Menina de 14 anos aluga mansão e causa com “rave” no Canadá

A jovem de 14 anos alugou uma casa com o cartão dos pais para fazer uma singela festinha

Uma adolescente afana o cartão de crédito dos pais para alugar uma casa milionária no Airbnb e chacoalhar toda a vizinhança com uma “rave” para os seus amigos. Poderia ser um remake atual de um clássico da Sessão da Tarde, mas é apenas a notícia que viralizou no jornal Vancouver Courier, da cidade de Vancouver.

Segundo o periódico canadense, a jovem de 14 anos alugou pelo Airbnb uma casa avaliada em 3,5 milhões de dólares (e 600 dólares o aluguel por noite). Assim, ela e cerca de 200 convidados tocaram o terror nos vizinhos, com o som no talo. O incidente teria durado cerca de 45 minutos, até ser dispersado pela polícia — e de acordo com testemunhas, a rua seguiu fedendo a Jägermeister. Além disso, a festa trouxe danos materiais estimados em 20 mil dólares à propriedade.

Parece que alguém vai ficar de castigo por um bom tempo…

+ Este mito enterrou uma garrafa de vodka para beber no Electric Zoo

+ Tomorrowland cristão? Igreja de Macapá realizada o “Tomorrowcrente”

Brasil ganha edição do Electric Daisy Carnival – Confira a evolução do festival

Electric Daisy Carnival, maior festival de música eletrônica da América do Norte, que neste ano acontece nesse final de semana em Las Vegas, segue com seu crescimento disparado no mercado da música, conforme mostra o gráfico com dados sobre sua expansão e características do evento.

O festival originou em 1997, pela empresa Insomniac, com apenas 5 mil ingressos vendidos. Após 18 anos, em 2014, ele abraçou 400 mil pessoas reunidas no evento de três dias, que contou com 197 artistas. O salto surpreendente durante os últimos anos, faz do festival, hoje, ser um dos maiores do planeta.

O EDC deu seus primeiros passos em Los Angeles, nos anos 90. Passado algum tempo, devido seu número de público ter aumentado por ter conquistado mais e mais prestígios de fãs, ele se espalhou para algumas regiões do mundo, bem como no México, Reino Unido, Nevada e vários outros.

De acordo com seu crescimento, conforme mostra o gráfico, o EDC proporciona uma experiência épica e incrível aos amantes que frequenta e que desembolsa o valor considerado justo e econômico, no que diz respeito ao nível de artistas que o evento traz. No gráfico diz: “Se você foi para ver sete nomes de topo e seus atos de apoio individualmente, seria custar mais de três vezes o preço de uma passagem EDC de três dias.”

Conforme revela o gráfico, comprar ingressos separadamente para ir ver as performances de DJs de peso, sairia mais caro que ir ao festival EDC, onde nele vai encontrar vários deles reunidos em um único lugar.

O festival, que conquistou tantos apaixonados pela música eletrônica no mundo, agora também faz parte da agenda de festivais do Brasil. Para a surpresa dos amantes brasileiros, o EDC está de malas prontas para desembarcar em nosso solo. O “Electric Daisy Carnival” acaba de confirmar sua edição no Brasil.

O evento que está acontecendo neste momento (19, 20 e 21 de junho), conta com 230 artistas. Neste ano, ele promete bater mais um recorde de público, conforme vem acontecendo a cada edição que passa.

Hardwell deverá desempenhar um set Especial no EDC Las Vegas 2015

Neste final de semana – 19 20 e 21 de junho – o DJ e produtor eleito número #1 do mundo nos últimos dois anos, deverá surpreender seus fãs durante o festival EDC Las Vegas com um set próximo ao hip hop e trap. A ideia surgiu depois que Hardwell lançou junto com um projeto de Skrillex e Diplo – Jack Ü – um set completamente diferente do que estava acostumado a tocar.  O Jack Ü tem uma proposta mais trap misturada com o tão aclamado estilo EDM e têm fortes influências vindas do hip hop norte americano apresentado por Justin Bieber, Kiesza entre outros.

Hardwell, através desse novo estilo pretende encorajar os seus fãs a fazerem uma viagem pelo festival e desmistificar o mito que se tem para com a maioria dos seus seguidores; de que ficam presos ao palco principal durante os grandes festivais no qual toca.

O anúncio foi feito através do youtube – vídeo abaixo –.  A produção do DJ não deu mais detalhes sobre a novidade a ser lançada pelo holandês.

15 Tops DJs dizem quais serão as melhores tracks do verão de Ibiza 2015

O Beatport nomeou 15 tops DJs para nos dizer quais serão as melhores músicas a tocar nessa temporada da ilha mais badalada do mundo.

Enquanto nós do hemisfério sul do planeta retiramos os agasalhos do armário e nos preparamos para as próximas frentes frias, na parte norte do planeta a galera já se prepara para a estação mais quente do ano e em Ibiza não seria diferente. O verão mais badalado da Europa com direito a mulheres lindas fazendo topless e baladas movimentadas de segunda à segunda promete agitar por mais um ano tanto os turistas e residentes da cidade espanhola.

#01 – MARTIN SOLVEIG

Feder feat. Lyse – “Goodbye”

https://soundcloud.com/federuniverse/feder-goodbye-ft-lyse

“Eu acho que é mais que provável de se tornar o hit do verão na ilha, eu provavelmente diria ‘Goodbye’ de um jovem francês chamado Feder. Este pode não ser necessariamente o meu favorito, mas tem uma qualidade que emana um som que é capaz de atravessar as barreiras entre as casas, EDM, e tecnologia. As noites serão profundas.”

#02 – ABOVE & BEYOND

Grum – “U”

https://soundcloud.com/anjunabeats/grum-u-anjunabeats

“Nós estivemos em turnê com Grum ao longo dos últimos meses na Europa e nos EUA, e nós realmente amamos o que ele está fazendo. Seu novo EP, Trine, mostra o que o talentoso artista que ele é: a faixa principal “U” combina influências clássicas de Sasha e Digweed com um som progressivo moderno. Achamos que você vai ouvir muito isso na Ilha Branca neste verão.”

#03 – AMINE EDGE & DANCE

Ryan Blyth & After 6 feat. Luther Soul – “Special”

https://soundcloud.com/thisiscuff/special

“Esta pista vara instantaneamente em sua mente a partir do ‘lets GO’. Temos tocado muito nos últimos meses, e é a compilação perfeita até Ibiza – um hino de verão certificada. Luther é alma de Chicago e fornece seu vocal original, que é uma reminiscência, sua brincadeira é definitivamente boa para as meninas, e você sabe o que dizem: ‘Se as garotas adoram então todo mundo ama ele!”

