Com releitura para “The Wall”, Alok lança a CONTROVERSIA, sua própria gravadora

A CONTROVERSIA Records vem para ajudar novos DJs e ampliar a liberdade artística de Alok

Em maio, Alok já havia revelado que inauguraria sua própria gravadora com o lançamento de “The Wall”, releitura devidamente autorizada do maior hit do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall”. Chegou o dia. Nesta sexta-feira, a música que transforma o clássico do rock em uma pedrada clubber foi lançada em collab com o Sevenn pela inédita CONTROVERSIA Records.

Segundo o DJ, a proposta da label é contrabalançar o seu lado mais pop com a promoção de sons — e consequentemente de artistas — menos convencionais, dando espaço a nomes promissores da música eletrônica, mas que não sejam, necessariamente, de grande apelo popular.

“Ter uma gravadora é um uma das ações mais gratificantes que um artista pode fazer. Com a CONTROVERSIA, eu quis ultrapassar a barreira de apenas produzir minhas músicas, para também ajudar outros produtores e DJs a trilharem seu caminho na cena eletrônica, assim como fiz”, contou Alok, em exclusividade para a Phouse. “A motivação é justamente construir e fortalecer essa ponte entre mim e a cena, além de contribuir, claro, com a música e com artistas que buscam mais oportunidades.”

De acordo com o staff de Alok, a label lhe dará também mais liberdade criativa para trabalhar sons que fogem de sua linha atual, focando um pouco mais nos clubs — a ideia é que ele promova nomes em que realmente bote fé, em uma ampla gama de vertentes. Entretanto, não há ainda nenhum próximo lançamento engatilhado.

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Alok terá sua própria gravadora

Primeiro lançamento será releitura de clássico do Pink Floyd

Alok anunciou nessa segunda-feira, através de suas redes sociais, que está prestes a fundar seu próprio selo musical. O nome permanece guardado a sete chaves, e a previsão de chegada ainda é incerta.

O que sabemos é que o primeiro lançamento da label será “The Wall”, releitura — devidamente autorizada, claro — do DJ brasileiro com o Sevenn para o clássico do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall”. A música já pôde ser conferida por fãs em algumas apresentações recentes do Alok, conforme o teaser abaixo.

Um ano do acidente aéreo

Alok também celebrou um ano do seu “renascimento”. No dia 20 de maio de 2018, o avião que levava ele e sua equipe perdeu o controle e saiu da pista ao tentar decolar no Aeroporto de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Felizmente, não houve feridos na ocasião.

“Hoje completa um ano do nosso acidente de avião. 20 de maio o dia do meu renascimento. Obrigado meu Deus por mais uma chance. GRATIDÃO! Vamos celebrar a vida!?”, publicou agora o artista.

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“A saúde vem em 1º lugar, e é difícil lembrar quando você está se divertindo”; membro do Sevenn é mais um DJ a dar um tempo

Irmão mais velho e fundador do projeto, Sean Brauer é outro DJ que saturou da vida de turnês

Se a morte de Avicii teve um impacto positivo, foi no fato de que nunca se conversou tanto sobre saúde mental, depressão e o lado desgastante — fisica e psicologicamente — que a vida de um DJ de sucesso muitas vezes impõe.

As consequências estão sendo vistas: além dos debates sobre o tema em conferências e redes sociais, e de iniciativas que arrecadam fundos para instituições que trabalham na saúde mental de músicos, alguns expoentes perceberam que era hora de dar um tempo. O caso mais notável foi o de Hardwell, que anunciou hiato dos shows por tempo indeterminado. Também chamou atenção o deadmau5, que depois de tanto polemizar nas redes, se afastou delas e procurou ajuda psicológica.

No cenário nacional, temos um exemplo a partir do Sevenn — dupla formada pelos irmãos americanos Sean e Kevin Brauer, mas baseada no Brasil. No último final de semana, o duo anunciou nas redes que Sean, o irmão mais velho e fundador do projeto, estava se retirando por tempo indeterminado das apresentações. Sean volta a morar nos Estados Unidos, mas garante seguir fazendo parte do Sevenn nas produções.

Para entender melhor essa história, troquei uma ideia com os irmãos, em papo que você confere abaixo.

Sean, você pode nos contar melhor o que foi que aconteceu? O que tem rolado na sua vida e na sua carreira que te levou a tomar essa decisão?

Sean Brauer: Já tem 16 anos que toco como DJ, mas nada havia sido como o que eu e meu irmão fizemos nos últimos três. Aí eu me dei conta que eu não tenho mais 18 anos, e de que talvez fosse hora de mudar de estilo de vida.

Você chegou a desenvolver algum problema de saúde?

SB: Não, mas eu reparei que as viagens constantes, as turnês e os shows começaram a me desgastar com mais facilidade do que antes. Então achei melhor para minha saúde dar esse passo para trás neste momento.

