Festival na Disneyland Paris confirma nova edição para 2020

Electroland vai rolar pelo quarto ano consecutivo

Electroland, o famoso festival EDM sediado na Disneyland Paris desde 2017, está se firmando no calendário dos grandes eventos de música eletrônica pelo mundo. Mal acabou a edição deste ano — que trouxe nomes como Alesso, Armin van Buuren, Nicky Romero, Nora En Pure, Showtek e Steve Aoki — e o rolê já foi confirmado para 2020.

“O Electroland é um evento para as pessoas que amam música e a Disney. É um festival de alto nível com os melhores DJs providenciando a trilha sonora dos sonhos em um parque temático para uma experiência única”, declarou o vice presidente da Disneyland Paris, Gustavo Branger.

O Electroland 2020 vai rolar nos dias 04 e 05 de julho.

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EP de Hikaru Utada com Skrillex é lançado; ouça!

Disco traz a trilha sonora do game “Kingdom Hearts III”

O EP Face My Fears, batizado a partir da faixa homônima da cantora japonesa Hikaru Utada com Skrillex e o Poo Bear, foi lançado nessa última sexta-feira, via Epic Records Japan.

O disco traz quatro sons: duas versões da collab entre os artistas (uma em inglês e outra em japonês, ambas comandadas pela voz de Utada) e outra inédita da artista: “Don’t Think Twice” — bem como sua versão em japonês, “Chikai”.

Todas as músicas fazem parte de Kingdom Hearts III, o mais novo game da parceria entre a Square Enix e a Disney, e do qual o Skrillex é fãzaço. O jogo será lançado mundialmente no próximo dia 29, para Playstation 4 Xbox One. Em dezembro, um trecho de “Face My Fears” pôde ser conferido a partir do trailer do game (relembre aqui).

Trilha de “Kingdom Hearts III” foi produzida por Skrillex; escute!

Produtor colaborou com Poo Bear e a cantora de J-pop Utada Hikaru

Famoso no universo gamer, o jogo Kingdom Hearts (que combina os universos da Disney e da franquia Final Fantasy, da Square Enix) teve o trailer de sua mais nova edição lançado nesse último final de semana. Para os fãs de música eletrônica, a grande novidade é que desta vez a trilha sonora leva a participação de Skrillex, que se juntou ao Poo Bear e à famosa cantora japonesa Utada Hikaru (sempre presente nos jogos da franquia).

Segundo a conta do game no Twitter, Skrillex queria inicialmente remixar uma música de Utada, “Don’t Think Twice”, que também estará presente em Kingdom Hearts III. Com o passar do tempo, a ideia evoluiu, e os dois artistas acabaram optando por lançar a inédita “Face My Fears”, som que pode ser conferido parcialmente nesse primeiro trailer.

 

A versão completa de “Face My Fears” será lançada como single em 18 de janeiro. Já o Kingdom Hearts III está previsto para estrear mundialmente no dia 29 do mesmo mês, para Playstation 4 e Xbox One

De fã para fã

Assim como Skrillex, Porter Robinson é outro grande fã de Kingdom Hearts, e referências ao jogo podem ser encontradas em sua arte — sobretudo no projeto Virtual Self.

No Twitter, o DJ parabenizou o colega pela música, comparando “Face My Fears” com o remix de PlanitB para “Simple and Clean”, presente na trilha do primeiro Kingdom Hearts. “Parabéns, cara, eu sei o quanto o KH significa pra você! Esse som me dá arrepios. Fico pensando em como ele captura a essência da música eletrônica popular em 2018, da mesma forma que o remix do PlanitB fez em 2002″, escreveu.

 

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Nova edição do festival de EDM da Disney terá Bob Sinclar, Afrojack e outros grandes nomes

Saiba mais sobre a segunda edição do Electroland

A segunda edição do Electroland, festival na Disneyland Paris, terá grandes nomes da EDM. Para este ano, foram anunciados Klingande, Afrojack, Robin Schulz, Dimitri Vegas & Like Mike, DJ Mosimann, Lovely Laura & Ben Santiago e o histórico Bob Sinclar.