#04 – NICOLE MOUDABER

Nicole Moudaber & Skin – “Someone Like You”

https://soundcloud.com/toth0202/nicole-moudaber-ft-skin

“As pistas de dança de Ibiza tem sido martelada por todos os melhores djs, como Carl Cox, Chris Liebing, Adam Beyer e eu, é claro. É techno com vocais. Levei um tempo para obter o equilíbrio entre vocals e skin’s euphoric. A faixa de apoio que eu fiz, mas todo o chão fica parado quando esta música fica descartada -. Ele transporta para um outro mundo ”

#05 – LANE 8

Marc Houle – “Pepper” (Monkey Safari Remix)

“Para mim, Monkey Safari’s mix of ‘Pepper’ sintetiza as festas por de trás de Ibiza. Há várias músicas questionáveis sendo passada como ‘tropical house’, mas esta me faz querer comprar um bilhete só de ida para a ilha e acampamento para o verão. ‘Olhos fechados, o sol vai subir em uma hora e você não está nem um pouco cansado, isso é vibe!”

#06 – POPOF

Popof – “Words Gone” 

“Eu só posso pensar em uma faixa para esta temporada em Ibiza, e com toda a modéstia é uma track minha! Para mim, ‘Words Gone’ é a faixa de verão perfeita. É uma grande fatia de música eletrônica com apelo crossover. Com humor e vocais destilado trazendo uma vibração chill-out… Eu realmente acho que vai ser ótima para este verão.”

#07 – JOHN DIGWEED

Jozif – “Tell Me Sell Me”

“Esta pista da mais medo do que o Parlamento, mais do que o problema de percussão de Funk e um bassline que pulsa ao longo de todo o seu corpo. Fresh-som é multidão-agradável. Este não é deep house – esta é a casa de festa. O que mais posso dizer?”

#08 PATRICK TOPPING

Terranova – “Labrador”

“Essa é uma das minhas gravações favoritas; Eu amo os sintetizadores. Terranova tem uma enorme linha synth que se torna enorme na discriminação e ele fica lindo por cima quando as track de trilha tocam novamente. Poder vê-lo tocando com certeza será um dos grandes momentos neste verão.”

#09 – MARK KNIGHT

Mark Knight – “Second Story”

“Eu queria encontrar um novo ângulo ligeiramente musical neste ano. Como qualquer pessoa que ouve meu programa de rádio vai saber, eu sou um grande fã de disco, então eu pensei, por que não tentar fundir ranhuras tech-y com registros do disco? Você começa uma mistura de funk, groove e energia. Então você começa uma gravação que se presta a ser tocada em lotes de diferentes tipos de conjuntos, o que é legal, porque não é classificado em um gênero. Para mim, a última homenagem que um registro pode ter é que ele fica em frente a um monte de gêneros. Este é o primeiro de uma série deste tipo de registos que estou prestes a lançar este ano. Vou fazer alguma coisa que eu não fiz em dez anos: lançar um disco com uma etiqueta diferente. Tanto eu e Nic Fanciulli, ambos foram road-testing, isso por cerca de um mês e confia em mim, ele sai. É chamado de “Second Story”, que era a versão de Philly do Studio 54. Eu fecho meus olhos e me imagino o quaõ original seria se soar naquele imenso sistema de som “.

#10 – MK

Dantiez Saunderson & KPD ft. LaRae Starr – “Place Called Home”

https://soundcloud.com/defectedrecords/dantiez-saunderson-kpd-ft-1

“Este é um disco que eu gostei desde que Dantiez enviou para mim há alguns meses. Ouvi logo após ouvir sua outra faixa, ‘The Harp’; Eu realmente gostei essa faixa também, mas eu tinha essa sensação de que ‘Place Called Home pode realmente tornar-se favorita do verão’. Eu realmente gosto da versão original, ela tem bons ganchos vocais. Simon de Defected falou com Dantiez e Kevin e decidiu pegar o registro até KMS (rótulo de Kevin Saunderson) e então eu disse que queria remix. Ai você tem isso. Definitivamente vou dar muitos plays nesta track.”

#11 – JONAS RATHSMAN

Booka Shade presents Yaruba – “Black Cow”

“Recebi esta faixa muito recentemente. Tornou-se então um grande momento em meus sets, e tenho certeza de que vai continuar ao longo desta temporada de festivais! As melodias na repartição são perfeitas, e quando o bassline bate em um grande sistema de som, soa ainda melhor!”

#12 – ILAN BLIESTONE

Above & Beyond – “We’re All We Need” (Ilan Bluestone Remix)

“Above & Beyond sempre foram uma grande influência para mim e têm ajudado a cada passo da minha carreira até agora. ‘We’re All We Need’ foi a minha faixa favorita de seu mais recente álbum, então eu estava muito honrado quando eles me pediram para remixa-lo. Eu já passei por algumas versões diferentes, mas eu estou muito, muito emocionado com a forma como a faixa saiu; e eu estou ansioso para toca-la em Ibiza e em toda a temporada de festivais.”

#13 – THOMAS JACK

Jose Marquez ft. Kakatsitsi Drummers – “Belebo”

“Eu toquei muito essa música ao longo dos últimos meses. E realmente, é um bom caminho para quebrar os sets. Eu amo a percussão e os vocais na faixa; ela tem uma grande vibração.”

#14 – NIC FANCIULLI

Matthias Tanzmann – “No Sleep”

“Matthias e eu somos amigos há muito tempo, e acredito que essa música tem tudo pra se destacar no verão já que tem sido um ótimo registro pra mim.”

#15 – FERRY CORSTEN

Ferry Corsten presents Gouryella – “Anahera”

“Depois de muito tempo, de repente tive a inspiração para este fantástico trance melody que contém uma grande sensação de nostalgia pra mim. Tudo veio junto, no estúdio! ‘Anahera’, alias Gouryella era a única opção possível para mim”.

Agora que já adiantamos as dicas para vocês, é só preparar sua playlist para dar play e curtir todas sem moderação.

A Hy Brazil exporta ao mundo o melhor da dance music experimental brasileira

Série de coletâneas capitaneada pelo DJ e produtor cultural Chico Dub traz as promessas brasileiras da IDM e do “pós-gênero”

Se você está mais habituado a ouvir, majoritariamente, estilos de música eletrônica mais tradicionais, como house e techno, é altamente recomendável de quando em quando dar uma segurada e desafiar os seus ouvidos com sons mais estranhos. Mas não se preocupe: não estou propondo tracks com 17 minutos de ruídos e samples de gatos transando, mas sim representantes da IDM [sigla de Intelligent Dance Music] e de um chamado pós-gênero — um caldeirão frenético que condensa tantos gêneros musicais diferentes [como beats, jazz, bass, glitch, sons étnicos e até mesmo funk carioca] que acaba representando o que há de mais inovador na dance music contemporânea.

Essa é a proposta por trás da série de coletâneas Hy Brazil — Fresh Electronic Music From Brazil, capitaneada pelo DJ e produtor cultural Chico Dub. Criada em 2013, a Hy Brazil chega agora à sua sétima edição, sempre com a criteriosa curadoria de Chico, que garimpa no underground brasileiro [o que inclui a presença de estados periféricos, como o Pará do garoto de 18 anos Kid From Amazon] à procura das sonoridades mais ricas e peculiares, para então mostrá-las ao mundo.

