Vintage Culture reconhece erro e se manifesta sobre polêmica no Insta

DJ mostrou humildade depois de postar brincadeira de mau gosto na internet; Everson K analisa o caso

Vintage Culture apresentou humildade e sabedoria nessa segunda-feira. Depois de uma publicação infeliz no seu Instagram no final de semana, o DJ reconheceu a pisada na bola, pediu desculpas e se manifestou contra a violência contra a mulher. No dia anterior, em seus Stories, havia publicado um vídeo em que um amigo emulava um sexo violento com um manequim — o que gerou uma enxurrada de críticas nos comentários.

Vintage, que comemorou seu aniversário ontem, aproveitou para dizer que achava que o vídeo era apenas uma piada inocente, mas que depois entendeu que se tratava de uma brincadeira de mau gosto, já que fazia apologia à violência sexual. O astro brasileiro relembrou sua origem humilde para destacar a capacidade em evoluir e aprender com os erros.

“Perceber que meu trabalho fazia bem pras pessoas fez essa ser a minha grande missão, fazer o bem. Mas nesse stories eu não fiz. E a primeira coisa que eu peço é desculpas, desculpas pela ignorância, desculpas pela bad vibe… E obrigado pelo aprendizado”, escreveu.

“Eu não falo de coisas ruins porque incorporei a missão de fazer o bem, mas sobre preconceito, exclusão e opressão eu sei bem o que é isso. Sofri na pele. E por sofrer na pele eu não quero apenas pedir desculpas, eu quero amplificar essa mensagem, quero que mais pessoas além de mim aprendam o significado de atos como esse”, continuou o brasileiro — que ainda prometeu “levar esse aprendizado pra vida e pra frente, pra todos que me acompanham nessa jornada. Neste aniversário, posto esta imagem preta para nunca esquecer disso, em luto e respeito pelas vítimas dessa cultura”.

Análise profissional

Para entender melhor o que esse deslize pode significar para Vintage Culture daqui em diante, convidamos Everson K, especialista em marketing para DJs, para comentar o caso. Segundo Everson, “temos que reconhecer que o Vintage deu uma pisada de bola nesse episódio, e infelizmente, quer queiramos ou não, este é um episódio que vai ficar marcado na história dele. Se um dia fizerem um documentário sobre a carreira dele, daqui a cinco anos, dez anos, provavelmente esse momento vai estar presente”.

Por outro lado, o profissional acredita que o dano vai ser muito menor graças à reação rápida do DJ. “O Vintage pediu desculpas de maneira exemplar, mandou muito bem. Sim, algumas pessoas vão atirar pedra, principalmente quem não é muito fã dele, e querer dizer que ele não é uma pessoa boa. Olha, pelo que temos acompanhado nos últimos anos, tudo indica que é uma pessoa do bem, que tá levando emoção, que tem um carinho enorme com os fãs. Ele sempre demonstrou ser muito brincalhão também”, argumentou.

“Então, cara, ser humano! Quem nunca fez uma brincadeira que passou um pouco da cota? Não vamos ser tão rápidos em condenar, porque nós também temos nossos erros. O que aconteceu não define ele. O que define uma pessoa é o conjunto da sua obra, aquilo que ela faz constantemente, não aquilo que ela faz uma vez só.”

Dicas para evitar rateadas

Everson K também compartilhou conosco três dicas para artistas evitarem cometer esse tipo de erro:

1 – Quem é uma pessoa pública, não têm o direito de falar qualquer coisa

“A gente é o que a gente posta. Se você faz um comentário homofóbico, vão interpretar que você é homofóbico. Se faz um comentário racista, vão interpretar que você é racista. Quer dizer que não podemos mais ser honestos e verdadeiros? Olha cara, se você é uma marca, um nome, tem que pensar no que é prioridade pra você. Porque leva-se muitos anos, muito esforço, muito trabalho pra construir uma reputação, e você pode colocar tudo abaixo por uma postagem. Ser uma pessoa pública tem suas limitações.”

2 – Evite postar nas redes sociais se tiver bebido ou consumido alguma droga

“Não estou dizendo que foi o caso do Vintage, provavelmente não, mas é muito comum as pessoas em geral, na hora que tão lá no trago, postarem algo e se arrependem depois. Quando estamos fora do cem por cento da nossa capacidade cognitiva, nosso senso crítico fica muito baixo. Perdemos a capacidade de avaliar as consequências dos nossos atos.”

3 – Se errar, peça desculpas imediatamente

“Todo mundo é humano, e erros acontecem. Assim como aconteceu com o Vintage, que só teve acertos, mas uma hora deu uma deslizada. E quando acontecer, não tente se justificar, não tente se defender, porque isso só vai aumentar ainda mais a ira das pessoas. Quando você se coloca na condição de vulnerabilidade — do tipo, ‘galera, realmente errei, fiz merda, não me dei conta, peço desculpas, valeu o aprendizado’ —, você desarma a maioria das pessoas que estão te atacando. Isso ajuda a atenuar bastante essa questão toda. Atire a pedra a primeira pessoa que nunca falou merda na vida.”

