A$AP Rocky cancela Tomorrowland e outros shows após prisão; Swedish House Mafia revela collab e pede justiça

Artista está detido desde o dia 03 de julho por suspeita de agressão grave

Quem esperava ver o rapper americano A$AP Rocky no Tomorrowland ou em qualquer outro show de sua turnê europeia, vai precisar esperar um pouco mais. Após ter sido preso no começo do mês (03) pelo envolvimento em uma briga de rua na cidade de Estocolmo, o caso ainda não se resolveu e a estrela segue detida em uma prisão sueca.

Pra piorar, parece que ele está passando por maus lençóis. Seu advogado afirmou recentemente que o rapper está preso em um local onde as condições são “desumanas” e “horríveis”, e lançou uma petição exigindo sua libertação. Segundo a Oxygen, A$AP deve permanecer no mínimo até sexta-feira (19), data em que os promotores devem formalmente acusá-lo ou solicitar que um tribunal prorrogue sua detenção.

Além do Tomorrowland, onde tocaria justamente nesta sexta, Rocky teve de cancelar shows em outros grandes festivais, como Sónar Barcelona, Melt! Festival (Alemanha), Dour Festival (Bélgica), Atlas Weekend (Ucrânia) e Splash! Festival (Alemanha). Os shows aconteceriam para divulgar seu último álbum de estúdio, Testing.

Entenda o caso

Rakim Mayers, o A$AP Rocky, será julgado por lesões corporais graves, o que pode render até seis anos de cadeia. Segundo sua defesa, o artista agiu em legítima defesa.

Em um vídeo de quase três minutos postado por Rocky no IGTV, dois homens não identificados parecem estar provocando o rapper e sua equipe, seguindo-os ao longo do caminho, mesmo após diversos avisos do seu segurança para irem embora. É possível observar que Mayers, que estava mantendo a calma até então, muda de atitude ao ouvir de uma mulher que um dos homens havia apalpado a bunda dela e de sua amiga.

Em outro vídeo, postado anteriormente no Youtube e já retirado do ar, é possível ver A$AP e seu companheiros agredindo um dos homens que aparece em suas filmagens.

Collab com o Swedish House Mafia

Além de ter ganho o apoio de diversos artistas no mundo todo, A$AP Rocky também recebeu a solidariedade do Swedish House Mafia. No final de semana, Steve Angello e Sebastian Ingrosso postaram nos seus respectivos Stories um player indicando a existência de uma collab entre o trio e o rapper, chamada “Frankenstein”. Ingrosso também postou uma foto com a legenda #FreeRocky (algo como “Rocky livre”).

Em sua apresentação no Ultra Europe, no domingo, o grupo tocou “Frankenstein”, enquanto a mensagem “Justice for Rocky” (“justiça para Rocky”) brilhava no palco.

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#JusticeforRocky

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Foto: Reprodução
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Depois de 20 horas, polícia fecha rave ilegal e prende cinco na Inglaterra

Antes tarde do que nunca…

Um caso curioso envolvendo a polícia e uma rave ilegal rolou neste final de semana, no condado de Norfolk, na Inglaterra. Segundo a Mixmag, as autoridades levaram nada menos que 20 horas para aparecer — em um curioso caso de pontualidade nada britânica.

“A polícia foi chamada por volta das 19h30 no sábado, depois que uma pessoa viu um anúncio do evento no Facebook, e o denunciou. Unidades especialmente treinadas da polícia chegaram no domingo, e interromperam o evento por volta das 15h45”, diz a nota do portal, em tradução pela Phouse.

Ainda de acordo com o site, dentre as cerca de 600 pessoas presentes na rave, cinco foram presas pela polícia, que ainda apreendeu o equipamento usado na balada. “Três homens, com idades entre 25, 28 e 31 anos, foram presos por organizarem a rave. Outros dois, de 20 e 33 anos, respectivamente, foram detidos por suspeita de dirigirem embriagados. Todos os cinco permanecem em custódia enquanto aguardam o interrogatório.”

Gabe agradece aos fãs e fala sobre a prisão: “Piores dias da minha vida”

DJ se pronunciou em vídeo pela primeira vez desde o episódio com a justiça carioca

Nessa quinta-feira, em suas redes sociais, Gabe se pronunciou em vídeo pela primeira vez desde todo o imbróglio com a justiça do Rio de Janeiro. Em cerca de dois minutos, o DJ agradeceu aos fãs, aos amigos e à família pelo carinho enquanto esteve preso, e também trouxe detalhes sobre sua experiência.

“Queria, primeiramente, agradecer a todos da minha família, meus amigos, e aos meus fãs pela corrente de energia positiva que foi feita pra que tudo desse certo. Agradecer principalmente à Gabi, minha esposa, que fez o possível e o impossível pra que agilizar todo o processo dessa injustiça que aconteceu comigo. Vou contar um pouco do que aconteceu: estava tocando na festa, teve uma operação policial, e eu fui levado à delegacia, achando que estava tudo bem, e tudo o que eles encontraram na festa, eles jogaram nas minhas costas”, disse.