Lançado nessa segunda-feira, o sétimo volume é um dos que mais traz nomes lo-profile até então, no sentido de serem artistas ainda pouco conhecidos ou iniciantes. Com 14 faixas exclusivas, a compilação começa mais dançante e acelerada, dá uma quebrada num som mais etéreo e cadenciado e depois fica alternando entre a introspecção e as batidas sincopadas. Destaques para Marginal Men, Afro Hooligans, Dieckmanns, Holocaos e Daniel Limaverde — este, inclusive, foi selecionado para a Red Bull Music Academy em Tóquio, no ano passado.

Você pode sacar Hy Brazil Vol. 7 na íntegra no player abaixo, e inclusive baixá-la no estilo “pague o quanto quiser”.

(Foto: Eduardo Magalhães)

03 grandes festivais para você curtir em casa neste final de semana

lives

Certamente não há nada melhor do que participar de um grande festival de música eletrônica e sentir a energia das pessoas, o grave das caixas no peito, fazer novas amizades, quem sabe até um novo amor. Quem já teve a oportunidade de estar em um evento desses sabe que mesmo as dores nos pés, pernas e cabeça do outro dia não são nada quando comparadas aos inúmeros momentos de felicidade que ficarão na memória para sempre.

É claro que a grande maioria dos apreciadores de música eletrônica tem vontade de participar de um festival, mas muitos enfrentam dificuldades intransponíveis (dinheiro, saúde, emprego, mulher ciumenta) que acabam por impedi-los de realizar esse objetivo.

Para amenizar a tristeza desses ‘baladeiros’ e percebendo a grande audiência que tem o publico da cena eletrônica, os principais festivais de e-music do mundo passaram a transmitir ao vivo pela Web e TV as performances dos principais artistas do line up.

O Ultra Music Festival e o Tomorrowland são bons exemplos de como as transmissões ao vivo podem transportar para seu computador, celular ou TV um pouco da vibe que a galera presente no evento está sentindo.

A cada ano, mais festivais anunciam suas live streams e esse ano não foi diferente, o maior festival de Hard Music do mundo, o DEFQON 1, e o Electric Daisy Carnival, um dos maiores do concorrido mercado norte americano, anunciaram que pela primeira vez vão levar um pouco da magia para aqueles que não vão poder estar lá fisicamente. Ambos acontecem nos dias 19, 20 e 21 de junho, na Holanda e nos estados unidos respectivamente.

Como se já não fosse o suficiente, o Festival Sonar, que acontece nos dias 18, 19 e 20 de junho na Espanha, revelou que irá transmitir o áudio dos melhores shows do evento.

Confira abaixo os links e horários das transmissões. Prepare o sofá, chame os amigos e boas vibes.

*Toda a grade está no horário oficial de Brasília, foram retiradas direto dos sites dos eventos e podem sofrer alterações sem aviso prévio.

SONAR

sonar

Stream: http://catradio.cat/icat

Quinta 18, a partir das 09:00

Sexta 19, a partir das 07:00

Sábado 20, a partir das 07:00

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DEFQON 1

defqon

Stream: http://defqon1.com/BeatportLIVE

Sexta 19, das 15:00 as 20:00

Sábado 20, das 10:00 as 18:00

Domingo 21, das 11:30 as 18:00

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Electric Daisy Carnival

edc

Stream: http://yahoo.com/edc

Madrugada de sexta p/ Sábado 20, a partir de 00:30

Madrugada de sábado p/ Domingo 21, a partir de 00:30

Madrugada de domingo p/ Segunda 22, a partir de 00:30

O EDC (Electric Daisy Carnival) vai levar ao ar imagens de todos os 8 palcos e também será transmitido pelo Canal Bis aqui do Brasil (NET 120 /GVT 35 /SKY 88), mas não há informações sobre o horário.

E-music milionária: os três maiores “gastões” do mercado EDM nos Estados Unidos

Desde que a Eletronic Dance Music desembarcou e explodiu nos Estados Unidos, um verdadeiro impacto financeiro atingiu a música eletrônica, com a criação de megafestivais, lançamento de diversos hits e a consagração de DJs.

E claro, na terra do Tio Sam, não demoraria muito para que as grandes empresas percebessem a mina de ouro que a divisão mais popular da e-music poderia se tornar. O investimento de alguns conglomerados estadunidenses, hoje, ultrapassa milhões de dólares e envolvem patrocínios de eventos e produtores musicais. Não seria nenhuma ofensa à história musical americana se comparássemos o ‘boom’ econômico ao que acontece no mercado do hip hop ou do rock.

Para mensurar o gasto, a Billboard Magazine colocou na prancheta os números das três maiores investidoras no mercado da EDM. Confira quem sãos os “gastões” da atualidade:

ANHEUSER-BUSCH – U$ 35 MILHÕES +

O conglomerado de cerveja apoia a franquia Electric Daisy Carnival (EDC) e o SFX Festival, além de ter acordos com Steve Aoki, Diplo e Tiesto.

7UP

A marca de refrigerante estampa os rostos de Martin Garrix e Tiesto em seus comerciais e até nas latas do produto, além de patrocinar eventos como o Ultra Music Festival e o EDC, e um dos programas de rádio sobre música eletrônica mais importantes do mundo, o Pete Tong’s Evolution.

T-MOBILE

A provedora exclusiva de telefonia celular do SFX Festival também tem acordos com os DJs Zedd, Above & Beyond e o “festival multicolorido” Life in Color.

Cada vez mais próximo o documentário sobre Daft Punk

Já tem data de lançamento o tão aguardado documentário sobre o duo francês Daft Punk, um dos maiores ícones da música eletrônica mundial. Daft Punk Unchained chegará à televisão francesa no dia 24 de junho, em uma superprodução da BBC Worldwide.

Os fãs ao redor do mundo ainda aguardam uma data de  lançamento internacional, mas já se deleitam com alguns dos detalhes revelados sobre o filme. Com duração de uma hora, o documentário trará participação e depoimentos de outros astros da música mundial, como Kanye West e Pharrell Williams, que colaborou com a dupla no lendário hit “Get Lucky”.

Com mais de duas décadas de carreira, a parceria entre Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter é responsável por alguns dos maiores clássicos da música eletrônica internacional. Além do já citado “Get Lucky”, os homens do capacete têm em seu currículo faixas como “One More Time” e “Harder Better Faster Stronger”, além de dois álbuns premiados pelo Grammy.

Indispensável para os amantes da música, Daft Punk Unchained será apresentado ao mundo em menos de dez dias. Fica a nossa expectativa para o lançamento do filme no Brasil e a certeza de que ele promete fazer tanta história quantas as músicas do duo.