Confira o depoimento de Vintage na íntegra, publicado ontem:

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Boa noite pessoal, ⠀ Hoje é meu aniversário mas não é disso que vou falar agora. ⠀ Ontem postei uma cena (um amigo agarrando descontrolodamente um manequim sem perna, sem braço e sem cabeça) que para minha ignorância poderia ser engraçado mas que depois aprendi que é uma brincadeira de mal gosto, com interpretações e representações muito negativas. ⠀ Agora queria falar sobre aprendizado… Queria falar da onde eu vim. ⠀ ⠀ Eu nunca tive acesso a muitas coisas, quando eu comecei a produzir música 2008 nem internet tinha em casa. Cresci entre o Brasil e o Paraguai, numa cidade de fronteira chamada Mundo Novo, muito pequena, violenta e pobre. Levava uma vida simples, dura e cheia de sonhos. ⠀ Eu nunca imaginei chegar onde cheguei, eu nunca fui preparado pra isso. As coisas foram acontecendo e de repente chegamos até aqui… Nesse caminho a coisa mais importante que eu aprendi é o poder da energia boa, da good vibe. Perceber que meu trabalho fazia bem pras pessoas fez essa ser a minha grande missão, fazer o bem. ⠀ Mas nesse stories eu não fiz. E a primeira coisa que eu peço é desculpas, desculpas pela ignorância, desculpas pela bad vibe… E obrigado pelo aprendizado. ⠀ Eu não falo de coisas ruins porque incorporei a missão de fazer o bem mas sobre preconceito, exclusão e opressão eu sei bem o que é isso. Sofri na pele. ⠀ E por sofrer na pele eu não quero apenas pedir desculpas, eu quero amplificar essa mensagem, quero que mais pessoas além de mim aprendam o significado de atos como esse. Aprendam a enxergar o outro lado e fazer melhores julgamentos sobre certo e errado, engraçado e mal gosto. ⠀ Vou levar esse aprendizado pra vida e pra frente, pra todos que me acompanham nessa jornada. Nesta aniversário, posto esta imagem preta para nunca esquecer disso, em luto e respeito pelas vítimas dessa cultura. ⠀ Agradeço, com amor, a todas as mensagens de aniversário, a todo carinho e ao aprendizado trazido pelas críticas. Peço desculpas mais uma vez com a esperança de que esse reconhecimento e mensagem tragam conforto aos que foram prejudicados e a certeza de que essa postura vai trazer ainda mais luz à essa questão de muita importância para o bem. ❤️

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Linha do tempo: Veja o legado que o Anzuclub deixou à cena trance nacional

De Armin van Buuren a Paul Oakenfold e Markus Schulz, passando por Ferry Corsten e Above & Beyond; relembre os grandes nomes da cena trance mundial que passaram pelo Anzuclub.
Agradecimentos: Marlon Bastos Barbosa e Cristiano Henrique Prazeres
Fotos: Anzuclub / Gui Urban / Natali Hernandez / Babalu / Eder Leandro / Reprodução 

Depois de 20 anos de historia e milhões de espectadores, o Anzuclub encerrou suas atividades nesse último sábado, dia 07, em uma festa que trouxe o belga Lost Frequencies como headliner, acompanhado por uma reunião de todos os DJs que um dia já foram residentes da casa.

Se você não conheceu, certamente ouvirá muitas histórias sobre várias apresentações inesquecíveis de um dos clubes mais antigos do Brasil. Inaugurado em 2 de outubro de 1997, o Anzu foi palco de grandes eventos da música eletrônica em terras tupiniquins.

Tornando-se um club semanal, já trouxe aproximadamente três milhões de pessoas para dançar, cantar, alegrar e se emocionar ao som dos DJs mais renomados do mundo — além da constelação de artistas nacionais que puderam se apresentar na casa.

Com o ciclo tendo se encerrado no último fim de semana, deixamos aqui uma última homenagem, com um resgate histórico dos artistas da cena trance e progressive que marcaram presença na casa, ficando para sempre em nossas memorias.

+ Fim de um ciclo: Saiba por que o Anzuclub está fechando

2004 – Scott Project

Anzu Trance

No sábado, 17 de janeiro de 2004, o Anzuclub promoveu uma das maiores festas itinerantes europeias com um dos maiores DJs da atualidade: Gatecrasher, com o alemão Scott Project (trance/hard-trance). A balada contou ainda com os residentes Mora e Edgard Fontes.

2004 – Armin van Buuren

Anzu Trance

No dia 12 de junho daquele ano, o holandês foi até o Anzuclub para se apresentar pela primeira vez no Brasil. Naquele ano, Armin van Buuren era considerado o terceiro DJ mais popular do mundo, ficando atrás de Tiësto e Paul van Dyk.

2005 – Marco V

Anzu Trance

Já em 2005, no dia 12 de março o Anzuclub recebeu novamente a festa do selo Godskitchen, que contou com o convidado Marco V, além dos residentes Mora, Edgard Fontes e Paulinho Boghosian. Naquele ano, o holandês era considerado o 16° DJ mais popular do mundo.