Assim como no ano passado, vão rolar projeções na Hollywood Tower, que prometem fazer da festa um grande espetáculo audiovisual.

Em 2017, a primeira edição contou com um grande show, em que se apresentaram Steve Aoki, NERVO e Michael Calfan, entre outros. 

Confira um pouco do que foi o festival de EDM da Disneyland Paris

Anunciado em abril, o Electroland — festival de EDM da Disney — rolou nesse último fim de semana, no parque da Disney, em Paris, e teve como headliners Steve Aoki, NERVO, e Michael Calfan. A iniciativa foi uma forma de comemorar os 25 anos da Disneyland Paris.

Foram muitas postagens feitas pelo público nas redes sociais durante e após o evento. Confira alguns vídeos que foram publicados ao longo da semana:

De acordo com a própria Disney, o evento foi um sucesso total, e já estão em andamento os planos para a edição de 2018.

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Bruno Martini: “Minha paixão sempre foi a música eletrônica”

O novo fenômeno brasileiro conta à Phouse sobre seu background musical, influências, a parceria com Alok e Zeeba, expectativas para o Tomorrowland, collab com lenda do hip hop e planos para o futuro.

O caminho de um artista até o sucesso no mundo da música geralmente não é nada fácil. Tentativas, erros, frustrações, alguns lançamentos bons e outros nem tanto, até o glorioso momento em que finalmente sairá o hit que levará sua carreira a outro patamar. Essa é uma realidade da qual poucos conseguem escapar, e que pode tomar anos da vida de um músico. Bruno Martini, no entanto, é uma completa exceção à regra.

O primeiro single do paulistano de 24 anos, “Hear Me Now”, em parceria com Alok e Zeeba, é nada menos que a música brasileira mais tocada da história do Spotify. Um tiro, um acerto e a explosão da carreira de uma das grandes promessas da música nacional. Apenas isso seria o suficiente para justificar por que ele vem sendo considerado um fenômeno por profissionais da indústria musical — Bruno é tratado como uma joia pelas gigantes Plusnetwork, que cuida de sua carreira, e Universal Music, sua gravadora.

+ Ouça os remixes do hit “Living On The Outside”, de Bruno Martini

Quem vê de longe pode pensar em sorte, mas quem acompanhou a trajetória de Bruno sabe que a verdade não poderia estar mais longe. Para alcançar o sucesso imediato na cena, ele trabalhou longa e duramente por trás dos panos. Dois anos em seu estúdio em São Paulo para desenvolver e refinar sua sonoridade, para que quando o mundo a ouvisse, o impacto fosse imediato.

Na esteira desse sucesso, “Living on the Outside” e “Sun Goes Down” confirmam que não foi por acaso: a identidade do artista — que engloba referências da house music ao indie rock — está ali, cristalina, e a repercussão foi igualmente positiva. Ao melhor estilo Calvin Harris, Bruno compõe, produz e até mesmo canta. Tudo isso nos fazer acreditar que, de fato, estamos presenciando o surgimento e a consolidação de um fenômeno.

A música eletrônica começa a conquistar a TV brasileira

Agora, às vésperas de tocar em seu primeiro Tomorrowland, o rapaz trocou uma ideia breve conosco, falando sobre a influência de seu pai — Gino Martini, membro do famoso grupo italiano de eurodance, Double You —, contratos com a Disney, seu ecleticismo, como se deu a parceria com Alok e Zeeba, collab com a lenda Afrika Bambaataa e planos para o futuro.

Bruno, você teve um início de carreira muito interessante no mundo da música. Quem te acompanha apenas após o início do seu atual projeto provavelmente vai ficar muito surpreso ao saber como tudo começou! Conta pra gente, então, um pouquinho dessa sua trajetória na música.