Billboard revela lista “excêntrica” com os 30 nomes mais poderosos da EDM

Todo ano, algumas das principais revistas sobre música de todo o mundo apresentam suas listas: Melhores álbuns, artistas mais ricos e muitas outras. Com o crescimento desenfreado da música eletrônica nos últimos anos, a Billboard não ficou para trás e lançou a seção ‘Billboard Dance’, que irá cobrir a cultura e os festivais de dance music no mundo todo.

E para ganhar seu lugar ao sol, a revista norte americana divulgou sua lista “Top 30 EDM Power Players”, listando alguns dos nomes mais influentes no mundo da música eletrônica como: Steve Angello, Diplo, Martin Garrix e muitos outros.

Para o grande público, nomes como: James Barton, Pasquale Rotella, Patrick Moxey e Gary Richards, não pareçam tão familiares, porém, são grandes empresários que contribuem muito para o andamento da cena. Enquanto esses nomes estão merecidamente presentes na lista, a posição que os mesmos ocupam, definitivamente deixa o leitor “com a pulga atrás da orelha” (para os mais antigos) ou “cabreiro” (como dizem os mais jovens).

A colocação de alguns DJs também chama a atenção. Diplo é com certeza um ótimo produtor e um artista muito influente na cena, mas o nome dele aparecer acima de Calvin Harris, David Guetta e Tiesto com certeza levanta algumas sobrancelhas.

Outro fato que causou certa confusão foi algumas lendas da e-music não estarem entre os 30, Armin Van Buuren é um deles.

Confira a lista completa abaixo:

1. James Barton, President of electronic music, Live Nation

2. Diplo, DJ-producer; founder, Mad Decent

3. Pasquale Rotella, Founder, Insomniac Events

4. Skrillex, DJ-producer; co-founder, OWSLA

5. Paul Morris, Founder/president, AM Only

6. Calvin Harris // Mark Gillespie // Dean Wilson Harris: DJ-producer; Gillespie/Wilson: Co-founders, Three Six Zero Group

7. Ritty Van Straalen, CEO, SFX Live

8. Joel Zimmerman, Partner/head of electronic music, William Morris Endeavor

9. Gary Richards, Founder/CEO, HARD Events

10. Patrick Moxey, Founder/president, Ultra Records; president of electronic music, Sony Music

11. Scooter Braun, Founder/owner, SB Projects

12. Kaskade, DJ-producer

13. David Guetta, DJ-producer

14. Ash Pournouri, Founder, At Night Management

15. Kathryn Frazier, Owner, Biz3 Publicity; co-owner, OWSLA

16. Deadmau5, Producer; founder, Mau5trap

17. Neil Moffitt, CEO, Hakkasan Group

18. Pete Tong & Annie Mac, DJ/hosts

19. Tiesto, DJ-producer

20. Martin Garrix, DJ-producer

21. Geronimo, Director of music programming for electronic and dance formats; host, BPM/SiriusXM

22. Tim Smith, Founder, Blood Company

23. Neil Jacobson, Senior vp A&R, Interscope Geffen A&M

24. Steve Aoki, DJ-producer; CEO/owner, Dim Mak Records

25. Disclosure, DJ-producers

26. Amy Thomson, Founder/CEO, ATM Artists

27. DJ Snake, DJ-producer

28. Zedd, DJ-producer

29. Steve Angello, DJ-producer; founder, Size Records

30. A-Trak, DJ-producer; co-founder, Fool’s Gold Records

Após edição brasileira, Índia e México devem receber o Tomorrowland

Quem aqui não lembra do dia em que David Guetta anunciou a vinda do Tomorrowland para o Brasil? Neste ano, o festival que acontece anualmente em julho na cidade de Boom, na Bélgica, terá transmissão ao vivo, como de 2014 em São Paulo, para a Ásia e mais um país da América Latina.

As pessoas que terão a oportunidade de ir à transmissão que será realizada nos dois países, México e Índia, poderão sentir o clima épico e mágico que o festival proporciona. Por meio de um telão, as pessoas poderão assistir a performance de Martin Garrix, Armin van Buuren, e Dimitri Vegas & Like Mike, no palco principal.

Em se tratando de assunto envolvendo o maior festival de música eletrônica do Mundo, qualquer novidade é muito bem vinda. Não se sabe se será feito algum anúncio como o francês David Gueta fez para os brasileiros, entretanto, as pessoas que irão comprar os ingressos para ir à transmissão nos países divulgados, terão uma oportunidade fantástica e indispensável.

Parece que o Tomorrowland quer expandir cada vez mais a magia que o evento proporciona aos amantes da música eletrônica no Mundo. Após a edição no Brasil, onde a empresa SFX e ID & T, que está por traz do grande festival ter anunciado mais cinco anos de festa em território brasileiro, ela proporcionará através do capitulo conto de fadas, chamado UNITE, uma grande festa por meio da transmissão para os mexicanos e indianos.

Aftermovie da apresentação para os dois continentes:

Nova safra de produtores Israelenses tem encantado e recolocado o País entre os pólos da Dance Music Mundial

Liderados por Guy Gerber e Guy J, nova safra de produtores Israelenses tem encantado o mundo com produções que parecem ter influencias enraizadas na cultura milenar do País. Nos últimos anos nomes como Shlome Aber, Guy Mantzur, Sahar Z, Chaim, Chicola, Lonya, Muzarco e Roy Rosenfel, estão conseguindo cada vez mais impor em todas as partes do mundo, um estilo que pode ser caracterizado como techno progressivo, uma evolução das melodias e o balanço do antigo house progressivo, com os arranjos de bateria e percussão vindos do techno contemporâneo.

Quando se ouve falar em Israel, a primeira impressão que vem a mente da maioria das pessoas é de certa confusão. Religiões, guerras, mar mediterrâneo, faixa de Gaza, mar morto, armas nucleares e atentados terroristas são atributos históricos da região. De fato, o pequeno país do Oriente Médio é conhecido por conflitos territoriais seculares com Egito, Cisjordânia e Síria e por sua crença no Judaísmo com uma pequena parte voltada ao Islamismo e cristianismo.

A capital declarada Jerusalém (sim, a cidade santa e uma das mais antigas do mundo) pode nos ludibriar a imaginar um lugar atrasado e esquecido do mundo, mas o que geralmente a grande mídia não expõe, é que Israel é considerado um país desenvolvido, com um dos maiores índices de expectativa de vida do planeta, investimentos massivos em ciência, educação, tecnologia e o surpreendente índice de 15 % a 37 % da população identificando-se como agnósticos ou ateus. Essa rápida desmistificação das bandeiras televisivas, nos faz começar a entender porque o país desenvolve tantos produtores e Dj’s de talento singular, vindos principalmente Tel Aviv.