2006 a 2007 – SOTs

Anzu Trance

Entre os anos de 2006 a 2007, os eventos SOT – State of Trance, do núcleo de trance brasileiro Energy BR, realizou aproximadamente dez edições no Anzuclub. Em parceria com o club, o projeto trouxe várias atrações internacionais além de lançar novos DJs nacionais em evidência no Brasil. O casting do núcleo contou com nomes como Jack, Fabio Stein, Danilo Ercole, Superti, o duo DTC (Dorph e Ted Corr), Everson K e Danny Oliveira.

2007 – Ali Wilson

Anzu Trance

Em 31 de março de 2007, uma nova edição da SOT recebeu Ali Wilson. O top DJ britânico estava em turnê pelo Brasil naquele ano para promover o pré-lançamento de seu primeiro álbum solo, de sua própria gravadora Tekelec Records. Além da atração principal, o line contou com os DJs JackFabio SteinFranky Homma, Fabio Hed e o VJ Léo.

2007 – Brian Cross

Anzu Trance

Ainda em 2007, o clube do interior paulista recebeu a festa Amnesia Ibiza World Tour, de um dos mais badalados clubs de Ibiza. Nessa primeira edição, que ocorreu vez em 7 de abril, o Anzu teve como atração principal o catalão Brian Cross, que naquele ano foi indicado em três categorias no prêmio Spanish DJ. Além de ser o residente das noites Armada, no Amnesia, Brian era a pessoa escolhida para fazer a tour mundial. O line contou ainda com os DJs Mora, Edgard Fontes e Netto.

2008 – Eddie Halliwell

Anzu Trance

Com seu estilo único, o britânico Eddie Halliwell também marcou presença em Itu. No dia 12 de janeiro, Eddie mostrou que misturando trance, techno, house e electro, a pista do Anzu iria ficar pequena. Para aqueles que estiveram nessa data fatídica, o canto do público está até hoje em suas memorias: “EDDIE! EDDIE! EDDIE!”.

2008 – deadmau5

Anzu Trance

Em 28 de junho, o Anzuclub recebia pela primeira vez no Brasil o canadense Joel Thomas Zimmerman, mais conhecido mundialmente como deadmau5. Naquele ano, Zimmerman ainda era pouco conhecido entre os brasileiros. Entretanto, não demorou muito tempo para que seu trabalho ganhasse o mundo.

2011 e 2012 – Ferry Corsten

Anzu Trance

Apresentando-se por dois anos seguidos no Brasil, Ferry Corsten trouxe para Itu as maiores e melhores sensações que o público do trance tem de lembrança. Nos dias 15 de setembro de 2011 e 24 de setembro de 2012, o holandês manteve a sua tradição de se apresentar por horas e não sair da cabine até o sol nascer — tanto que até hoje é um dos artistas mais queridos do público do Anzu.

2012 – Sander van Doorn

Anzu Trance

Em comemoração aos 15 anos do Anzuclub, no dia 13 de outubro outro DJ e produtor holandês, Sander van Doorn, foi a cereja do bolo. Com a ajuda de clássicos como “Grasshopper”, “Punk’d and Riff” e “Love is Darkness”, SVD levou o publico ao delírio. O lineup também contou com os residentes Viktor Mora e Ulisses Nunes.

2012 e 2013 – Paul van Dyk

Anzu Trance

Uma das maiores lendas da música eletrônica também marcou presença no Anzu em duas oportunidades. O alemão Paul van Dyk participou em 17 de novembro de 2012 da famosa White Party do Anzuclub. Seu live foi tão marcante que a casa o convidou novamente para a festa de aniversario de 16 anos, em 12 de outubro de 2013.

2013 – W&W

Anzu Trance

Seguindo a tradição de sempre realizar pre-parties, warmups e after-parties de festivais de Itu, o Anzuclub realizou em 15 de novembro o WarmupXXX17, evento que contou com a presença do duo holandês W&W.

Naquele ano, a dupla formada por Willem van Hanegem Jr. e Wardt van der Harst estava passando por um processo de transição do trance/progressive para o electro house, house e EDM.

Ainda assim, faixas como “Shotgun”, “Moscow”, “Ghost Town”, “Invasion”, “Alpha”, “Impact”, “Arena”, “Mustang” e “Mainstage” foram executadas para alegria do público do trance presente.

2013 e 2014 – Above & Beyond

Anzu Trance

Outros artistas que também são queridos na casa são o trio britânico Above & Beyond, que somam duas aparições inesquecíveis. No dia 7 de setembro de 2014, Paavo Siljamäki e Tony McGuinness se apresentavam pela primeira vez no Anzuclub, e em 8 de março de 2014 a casa realizou sua tão famosa edição do Carnanzu, que contou com o trio — entretanto, Jono Grant e Paavo Siljamäki foram os escolhidos para vir ao Brasil.

Esta edição reservou uma surpresa que ninguém esperava: um pedido de casamento no meio da pista de dança, e com ajuda de Above & Beyond como cumplices. Durante a execução da música “Thing Called Love”, os DJs escreveram no telão do clube uma mensagem enviada por Fabio von Zuben à sua amada Gilmara Meneses (confira como foi esse momento aqui).