E agora, como imagina sua vida profissional? Vai seguir produzindo normalmente com o Kevin?

SB: Por ora, só preciso descansar. Vou passar muito mais tempo com a minha família e pessoas queridas — também conhecidas como a lenda das lendas no quesito ser mãe, Jodie Brauer. Serei sempre um membro do Sevenn, e nada vai mudar isso. Só não participarei mais das apresentações com o meu irmão.

Acho que às vezes a gente esquece o quão frágeis realmente somos, e tentamos superar nossos limites sem perceber o quão fácil e rápido tudo pode mudar— Sean Brauer.

Kevin, como vai ser o Sevenn agora sem o Sean? Como foi o seu processo na tomada de decisão do seu irmão?

Kevin Brauer: Quando o Sean me contou sobre sua decisão, eu fiquei um pouco chocado, mas o Sevenn é o filhinho dele e eu pretendo criá-lo e dá-lo a devida educação — talvez até formar uma família com dois filhos ilegítimos.

Quais as principais mudanças que o projeto passa agora que é capitaneado por você?

KB: A única mudança significativa é que eu agora estou loiro #loirossedivertemmais. O Sean vai continuar sendo uma parte muito importante de tudo o que fazemos como Sevenn. Acho que tenho muita sorte que ele me chamou pro projeto há três anos. Vou fazer ele e a mamãe muito orgulhosos.

A morte do Avicii parece ter desencadeado um alerta na cena eletrônica, de modo geral. Você acha que foi influenciado também por essa onda, Sean?

SB: Claro, o caso do Avicii foi um choque pra todos na indústria musical, não só no mundo da música eletrônica. Acho que às vezes a gente esquece o quão frágeis realmente somos, e tentamos superar nossos limites sem perceber o quão fácil e rápido tudo pode mudar. Precisamos nos lembrar que a saúde vem em primeiro lugar, e às vezes é difícil quando você está se divertindo.

“Se eu pudesse, teria uma sessão de meia hora de conversa, sete shots e pizza com cada um dos fãs nas nossas gigs” — Kevin Brauer.

Você vê o seu caso como o de alguém que está dando um tempo e logo deve voltar, como o Hardwell, ou mais como o Calvin Harris, que desistiu das turnês e tem o foco nos estúdios, tocando apenas eventualmente em Vegas?

SB: Estar no palco, tocando minhas músicas e tendo a oportunidade de dividir os sentimentos com outras pessoas é como eu mais me sinto eu mesmo, e nunca vou abrir mão disso. Só não sei te dizer em relação às frequências dos shows. Talvez eu possa aparecer de surpresa com meu irmão em uma apresentação do Sevenn, talvez com outro projeto, ou mesmo as duas coisas. Quem sabe?

Kevin, você não chegou a passar também por um momento de saturação da rotina intensa de DJ? Não sente vontade de tirar um período sabático?

KB: Às vezes eu fico um pouco cansado, mas conhecer o tipo de pessoa que a gente encontra e trocar energia é a coisa mais realizadora para mim. Se eu pudesse, teria uma sessão de meia hora de conversa, sete shots e pizza com cada um dos fãs nas nossas gigs.

Vocês dois foram criados numa comunidade de cristãos missionários. Como foi essa experiência e como isso moldou o caráter de vocês?

SB: Acho que ter estudado em casa nos deu mais liberdade para crescer emocionalmente e criativamente. O nosso grupo era baseado em amor e paz, então temos um pouquinho da vibe hippie conosco (risos). Somos uma família de nove irmãos, e cada um teve que encontrar um jeito de ser melhor que o outro. Essa competição sadia nos fez mais fortes juntos.

“Estar no palco, tocando minhas músicas e tendo a oportunidade de dividir os sentimentos com outras pessoas é como eu mais me sinto eu mesmo, e nunca vou abrir mão disso” — Sean Brauer.

O estilo de vida nestas comunidades — sem tecnologia, sem curtição, sem álcool e drogas — parece ser o extremo oposto de um lifestyle de um DJ. Como foi que vocês saíram de um extremo ao outro?

KB: É exatamente o oposto. Acho que nunca vamos nos sentir completos em sociedade. O Sean foi expulso da comunidade quando ele tinha 16 anos, por ter uma namorada “de fora”. E aí ele foi pra sua primeira rave, onde se apaixonou por música eletrônica. Eu odiava o estilo, porque eu fazia metal progressivo “da Disney” e nunca tinha ido a uma balada. Em 2013, o Sean me mostrou “Spectrum”, do Zedd, e também acabei me apaixonando.

Vocês são religiosos? Há alguma espiritualidade que influencia a obra de vocês dois?

KB: Temos muita experiência de vida e lidamos com todo o tipo de pessoa que você consegue imaginar. Mas definitivamente não somos religiosos — a não ser que você considere o Nicholas Cage um deus, como eu considero.

O que podemos esperar do Sevenn em 2019?