A ”cidade Branca” é banhada pelo mar mediterrâneo, sendo a segunda maior e o centro financeiro do país, onde está á bolsa de valores e quase todas as embaixadas internacionais. Conhecida como “a cidade que nunca dorme” e a “capital das festas”, tem um ambiente jovem, vibrante vida noturna e vida cultural 24 horas por dia. E quando se fala em cultura então, poucos povos possuem dentro do próprio país tanta miscigenação entre música, cinema, teatro, shows, danças, literatura, pintura e museus, formando um mix que recebe influencias de todo o mundo. Vale destacar aqui que eles amam musica Brasileira, traduzidas ao Hebraico é claro, de nomes como Chico Buarque, Vinicius de Morais, Jair Rodrigues e Jorge Ben Jor, que são muito comuns por lá. A cidade detém alguns dos principais artistas da musica eletrônica, quem esta na cena há mais tempo certamente conhece ou já ouviu falar de nomes como Infected Mushroom, Astrix, Skazi, Ace Ventura, Sesto Sento e tantos outros expoentes do Psy e Trance mundial, que tiveram seu grande momento nos anos 90 até meados de 2006. Mas não é de passado que vamos tratar e sim de presente e principalmente do Futuro.

Guy Gerber começou a chamar atenção internacionalmente em 2004 lançando ‘’stoppage time’’ pela gigante Bedrock, em 2007 apresenta seu primeiro álbum ‘’Late Bloomers’’ (Coocon Records) e lança sua própria gravadora ‘’Supplement Facts’’, mas é em 2008 que ele explode globalmente com o hipnótico e emblemático single ‘’Timing’’. Quem esteve no carnaval do Warung Beach Club do ano seguinte, pode sentir o poder quase místico da musica sendo jogada sob os raios solares da manhã pelas mãos do DJ Alemão Sven Vath. Desde então Gerber vem em uma crescente sem sinais de qualquer limite de onde um artista pode chegar. Ele tanto pode dividir o palco com Hernan Cattaneo em uma Moonpark na Argentina, como ser uma das estrelas da Enter de Richie Hawtin em Ibiza. Essa facilidade em jogar junto de estilos extremos tem sido um de seus trunfos para hoje estar entre os mais respeitados Dj’s do planeta. Em 2013 surpreendeu o mercado fonográfico disponibilizando um álbum free em sua pagina do soundcloud. ‘’Who’s stalking Who’’ é resultado de produções que fez com seu laptop em hotéis e aeroportos de todo mundo durante suas Gigs. Possivelmente é seu melhor trabalho, não só pela alma mais melódica e profunda das musicas, mas principalmente pelo espírito de quebrar regras e fugir do controle comercial que muitas vezes inibe a liberdade de expressão do artista. Em pleno verão europeu de 2014 Gerber lança (agora oficial e comercialmente) o álbum ‘’11 11’’ com colaboração do Rapper americano Puff Daddy, agora já por sua nova Label ‘’Rumors’’ que é também o nome da sua residência no club Beachouse, no já iniciado verão de Ibiza deste ano. O excelente single‘’No Distance’’ produzido com Dixon no ano passado teve grande repercussão midiática. Não podemos perdê-lo de vista, pois o ‘’mágico’’ está subindo, e não parece olhar pra trás.

Guy J, o pequeno gênio de personalidade introspectiva e serena vem escrevendo seu nome na história de forma sutil e delicada, mas com tamanha profundidade que ele já vem sendo cotado para ser o novo ‘’Maestro’’ em pistas de alguns dos países mais verdadeiros e intensos do mundo, como Argentina, onde é ídolo e se apresenta com freqüência. Ele é o tipo de artista que depois que você entende sua mensagem sonora, fica difícil não virar fã, descoberto pelo olhar de ouro do lendário DJ inglês John Digweed, ele apresentou seu primeiro álbum ‘’Esperanza’’ em 2008 chamando atenção pela habilidade única de tratar com os sintetizadores, timbres e efeitos jamais vistos que ele carrega até hoje como sua arma letal, expandindo e afetando subliminarmente o subconsciente de qualquer um que se deixe entorpecer por suas melodias. A confirmação vem em 2011 com um álbum triplo intitulado ‘’1000 Words’’, um conjunto de musicas falando entre si capaz de transcender os limites do cenário comum, podendo tranquilamente ser apresentadas em um teatro ou como plano de fundo de alguma trilha sonora cinematográfica. Breaks, dowmtempo, ambient, deep house, techno, são alguns dos estilos que passeiam pelas mais de 20 faixas. Em 2012 o emocional EP ‘’Lost & Found’’ marca o início de sua própria Label que leva o mesmo nome, em 2013 mixou uma compilação para consagrada Balance Series, tendo todas as faixas editadas com seu toque pessoal. Nos últimos dois anos tem focado em produzir Singles e Eps pontuais voltados para pista, e como já poderia se imaginar, criando clássicos, , musicas como Dizzy Moments, Candyland e Nirvana tem mostrado que o pequeno grande musico almeja maior protagonismo, sem duvidas o melhor dele ainda esta por vir.

A influencia que esses dois artistas tem causado na cultura eletrônica de Israel, tem feito surgir outros produtores de qualidade equivalente, Guy Mantzur e Sahar Z lançaram um excelente álbum colaborativo chamado ‘’Time’’ no final de 2014 (Lost&Found) e o EP ‘’Épika’’ deste ano de Mantzur e Roy Rosenfeld tem feito parte de quase todos os sets recentes de Sasha. Chaim, apadrinhado por Gerber, se destacou em 2013 com a faixa ‘’Blue Shadow’’, Lonya e Chicola tem recebido muito apoio da consagrada gravadora Sudbeat.

E finalmente Shlome Aber, sendo um dos mais experientes artistas dessa geração, com inclinações mais frias, possui lançamentos e álbuns por algumas das gravadoras mais importantes do movimento Underground, Cocoon, Desolat, Cadenza, Ovum, R & S, Objetividade, e Renaissance fazem parte do seu currículo, além de prêmios e nomeações como “Best Newcomer” em 2005, “Producer and track of the year” em 2007, “Beatport’s artists of the year” em 2008, o colocando em um seleto grupo de expoentes do cenário Euro-Asiático no últimos 10 anos.

Tanta qualidade advinda de um mesmo lugar é no mínimo intrigante, mas o fato é que todos esses artistas têm ajudado uns aos outros, crescendo juntos e levando suas ideologias ao infinito. A terra sagrada de Israel que já esteve sob o domínio dos mais diferentes povos, de Persas a Gregos, de Otomanos a Assírios, hoje tem abraçado o multiculturalismo, e o que reina é musica.

David Guetta falou sobre sua carreira na EDM: “Quando comecei, toda a dance music era underground”

Não é de hoje que a discussão sobre o ‘boom’ comercial que ocorreu nos últimos anos na EDM gera grande polêmica.

Como todos já estão cansados de saber, um dos DJs que sempre é apontado como a cara do marketing no segmento da música eletrônica é David Guetta, devido a sua grande exposição na mídia.