2016 – Paul Oakenfold

Anzu Trance

Em 4 de junho do ano passado, o Anzuclub, em parceria com o projeto Trance In Brazil, teve o prazer de receber pela primeira vez uma das maiores lendas da história do trance mundial: Paul Oakenfold. Além da lenda britânica, o brasileiro Wrechiski completou o lineup da edição temática Just Back.

2017 – Markus Schulz

Anzu Trance

Celebrando quatro anos de existência, o projeto Trance in Brazil se emparceirou mais uma vez ao Anzu para trazer outro grande nome da cena global — o alemão Markus Schulz.

No dia 16 de setembro, naquela que foi a penúltima abertura de portas da casa, o trance dominou o Main Stage mais famoso do Brasil, já que o lineup contou também com dois grandes nomes do cenário nacional: Danilo Ercole e Wrechiski. Além do palco principal, Markus ainda se apresentou no Afterhours, que levou o público a dançar até as 8h da manhã, fechando com chave de ouro a última atração de trance da história dos 20 anos da casa.

* Fernando Matt é colaborador eventual da Phouse.

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Esta menina que TATUOU o logo do Vintage Culture nos deu 2 lições de Marketing para DJs

Uma das coisas mais legais de ser DJ é poder tocar a vida das pessoas com a música e a arte.

Pensa nos artistas que você mais ama: o que eles significam para você? Alguns deles marcaram sua vida para sempre, não é verdade?

Agora imagina você, com seu trabalho, ter este mesmo tipo de significado nas vidas de milhares de pessoas. É algo realmente incrível !

O problema é que atingir este nível de impacto não é tarefa fácil:

  • Mesmo para quem tem muito talento musical;
  • Mesmo para quem tem preparo técnico;
  • Mesmo para quem é bem relacionado;
  • Mesmo para quem tem bom marketing;
  • Mesmo para quem tem muitas oportunidades de exposição.

Vou reforçar: mesmo quem tem tudo isso que acabei de citar (incluindo talento musical) pode não causar um grande impacto nas vidas das pessoas CASO esqueça de 2 ensinamentos fundamentais.

Estes 2 ensinamentos estão implícitos no post desta menina que, de tão fã, TATUOU o logo do Vintage Culture em seu braço.

(Aviso importante: não importa se você curte ou não o Vintage. Este exemplo não se trata de gosto pessoal, é só um exemplo de como um fã vê o seu ídolo — e como você pode buscar recriar este tipo de impacto no SEU público. Se aplica a qualquer tipo de artista).

Leia cada palavra:

Ensinamento #1: No fim das contas, o que realmente importa para o público são as EMOÇÕES e os BONS MOMENTOS que o artista proporciona.

Repare nas palavras da Bruna:

  • “… que me proporciona os melhores SENTIMENTOS em cada show”;
  • “… é um misto de EMOÇÕES e ALEGRIAS”.

Note que:

  • Ela não liga se o Vintage toca com Vinil, CD, Pendrive ou Laptop;
  • Não importa pra ela se o rótulo é de “comercial”, “underground” ou o que for;
  • Ela não liga se o Vintage usa sync ou não (talvez nem saiba o que é isso);
  • Não liga se o artista favorito dela faz muito marketing ou pouco marketing;
  • Ela não liga se a técnica de mixagem é assim ou assado;
  • Não liga se as produções usam ou não samples de músicas antigas, se tem ou não loops de sample packs (provavelmente ela nem sabe o que é isso também); Etc, etc, etc.

Tudo isso é conversa de DJ.

Para o público que não é DJ, só existem 2 tipos de DJs: aqueles que proporcionam emoções e bons momentos e aqueles que não.

Todo o resto são apenas MEIOS para atingir este fim.

Agora uma ressalva (antes que você comece a me jogar tomate hehe): sim, nem todos os públicos são iguais. E este é o X da questão que pouca gente entende!

Talvez você seja como a Bruna e curta muito o trabalho do Vintage. Mas talvez você curta algo totalmente diferente e este DJ não te represente. E está tudo bem!

Se este for o caso, para você outro tipo de artista proporciona emoções e bons momentos.

Mas, no fim das contas, os DJs/Produtores que você ama são sempre aqueles que fazem você dizer “que noite!”, “que sonzeira!”. São sempre aqueles que fazem você se sentir bem, independente dos meios utilizados para isso.

Muitos DJs/Produtores tem oportunidades, visibilidade e até muito talento, mas não conseguem criar uma conexão mais profunda com o público pois vivem no alto de seus próprios egos.

Quando vão tocar, eles querem “dar uma aula”. Proporcionar uma boa experiência ao público, para eles, é secundário. A experiência deles próprios é mais importante que a do público.

Já aconteceu de você ir numa festa, pagar um ingresso caro só pra ver um DJ que está cagando pra pista?

Pois é…. eu também! E, inevitavelmente, transferimos esta experiência ruim para o DJ que a causou. “Que set de merda que o Fulano fez, PQP!”.