KB: Mais turnês internacionais e collabs loucas. Também quero passar boa parte dos shows no meio da galera, conhecer todo mundo e fazer festa com eles. E também long sets allll the timeeee!

* Flávio Lerner é editor da Phouse.

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O sucesso em números: como estão as agências de DJs mais relevantes do Brasil

Artist Factory, Plusnetwork, Entourage e Nova têm papel fundamental em impulsionar DJs e o mercado nacional

* Por Matheus Duarte
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Atuar como uma agência de bookings e management no Brasil é fazer um cuidadoso trabalho de curadoria artística e funcionar como um espelho generoso das tendências de mercado e dos desejos do público brasileiro, que mudam periodicamente — e com anseio quase que obrigatório por novidades. 

Cada artista tem um lugar devidamente justificado em seus casts, e as agências empenham-se em apresentar caminhos múltiplos e certeiros tanto em bookings quanto em management, para cada tipo de persona em um mercado cada vez mais segmentado como o da música eletrônica.

No Spotify, plataforma mais relevante da atualidade, alguns números sintetizam a relevância das principais agências no mercado de show business por aqui, e traduzem as boas escolhas de casting. Em novembro, estes foram os artistas mais escutados, em um comparativo envolvendo as principais agências do mercado da música eletrônica no Brasil: 

 Os dez principais artistas no Spotify entre as agências brasileiras de música eletrônica, por número de ouvintes no Spotify.

Além da presença digital decorrente de lançamentos relevantes, a Artist Factory é uma das agências que mais exportam seus talentos mundo afora. Alok, Bhaskar, Liu e Sevenn estiveram em turnês na Ásia neste ano — mercado que possui grande apreço pelos sons dos artistas brasileiros (como você viu aqui).

Liu, que tem descendência asiática, viu sua popularidade crescer na cena oriental. Prova disso foi o convite — inédito — feito para participar de um reality show sobre DJs em Shangai, o Rave Now. Sevenn passou pela Ásia duas vezes em menos de seis meses. Já os Cat Dealers, da Nova — que, fundada há poucos meses, tem crescido rapidamente —, também foram para fora do país em 2018, assim como Vintage Culture, da Entourage, e Bruno Martini e FTampa, da Plusnetwork, já estão mais do que acostumados com grandes shows dentro e fora do Brasil.

Agências brasileiras mais relevantes do Spotify, em número de ouvintes no Spotify.

Todas essas outras agências trabalham em um formato “360 graus”, no qual os serviços prestados ao artista compreendem todo o fluxo de trabalho necessário para seu sucesso: desde o desenvolvimento, passando pelo planejamento estratégico até a logística, para que os DJs se apresentem no Brasil e no mundo. “Hoje somos reconhecidos no mercado internacional por ter com um casting variado e artistas de sucesso. E isso só é possível graças a um cuidadoso trabalho de curadoria artística somada a uma visão estratégica, sempre divida com toda a equipe”, explica Gabriel Lopes, diretor da Artist Factory, em contato com a Phouse.

“Como agência de bookings e management, procuramos estar à frente das mudanças, apontar tendências e promover caminhos para inovação neste mercado da música eletrônica, que está cada vez mais plural. Ter essa quantidade significativa de artistas no top 10 é gratificante e chancela o nosso trabalho e esforço diário”, conclui.

O cenário nacional está cada vez mais profissionalizado, e é bom ver uma grande quantidade de artistas em evidência, impulsionados pelo trabalho duro da turma dos bastidores. Com a visão de integrar todo um ecossistema produtivo em torno do artista, as agências prosseguem escalando sua importância e fazendo uso de seu tino de negócios para levar cada vez mais DJs ao sucesso. Estar atento às exigências, tanto do público quanto dos contratantes, é uma arte, e este é o ciclo atual do nosso mercado.

* Matheus Duarte é colaborador da Phouse.

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Aquece EOL Maringá: ouça sons de todas as atrações deste final de semana

Uma seleção com hits de Liu, Cat Dealers, Sevenn, Gui Boratto, Leo Janeiro, BLANCAh e muitos outros

Numa ponta, Liu, Cat Dealers, Sevenn e outras atrações do mainstream nacional; na outra, Gui Boratto, Leo Janeiro, BLANCAh e companhia com grandes pedradas do espectro house/techno. É o que você vai conferir nas duas playlists que montamos com sons de todas as atrações do Elements of Life Festival Maringá, que rola neste final de semana.

A primeira corresponde ao primeiro dia de festa no Fashion Hall: 14/12, vulgo esta sexta-feira; a segunda, aos sons mais conceituais do dia 15. Único DJ que vai tocar nos dois dias, Fernando Aragon consta na segunda playlist por convergência sonora.

Pra curtir, conhecer novos artistas e ir aquecendo, é só clicar nos players abaixo. Para conferir a programação completa e outros detalhes desta edição, só acessar aqui.