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“Passei pelos sete dias piores da minha vida. Fui mal-tratado, humilhado, não sei nem como explicar aonde fui, os dias que passei. Estava com meu amigo Victor, meu road manager. Graças a deus estávamos juntos, passamos esse perrengue juntos. A gente ficou sete dias, sem água, sem comida, jogados numa cela com mais 50 criminosos, e escuro, molhado, cheio de bicho, não tinha banheiro. Situação desumana, pra ser sincero”, detalhou Gabe, antes de encerrar o vídeo de maneira positiva.

“Tô aqui pra dizer que tá tudo bem, tô forte, sobrevivi, e queria agradecer novamente todo mundo, todas as mensagens que recebi. Foi emocionante tudo isso, e eu vou passar por essa fácil, porque isso me tornou mais forte ainda. A gente vai chinelar muito juntos ainda, galera!”, concluiu.

O artista também aproveitou para divulgas suas datas no Carnaval, em que toca no Rio Music Carnival (dia 02), Ame Laroc Festival (dia 03), Rooftop Garden Club (dia 04) e Soulvision Festival (também no dia 04). Confira o vídeo na íntegra:

Juiz concede liberdade, e Gabe celebra

Advogado demonstra certeza da vitória ao final do processo

Depois de seis dias detidos na Casa De Custodia Dalton Crespo De Castro, em Campos dos Goyatacazes–RJ, Gabe e seu produtor, Victor Matias Gama, conseguiram, na tarde deste sábado, liberação do juiz da Vara Criminal de Rio das Ostras, que acatou o pedido da defesa e revogou a prisão preventiva. Assim, ambos responderão ao julgamento em liberdade.

“Com a liberdade do DJ Gabe, a verdade começa a ser reestabelecida. A prisão dele foi arbitrária e completamente desnecessária. A absolvição é somente uma questão de tempo”, declarou o advogado Patrick Berriel — que batalhou durante toda a semana por esse desfecho — à imprensa. Em contato com a Phouse, Berriel demonstrou confiança total na vitória de Gabe.

“[O julgamento] ainda não tem data, mas ele será absolvido. Não tenho dúvida, conheço o processo”, afirmou.

Em suas redes sociais, Gabe celebrou a conquista, sendo festejado por todos os seus apoiadores — entre eles, inúmeros colegas do cenário eletrônico nacional, que, por conhecerem bem o artista, têm convicção de sua inocência.

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L I V R E 🙏🏼 _ 📷: @harley_castro.

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Gabe solta nota de esclarecimento em suas redes sociais

Equipe de advogados trabalha para inocentar o artista e seu produtor

Pela primeira vez desde que foi detido pela polícia no sábado, no La Playa, Gabe se pronunciou oficialmente nesta terça-feira sobre sua situação, através de seu staff. O texto afirma que ele e seu produtor estão sendo acusados de envolvimento com o tráfico de drogas de maneira injusta. O DJ segue preso em Campos dos Goytacazes, enquanto a defesa tenta uma liminar para liberá-lo.

“O artista e seu produtor Victor [Matias Gama] foram surpreendidos por uma operação policial que buscava por comerciantes de drogas dentro do club. Gabe e Victor foram levados à Delegacia e estão sendo injustamente acusados de envolvimento com o tráfico”, diz a nota.

“É de conhecimento público que Gabe é um artista respeitadíssimo, com uma carreira de 20 anos consolidados no Brasil e no mundo, e nunca esteve envolvido com nenhum tipo de comercialização de entorpecentes”, continua.

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Ao final, o comunicado diz que advogados já estão trabalhando para provar a inocência do DJ, e agradece aos “milhares de fãs que já se manifestaram em sua defesa”. “Aguardamos urgente reavaliação do Poder Judiciário sobre o seríssimo equívoco que está em andamento”, finaliza.

Confira o texto na íntegra:

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

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A Phouse está em contato com o advogado do artista, e em breve trará novas informações.

Gabe deve se posicionar nos próximos dias sobre episódio no La Playa

DJ foi preso quando tocava em festa no Rio das Ostras

A Phouse está trabalhando intensamente desde ontem para apurar mais detalhes sobre a situação do DJ Gabe, preso no sábado em operação policial no bar La Playa, em Rio das Ostras–RJ. Circula o rumor de que Gabe teria sido liberado ainda no domingo, mas não conseguimos confirmar a veracidade dessa informação.

Entramos em contato com Polícia Civil, Polícia Militar, o staff e a defesa do DJ, mas até este momento, conseguimos apenas um breve depoimento do advogado Patrick Berriel: “O conceituado DJ Gabi [sic] jamais comercializou qualquer tipo de entorpecente. Está ocorrendo um equívoco na dinâmica do fato apurado pela Polícia Civil, o que será provado durante o processo. Tendo em vista as condições pessoais do DJ, a prisão é absolutamente desnecessária”.