Contudo, seria hipocrisia e um pouco de ignorância deixar de lado toda a carreira do francês, que se iniciou no começo dos anos 90. Guetta foi um pioneiro na Europa e um dos maiores propagadores da dance music no mundo. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, ele falou sobre a evolução de sua carreira, a qual atrelou também o desenvolvimento de todo o mundo eletrônico.

“Quando comecei, toda a dance music era underground. Se você fosse tocar house, precisava ser underground porque esse não era o tipo de música que estava rolando”, disse.

‘Nation Rap’, a primeira música produzida por David Guetta, foi criada a partir de uma colaboração com o rapper Sidney, portanto, muito mais puxado para a black music do que estamos acostumados a ouvir atualmente.

“Minha evolução veio também com a evolução da cena em geral”, comparou o DJ.

Ciente de ser um dos porta-vozes mundiais da Eletronic Dance Music, David Guetta não foge da responsabilidade e revelou que considera a música mais baixada da história, produzida em parceria com Black Eyed Peas, um divisor de águas para a popularização do gênero, principalmente nos Estados Unidos.

“(‘I Gotta Feeling’) realmente mudou o jogo e abriu as portas para a dance music na America. Começaram a tocar pela primeira vez na radio, então não apenas eu cresci, mas toda a cena ao meu entorno cresceu”, analisou.

Em seu novo álbum Listen, um bombardeio de hits é colocado à venda, como Bad, Hey Mama e Shot Me Down. A cada disco que lança, o DJ sabe que um pedaço dele será o responsável pelo sucesso e repercussão já relacionados ao seu trabalho.

“Mesmo que eu ame muitos tipos diferentes de música, você pode ver que uma parte do álbum realmente está explodindo. As pessoas gostam de mim para uma coisa específica”.

David Guetta aproveitou para revelar mais uma de suas parcerias, desta vez com a voz do cantor irlandês Hozier. Mais uma música-chiclete vindo por aí? Isso apenas o tempo e talento de Guetta dirão.

“Recentemente comecei a gravar com Hozier, que é realmente empolgante. Acho que ‘Take Me To Church’ foi uma das melhores músicas do último ano. Nos juntamos há algum tempo para fazer uma, que precisamos terminar. Ele é realmente incrível”, concluiu Guetta.

Aprenda com os erros dos outros e não morra pela boca

Nos últimos 02 dias o que está acontecendo com o DJ/produtor Ten Walls tem sido foco de muitas discussões na cena (se você não está por dentro, veja a matéria aqui).

Alguns dizem “bem feito, se ferrou”, outros dizem que está todo mundo sendo severo demais – afinal, ele é de fato um puta artista.  O fato é: ele MORREU PELA BOCA e a maioria das pessoas vai odiar ele pra sempre, não importa quão maravilhoso artista ele seja. Isso acontece por que NOSSO CÉREBRO FUNCIONA ASSIM. A gente simplifica as coisas e coloca rótulos em tudo e em todos.

Algumas simplificações comuns que talvez você também faça:

David Guetta = Fake (se vc não gosta) ou Superstar (se vc gosta).
Steve Aoki = Fanfarrão (se vc não gosta) ou Maluco, num bom sentido (se vc gosta).
Deep House = Música pra boi dormir (se você não gosta) ou Cool (se vc gosta).
Big Room = Barulho (se vc não gosta) ou Energia (se você gosta).

Todos nós fazemos isso, pois é impossível nossa mente processar a complexidade de informações que existe no mundo. Então nossa mente simplesmente cria “classificações” e coloca as coisas E PESSOAS dentro destas classificações. É o que é não há nada que possamos fazer para mudar isso. Somente coisas e pessoas que conhecemos MUITO de perto conseguimos entender em sua complexidade. Todo o resto, simplificamos.

O Zagallo levou a Seleção Brasileira 4 vezes a ser campeã mundial. É o ÚNICO tetra campeão de verdade NO MUNDO. Teve uma colaboração inestimável para o futebol brasileiro.

Ainda assim como todos lembram ele? “Vocês vão ter que me engolir!”. MORREU PELA BOCA.

Ten Walls ou Zagallo não deixaram de ser gloriosos por causa disso. Mas, na percepção do resto do mundo, perderam pontos demais em 1 único deslize. Suas MARCAS nunca mais foram ou serão as mesmas, quer queiram, quer não.

E o que isso tudo tem a ver com VOCÊ?

Duas coisas:

1) É importante entender que ter uma CARREIRA PROFISSIONAL não se trata apenas de “tocar bem” ou “produzir bem”. Isso é PRÉ-REQUISITO.

Ter uma carreira é algo bem mais complexo e várias coisas precisam estar sendo feitas certo, ao mesmo tempo, para que a carreira decole.

2) E VOCÊ, não tem MORRIDO PELA BOCA também?
Olha seus posts no Facebook e suas conversas nos grupos de amigos. Você fala mal da cena, dos outros DJs, dos contratantes, do mercado, de tudo e de todos?

Pois o que mais tem são DJs com pouco espaço no mercado fazendo isso: desabafando suas mágoas no Facebook. Falam mal de um club ou festa, depois vão lá pedir pra tocar!!! E aí você acha que a porta vai estar aberta ou fechada? Então é o seguinte: quer desabafar suas mágoas? Procure um psicólogo mas, pro seu próprio bem, não faça isso no Facebook pois cada palavra sua vai formar sua imagem na cabeça das outras pessoas.

Se até um artista genial e grande como Ten Walls se dá mal por falar demais, imagine quem ainda está tentando acontecer?
Reflita. Repense suas atitudes.

Um grande abraço,
Everson K – Academia de Marketing para DJ’s

Gareth Emery desabafa: “A música deve ser sempre mais importante que o marketing”

Um dos assuntos que mais tem gerado longas discussões à cerca da Eletronic Dance Music é a questão do gênero estar ligado fortemente com a fama e a exposição excessiva na mídia, se tornando uma ‘modinha’. O bombardeio de singles e a repetição de músicas em diversos sets também são itens bastante criticados por artistas do mundo underground.

O assunto é polêmico e Gareth Emery resolveu dar sua opinião. Através do Facebook, o DJ defendeu e, ao mesmo, tempo alfinetou a classe EDM. Para ele, a culpa da falta de originalidade dos artistas na hora de compor o set é do “jeito que esprememos a duração dos sets, que costumavam ser de 3+ horas há cinco anos, para uma hora ou no máximo 90 minutos”. Para ele, com os conjuntos mais curtos, os DJs “não têm a chance de tocar músicas menos obvias e muitos acabam destruindo apenas com hits”.

Para defender a tese de que ‘o meio’ forçou os artistas a criar produções mais curtas, o britânico usou a própria experiência como exemplo. “Há alguns anos, em um festival europeu, estava sentado no meu trailer, 15 minutos antes de iniciar meu set, quando o promotor correu desesperado e querendo que eu começasse mais cedo, porque o artista antes de mim (um dos maiores do mundo atualmente) saiu do palco dizendo ‘não temos mais nenhuma música’”.