 
  

Sevenn lança single pela Armada Music

“Lollypop” acrescenta mais um selo gigante na discografia dos irmãos americanos

Depois de assinar por selos importantes, como Universal Music, Spinnin’ Records e a Musical Freedom, de Tiësto, o duo Sevenn adicionou mais uma label gigante à sua discografia: a holandesa Armada Music, de Armin van Buuren.

O som dos irmãos, entretanto, segue a mesma identidade já conhecida dentro da bass house, sem nenhuma influência do trance, como o vínculo à Armada poderia sugerir. “Lollypop” traz graves salientes, batidas marcantes e um vocal sexy, e está desde ontem (07) disponível em todas as plataformas.

  

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KSHMR no Laroc: diretor esclarece campanha para contratação do DJ

Mario Sergio de Albuquerque explica que enquete iniciou a mobilização

Nesta segunda-feira, o Laroc Club iniciou a venda dos ingressos para o dia 08 de setembro, data em que a casa receberá KSHMR como headliner. Além dele, FTampa, Sevenn, Liu, CIC e Kickstarts são as atrações da festa.

A história dessa data é inusitada, já que uma campanha pública no Facebook, através do evento “KSHMR no Laroc”, ganhou grandes proporções nas últimas semanas. Na ocasião, o sócio-diretor do clube, Mario Sergio de Albuquerque, inclusive, chegou a postar que se o evento ultrapassasse a barreira dos dois mil confirmados, a festa aconteceria.

+ OPINIÃO: Por que KSHMR é um dos melhores produtores de EDM da atualidade

Agora, em contato com a Phouse, ele explica que, diferentemente do que muitos pensam, a iniciativa de trazer o DJ americano não partiu da campanha no Facebook. “Quando eu estava fazendo buscas para a atração da data, fiz uma pequena enquete no Instagram, nos Stories, perguntando [quem o público preferia] entre KSHMR e Vini Vici. Claro, fiz a enquete já sabendo que ele estava disponível”, revela o diretor.

“A partir da enquete, aí sim as pessoas se mobilizaram. E já sabendo que o KSHMR era uma realidade, eu entrei na brincadeira. Na verdade, isso [a campanha no Facebook] nos deu confiança pra seguir a negociação com o artista.” Para Albuquerque, portanto, a experiência foi um sucesso, embora ele lamente um efeito colateral. “Já estão surgindo infinitos eventos no Facebook pedindo por Martin Garrix, Carl Cox e outros nomes no Laroc que ainda não são realidade, nem perto disso. Então a gente tem que tomar cuidado pra que isso não comece a gerar muita expectativa e, consequentemente, frustrações”, pondera.

Perguntado se realizaria novas enquetes do tipo para motivar campanhas públicas por atrações, Mario Sergio deixou a possibilidade no ar: “Às vezes, para entender preferências. Mas não como obrigatoriedade”.

Vai ter “KSHMR brasileiro”?

Quem acompanhou o evento não oficial no Facebook (o da campanha pública) pôde ver dezenas de comentários de fãs pedindo por outra atração: o DJ Gran Fran, que vem sendo referido como o “KSHMR brasileiro”. Apesar do apelo massivo dos fãs, este pedido não foi atendido pelo clube, que justifica que já não havia mais espaço no lineup para mais uma atração. “Esse é o precedente que se abre ao fazer enquetes: as pessoas entendem que com qualquer mobilização vamos ‘ceder'”, conclui Mario Sérgio.

Mesmo assim, a galera vai poder curtir um pouco de Gran Fran na noite. Segundo publicação do artista, tanto FTampa quanto o Kickstarts o convidaram para dividir com eles os seus respectivos sets.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Conquistando a Ásia: DJs brasileiros falam sobre o novo polo da música eletrônica

Bhaskar, Liu, FELGUK e Cat Dealers relatam suas experiências no continente
* Com a colaboração, revisão e edição de Flávio Lerner

Quando falamos de dance music no contexto internacional, os primeiros destinos que vêm na nossa cabeça são Europa e Estados Unidos. Não se iluda; este é apenas mais um reflexo da influência musical e cultural que esses lugares têm sobre nós. A verdade é que o novo oásis da indústria da música eletrônica está bem mais longe do que imaginamos: na Ásia. E é pensando nisso que não só os Top DJs mundiais como também os brasileiros estão se aventurando em terras orientais e fazendo muito sucesso.

Que a Ásia vem roubando a atenção do mercado não é de hoje. É evidente que o continente proporciona condições ideais para realização de festivais, por exemplo. Se avaliarmos o clima, o público, as paisagens e o custo, fica fácil saber o porquê. Ainda em 2015, o CGA Strategy divulgou um ranking dos 250 melhores festivais do planeta, e a Ásia, com apenas dez concorrentes, emplacou cinco: o Sunburn, na Índia; o Zoukout, em Singapura; e Clockenflap e Storm Electronic Festival, na China. De lá pra cá, a cena só cresceu.