Quando questionamos o paradeiro de Gabe, uma representante da agência Alliance Artists se limitou a dizer que “no momento oportuno serão postadas notícias nas redes sociais do artista direcionadas a todos os fãs e parceiros”. Sem uma certeza da situação atual do DJ, os fãs têm se mobilizado nas redes sociais dando seu apoio com a hashtag #Gabelivre.

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O que diz o La Playa

O bar, que teve sua festa interrompida, publicou um comunicado no Facebook na noite de domingo, confirmando que a operação ocorreu por volta das 20h30 do dia 16. Segundo a publicação, a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Guarda Municipal entraram no estabelecimento “sem qualquer mandado de busca e apreensão e revistaram cerca de 200 pessoas”.

O estabelecimento ainda afirma que não foi responsável pela venda de entorpecentes, e que os proprietários não estavam cientes dessa atividade comercial. Quando procurado pela Phouse, o staff do La Playa se colocou à disposição para responder novas perguntas, mas ainda não retornou até o momento desta publicação.

Foto: Reprodução/Facebook

O que diz o G1

Segundo o G1, Gabe foi preso em flagrante com outras quatro pessoas por tráfico de drogas no local — informação que não conseguimos confirmar. De acordo com a reportagem de de Viviane Lopes e Fernanda Soares, os proprietários do La Playa, de fato, foram liberados por falta de provas de alguma participação no esquema. Entretanto, a matéria defende que o estabelecimento foi interditado e teve seu alvará cassado — o que foi negado pelo bar.

A reportagem ainda conseguiu contato com o delegado Ronaldo Andrade Cavalcante, da 128ª Delegacia de Polícia, que justificou a operação, chamada de Dama de Negro. “Encontramos muita droga no local, principalmente ‘cheirinho da loló’ e droga sintética. Havia droga no chão, no banheiro, entre as garrafas de bebidas e, inclusive, em setores privados da casa de show, como na cozinha e no estoque”, declarou.

“Segundo o delegado, quando os policiais disfarçados identificaram que a venda dos entorpecentes estava acontecendo, acionaram o restante dos agentes, que cercaram o estabelecimento na Av. Euclides da Cunha, na Enseada das Gaivotas”, segue a reportagem. “O DJ Gabriel Antônio Serrasqueiro [Gabe], que é de São Paulo, e o assistente dele estavam com droga sintética (ecstasy), maconha, cocaína e frascos com medicamentos, afirma Ronaldo Andrade Cavalcante”.

A matéria ainda foi atualizada nesta segunda-feira, trazendo o mesmo depoimento de Berriel que publicamos acima.

+ 23/02/2018: Às vésperas de long set em Curitiba, Gabe bate um papo breve com a Phouse

Fazendo jornalismo

Temos recebido algumas críticas por causa da reportagem de ontem. Alguns fãs de Gabe argumentaram que a acharam “desnecessária”, “sensacionalista”, “irresponsável”, “fake news” e “prejudicial à cena”, entre outros adjetivos não muito louváveis.

Em vista disso, a Phouse gostaria de esclarecer que o seu compromisso é com a informação e apuração dos fatos. Não publicaríamos nada sem a certeza e sem a devida responsabilidade no processo de apuração.

Gabe é um dos maiores expoentes do cenário nacional e é evidente que o que ocorreu em Rio das Ostras é um fato de alta relevância para nossos leitores. Pelo bom jornalismo, não poderíamos deixar de trazer essas informações, por mais que possam ser desagradáveis.

Tanto naquela matéria quanto nesta, não fizemos qualquer juízo de valor sobre o fato, e ressaltamos aqui todo nosso respeito pelo DJ e por sua trajetória.

Grande operação policial em bar prende Gabe no Rio de Janeiro

Cinco pessoas, entre elas o DJ, foram algemadas e conduzidas à delegacia de Rio das Ostras

A última festa no La Playa, que rolou nesse sábado (16), em Rio das Ostras, terminou de forma tensa. Ao final da day party, uma operação do Ministério Público, que envolveu Polícia Civil, Polícia Militar e a Guarda Municipal, cercou o bar, que fica na na Avenida Euclides da Cunha, e revistou todos os presentes, apreendendo uma grande quantidade de drogas, como ecstasy, cocaína, maconha e loló.

Segundo a polícia, traficantes estavam operando no local. Cinco pessoas foram presas e conduzidas à delegacia — entre elas, o DJ Gabe, um dos expoentes do cenário house/techno nacional, e sua equipe de produção. De acordo com testemunhas, Gabe tinha elevadas quantias de entorpecentes em sua mochila.