Se você entender que seu trabalho é proporcionar emoções e bons momentos AO SEU PÚBLICO (seja ele quem for), você vence.

Nunca, jamais suba no palco sem a intenção de proporcionar o melhor momento possível para aquelas pessoas que estão à sua frente.

Ensinamento #2: as pessoas não gostam apenas de seu trabalho. Elas gostam de VOCÊ!

Se o seu trabalho for ótimo mas você for um babaca, você perde.

Repare, novamente, nas frases da Bruna:

  • “Quando mostrei a tatuagem para você (…) o que me foi dito, o carinho e agradecimento que você demonstrou, só me mostrou que SOU FÃ DA PESSOA CERTA”;
  • “Tenho admiração, respeito e muito carinho pelo seu trabalho e pela sua PESSOA”;

Imagina a decepção se, ao encontrar seu ídolo Vintage Culture, o mesmo agisse com descaso? Seria um desastre e, provavelmente, ela não faria este post. Talvez até se arrependesse da tatuagem, vai saber.

É normal que nós, como seres SOCIAIS que somos, queiramos ter uma conexão pessoal com os artistas que admiramos.

Para pra pensar: você não gostaria de tomar uma ceva, comer um churrasco ou fazer uma night com o DJ/Produtor que você mais curte? Tenho certeza que sim!

E se você descobrisse que, além de talentoso, ele também é muito gente boa? Uau, sua admiração aumentaria ainda mais, não é verdade?!

Então não esqueça disso quando estiver lidando com seu público, seja pessoalmente ou pelas redes sociais. Eles querem saber que você é gente boa também. E você ganhará muitos pontos por isso!

Moral da História

Lembre-se sempre que não se trata de você. Não se trata de ser o fodão que faz e acontece. A grande estrela é e sempre será o PÚBLICO!

Todo o talento, o estudo, o preparo técnico, o networking, o marketing e as oportunidades de exposição não resultarão em fãs verdadeiros se você não proporcionar a eles EMOÇÕES, BONS MOMENTOS e CONEXÃO.

Enquanto você estiver conseguindo proporcionar isso, sua carreira estará crescendo.

Parece que o Vintage aprendeu isso muito cedo e não é à toa que ele chegou onde está.

Mas lembre-se: a mesma lógica se aplica a qualquer DJ/Produtor, de qualquer estilo, em qualquer lugar do mundo.

Curtiu este post? Teve alguma sacada legal?

Vamos continuar este papo nos comentários abaixo! Vou participar pessoalmente do bate-papo. ;)

3 Dicas indispensáveis para tornar 2017 seu Melhor Ano como DJ/Produtor

Pense no melhor ano que você já viveu até hoje, seja na carreira ou na sua vida pessoal.

É sério: pare de ler por 30 segundos e apenas pense sobre tudo o que aconteceu de mais importante no melhor ano de sua vida até agora.

Pensou?

Eu poderia resumir tudo o que aconteceu neste ano com apenas uma palavra: PROGRESSO.

Você se sentiu feliz neste ano por que sua vida andou pra frente. Você viveu novas experiências, superou novos desafios, criou novas conexões com pessoas, conquistou coisas novas que antes você não tinha.

Você cresceu como Ser Humano e descobriu ser capaz de fazer coisas que antes você nem acreditava que era possível.

Estou certo?
Estou te vendo pela webcam abanando a cabeça e dizendo “sim, sim!”.

Brincadeiras a parte, é assim com todo mundo. Nós, humanos, nos sentimentos felizes quando percebemos que nossa vida está andando pra frente.

Mas, como já dizia Einstein,

“Insanidade é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes”.

Para progredir mais – e crescer mais – em 2017, será preciso fazer coisas diferentes. O que você faz hoje, só te trouxe até aqui. O que vai te levar ao próximo nível, são as coisas novas.

Então aqui vão 3 dicas práticas de coisas que você pode fazer para tornar 2017 seu melhor ano como DJ/Produtor. E também o mais feliz!

Dica #1: Defina Objetivos Ousados

Na verdade, esta é uma dica 2-em-1.

A primeira parte é: defina objetivos. Por escrito. E faça um plano de como atingir estes objetivos.

Um estudo feito com alunos de Harvard em 1979 perguntou quais alunos tinham seus objetivos por escrito, assim como um plano (também por escrito) de como iriam atingir estes objetivos.

Somente 3% dos alunos tinham os objetivos e o plano.

10 anos depois os pesquisadores encontraram estes alunos e descobriram que aqueles 3% estavam ganhando 10x mais (vou repetir: 10 VEZES MAIS), em média, do que os outros 97%.

Depois de quase 17 anos trabalhando neste mercado, pude perceber que o mesmo acontece na carreira de DJ/Produtor. Os grandes nomes tem objetivos claros, tem um plano e executam o plano.

Ou você acredita que um Top DJ acontece por acaso? Em Papai Noel, acredita também?

A segunda parte desta dica é: os objetivos devem ser ousados.