Sabendo da mina de ouro que se tornou o “mundo oriental”, os nossos DJs também resolveram desbravar o continente. Alok, FELGUK, Cat Dealers, Sevenn, Liu, Bhaskar, D-Stroyer, Gaby Endo, Wav3motion, Renato Cohen, Gui Boratto e André Pulse são alguns dos que se destacam nessa aventura, e a Phouse entrevistou alguns dessa lista que só aumenta.

Ásia
Foto: Divulgação

Neste sábado, dia 04, a label UP Club desembarca no Half Moon Festival, em Koh Phangan, Tailândia. O showcase do selo de Alok vai levar muita brasilidade consigo com Liu, Bhaskar, Shapeless, Ekanta, Logica (antigo projeto de Bhaskar e Alok) e o Tripical (o único artista que não é brasileiro) fechando o line. Alok já deixou suas marcas no Oriente, e é visto como um dos nomes que “puxaram o carro” para os seus colegas terem mais espaço no outro lado do planeta. O DJ mais popular do Brasil faz várias turnês no continente asiático desde 2016, tocando em países como China, Indonésia, Vietnã e Filipinas.

Seu irmão, Bhaskar, também tem experiência no continente. O DJ já tocou no SKY Garden, em Bali, no 1900 Le Theatre, no Vietnã, além do próprio Half Moon Festival, e nos contou sobre suas impressões. “[Os asiáticos são] Um povo muito evoluído mentalmente. O que sinto é que é mais difícil perder a pista na Ásia. Todos estão super envolvidos do começo ao fim da apresentação, e parecem não se cansar nunca!”, explica o DJ. O artista comentou também sobre as limitações da cena e sua crescente evolução. “Como a música eletrônica não tem barreiras, era de se esperar que chegasse aqui [na Ásia], e esse crescimento tem sido constante. Cada vez que eu volto eu noto a diferença. A única parte chata é que vários clubs têm limites de horários bem restritos, então se torna difícil fazer sets mais longos.”

Já o jovem Liu, que inclusive tem descendência chinesa, está chegando agora na cena oriental, e entende que o mercado asiático é promissor. “A Ásia é um dos maiores novos polos de música eletrônica do mundo, pois é um continente massivamente populoso e que está em constante expansão econômica”, argumentou. Ele defendeu ainda o “up” que tocar no continente pode dar na carreira.

“Acredito que exista uma grande relevância e respeito na carreira dos artistas em atingirem a Ásia, já que é um mercado fechado e difícil de chegar”. Liu revelou que já foi até convidado para participar de um reality show sobre DJs na China. “Foi uma grande honra em saber que represento os DJs chineses no Ocidente. Não sei se vou poder participar devido às minhas datas no Brasil”. O garoto toca nesta semana em dois showcases da UP Club (Vietnã, no dia 03, e Tailândia, no dia 04).

Os caras do Sevenn também podem ser considerados parte dessa história. Americanos de nascimento, mas brazucas de coração, os dois têm a maior parte da sua agenda hoje em dia voltada para o nosso país, sendo inclusive representados pela Artist Factory — agência de São Paulo que cuida da carreira de muitos dos nomes aqui citados. O Sevenn está com uma turnê recheada de destinos asiáticos para 2018. Só neste mês de agosto eles vão tocar no Japão, na Índia, na Tailândia e na Coreia no Sul. A Phouse tentou contato com o duo e o Alok para mais detalhes de suas experiências orientais, mas não recebemos resposta até o fechamento desta matéria.

Enquanto para uns a Ásia ainda parece ser “outro planeta”, para outros ela já faz parte da vida profissional. É o caso do FELGUK. Os brasileiros já tocam por lá há quatro anos, e revelaram pra gente que a presença eletrônica no continente só cresce. “Quando falamos da Ásia, falamos da maior população do mundo, a velocidade com que a música eletrônica cresce lá é impressionante. Os menores festivais são quase do tamanho dos maiores daqui. Acredito que nos próximos anos a Ásia será o novo polo da música eletrônica, se já não é”, comentam.

Os dois acrescentam que antes deles, o Wrecked Machines, antigo projeto do Gabe, já havia passado por lá. Ainda segundo os DJs, a vertente mais popular era o psytrance, e a maioria das festas e festivais aconteciam no Japão. Outra característica de destaque no cenário asiático de dance music é a estrutura. “São extremamente inovadores quando o assunto é produção de eventos. Os níveis de produção e tecnologia usados nos clubs e festivais, é de ficar de boca aberta”, lembrou o duo, que já tocou no M2 Club, em Shanghai, e V2Tokyo, no Japão.

“A música como um todo, inclusive a EDM, tem a capacidade de unir as pessoas, independentemente da cultura, do credo e da filosofia” — FELGUK.