O DJ era a principal atração da festa, que ainda trouxe Follk, Rian Carvalho, Flávio Bastos, Rayan, Sloth e Rojo em seu lineup.

A Phouse segue em busca de novas informações.

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Drogas apreendidas na operação. Foto: Guarda Municipal de Rio das Ostras/Reprodução

Confira o aftermovie dos três anos de Laroc Club

Novo clube do Grupo Laroc abrirá neste mês; polícia investiga morte de jovem na casa

No último dia 13, o Laroc Club comemorou seu terceiro aniversário em alto estilo. A festa de aniversário teve Kaskade como headliner, além de Bruno Martini, Santti, Viktor Mora, CAJUN, Renato Naya e Silvio Soldera

Agora, a página da casa no Facebook relembrou como foi o rolê, com este aftermovie que você confere abaixo.

#TBT Especial: #Laroc3Anos aftermovie

Pra gente lembrar da melhor festa de aniversário do ano…O #Laroc3Anos reuniu Kaskade, Bruno Martini, SANTTI, Viktor Mora, CAJUN, Renato Naya, Silvio Soldera e o melhor de todos os convidados: VOCÊS! Obrigado por tornarem esse sonho possível!

Posted by Laroc Club on Thursday, November 1, 2018

Novo club

No dia 17, a partir das 16h, o Grupo Laroc vai inaugurar seu novo clube, o Ame. Voltado ao underground, como Mario Sergio de Albuquerque nos explicou em maio (relembre aqui), a primeira festa traz Joris Voorn, Boghosian, DJ Glen, Mascaro e Silvio Soul.

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Morte de menor

Nem tudo é festa. Na manhã do domingo, 28, o jovem campineiro Lucas Alves Braga faleceu após passar mal no Laroc, que trazia no dia anterior o Diynamic Festival. Segundo o NH TV, Lucas foi socorrido pela ambulância do clube e levado a uma Unidade de Pronto Atendimento da Santa Casa de Valinhos, mas não resistiu.

Ainda de acordo com o jornal, o garoto tinha 17 anos e havia entrado com um RG falso. O corpo foi sepultado nessa segunda-feira, 29, e a polícia trabalha em duas frentes de investigação: se a documentação foi falsificada pelo próprio Lucas ou se outra pessoa cometeu o crime, e se o jovem usou drogas ou consumiu bebida alcoólica na noite. “Ainda não temos confirmação, mas parece que ele não era dado ao uso de drogas”, declarou o delegado de Valinhos, Julio Cesar Brugnoli.

“Deixamos nossos sentimentos e solidarização a familiares e amigos e informamos que só voltaremos a falar sobre o assunto após a finalização das investigações”, comunicou o Laroc, em nota oficial.

Hackers roubam dados de 64 mil visitantes do Tomorrowland

Invasores conseguem informações de parte do público da edição de 2014

Se está difícil pra você que não foi, imagine para quem foi no Tomorrowland 2014 e ficou sabendo agora que dados de 64 mil participantes foram roubados por hackers em recente ataque online a um antigo servidor usado para venda de ingressos do festival.

Conforme alega o jornal belga De Standaard, os hackers conseguiram pegar informações pessoais, e embora não incluam detalhes de pagamento ou senhas, existe a preocupação se os dados seriam suficientes para roubo de identidade ou fraude. Os afetados pelo hackeamento serão contatados pelo Tomorrowland. Naquele ano, o número total de visitantes foi de 360 mil.

“Pedimos para estar atentos ao receber e-mails sobre vendas de ingressos, promoções ou outros destinatários que não vêm dos canais oficiais de comunicação do Paylogic ou do Tomorrowland. Todas as comunicações do festival são conduzidas pelo tomorrowland.com. As vendas de ingressos só podem ser encontradas via my.tomorrowland.com ou parceiros oficiais de viagem”, esclareceu a porta-voz Debby Wilmsen ao De Standaard.

O Tomorrowland de quatro anos atrás

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Fundador do Fyre Festival é condenado a 6 anos de cadeia

Sentença foi deferida nesta quinta-feira, nos Estados Unidos

Saiu nesta quinta-feira, 11, em Nova Iorque, a sentença judicial contra Billy McFarland, o produtor de eventos de 26 anos que ficou famoso pelo fiasco do seu Fyre Festival em 2017. O empresário vai pegar seis anos de prisão, não apenas por este episódio, em que provocou um prejuízo de mais seis milhões de dólares a diversas pessoas, mas também por outras múltiplas fraudes cometidas.

Segundo a VICE, os advogados de McFarland tentaram liberá-lo da cadeia defendendo que ele foi diagnosticado recentemente com transtorno bipolar, que não o deixaria saber diferenciar o certo do errado.

A juíza Naomi Buchwald não comprou a ideia, e acabou aplicando a sentença, justificando que Billy sabia exatamente o que estava fazendo, e que se trata de um “fraudulento em série”. Ainda assim, a pena pode até ser considerada branda, já que ele corria o risco de pegar até 20 anos.