Gareth Emery foi mais afundo e afirmou que os DJs têm músicas menos relevantes para mostrar ao público, mas que quase nunca são tocadas por conta da força dos singles.

“O fato é que quando você está fazendo um horário de 90 minutos definido em um clube e a abertura termina com um mashup de Calvin Harris, Martin Garrix e Knife Party, não é bom desenvolver um ritmo mais lento e iniciar o set com Eric Prydz ou Hot Since 82. Confie em mim, eu tentei. Então você acaba de iniciar hard e nunca vai voltar. Em seguida, você olha tristemente em sua lista de reprodução, no final da noite, em todas as músicas menos conhecidas incríveis que queria tocar, mas não o fez”.

Para concluir, o Emery anunciou que sua turnê mundial Electric For Life, que terá início em novembro, será composta por sets mais longos, assim como seu novo álbum Drive, contradizendo diversos conselhos que ouviu durante a produção do disco, os quais enfatizam que “tudo o que as pessoas querem ouvir agora são singles”. Além disso, o DJ deixou claro que “a música deve ser sempre mais importante que o marketing”.

Estamos a caminho da música tridimensional?

Novo programa que imprime esculturas 3D a partir do áudio nos faz pensar sobre as possibilidades para o futuro do universo DJ

As impressoras 3D ainda estão dando seus primeiros passos, mas temos indícios de que elas devem, efetivamente, revolucionar nossa sociedade através de inovações tecnológicas, permitindo produções em larga escala com mais facilidade, menos custo e menos predadorismo.

No mundo da música não deve ser diferente e a Reify já sinaliza como a impressão 3D pode contribuir nessa esfera. A companhia “transforma o som em algo que podemos ver, esculpir e segurar”, a fim de criar trocas de experiências sensoriais a partir do áudio. Basicamente, desenvolveram um software que é capaz de transformar qualquer amostra de áudio em “esculturas”, através da impressão em três dimensões — sobre materiais diversos, como bronze, plástico e até mesmo cascas de coco. 

Além disso, a Reify está também criando um programa que faz o caminho inverso, no qual pode-se escanear um objeto com o telefone e convertê-lo em áudio. O bonito disso tudo — fora as próprias esculturas, poeticamente lindas — é que cada som produzirá sempre um objeto único, e vice-versa.

Claro, podemos pensar que, por ora, isso tudo é meio inútil, mas vamos mais além e imaginar as portas a serem abertas com esse tipo de inovação. Essas esculturas podem vir a ser o mais novo formato de mídia a ser consumido: pense em objetos 3D que são, na verdade, álbuns completos de artistas. Podemos ir ainda mais longe e tentar imaginar como se aplicaria a nova tecnologia nas performances dos DJs. Certamente seria algo que caras como o Thom Yorke ou o Aphex Twin introduziriam de forma pioneira, e depois a Native e a Pioneer concorreriam para ver quem faz o melhor produto para os DJs, lançando no mercado com caras como o Richie Hawtin e o Deadmau5 — ou seja lá quem vier a ser o novo queridinho das américas.

Vocês acha quem estou viajando demais ou também já se empolgaram pensando nas possibilidades?

Você pode ver mais esculturas no tumblr da Reify.

https://vimeo.com/122162493

Galantis supera todas as expectativas com o sensacional “Pharmacy”

A maior revelação do ano de 2014 foi o duo sueco Galantis e isso ninguém pode negar. Depois de um EP aclamado pela crítica e hits virando hinos nas principais baladas e festivais do mundo, os caras simplesmente quiseram mais. Muito mais!

Eis que exatamente 1 ano e 2 meses depois do lançamento do EP que nos revelou faixas como “Revolution”, “Smile” e “Help”, os caras lançam o primeiro álbum da carreira.

“Pharmacy” desde seu anuncio no ano passado veio gerando todas as expectativas do público e da crítica em torno. Afinal, o primeiro single oficial deste material, a faixa “Runaway (U & I)” se tornou hit viral e os catapultou mais ainda para a fama.

E agora com todas as 13 faixas em mãos é fácil se perder na escolha de favorita para ser o próximo hit. “Peanut Butter Jelly” que é o single atual vem fazendo o trabalho direitinho e bombando nas rádios da Europa e dos Estados Unidos.

O material já começa com “Forever Tonight”, que chega calma e com um vocal feminino bom que aos poucos vai evoluindo junto com a chegada da batida. É fácil dizer que essa é uma das canções mais medianas de todo o material, mas mesmo assim consegue ser superior a muitas faixas lançadas ultimamente por outros produtores.

O Galantis é formado pelos produtores suecos Christian Karlsson e Linus Eklöw, onde cada um tem seus ótimos projetos fora o duo. Chris está no Bloodshy & Avant e Linus é também o famoso produtor Style Of Eye.

Talvez seja essa individualidade produtiva que quando unida em “Pharmacy” faça deste álbum de estreia do Galantis uma porrada viciante do ínicio ao fim.

Faixas como “In My Head” – próximo single de trabalho dos caras –, “Call If Need Me” e “Don´t Care” são faixas que tem todo o potencial para se tornarem os novos hinos dos caras nas principais baladas pelo mundo a fora.

Mas se a tarefa dificílima de escolher os pontos altos do álbum fossem obrigatórios, este colunista simplesmente diria que “Kill´ Em With the Love” e “Water” são as donas destes postos. A primeira é algo que foge de todo o estilo de produção do duo, e tem viradas sensacionais de te fazer apertar repeat sem perceber. Já a segunda tem toda a sintonia sonora de ser “a” canção do álbum, com um refrão e um vocal meio lírico que gruda nos ouvidos muito rápido. Curiosamente ela é a faixa que fecha o álbum e também a favorita tanto de Linus como de Christian, sugerindo que futuramente será um single oficial.

Se bem, como disse, que escolher não é obrigatório. Então pega esse álbum do Galantis – que com certeza já é um dos melhores álbuns do ano – e se vicie!

Você nunca vai ouvir a voz do Martin Garrix em suas músicas

Parece que o jovem DJ e produtor holandês Martin Garrix, não quer saber de ficar “atuando” ou muito menos “cantando” em suas faixas. Seu foco é produzir e tocar músicas para o público que mais cresce no mundo – a dos amantes da música eletrônica.

Numa entrevista com a Digital Spy, Garrix disparou dizendo que sua carreira não requer dele atuar nos videoclipes de suas faixas ou cantar nelas. Segundo destaca, ele poderia sim, se ver fazendo um clipe de cunho humorístico, como da música Cool, de Alesso, mas esta não é a sua real preocupação. Conforme diz “(…) eu não sou um ator de cinema”, frisou.

Na entrevista, diferente dos astros Calvin Harris e Kaskade, que já cantaram nas próprias músicas, Garrix diz: “… você nunca vai ouvir a minha voz em uma faixa Martin Garrix. ” O motivo, é pelo fato de não ter a voz ideal para canto.