A música sempre esteve presente na minha vida. Comecei a estudar, tocar guitarra e teclado na infância, pois meu pai é produtor musical e tem um estúdio de música em SP. Meu pai trabalhou com muitos artistas nacionais e internacionais e eu sempre acompanhei. Ele faz parte de um grupo chamado Double You. Com 12 anos, tive minha primeira banda de rock, e foi aí que comecei a compor e produzir. Aos 15, peguei algumas das minhas demos e enviei para alguns empresários nos EUA sem muita pretensão. Um deles trabalhava para o [compositor e produtor musical] Yanni. Eles então adoraram meu trabalho e apresentaram para a Disney Califórnia. Logo uma das primeiras músicas que escrevi virou tema de filme da companhia.

Foi um período incrível em que gravei e produzi dois CDs para a Walt Disney Records, fizemos o primeiro seriado de TV feito pela Disney no Brasil, que passou em toda a América Latina, e muitos outros trabalhos. Foi um grande aprendizado, mas minha paixão sempre foi a música eletrônica, até porque meu pai trabalhava com alguns DJs, com os quais aprendi a discotecar muito cedo.

Quais foram os principais artistas que te inspiraram nesse início de carreira e quais são os artistas que te inspiram hoje? O que te faz admirar um profissional e se espelhar nele?

Sou uma pessoa muita eclética, eu escuto de tudo. Claro que tenho meus gostos pessoais, como qualquer pessoa, mas como produtor tenho que ouvir de tudo. Faz parte do meu trabalho. Eu escuto de Deep Purple a Daft Punk, passando por Jay-Z, Timbaland, Hardwell… Eu tive uma experiência muito legal na minha vida, que foi a oportunidade de gravar uma música com o [pioneiro do hip hop] Afrika Bambaataa dentro do meu estúdio. É uma música bem soul, R&B, com pouco de hip hop. Pensamos em lançar futuramente.

“O Alok veio ao meu estúdio para gravar uma matéria de TV. Não o conhecia, e então começamos a falar sobre música. O resto vocês já sabem…”

O Bruno Martini enquanto artista solo explodiu no cenário após o lançamento de “Hear Me Now”, sua colaboração com o Alok. Como se deu esse encontro entre vocês? Como foi trabalhar com um dos artistas de maior sucesso da cena brasileira e com renome internacional?

Foi tudo por acaso. O Alok veio ao meu estúdio para gravar uma matéria de TV, indicado por um amigo. Não o conhecia, e então começamos a falar sobre música. Mostrei para ele alguns projetos que havia feito, e entre eles estava o começo de “Hear Me Now”. Eu apresentei o Zeeba para ele, pois já estava trabalhando com o cantor há algum tempo. Então começamos a produzir e somar as ideias da música dentro do meu estúdio. O resto vocês já sabem…

A parceria de vocês fez um sucesso estrondoso tanto no mundo da música eletrônica quanto no cenário pop. Você bombou no Spotify, está nas playlists de todo mundo, apareceu até na TV. O que mudou na sua vida desde então? As pessoas já te reconhecem na rua, pedem fotos? Como você está lidando com esse momento de fama?

Ter o reconhecimento do público pelo seu trabalho é sempre muito gratificante. Sou muito grato com tudo que vem acontecendo na minha carreira, mas meu foco não é fama e nem dinheiro. Eu faço isso porque amo a música, eu dou minha vida por ela e eu sei o verdadeiro significado que ela tem.

“Meu foco não é fama e nem dinheiro. Eu faço isso porque amo a música, eu dou minha vida por ela e eu sei o verdadeiro significado que ela tem.”

Em pouquíssimo tempo de carreira, você já atingiu sucesso o suficiente para estar hoje confirmado no lineup do Tomorrowland. Como está a expectativa para essa apresentação?

Estou muito ansioso. Já tive a experiência de tocar no Tomorrowland Brasil e foi incrível. Estou preparando um set com o meu som, com a minha cara.

Seu início fulgurante te valeu uma grande legião de fãs, que estão agora sedentos por mais música. Toda a imprensa especializada já te considera um prodígio e também está ansiosa por ver mais do seu trabalho. Quais são os seus planos para o futuro próximo?