Ainda de acordo com a VICE, o americano disse sentir um profundo remorso. “Tenho vivido todos os dias da minha vida com o peso de saber que eu literalmente destruí as vidas de meus amigos e da minha família”, teria declarado.

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Produtora do Na Praia é investigada por fraude

R2 Produções é alvo de operação da polícia do Distrito Federal

Uma das baladas mais populares de Brasília virou alvo da Polícia Civil do Distrito Federal. Suspeita de corrupção, a empresa R2 Produções, responsável pela realização do Na Praia, está sendo investigada na chamada Operação Praia de Goa. A operação foi criada para combater crimes na contratação e execução de projetos culturais aprovados pela Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural da Secretaria de Cultura.

Segundo o blog de Ana Maria Campos, do Correio Braziliense, a investigação mira na R2 desde o ano passado. A suspeita é de que a empresa vem fraudando a Lei de Incentivo à Cultura com superfaturamento de produtos e serviços nos eventos Na Praia Social, Na Praia Cultural e Carnaval no Parque.

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A Operação Praia de Goa — nome que faz referência à praia da Índia onde surgiu o psytrance — apurou que a empresa recebeu mais de R$ 3,5 milhões dentro da Lei de Incentivo à Cultura, mas apesar de esse dinheiro ser para projetos sociais, a empresa teria utilizado os recursos em eventos particulares, com ingressos de até R$ 300.

Agora, mandados de busca serão realizados nas residências dos sócios e funcionários da R2, secretarias de cultura, órgãos públicos e em empresas prestadoras de serviço.

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Os eventos do projeto Na Praia são muito populares no Distrito Federal. A ideia surgiu em 2015 com o intuito de trazer um clima praiano a Brasília durante a estação seca e de altas temperaturas. As festas apresentam uma estrutura impecável às margens do Lago Paranoá, com cenografia exclusiva em referência às praias mais famosas do mundo, e com programação eclética. Os valores dos ingressos e do consumo são padrão A.

A R2 divulgou uma nota sobre o assunto:

A R2 produções manifesta absoluta surpresa e incompreensão diante da desproporcional medida anunciada na manhã desta terça-feira (18). A empresa jamais foi chamada a prestar qualquer tipo de esclarecimento e nenhum dos sócios foi instado a dar informações. Todos os documentos relativos aos projetos da empresa são públicos e sujeitos a qualquer tipo de apuração. As prestações de contas dos empreendimentos atendem ao calendário legal e não há pendências em relação às mesmas. A empresa reitera a integral lisura de suas atividades, sua postura colaborativa com a justiça e demais instituições e permanece à disposição para ajudar na elucidação deste ou de qualquer outro procedimento.

Tom Swoon é sentenciado a quase cinco anos de cadeia 

Ex-DJ se envolveu em acidente fatal ao dirigir embriagado

O ex-DJ e produtor Dorian Tomasiak, mais conhecido como Tom Swoon, foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão, mais uma multa, pelo acidente fatal que matou uma pessoa em dezembro de 2017, na Polônia, quando dirigia embriagado. A notícia foi publicada pelo jornal polonês Onet.

A punição inclui também a suspensão vitalícia da carteira de motorista e uma multa de 50 mil PLN (Zlotys poloneses) — aproximadamente R$ 55 mil — para reparações civis e pessoais para as vítimas.

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Dorian não negou ser culpado pelo que aconteceu e demonstrou muita emoção durante a entrega da sentença. Ele chegou a fazer uma declaração pública aos familiares da vítima: “Eu não me lembro muito daquele dia. Lembro que estava no meu quarto, e depois, um ‘branco’, até que as algemas já estavam em minhas mãos e descobri que matei um homem. Saber que tirei a vida de uma pessoa é o maior castigo que eu poderia receber. Eu nem sou capaz de pedir, mas peço desculpas a vocês de todo coração”.

A decisão final da justiça foi criticada no tribunal por ser considerada inadequada pelo crime. A promotoria chegou a solicitar a revisão da multa para o equivalente a R$ 66 mil, mais a diminuição de 18 meses na sentença de prisão. Essa alteração, entretanto, não foi confirmada.

Em junho, já preso e aguardando seu julgamento, o artista chegou a divulgar uma carta assumindo o erro e anunciando o fim de sua carreira musical. Clique aqui para relembrar.

Organização do Burning Man reclama de abuso policial

Festival começou nesse sábado

A edição de 2018 do Burning Man, que começou nesse sábado, 25, passou por problemas com a polícia. Segundo comunicado da própria organização, a “Bureau of Indian Affairs” (BIA), uma agência do “U.S. Department of the Interior”, pegou pesado nas rodovias que dão acesso a Black Rock City. A ação policial teria realizado buscas intensivas com cães farejadores na Rodovia 447, em Wadsworth e Nixon. Segundo os realizadores do evento, isso prejudicou o festival, causando atrasos e congestionamentos.

