12x no cartão de crédito.

Chilli Beans e MOB somam forças em novo cruzeiro de música eletrônica

Projeto funde as propostas do Navio Chilli Beans e do MOB Festival

Duas grandes marcas acostumadas a tocar cruzeiros temáticos estão com uma grande novidade. A Chilli Beans, que nos últimos anos realizou seis edições de seu chamado Navio Chilli Beans [antes Chilli Beans Fashion Cruise, que reunia a indústria da moda para uma espécie de conferência em alto mar, com direito a muita música], soma forças com a MOB, produtora dos irmãos Kiki e Juba Jacomino, que já realizou mais de 15 cruzeiros temáticos em dez anos — incluindo o MOB Festival, que percorria a costa brasileira com grandes DJs.

Assim como nas edições passadas do cruzeiro da Chilli Beans, o rolê será a bordo do Costa Favolosa, navio com capacidade para quatro mil pessoas, que sai de Santos e passa por Balneário Camboriú ou Búzios [ainda a ser definido], entre os dias 20 e 23 de março de 2019. Em contato com a Phouse, Juba explica que o contrato assinado prevê cinco edições, mas que a ideia é que continue por muito mais tempo.

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“Com a crise econômica e o dólar atingindo patamares altíssimos, tivemos que colocar o MOB Festival em pausa em 2014, até que neste ano nos unimos para um novo projeto que mesclaria a essência do MOB com a do navio Chilli Beans, trazendo sobre uma mesma plataforma o melhor destes dois cruzeiros”, diz. Assim, o Chilli MOB Cruise vai reunir a proposta de mesclar arte, moda e música com a forte pegada clubber do MOB Festival.

“A produção no navio será completamente diferente, vai ser muito maior. Outra novidade, que nenhum dos dois projetos tinham, é a presença de dois palcos funcionando ao mesmo tempo”, continua Juba, referindo-se ao MOB Stage e o Chilli Stage. O primeiro será focado em uma pegada eletrônica mais mainstream: Vintage Culture, Chemical Surf, Cat DealersGabriel Boni, KVSH, Bhaskar, Dubdogz, Dashdot, Bruno Be, JØRD, Doozie, Radiomatik, RDT, Barja, Rodrigo Vieira, Junior_C e os gringos Croatia Squad [Suíça] e Ashibah [Dinamarca] são os nomes já confirmados. Segundo o empresário, mais duas atrações internacionais e “duas ou três” nacionais ainda serão anunciadas.

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Já o Chilli Stage vai ser mais eclético e alternativo. A programação, que ainda não tem muitas atrações fechadas, inclui nomes de música brasileira, pop e também uma festa eletrônica, juntando a galera dos coletivos underground de São Paulo. Os DJs L_cio e Tessuto — este, inclusive, é curador da festa — já estão confirmados.

Logo, ao menos dois grandes públicos são esperados: os frequentadores do Navio Chilli Beans terão a partir de 2019 uma versão tunada e mais musical do seu evento, enquanto os fãs de música eletrônica também vão se sentir em casa. Ainda assim, Juba revela que há negociações para resgatar o MOB Festival, possivelmente em dois ou três anos.

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“Existe esse desejo de voltar com o festival, mas não tem previsão. Talvez volte de forma repaginada, até com outro nome, inclusive com parceria de um selo internacional bem grande. Assim, a gente vai tentar levar as coisas pra dois extremos diferentes: o Chilli MOB como uma parte mais comercial, e, quando o MOB Festival voltar, será numa linha não restritiva, mas menos mainstream”, conclui.

As programações das partes de moda e arte do Chilli MOB Festival ainda não foram reveladas. Os ingressos começam a ser vendidos a partir das 10h desta quarta-feira, 19, através do site oficial. E é bom ficar esperto: de acordo com o Juba, o primeiro lote [a partir de R$ 1.290,00 mais taxas] deve se esgotar rapidinho.

Flávio Lerner é editor da Phouse.