Outra dupla que chegou na empreitada oriental recentemente é o Cat Dealers, cujos integrantes destacaram que grande parte da cena de lá é influenciada por padrões ocidentais. “O Top 100 da DJ Mag é bastante influente entre o público asiático. Vários países do continente têm acesso restrito a sites e redes sociais ocidentais, portanto países como a China usam o ranking para saber quem são os DJs em alta pelo mundo”, disseram, indo ao encontro da carta aberta ao público que 3LAU escreveu sobre a relação entre o Top 100 e a Ásia, em 2016.

Para os Dealers, a chegada ao continente asiático também foi proporcionada pela popularização de uma de suas produções mais recentes. Eles revelaram que “depois de ‘Sunshine’, que fez bastante sucesso na Rússia”, foi possível pôr a Ásia na agenda. A turnê incluiu shows na China, Hong Kong, Vietnã e Coreia do Sul, em julho deste ano. Apesar do crescimento do mercado, eles confessam que chegar na Ásia ainda é um “feito inusitado” para alguns. “Os outros DJs sempre nos perguntam como são os detalhes, como é a vibe do público, como são os clubs… Rola curiosidade demais, parece que fomos tocar na Lua”, brincam.

Os números não mentem: tanto os exemplos da exportação dos nossos DJs quanto as pesquisas evidenciam a Ásia como um potente mercado para o setor. Divulgado em maio, o IMS Business Report 2018 já tinha apontado a música eletrônica como o gênero que mais cresceu em popularidade no continente. O estudo revela que 64% da China e do Taiwan escutam dance music, chegando a 74% na Coreia do Sul. Dá pra apostar, então, que vai ter muito DJ indo pra lá nos próximos anos — e, tomara, cada vez mais brasileiros espalhando a sua arte.

Nayara Storquio é redatora da Phouse.

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Sevenn sampleia logo sonoro da Motorola em novo candidato a hit

“Hello Moto” foi lançada na sexta

Nessa sexta-feira, os irmãos Sean e Kevin Brauer pintaram com um novo candidato a hit. Chamado “Hello Moto”, o novo single do Sevenn mistura groove, melodia, guitarras, graves e o clássico logo sonoro da Motorola, em um som que traz uma pegada ligeiramente diferente do que a dupla vinha apresentando.

Segundo os irmãos Brauer, a track foi produzida inteiramente com o uso de fones de ouvido do iPhone.

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“It’s Always You” é o novo single do Sevenn

Faixa foi lançada nesta sexta-feira

Depois de emplacar hits com expoentes como Tiësto e Alok, o duo americano Sevenn acaba de lançar nesta sexta-feira (04) a faixa “It’s Always You”, que promete repetir o sucesso de seus últimos trabalhos.

Lançado de forma independente, o novo som — sucessor de “Beautiful Tonight”, com o Yves V — traz uma pegada pop com toques de future house. Confira, com direito a lyric video:

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Nova versão de “BOOM”, de Tiësto e Sevenn, atinge o Top 20 da Billboard

O lançamento representa a primeira entrada do Sevenn no chart

Lançada há um mês, a versão de “BOOM” — o brazilian bass de Tiësto e Sevenn — com o vocal de Gucci Mane vem sendo bem cotada no chart de dance music da Billboard. A faixa entrou no ranking no primeiro dia de fevereiro, na 47ª posição, e desde então vem crescendo, encontrando-se agora em 19º.

Segundo a Billboard, esta é a 17ª entrada de Tiësto no chart, a segunda de Mane e a primeira do Sevenn. Atualizado semanalmente, o chart da Billboard apura as 50 músicas mais populares do momento, baseado em audiência de rádio, número de vendas e de streaming em plataformas digitais.

No momento, o novo som do Zedd, “The Middle”, figura na primeira posição, seguido por “Wolves”, de Selena Gomez e marshmello e “Let Me Go”, de Hailee Steinfeld e Alesso. Você pode conferir todas as 50 posições do chart de dance music aqui.

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Confira a nova versão de “BOOM”, o hit brazilian bass lançado pelos gringos em 2017

Em abril, Tiësto se aventurou no brazilian bass com a faixa “BOOM”, uma collab com o duo Sevenn, lançada posteriormente na compilação Clublife Vol. 5. Depois de nove meses de bastante sucesso, a faixa ganhou hoje uma nova cara, com os vocais do rapper Gucci Mane.

Com a nova versão, “BOOM” deve atingir um novo público, que não necessariamente consome brazilian bass ou similares, e também mostra um dos motivos pelos quais virou hit: se adapta bem em diferentes circunstâncias.