Não tão ousados que você não acredite ser possível. Mas ousados o suficiente para motivar você a se puxar todos os dias e dar o SEU MELHOR.

Quando a recompensa é pequena, a gente tende a poupar esforço. Nossa mente pensa “é muito trabalho pra pouco benefício”, então a gente não faz.

Mas se a recompensa é grande o suficiente, a gente dá aquela gota extra de suor para conseguir o que se quer. E esta gota extra é o que faz você se sobressair.

Então: defina objetivos ousados e crie um plano de como você pretende atingir estes objetivos. Mesmo que o plano não seja perfeito, é melhor do que não ter plano algum.

Dica #2: Arrume a Casa

Sabe aquela frase famosa: “A primeira impressão é a que fica”? Pois é…

No livro “Personal Branding – Construindo sua Marca Pessoal”, o autor Arthur Bender brinca que o dia de uma pessoa é dividido em 3 partes: trabalho, sono e mídia.

Quando você não está dormindo ou trabalhando, está consumindo mídia – seja através de TV, Internet, Rádio, Revistas, Outdoors, etc.

Não há cérebro que aguente esta overdose de informação e, para não fundir de vez, nossa mente acaba simplificando as coisas.

Como simplificamos? Colocando RÓTULOS em tudo e todos, com base em impressões superficiais.

Eu faço isso, você faz isso, as pessoas que você quer impressionar fazem isso. É simplesmente humano e automático.

Sabe o que isso quer dizer para você como DJ/Produtor?

Que ninguém vai procurar conhecer mais sobre seu trabalho se a primeira impressão não for boa. E nós, humanos, criamos uma primeira impressão em menos de 5 segundos com base em aspectos visuais.

A mente humana interpreta as coisas mais ou menos assim:
Seu design é tosco = seu trabalho é tosco;
Suas fotos são toscas = seu trabalho é tosco;
Suas redes sociais são toscas = seu trabalho é tosco;
Seu release é tosco = seu trabalho é tosco.
Se uma pessoa entra na sua página do Facebook (por exemplo) e não gosta do que VÊ sobre você, dificilmente ela vai dedicar 5 minutos da vida dela para ESCUTAR mais sobre você.

Portanto, “arrumar a casa” é o MÍNIMO que você precisa para causar uma boa impressão e ter alguma chance.

Isso significa ter:

Logotipo com cara profissional;
Fotos com cara profissional;
Materiais de design/divulgação com cara profissional;
Posts nas redes sociais com cara profissional;
Release escrito de forma profissional;

Repetindo: isso é o MÍNIMO. Não é tudo, nem de longe. É o mínimo, especialmente neste mercado cada vez mais competitivo.

Se você não fizer nem o mínimo, alguém ao seu lado fará. E daí não vai adiantar dizer que seu trabalho como DJ é melhor: mesmo que seja, os outros não terão esta percepção.

Lembre-se: “Não existe uma 2a chance de causar uma boa 1a impressão”. Cause uma boa 1a impressão e, só assim, as pessoas vão mais a fundo para conhecer você melhor.

Dica #3: Aprenda a Ser Mais Produtivo

Cara…. eu confesso que fui um preguiçoso nato durante boa parte de minha vida.

Seguidamente um dia inteiro se passava e, quando eu via, não tinha feito nada do que havia me proposto para o dia.

Então um mês inteiro se passava… um ano inteiro se passava… sem eu ter feito nem metade do que eu havia me proposto para aquele mês, aquele ano.

Isso também acontece com você?

As coisas andam muito devagar desta forma. As recompensas custam demais a chegar!

Então resolvi dar um basta nisso e me tornei um viciado em cursos de produtividade. Não fiz 1, mas 4 entre os melhores cursos do mundo neste tópico.
Sim: quando eu me interesso por um assunto, gosto de ir a fundo.

Aprendi a mentalidade, as táticas e as estratégias de Produtividade utilizadas por grandes profissionais do mundo: empreendedores, atletas e artistas de ponta, que se destacam em suas áreas e mudam o mundo.

Sabe o que eu descobri? Que isso tudo funciona MESMO!

É plenamente possível um preguiço nato (como eu era) otimizar seu TEMPO, FOCO e ENERGIA para produzir muito mais em menos tempo e chegar mais rápido a seus resultados.

E o efeito colateral? Até a qualidade do meu TEMPO LIVRE melhorou pois, quando estamos com os deveres em dia, nossa cabeça fica livre pra descansar quando é momento de descanso.

Falo mais sobre isso neste vídeo: Os 3 Elementos de Alta Produtividade como DJ/Produtor (clique para acessar).

Ao ser mais produtivo você chega mais rápido a seus resultados e ainda curte mais a jornada. E se até eu consegui dobrar minha produtividade em pouco tempo, você também consegue.

Resumo da Ópera:

Começamos este post falando sobre a importância do progresso.

Fazer de 2017 seu melhor ano como DJ/Produtor significa PROGREDIR MAIS, crescer mais, superar novos desafios, criar novas conexões, abrir novas oportunidades, realizar novas conquistas.

É claro que existem milhares de coisas que você pode fazer para ajudar você nisso e este post, nem de perto, esgotou o assunto.