Acabo de lançar “Sun Goes Down”, com a Isadora. Estou muito feliz com o resultado e o suporte que vem tendo em vários países. Já passamos os dois milhões de streams no Spotify em pouco mais de uma semana. Tenho muita música pronta no meu estúdio, eu só sigo meu coração. Quando eu chego no estúdio, quero fazer o que estou sentindo no momento. Tenho certeza que meus próximos lançamentos e minhas parcerias vão surpreender muita gente.

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ID&T quer vetar filme da Disney com nome Tomorrowland

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Após DeadMau5 viver em farpas com a Walt Disney por conta da sua cabeça de Rato que remete a imagem do famoso Mickey, agora é a vez da Tomorrowland brigar com a famosa marca. Isso porque a organizadora ID&T detém o nome Tomorrowland na Bélgica, Luxemburgo e Holanda, assim impedindo que o novo lançamento da Disney, o filme Tomorrowland: A World Beyond, que é estrelado George Clooney e Hugh Laurie, seja lançado nesses países.

E essa briga não é atual, em 2013 o Tomorrowland expandiu sua marca aos Estados Unidos e a ideia inicial era criar o Tomorrowland Estados Unidos, porém a marca Tomorrowland em solo americano é de propriedade da Disney, isso fez com que a ID&T tivesse que colocar o nome do seu festival de TomorrowWorld. O advogado da ID&T explicou a situação ao jornal Belfast Telegraph.

“Disney tem um registro de marca nos EUA para o termo Tomorrowland desde 1970. Com este registro ela é capaz de impedir que o festival de música de que se autodenomina Tomorrowland, quando foi lançado nos EUA. No entanto, o festival de música tem os direitos sobre o termo na Bélgica, Holanda e Luxemburgo e impediu a Disney de usar o nome nesses países”, falou.

A Disney ainda não se pronunciou sobre este ataque da ID&T, porém mais uma grande briga ira se iniciar. E, pelo menos ao Reino Unido, o filme estreia no dia 22 de maio. A questão agora é será que o filme conseguirá estrear na Bélgica, Luxemburgo e Holanda? É esperar e ver mais uma discussão de dois grandes da indústria do entretenimento mundial.

Disney pode ter que fazer Mau5 abandonar marca registrada

deadmau5

DeadMau5 é um produtor polêmico e, em muitas das vezes, gosta de dar opiniões diversas sobre muitos temas e colegas da EDM. Mas, dessa vez, quem pode estar preocupado é ele mesmo. Joel Zimmerman, o cara por de baixo da máscara, pode ter que abandonar seu famoso utensílio por conta da Disney. A marca diz que a máscara de Mau5 é similar ao do personagem Mickey.

“Chegaram em casa agora algumas novidades interessantes. Parece que a Disney está em oposição a minha marca registrada”, escreveu no Twitter.

Segundo o TMZ, DeadMau5 está pronto para lutar contra a Disney por sua marca, que está registrada em mais de 30 países.

“Nos documentos arquivados de terça-feira, a Disney afirma o logotipo da Deadmau5 é muito similar a suas famosas orelhas de Mickey, e eles estão tentando impedi-lo de obter uma marca nos EUA”.

Confira o remix de Mat Zo para “O Rei Leão”

Voltando a sua infância, Mat Zo teve a honra de remixar um clássico da Disney: de O Rei Leão “Circle of Life”.  Ao ver o resultado do remix  chegamos a conclusão de que sem dúvidas é o mais interessante do álbum.  Mat Zo abuzou de sua criatividade e mostrou sua ousadia incorporando diversos rugidos de leões  com estilo sincopado e bem adequado em torno de vocais edificantes e familiares com o tema original do filme.

Todo o álbum da Disney DCONSTRUCTED já está disponível e incluí remixes de Avicii, Kaskade e muitos outros.

Ouça aqui:

Purchase: Beatport