O astro EDM falou também sobre sua carreira. Conforme disse, ele conta com uma equipe bem estruturada. Contudo, a presença da família sempre foi fundamental para ele chegar onde está.

Ao relembrar como tudo começou, Garrix destaca sobre a importância da Christina Aguilera, no seu 16 anos, aonde deu seu primeiro salto, se não o principal para o sucesso. O primeiro remix “Your Body” foi introduzido no álbum “Lotus deluxe”, da Christina Aguilera, que foi a cereja para que ele tivesse ainda mais reconhecimento na cena da música eletrônica. Depois disso, Garrix lançou a faixa Animals que, conforme diz, não contava que ela fosse bombar tanto nos clubs ou que fosse cair no gosto geral do público.

Garrix fala também sobre lançar seu álbum de estreia e, promete que não vai demorar tanto para lançá-lo. Nele, o DJ apenas revela que pode haver uma faixa com a participação do canadense The Weeknd, cantor e produtor no qual tem grande admiração.

O Boom financeiro provocado pelo TomorrowWorld

Com apenas duas edições do TomorrowWorld (2013 e 2014), feitas até hoje nos EUA, mais precisamente em Atlanta que fica localizada no Estado da Georgia, os valores brutos adquiridos já se mostram surpreendentes para qualquer província. Trazendo mais de 160 mil pessoas de 75 paises diferentes de todo o mundo já se considera este festival um dos maiores do mundo. Desses participantes mais de 40 mil pessoas ficaram acampadas no próprio evento criando uma pequena comunidade no Dream Ville.

Com um conceito maior do que o da própria vida, o “irmão” do belga Tomorrowland trouxe algo completamente inovador para a economia do Estado norte americano. Recursos provenientes do festival o tornam ainda mais produtivo financeiramente para a região aonde fora estabelecido e, sobretudo, ajuda em muitos aspectos economicos através de processos de produção como: construtores de palcos, proprietários de hotel, cozinheiros (comum e chefe de cozinha), padeiro, tudo a tua volta recebe o bom impacto.

Quando comparado às edições 2013 – 2014, os prós trazidos pelo TomorrowWorld são ainda mais generoso. Devido ao aumento de dias do evento e números de participante houve um acrescimo na economia municipal de Atlanta de 9% de 2013 para 2014. Somente na edição de 2014 houve um lucro de 93,9 milhões de dólares para o Estado da Georgia, deste total, 71,8 milhões de dólares ficaram somente na cidade de Atlanta. No ano anterior os lucros para Georgia e Atlanta foram de 85,1 milhões de dólares e 65,8 milhões de dólares respectivamente. O que enfatiza ainda mais a ideia de lucro superávite constante consistem no valor gasto por pessoas.

Comparamos as edições 2013 e 2014 e na primeira vez do festival nos EUA as pessoas gastaram em média 90 dólares já no segundo ano houve um aumento de 35% no gasto individual de cada frequentador do TomorrowWorld, isso quer dizer que passaram a gastar em média 122 dólares por pessoa.

Note abaixo os valores que foram arrecadados com o evento durante suas duas edições.

U$ 173M em impacto economico somando as edições 2013 e 2014.

U$ 30,5M em renda para trabalhadores da região de Atlanta.

U$ 4,7M de impostos estaduais para Georgia.

O diretor do projeto TomorrowWorld mantem sua humildade e diz “somos apaixonados por trazer essa beleza, positividade e experiencias inesqueciveis aos visitantes da TomorrowWorld a cada ano” […] “Esses números são um lembrete de humildade que o nosso trabalho tem e mostra o impacto significativo para a nossa comunidade local”.

Vai dar muito samba no verão europeu, #SQN

A temporada de verão na Europa já começa a aparecer no horizonte. E junto com ela, surgem também as turnês dos artistas brasileiros, que este ano vão muito além dos ícones nacionais como Gabe, Gui Boratto e Renato Ratier. A nova safra de produtores tupiniquins também fará parte de todo este agito no velho continente, representando a nossa cena com toda a classe que ela merece.

De todos os países que traduzem a essência do mundo clubber, Alemanha e Espanha são os que mais irão receber nossas joias. O primeiro será palco de apresentações de artistas como Sonic Future, do projeto carioca Art in Motion e do produtor teuto-brasileiro Alex Stein, que pela primeira vez volta ao país onde passou sua infância, exclusivamente pela música.

Já os espanhóis poderão conferir gigs de Wehbba, Ricardo Albuquerque, Vintage Culture, da dupla Drunky Daniels e do menino prodígio Volkoder, que emplaca sua primeira turnê internacional, depois de já ter conquistado a primeira posição no Beatport e ter faturado dois prêmios do Rio Music Conference 2015, como melhor produtor e DJ revelação.

Por enquanto, um dos que tem a agenda mais recheada nesse verão europeu é o paulista Victor Ruiz, que embarca para nada menos do que 20 apresentações em seis países. A maratona já começa na próxima sexta-feira e só termina em agosto. E neste ano, a turnê do produtor também contará com apresentações de seu AV show, com Any Mello.

Bom, para podermos reportar todas as apresentações e DJs que carregarão nossa bandeira pela Europa, seria mais fácil escrever um guia, ou quem sabe até um almanaque, porque são muitas datas, em muitos países. É França, Itália, Áustria, Grécia, Portugal, República Tcheca, Holanda… É música brasileira nos quatro cantos do velho continente.

Do Brasil para o mundo. Boa gig para todos os nossos artistas!

Remix de Lost Kings é o novo hit da noite nos Estados Unidos

Ano passado a gente simplesmente fez uma matéria sobre o duo estadunidense Lost Kings, e sobre a maravilhosa capacidade dos caras criarem os melhores remixes do mundo. (Sim, estamos afirmando isso novamente!)

Pois bem, de lá pra cá o Lost Kings (formado pelos amigos Robert Gainley e Nicky – Dr. No) fechou contrato com a gravadora EMI, estão produzindo seu primeiro álbum (com inéditas!) e se tornaram referência para grandes DJS/Produtores quando o assunto é remix.

Bombados nas principais baladas da Europa em sets de nomes renomados, o duo agora se vê dominando a noite dos Estados Unidos, e tudo graças ao recente remix para faixa pop-indie “Crazy” do cantor Thief.

A canção original é o primeiro single do álbum de estreia do cantor, depois do elogiado Ep “Broken Boy”, que tem o sensacional single “Closer”. Alias, vale conhecer o trabalho do Thief, um dos nomes mais promissores do mercado para este e o próximo ano.

Fato é que o remix do Lost Kings para “Crazy” está cada vez mais ganhando destaque nas rádios norte americanas como também na Europa. Só que a atenção para a faixa está sendo tanta que é fato que logo logo ela esteja figurando no Hot 100 da Billboard.

Então se você ainda não ouviu, aperte o play e se vicie em mais um remix sensacional do duo Lost Kings.