Mas imagine como 2017 pode ser muito melhor se você fizer, pelo menos, estas 3 coisas:
Criar objetivos ousados e um plano para alcança-los;
Arrumar a casa, mudando a forma como os outros percebem seu trabalho;
Ser mais produtivo na busca por seus objetivos;

Vejo muita gente dizendo “tomara que 2017 seja melhor”. Mas eu acredito que não é 2017 que precisa ser melhor. É VOCÊ quem precisa ser melhor em 2017.

Sua participação é muito importante!

Me diga nos comentários:

Qual a principal sacada que você tirou deste post?
O que mais você pode fazer, que não foi falado aqui, para tornar 2017 seu melhor ano?

Vou acompanhar os comentário e trocar uma ideia com você por ali.

Um grande abraço,
Everson K

TALENTO vs MARKETING: o que realmente importa na carreira de DJ/Produtor?

Colocar as palavras “DJ” e “Marketing” na mesma frase é uma grande aventura. Estas palavras, juntas, costumam causar grandes emoções nos amantes da música e da arte. Se você é DJ/Produtor e ainda não conquistou seu espaço, mais ainda.

Eu entendo completamente o motivo de tanta raiva: o mundo está de ponta-cabeça mesmo. Todos os dias vemos Fake DJ/Produtores tomando o espaço de artistas talentosos, que nunca conseguem as oportunidades que merecem.

Daí logo vêm aquela explicação clichê: “Tal DJ é puro marketing!”.

Esta maneira de ver o mundo e esta aversão ao Marketing trouxe a muitos DJs/Produtores a noção de que Talento e Marketing são opostos e que jamais, em hipótese alguma, podem andar juntos. Alguns acham até que Marketing é coisa do diabo! (Sério, já ouvi isso da boca de gente grande).

Só que isso nos leva a um grande paradoxo:

Se você não pode fazer um bom Marketing para mostrar seu Talento para o mundo, como o mundo vai conhecer o seu Talento?

Ops… agora deu um nó no cérebro. :P

QUALQUER COISA que você faça para divulgar seu trabalho, por mais simples que seja, já podemos dizer que é Marketing. Mesmo que você faça com todo o coração e não chame por este nome.

  • Postar um set na Internet é Marketing;
  • Divulgar a festa que você vai tocar é Marketing;
  • Colocar sua música pra vender no Beatport é Marketing;
  • Até mesmo dizer que você é DJ e se colocar a disposição para tocar é Marketing.

Absolutamente qualquer coisa que conecte seu trabalho com outras pessoas e, potencialmente, possa tirar você escuridão, é Marketing. Quer você goste, quer não!

Então, se você quer crescer como DJ/Produtor, mostrar seu talento para o mundo e construir uma carreira de forma PROFISSIONAL, talvez esteja na hora de rever os seus conceitos. E para rever seus conceitos é preciso derrubar 2 mitos que talvez estejam aí, em algum lugar, dentro da sua mente.

Mito #1: Marketing é uma maneira de enganar as pessoas para que elas gostem de maus artistas.

Tem lógica que tantos DJs/Produtores pensem assim. Como disse, tem tanto artista ruim tocando por aí que só podemos atribuir estes resultados ao “Puro Marketing” que eles fazem.

Porém, fazer “marketing” de um “produto” ruim é MAU MARKETING e, geralmente, só leva a 15 minutos de fama. Não se sustenta no longo prazo.

“Um bom Marketing não pode salvar um produto ruim, mas um Marketing ruim pode destruir um bom produto”.  (Phillip Kotler, um dos maiores gurus de Marketing do mundo)

Em outras palavras: não dá pra enganar por muito tempo se você não for bom no que faz!

Para pra pensar: onde estão hoje os Fake DJs de 1, 2 ou 3 anos atrás? Já sumiram do mapa! Incomodaram por um tempo, mas já foram. Enquanto isso, os DJs que estão aí há 5, 10, 15 anos são os DJs DE VERDADE, e são bons no que fazem. Caso contrário, já teriam caído.

Então, a partir de agora, sempre que você ver alguém dizer que tal DJ é “puro marketing”, lembre-se que este é o mau marketing.

O bom Marketing começa com um bom “produto” e, no caso de um artista, o bom “produto” é você e o seu Talento. Para construir uma carreira grandiosa, tudo começa com o Talento!

Beatles: a junção perfeita de Talento e Marketing criou esta banda lendária que mudou a história da música e impacta vidas até hoje.
Beatles: a junção perfeita de Talento e Marketing criou esta banda lendária que mudou a história da música e impacta vidas até hoje.

O bom Marketing é baseado na VERDADE e AUTENTICIDADE. Este é o Marketing que VOCÊ deve usar para mostrar o seu trabalho para o mundo e atingir mais gente com sua arte.