Em nota no Burning Man Journal, os organizadores alegam que essas paradas de trânsito causaram atrasos em sua liderança operacional, prejudicando a  infraestrutura e logística da montagem da festa. Reboques e caminhões teriam sido descarregados e revistados por agentes da BIA, deixando os motoristas para recarregar os veículos liberados na beira da estrada. Imagine esvaziar um trailer com mantimentos para uma semana no deserto e re-empacotar tudo de novo… 

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Além da busca por narcóticos, os burners teriam sido parados por infrações de trânsito, como dirigir por cima do limite de velocidade, não parar antes da linha em um sinal, verificações de placa e checagem de faróis. O Burning Man classificou a ação como “inconstitucional e agressiva”, já que diversos voluntários teriam afirmado não ter violado nenhuma lei antes de serem detidos e revistados.

“Dado o grande número de indivíduos que relataram ter sido interrompidos quando não estavam violando nenhuma lei, acreditamos que essas táticas são excessivamente agressivas, inconstitucionais, desnecessárias e inaceitáveis”, complementou a organização do Burning Man em sua nota.

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Afrojack é investigado por sonegação de impostos

Contador do DJ é acusado de desviar milhões

Afrojack pode estar enrolado por sonegação fiscal. O contador do artista, Frank B., foi acusado de fraude pelo Serviço de Informação e Investigação Fiscal da Holanda e está sendo investigado desde março pelo Ministério Público. Segundo informações da imprensa holandesa, Frank pode ter desviado milhões, e o artista também estaria sendo investigado para saber se foi conivente com as operações fraudulentas.

Segundo o De Telegraaf, o serviço de investigação holandês prendeu o contador e realizou uma busca na sua residência por indícios que relacionem Afrojack ao suposto desvio de verbas. O DJ afirmou estar chocado com a detenção do seu conselheiro fiscal, e alegou não ter conhecimento de nenhuma falcatrua.

Afrojack explicou, por meio de sua assessoria, que a responsabilidade de quaisquer ações relacionadas a impostos eram de Frank B. “Ele não sabe bem se todos os seus assuntos fiscais são regulados de acordo com a legislação e quer enfatizar que esta é uma suspeita sobre o conselheiro fiscal”, disse seu porta-voz à imprensa.

Se o MP concluir que o DJ participou do esquema, ele será julgado de acordo com o conhecimento que tinha das operações, e se desempenhou real intenção de sonegar ou se acabou sendo vítima de golpe. Caso seja considerado responsável, o DJ provavelmente vai precisar pagar uma multa ou corrigir os valores dos impostos sonegados.

Frank B. também é o contador de Tiësto, mas sobre ele não respingou qualquer suspeita até este momento.

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Réus são condenados por incêndio que matou 36 em festa nos EUA

A tragédia ocorreu no final de 2016, durante showcase do selo 100% Silk

Duas pessoas foram presas pelo incêndio que causou a morte de 36 pessoas no armazém convertido em casa de shows chamado “Ghost Ship”, em 2016, nos Estados Unidos. Derick Almena, de 48 anos, e Max Harris, 28, enfrentaram acusações de homicídio culposo pelo ocorrido e pegaram nove e seis anos de prisão, respectivamente. O caso foi concluído na terça-feira passada, dia 03, pela procuradoria do Condado de Alameda, na Califórnia.

O julgamento seria em 16 de julho, mas durante a audiência preliminar o juiz leu as acusações e os réus não contestaram. De acordo com o jornal East Bay Times, Almena e Harris decidiram não apelar para julgamento e aceitar um acordo judicial para cumprirem penas mais leves. Eles foram condenados por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

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Almena era o chefe do coletivo de artistas Satya Yuga, que residia e atuava no local, enquanto Harris era o diretor executivo, responsável por cobrar o aluguel dos respectivos moradores. Segundo a promotoria estadual que cuidou do caso, ambos desempenharam papéis criminosos por negligência no acidente.

Se cumprirem as penas com bom comportamento, a lei americana ainda pode liberar ambos na metade do tempo para cumprir o resto em regime condicional. Essa decisão, segundo a imprensa internacional,não agradou as famílias das vítimas, que esperavam por penas mais rigorosas. Diante da frustração, a procuradora Mary Alexander, que representa 11 das vítimas no caso, afirmou ao East Bay Times que “o importante é que os dois sejam responsabilizados e cumpram pena por seus crimes”.

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Conhecido como Ghost Ship, o local do incêndio era um armazém em Oakland, Califórnia, que foi convertido ilegalmente em uma casa de shows, além de servir também de moradia para os membros do Satya Yuga. Na ocasião do acidente, o selo de house music 100% Silk — fundado em Los Angeles em 2011, e que já contou com suporte de nomes importantes como Daniel Avery e Ben Pearce — promovia um showcase no segundo andar. Cerca de 50 pessoas ocupavam o local na hora do incidente.

