D-EDGE abre inscrições para nova edição do DJ College

Neste ano, as aulas de discotecagem serão ministradas por DJ Magal e Ingrid

Que DJ nunca sonhou em subir no palco do D-EDGE e passar algumas horas discotecando neste que é um dos clubs mais conceituados do Brasil? Se essa vontade já passou pela sua cabeça, saiba que agora você terá essa chance — em partes, pelo menos.

Em julho, a casa vai abrir suas portas mais uma vez para o curso de formação de novos DJs, o DJ College; as vagas para inscrição estão abertas e podem ser feitas até este domingo, dia 30 de junho, através do e-mail djcollege@d-edge.com.br

A DJ Ingrid, professora que será responsável pelas aulas com mídia digital, conta que a iniciativa já é realizada há dez anos, e muitos alunos já possuem uma representatividade bem bacana. “Já fizeram parte Jessica Tribst, Silenzo, Isabbassi, que toca direto em Berlim, Salete Ebone, do projeto Ellas… Enfim, esses são apenas alguns dos vários DJs que hoje estão em evidência”, lembrou ela. O tutor das aulas com vinil será o DJ Magal.

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O DJ College é ainda mais interessante porque a mentoria rola na cabine do D-EDGE. “Aqui fugimos das tradicionais salas de aulas, o aluno aprende no palco, com as luzes da pista 2 acesas e um soundsystem de primeira. Em grupos, os alunos se revezam e aprendem um com o outro. Passamos conhecimentos não apenas técnicos, mas também comportamentais, tudo para que eles absorvam o máximo da verdadeira experiência em ser um DJ”, complementou Ingrid.

O curso tem carga horária total de 16 horas, fornece uma apostila completa com conteúdo exclusivo, certificado de conclusão e até mesmo entradas VIPs semanais no club durante sua duração — exceto em noites especiais. A casa oferece três modalidades: grupos (de três a quatro alunos), em duplas ou individualmente, com valores específicos para cada um deles.

Na primeira opção, o investimento é de R$ 1.300,00 à vista ou R$ 1.500,00 em três vezes no cartão de crédito; em duplas, o valor sobre para R$ 1.800,00 à vista ou R$ 2.000,00 em três vezes; e as aulas particulares saem por R$ 3.600,00 à vista ou R$ 3.900,00 a prazo (também em até três vezes).

Os professores:

Ingrid Diniz

Responsável pelas aulas com mídia digital, Ingrid já possui mais de duas décadas de carreira como DJ, recebendo inclusive o prêmio de DJ Revelação pela revista Cool Magazine no ano 2000. Ela já se apresentou no Skol Beats, no Rock in Rio, na São Paulo Fashion Week e atualmente mantém residência no D-EDGE, completando mais de uma década de trabalho ao lado da marca. Este será o décimo ano em que irá compartilhar suas habilidades e conhecimento profissional e artístico com os alunos do curso.

DJ Magal

Já Magal possui uma carreira ainda maior na cena eletrônica, há mais de 35 anos atuando como DJ. Por todo seu conhecimento e vasto repertório, ele é quem comandará as aulas aos alunos que optarem pelo setup em vinil. Nessa extensa trajetória, Magal já passou por palcos de festivais como Sónar, Skol Beats, Dekmantel e Time Warp — todos em SP —, além de passagens por diversos países da América do Sul e Europa.

* Marllon Gauche é colaborador da Phouse.

“Já nasceu pronto”; conheça Kallel, o DJ prodígio que vem encantando o Sul do Brasil

Com apenas dez anos de idade, Kallel segue os passos do pai, que garante, orgulhoso, o talento do menino

Quando falamos em DJs mirins, crianças que ainda estão na escola mas já saem discotecando como gente grande, é natural que algumas pessoas torçam o nariz, duvidando da real qualidade de um DJ com apenas uma década de vida. Porém, uma rápida olhada na trajetória e na arte do menino Kallel, paranaense de dez anos, natural de Curitiba, já é suficiente para desarmar os olhares mais céticos.

Isso pode ser explicado por duas grandes razões: base e aptidão. Kallel Santos é o filho caçula de Cleunice Silva e Jefferson Santos. O pai, mais conhecido como Jeff Romero, tem uma carreira de mais de 20 anos como DJ e professor de discotecagem na capital do Paraná.

Live Set Vinyl

Live Set Vinyl#TECH #HOUSE

Posted by Kallel on Wednesday, October 3, 2018

“O Kallel demonstrou interesse pela música desde muito pequeno. Ele puxou o pai, é uma coisa natural”, conta Jefferson à Phouse. Com 16 anos, a filha mais velha, Callyane, também tem a veia musical: cantora, já gravou algumas acapellas para o irmão, que tem o tech house e a bass house como principais vertentes, mas também foi bem instruído em outros estilos, como psytrance, deep house e techno.