RESSALVA: não confunda artistas que VOCÊ não gosta com artistas ruins ou sem Talento. Por exemplo: eu não sou fã do Skrillex. Não é o que quero ouvir quando vou numa festa. Mas eu sei que ele é FODA no que faz. Entendo que existe gente no mundo que gosta exatamente daquilo, e está tudo bem. Entender que nosso gosto musical não é o único “certo” é um sinal de maturidade. ;)

Mito #2: Quem tem Talento não precisa de Marketing: o Talento fala por si.

Esta é outra visão muito comum entre amantes da música. Afinal, é o Talento, a arte, a música que nos conecta com aqueles artistas que admiramos.

Mas peraí… você já parou pra pensar o que precisou acontecer nos BASTIDORES para que o trabalho dos artistas que você ama chegassem até você?

Para pra pensar em algumas das formas que você já descobriu novos artistas:

  • Você viu um DJ fazendo um set incrível numa festa e se apaixonou pelo trabalho dele. Mas como ele foi parar naquele line-up?!
  • Você estava ouvindo novos artistas no Beatport e descobriu um produtor incrível. Mas como a música dele foi parar lá?
  • Você estava ouvindo Rádio ou Podcast, escutou uma música maravilhosa, colocou no Shazzan e descobriu um novo Talento. Mas como a música deste novo Talento foi parar naquela Rádio ou Podcast? E no Shazzan?

Estes são só alguns exemplos, mas você entendeu a lógica, né?

Quando somos apenas público, apreciadores de música, nós não pensamos nisso tudo. É como se isso acontecesse num passe de mágica. É uma parte do trabalho do artista que a gente não vê.

Mas, quando nos tornamos PROFISSIONAIS da música, não dá mais pra ser tão romântico e esperar que tudo isso aconteça no “piloto-automático”. Precisamos entender como funcionam os bastidores de uma carreira artística e quais as maneiras de mostrar nosso trabalho pro mundo.

O que está no palco, o que o público vê, é só 20% do trabalho de um artista. Os outros 80% acontecem nos bastidores, para que estes grandes momentos aconteçam.

VanGogh, por exemplo, é considerado um gênios das artes. Mas acho que ele nunca entendeu que uma CARREIRA não era apenas arte o tempo todo.

Talento ele tinha de sobra…. Ainda assim, morreu na miséria, frustrado e sem reconhecimento. Somente após sua morte a cunhada de VanGogh fez por ele o trabalho de Marketing que ele nunca havia feito. Hoje, algumas de suas obras valem mais de US$ 80 Milhões.

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VanGogh: mesmo tendo um talento inquestionável, morreu pobre e frustrado, sem nunca ter o reconhecimento que merecia.

VanGogh, de certa forma, foi um Talento desperdiçado. Não para o mundo, mas para ele próprio, que não chegou a colher os frutos de seu imenso Talento.

Você não quer ser mais um VanGogh como DJ/Produtor, certo?

Então está na hora de rever seus conceitos e entender que o elo de ligação entre seu Talento e o resto do mundo é o que chamamos de Marketing. Não é por que alguns usam esta ferramenta de forma errada que você não pode usar da maneira certa para impactar mais pessoas com a sua arte.

Moral da História

Talento e Marketing precisam andar JUNTOS se você quiser construir uma carreira profissional como DJ/Produtor.

Marketing sem Talento = 15 Minutos de Fama. Porém, Talento sem Marketing = certeza de frustração, vivendo escuridão, sem conseguir mostrar seu trabalho pro mundo nem ter o reconhecimento que você merece.

Meu trabalho, nos últimos 3 anos, tem sido ajudar os verdadeiros DJs (aqueles que tem o Talento) a construírem carreiras de sucesso através a Academia de Marketing para DJs. A partir de agora, estarei compartilhando dicas e insights sobre isso, quinzenalmente, aqui na Phouse também.

Próximos Passos

Se você gostou deste conteúdo, aqui vão os próximos passos:

1) Me diga nos COMENTÁRIOS, abaixo, qual foi sua principal sacada entre tudo o que foi dito aqui. Que ideia ou conceito mais te impactou? Vou ler e responder todos os comentários postados.

2) COMPARTILHE com seus amigos DJs. Tem muita gente que precisa entender isso para poder crescer! Você pode ajudá-los e eles também ficarão felizes com você por isso. :)

3) Neste artigo eu falei sobre 2 Mitos. Mas, na verdade, existem 16 Mitos que te Impedem de Vencer como DJ. “Verdades” que NÃO SÃO BEM ASSIM e podem estar minando a sua carreira. Clique no link para acessar agora esta vídeo-aula que liberei com exclusividade para os seguidores da Phouse.

Lembre-se: se você tem um Talento, o mundo precisa conhecê-lo! Utilize todas as armas que estão à sua disposição para mostrar seu Talento para o mundo e construir a carreira que você tanto sonha.

Quando mais os verdadeiros DJs conquistarem seu espaço, menos espaço sobra para os oportunistas. :)

Sobre Everson K:

Everson K é pós-graduado em Marketing pela FGV e trabalhou 16 anos na Cena Eletrônica como DJ, Produtor de Eventos e dono de Agência de DJs. Hoje, ajuda outros DJs/Produtores a construírem carreiras de sucesso através da Academia de Marketing para DJs.