Segundo as investigações, o incêndio pode ter sido causado por problemas no sistema elétrico do edifício, mas a causa não foi confirmada. Sabe-se que o fogo começou no primeiro andar, e o relatório das investigações junto ao Corpo de Bombeiros aponta que havia muitos objetos de madeira, ausência de detectores de fumaça e extintores e complicações nas saídas do prédio.

PF prende dois por lavagem de dinheiro na contratação de DJs em SC

Contratos de pagamento eram subfaturados

Nesta quinta-feira, duas pessoas foram presas em São Paulo em fase da chamada “Operação Line Up”, da Polícia Federal. A operação investiga esquema bilionário de lavagem de dinheiro por subfaturação nos contratos de DJs internacionais para festas de música eletrônica. As fraudes envolvem R$ 2 bilhões e empresas em Santa Catarina e São Paulo ligadas ao doleiro Alberto Youssef, condenado na Operação Lava Jato. A informação é do G1 SC.

Os mandados de prisão preventiva foram realizados em São Paulo, capital, contra um dono e o diretor de uma empresa de câmbio que trabalhava no esquema de lavagem de dinheiro junto a uma empresa de eventos catarinense. Os nomes dos suspeitos e das empresas investigadas não foram divulgados. De acordo com a reportagem, 14 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, cinco deles em SP e nove em Santa Catarina, nas cidades de Itajaí, Balneário Camboriú e Blumenau.

O esquema de lavagem de dinheiro teria sido feito por meio da parceria entre a empresa de eventos e a corretora de câmbio. Segundo a PF, as investigações começaram em 2013 e apuraram que os contratos dos DJs eram subfaturados nos pagamentos — ou seja, a quantia paga aos DJs era maquiada para o desvio do dinheiro.

Ainda de acordo com os números da polícia, foram mais de R$ 2 bilhões em movimentações atípicas, e envolvendo 155 operações de câmbio sob nomes de pessoas falecidas, exportação ilegal e contratações de empresas investigadas na Lava Jato, vinculadas a Youssef.

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Tiroteio e tumulto resultam em mortos e feridos nos EUA e na Venezuela

Gás lacrimogêneo e briga entre gangues causaram as mortes

Final de semana de tragédias em clubes. No sábado, 16, uma bomba de gás causou tumulto em clube na Venezuela, enquanto no domingo de manhã um tiroteio no festival Art All Night, nos Estados Unidos, deixou quase 20 mortos.

No primeiro episódio, 17 pessoas morreram resultado de um tumulto durante uma festa de formatura que era celebrada no club El Paraíso de Caracas, capital da Venezuela. Segundo as autoridades venezuelanas, o motivo foi uma bomba de gás lacrimogêneo que foi detonada dentro do local, e cerca de 500 pessoas se desesperam para sair. 

De acordo com o Ministro do Interior, Néstor Reverol, a bomba foi detonada depois de uma briga, e até o momento sete suspeitos foram detidos — inclusive o dono do local por negligencia na política de segurança do clube. O caso está sendo investigado.

Não é a primeira vez que Caracas tem uma história trágica como essa. Em 2002, no club La Guajira, 50 pessoas morreram por causa de um tumulto causado por um incêndio.

Tiroteio em Nova Jersey

Nos Estados Unidos, pelo menos 22 pessoas se feriram e uma morte foi confirmada após o tiroteio do último domingo no festival Art All Night, em Trenton, Nova Jersey . Segundo a imprensa internacional, dois homens atiraram contra o público devido a uma briga entre gangues. De acordo com a polícia, dois suspeitos foram detidos e um dos atiradores foi morto por seguranças.

O governador Phil Murphy disse que a briga foi iniciada por duas pessoas, mas a disputa se transformou em um tiroteio em massa envolvendo várias armas, já que a festa não contava com detectores de metal. “Este é mais um lembrete do absurdo da violência armada”, disse Murphy em uma coletiva de imprensa. O governador havia acabado de assinar seis novas medidas rigorosas sobre o uso de armas na semana passada. Já havia rumores nas redes sociais de que algo aconteceria no evento.

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Produtor do Fyre Festival é denunciado por novos golpes

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Billy McFarland pagou fiança, mas deve ser julgado neste mês

Lembra do fiasco do Fyre Festival em 2017? O festival que prometeu mundos e fundos em estrutura a preços altíssimos e não conseguiu realizar nada? Então, o cara por trás da produção fracassada acaba de ser denunciado por novas acusações de fraude. Segundo a promotora Kristy GreenbergBilly McFarland, de 26 anos, dava golpes em festivaleiros vendendo ingressos inexistentes para festivais populares, como Coachella e o Burning Man.