Confira o resultado:

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Depois de polêmica com Bonadio, remix de Alok e Sevenn atinge Top 20 do Spotify

O remix feito pela dupla para o clássico “Pelados em Santos” pintou na 19ª posição da playlist “As 50 Virais do Mundo”

Na treta desse final de semana, quando o famoso produtor musical Rick Bonadio e Alok discutiram por causa de “Pelados em Santos” — clássico dos Mamonas Assassinas, que ganhou remix de Alok e Sevenn há cerca de uma semana — do Mamonas Assassinas, o DJ chegou a agradecer pelo marketing. De fato, depois de toda a polêmica, a faixa apareceu nessa segunda-feira no Top 20 Global do Spotify.

A crítica de Bonadio, que produziu o álbum dos Mamonas nos anos 90, diz respeito ao tom da música original e como o remix estava em outro tom, próximo porém errado.

O produtor goiano respondeu com uma live no Instagram junto dos rapazes do Sevenn, negando se tratar de outro tom e mostrando por que a crítica não seria válida — Bonadio e Alok continuaram se alfinetando em outros posts durante o fim de semana.

Independentemente de quem você acha que tenha razão, o efeito prático parece ter sido mesmo um impulsionamento ainda maior do remix. A faixa atingiu a posição #19 na playlist As 50 Virais do Mundo, ficando acima de artistas como Camila Cabello, Migos e Axwell Λ Ingrosso, confirmando que os posts de Rick provavelmente serviram mesmo como “marketing gratuito”.

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Festa rola nesta sexta-feira, em Santarém, com direito a B2B entre Vintage Culture e ILLUSIONIZE

Na última semana, embarcamos rumo à capital da Amazônia para uma festa que fez jus a sua promessa de ser uma das maiores festas de Halloween do Brasil. Reunindo aproximadamente 20 mil pessoas e artistas como Alok, SEVENNSelva e Shapeless, a PUMP Black Party aconteceu às margens do Rio Negro, na Praia do Hotel Tropical.

Além do grande público, boa música, fogos e efeitos especiais no palco, um dos nossos grandes destaques ao festival fica para sua organização exemplar. Ficamos impressionados com todo o trabalho por trás da PUMP — desde o local escolhido à logística, ao bar e até o camarim. Na pista, foram mais de 180 banheiros químicos instalados, para o maior conforto do público.

Com início às 22h, o festival se estendeu até às 08h da manhã, com direito a retorno do Alok ao palco. O DJ já havia se apresentado às 02h e retornou às 07h com um set eletrizante para celebrar o nascer do sol. Sem dúvidas, um dos momentos mais bonitos do festival.

Dando continuidade à sua trilogia com o tema Black Party, a PUMP segue nesta sexta-feira, 17, com mais uma edição em Santarém, no Pará. A festa rola na chamada Arena PUMP, um novo espaço do Iate Clube, a partir das 21h; as atrações ficam por conta de Vintage Culture, ILLUSIONIZE, JØRD e Luiz Salla. Depois de tocarem individualmente, o Vintage e o ILLUSIONIZE também tocam em B2B. Os ingressos estão disponíveis no Prime Ingressos.

Luckas Wagg é CEO da Phouse.

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Conheça a PUMP Black Party, uma das maiores festas de Halloween do Brasil

Coproduzido por agência de Alok, evento espera receber mais de 20 mil pessoas nesta quarta-feira em Manaus

Nesta quarta-feira, dia 1º, Manaus vai receber nova edição de uma das maiores festas de Halloween do Brasil. A PUMP Black Party rola na Praia do Tropical, com um lineup de peso: Alok, SEVENN, Selva, Shapeless, Undercover, TooHoot e Madame C.

A festa é de iniciativa da PUMP Entertainment, fundada em 2013 por Bernard Teixeira, e que hoje atua em seis Estados e mais de dez cidades do Brasil — mas o foco segue na capital do Amazonas, onde tudo começou. A empresa já realizou quatro edições da Black Party, além de edições de Reveillon e edições “Colors”, em que a música se junta a um festival de cores.

Desde o ano passado, entretanto, a PUMP Black Party ganhou um reforço de peso com a entrada da Artist Factory, de Alok, como sócia. Alok e Bernard são amigos de longa data, e depois de tocar como atração em algumas edições, a agência do DJ participa da curadoria artística e do investimento. Tal qual como faz no Green Valley, o astro goiano vai tocar duas vezes no mesmo evento.

Para este ano, a PUMP aguarda um público de 20 mil pessoas, além de algo em torno de 300 embarcações ao redor, curtindo a festa diretamente das margens do Rio Negro. Haverá ainda um grande palco com 200 metros quadrados de LED, além de fogos e um sistema de som que irá ecoar por Manaus.

Ainda há ingressos no quarto lote, disponíveis aqui.

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Tiësto lança quinto volume de sua compilação “Club Life”

Tiësto lançou nesta sexta-feira (06) o quinto volume de sua aclamada série “Club Life”. O disco traz 18 faixas de grandes nomes, como Diplo, VASSY e Sevenn, entre outros. A grandiosa “Harder”, feita em colaboração com KSHMR, também está presente.