“A gente foi recentemente num show do Almir Sater — grande referência da música brasileira —, e ele falou assim: ‘quem é cantor, já nasce pronto’. Isso serve para o Kallel. Ele tem o dom. Eu dava aula, ele se mostrava interessado na mixagem, e realmente entrou como uma fórmula mágica na cabeça dele. Conseguiu desempenhar todas as funções que os alunos normalmente demoram seis meses. O Kallel tem ouvido absoluto”, explica o pai, cheio de orgulho.

Kallel aprendendo as bases com menos de dois anos de idade

Para lapidar bem o talento percebido no filho — que se diz inspirado por nomes que vão de David Guetta e Carl Cox a Vintage Culture e ILLUSIONIZE —, Jeff fez questão de começar pela base, compartilhando uma rica bagagem musical, a história da música eletrônica e ensinando o herdeiro a mixar não apenas com CDJ, mas também com vinil.

“Hoje, qualquer pessoa que tem um pendrive ou uma controladora, fala que é DJ. Mas eu procurei passar as raízes da música eletrônica para ele, ensinando os valores, a história. E além de tudo, ele tem uma puta presença de palco, o feeling de pista — porque a gente sabe que não adianta simplesmente ser o melhor produtor, DJ, se não tem presença de palco. Então ele é como nosso próprio Almir Sater falou: já nasceu pronto”, complementa.

Kallel
Foto: Divulgação

É por isso que o menino vem colhendo frutos desde muito cedo. Fora os diversos convites que recebeu para mandar sets na rádio Dance Paradise e a residência no núcleo Divino Bass, Kallel toca com frequência em casas noturnas de Curitiba e Santa Catarina desde 2017, quando tinha apenas oito anos — já passou por clubes como Millennium [onde também é residente], Spazio Van, Taj [em Balneário Camboriú] e Banana Joe [São Francisco do Sul], aparecendo como atração para milhares de pessoas ao lado de nomes como Gabe, Bry Ortega, Gabriel Boni, Chemical Surf, Liu, Pimp Chic e Monkeyz.

Ainda assim, como explica o pai, que também é seu manager e booker, a ideia é pegar leve. “Procuramos fechar uma data por mês, pra que não o desgaste e também não se torne uma atração repetitiva em Curitiba”, continua. Segundo ele, o filho terá uma miniturnê brasileira nas férias de inverno, com direito a passagem por um dos clubes mais prestigiados de Santa Catarina.

Mandando aquele ao vivo…

O ano de 2017 também foi quando Kallel começou a estudar produção musical, e os primeiros resultados já têm aparecido com uma velocidade impressionante: em maio, lançou seu primeiro single, “When Tho Days”, pela britânica House of Bangerz — sublabel da House of Hustler, por onde um segundo lançamento, “Yeah”, está previsto para agosto, em uma coletânea do selo.

E como se não fosse o bastante, Jeff nos revelou que um release por nada menos que a Dirtybird, de Claude VonStroke, também está a caminho. Quem fez a ponte foi o amigo Rafael Moraes, mais conhecido como Holt 88 — um dos diversos artistas que têm se dedicado a dar suporte e ajudar a promover o menino. Moraes é um dos coautores da futura faixa, que também leva colaboração dos Monkeyz.

Estudante dedicado de música há dois anos, Kallel também recebe a ajuda do pai para uma das partes mais complexas de uma produção musical: mixagem e masterização. “Eu mesmo estou fazendo um curso para me aprimorar em engenharia de som. Você acaba gastando uma semana pra fazer uma mix e uma master — isso quando o produtor faz dentro das regras em relação à equalização e harmonia, e o Kallel aprendeu muito bem essa parte”, segue Jefferson.

O professor revela que o talento do filho já chamou atenção para fora do Brasil, tendo recebido propostas para gigs na Austrália, na Bélgica e no Vietnã, além do convite para integrar o roster de uma agência israelense. Entretanto, o pai não quer apressar as coisas e prejudicar a normalidade da sua rotina. “Até conversamos sobre um contrato, mas talvez ainda não seja hora. Tem questão de escola, de uma série de detalhes…”, afirma, também deixando claro que Kallel toca e pratica quando se sente à vontade, sem pressão.

Kallel
Estudando produção musical. Foto: Divulgação

“Ele é uma criança normal. Joga videogame, vê vídeos, estuda, tira notas excelentes… A gente simplesmente deixa ele ser livre para exercer o seu talento. Muitos pais e outros DJs falam me falam: ‘pô, queria muito ter tido um pai igual a você, que é da cena eletrônica e apoia o filho’. Quantos Kallel será que o Brasil não tem? Só que muitas vezes, falta apoio da família”, reflete.