De acordo com a acusação, McFarland visava as pessoas da lista de clientes do Fyre Festival e vendia ingressos fantasma para eventos de alto nível. Entre eles o Coachella, Burning Man, Met Gala, Grammy e até o Super Bowl. O esquema envolve faturamento ilegal de mais de cem mil dólares entre 2017 e o início de 2018. O negócio funcionava online e era chamado de NYC VIP Access.

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Não bastasse o papelão que foi o Fyre Festival 2017,  o escritório da Procuradoria de Manhattan revelou que McFarland está agora enfrentando um novo conjunto de acusações relacionadas a um esquema de multas do festival, que estava em andamento nos últimos meses enquanto ele aguardava a sentença. O empresário enfrenta acusações de lavagem de dinheiro, de fraude eletrônica dos ingressos e até de tentar se passar por outros funcionários da empresa.

Ele assumiu a culpa das acusações de fraude relacionadas ao Fyre e deve ser condenado na próxima semana, podendo pegar até 40 anos de cadeia. Quanto às demais, ele pretende lutar na justiça, alegando que estava sendo prejudicado por um ex-colega que está cooperando com os promotores.

Diante de toda essa palhaçada, Billy não parece estar muito preocupado após pagar fiança e aguardar em liberdade. A procuradora afirmou em juízo que McFarland está hospedado em hotéis de luxo, jantando em restaurantes caros e que até teria falado em fuga caso seja condenado. A nova sentença pode chegar a dois anos de prisão.

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Controversa ação antidrogas é utilizada em show do Above & Beyond e revolta público

Jovem chegou a ser barrada por carregar soro nasal

Lembra da treta dos cães farejadores no show do Above & Beyond em Sidney? A medida antidrogas acabou sendo mesmo aplicada. O show foi nesse sábado, e os frequentadores apontados pelos cães tiveram a entrada negada e ainda foram banidos da área por seis meses.

Segundo o Daily Mail, a polícia aplicou a punição em qualquer dos frequentadores do festival que fossem identificados por cães farejadores, mesmo que eles não tivessem nenhuma droga consigo. Isso porque, na teoria, os cães conseguem sentir resquícios do contato prévio com substâncias ilícitas.

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A imprensa australiana entrevistou Stephanie Korfiatis, de 23 anos, que foi barrada pela ação mesmo sem ter nenhuma droga no corpo. A fã disse a uma fotógrafa da Fairfax Media que estava esperando na fila do lado de fora do local com um grupo de amigos para ter sua bolsa verificada pela segurança quando um cão farejador se sentou ao lado dela, e ela foi banida.

Sabe o que o cão identificou em Stephanie? Um bastão Vick, daqueles usados para desobstruir o nariz. Stephanie se mostrou, naturalmente, revoltada. “Eu estava muito ansiosa para esse show […], comprei os ingressos há seis meses na pré-venda”, disse a garota, que foi a única a ficar de fora do show entre seu grupo de amigos. Além do constrangimento e da frustração, o prejuízo financeiro foi de 130 dólares australianos (cerca de R$ 370,00).

A “Sniff Off”, uma campanha de conscientização da organização jurídica NSW Greens contra o uso de cães farejadores, deu assistência ao público afetado injustamente pela medida, distribuindo panfletos para o público que foi barrado com a intenção de tomar medidas judiciais contra a ação. “Este é um grave abuso dos poderes da polícia”, publicou a organização no Facebook. “Vamos encontrar a força policial de Sidney no tribunal na próxima semana”.

Vamos continuar acompanhando pra ver no que esse B.O. vai dar…

Homem é encontrado morto durante o Bonnaroo

Causa ainda não foi divulgada; Eminem polemiza em show

Bonnaroo registrou algumas vibes bem pesadas nesse final de semana. O festival americano, que começou na quinta e acabou ontem, informou à imprensa que um homem foi encontrado morto na área de camping. Além disso o uso de efeitos sonoros de disparos de fogo assustou o público em show do Eminem, causando grande controvérsia. 

Um representante do Gabinete do Xerife do Condado de Coffee, no Tennessee, disse ao Daily News que o corpo de um rapaz foi encontrado na manhã de sexta-feira, no camping da festa. A polícia descartou a hipótese de ação criminosa, porém ainda não divulgou a causa da morte.

Tiros de Eminem

É comum que as performances do rapper americano Eminem sejam provocativas, mas desta vez ele parece ter polemizado acima do tom. Ao utilizar efeitos sonoros de tiros em seu show no festival — também na sexta —, o cantor foi vaiado pelo público. As manifestações de desaprovação também foram vistas nas redes sociais. Segundo comentários no Twitter, os sons eram “muito reais”, e muitas pessoas ficaram apavoradas.

Fãs do rapper defenderam o artista, afirmando que ele sempre utilizou esses efeitos em performances. Entretanto, o trauma recente dos Estados Unidos com relação a ataques terroristas deve ter pesado.

O artista e o festival não se manifestaram até este momento.

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