Um dos destaques da compilação é o novato SWACQ, que aparece em faixas próprias, colaborações com Tiësto, e também com outros artistas, como John Christian — outro nome a ser notado aqui.

Este é o primeiro volume da série que traz o nome de um país — China —, em vez de o nome de uma cidade.

Você pode conferir a “Club Life Vol. 5: China” na íntegra, no player abaixo:

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Ultra Brasil libera 3ª e última fase do lineup

A produção do Ultra Brasil, enfim, liberou a terceira fase do lineup do festival — agora, já sabemos todos os nomes que tocam no Sambódromo do Rio de Janeiro, nos dias 12, 13 e 14 de outubro.

Mais de 30 DJs foram anunciados nesta nova leva, incluindo ILLUSIONIZE, Jetlag, Make U Sweat, Mark Ursa, VINNE e um B2B entre Rodrigo Vieira e o DJ Meme (Mainstage); BLANCAh, Dashdot, Anderson Noise, Victor Ruiz e um B2B entre Morganna e Alex Justino (Resistance Stage); e Doozie, Marcelo CIC, Bhaskar, SEVENN, Raul Mendes, Dre Guazzelli, Wrechiski, Vegas e Feio (UMF Radio). Por outro lado, Alok e Art Department, confirmados anteriormente, não serão mais atrações desta segunda edição.

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Confira o lineup completo do Lollapalooza Brasil 2018

O Lollapalooza Brasil anunciou hoje seu lineup completo para 2018, e como era de se esperar, teremos atrações de peso, como Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam e The Killers.

No campo da dance music, aparecem artistas como DJ Snake, Kygo, Alok, FTampa, SEVENN, JØRD, Hardwell, Galantis, Yellow Claw, Cat Dealers, DVBBS, Alan Walker e Dillon Francis, além dos representantes de outras misturas eletrônicas como What So Not, NGHTMRE e Tropkillaz. O festival ainda conta com nomes que fazem a ponte entre o universo indie e a música eletrônica, como o LCD Soundsystem e a conceituada banda inglesa Metronomy.

Completando a grande mistura que o Lolla promove, haverá shows de Anderson Paak, Tyler The Creator, Mano Brown, Mac Miller, Lana Del Rey, Chance The Rapper e muitos outros.


O Lollapalooza Brasil 2018 acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Os ingressos (Lolla Pass e Lolla Lounge Pass) já estão no segundo lote, e clientes Bradesco possuem vantagens. Você pode encontrar mais detalhes no site oficial.

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Universo Paralello: Veja em 1ª mão algumas das atrações do palco UP Club

Dentro de instantes, o Universo Paralello deve divulgar a primeira fase do palco UP Club. Serão anunciados cerca de 50 nomes, entre os quais a Phouse já conseguiu apurar 15: Boris Brejcha, Alok, LIU, Bhaskar, Gabe, Shapeless, SEVENN, Eli Iwasa, Leo Janeiro, Cat Dealers, D-Nox & Beckers, Fur Coat, Patrice Baumel, Minilogue e Scuba são presença confirmada nesta 14ª edição.

O Universo Paralello rola entre 27 de dezembro e 03 de janeiro de 2018, na praia de Pratigi, na Bahia. Diversas atrações já foram confirmadas para o Mainstage (veja aqui), Palco 303 (veja aqui) e Palco Paralello (veja aqui). O segundo lote dos ingressos já está esgotado, e o terceiro lote deve ser lançado em breve.

ATUALIZADO [26/09, às 11:13]:

Conforme o previsto, a produção do festival divulgou ontem à noite todos os nomes da primeira fase, confirmando os que já havíamos adiantado e acrescentando diversos outros, como ANNA, DJ Glen, Dré Guazelli, Elekfantz, FractaLL, Mumbaata, Nato Medrado e Nana Torres. Confira:

UP Club Universo Paralello

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UP Club traz SEVENN, Liu, WAO e outras atrações ao Anzu

Neste sábado, 26, em parceria com o selo UP Club, o ituano Anzuclub receberá os irmãos americanos Sean e Kevin Brauer, mais conhecidos como SEVENN. O mainstage também conta com a presença do menino prodígio Liu, e dos DJs SELVA e WAO. A assessoria de imprensa do clube destaca o fato da reforma que o a pista principal passou, no começo deste ano: “O palco foi mapeado para receber as projeções nas superfícies dos Camarotes do Backstage, deixando a imersão na música ainda mais incrível com a amplitude das projeções”.

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Além disso, o ambiente externo, carinhosamente apelidado de “pistinha da Anzu”, vai receber Bruno Furlan, Soldera — conhecido como “pai da pistinha, já que foi o idealizador e é residente do espaço —, Wolfplayer e MAX. Na pista do mezanino, representando a mescla entre black music e house, completam a festa os DJs Meyer, Harris Miller e um B2B entre WataMura e Gui Monteiro.

Você pode conferir mais informações na página do evento.

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