Para o garoto discotecar, Jeff garante que há todo um sistema profissional. “Pra ele, ainda não é trabalho, é uma diversão, então acaba se tornando uma coisa saudável. Ele chega meia hora antes, faz o set, tira fotos — adora! — e vai embora com a sensação de dever cumprido. E eu sei que muitas pessoas questionam que não é um ambiente pra criança. Eu digo pra você que o filho é espelho dos pais, e o mundo se torna ruim quando você procura o que não presta. Bebida e cigarro existem até em uma panificadora — e eu não bebo nem fumo, pra deixar claro”, argumenta.

“Nos clubs, você tem maior controle. Se você tem os protocolos, não tem por que ter receio. Temos o alvará judicial, e estamos sempre atentos em relação à segurança, nos eventos e nas mídias sociais, até pra garantir a integridade dele e de quem está com ele. Procuramos trabalhar nisso como uma agência mesmo. Seguimos firmes e felizes, acreditando que estamos no caminho certo”, conclui.

* Flávio Lerner é editor da Phouse.

Em loja de discos italiana, Eli Iwasa toca set alternativo em vinil; assista!

Brasileira recebeu convite para tocar na famosa Serendeepity, em Milão

O que um DJ mais gosta de fazer na Europa? Comprar discos, claro! Foi em uma dessas programações musicalmente turísticas, em Milão, na Itália, que a diva brasileira do techno Eli Iwasa recebeu um convite para tocar na loja Serendeepity, na tarde de quarta-feira.

Fundada por Nicola Mazzetti em 2009, exímio pesquisador musical que inclusive já tocou no Brasil, a Serendeepity ficou muito conhecida na Europa pela sua curadoria diversificada, com raridades musicais vindas de todos os continentes. Nessa loja, que regularmente apresenta sets em suas dependências, já tocaram artistas como Ellen Allien, Tom Trago e Kornel Korvács.

Uma curiosidade sobre esse encontro é que o convite não necessariamente aconteceu porque Nicola conhecia a Eli, e sim após a paulistana chegar no caixa da loja e chamar sua atenção. “Ele gostou dos discos que escolhi e falou: ‘muito legal o que você escolheu comprar, você não quer vir aqui fazer um set?’”, conta a DJ à Phouse.

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No dia seguinte, ela estava lá para participar do jogo tradicional da Serendeepity: escolher os vinis da loja e tocar na hora. “É desafiador, mas muito divertido escolher músicas as quais nem todas você conhece e fazer com que elas façam sentido no set e combinem, mesmo com diferenças no BPM”, lembra Eli.  

Pela riqueza de repertório que a Serendeepity possui, Eli preferiu abster-se do seu som usual de techno e house. “Não dava para ser um set normal, pois a loja tem muita coisa boa desconhecida. Eles têm uma seleção gigantesca de músicas ‘obscuras’ de muitos países, é muito foda”, acrescenta.

Sua seleção foi do electro ao experimental, do dark wave ao synthpop, envolvendo nomes como Cyrnai, Decadence, Silent Servant, Ivan Smagghe, Golden Filter, um disco falado da Lydia Lunch e uma faixa da compilação Alternative Funk, do selo alemão Platform 23. Há ainda músicas de produtores tailandeses, coreanos, japoneses e diversas outras nacionalidades variadas.

O set foi transmitido ao vivo na página da Serendeepity e você pode conferir logo abaixo: 

MIX THE PICKS #103 Eliana Iwasa

Posted by SERENDEEPITY on Wednesday, May 29, 2019

Rodrigo Airaf é colaborador eventual da Phouse.

Leo Janeiro e Kaká Franco fundam duo baseado em vinil

LK pretende trazer a cultura do DJ old school de volta às pistas

Você pode não ser da velha guarda, mas se já presenciou um set feito apenas com vinil, deve saber que a sensação proporcionada frente à pista é diferente. A arte de discotecagem com os discos ainda é feita por alguns artistas aqui no Brasil que, apesar de tocarem também com arquivos digitais, nunca deixarão as antigas bolachas de lado. É o caso de Leo Janeiro e Kaká Franco, dois ícones da house music nacional que começarão em breve um novo projeto, intitulado LK.

Como você já deve imaginar, a ideia da dupla brasileira é resgatar e levar a magia desse estilo de mixagem para os quatro cantos do país, passando pelos principais clubs que temos por aqui. Os fãs de vinil podem ficar ainda mais animados, já que a cereja do bolo do projeto é realizar apresentações em formato de long sets, possibilitando uma construção musical criativa e genuína, seja lá onde for.

Leo Janeiro, um dos nomes por trás do LK, é um carioca que viu na vida noturna da cidade uma oportunidade para construir sua carreira dedicada inteiramente à música. Com fortes influências da black music dos anos 90, ele moldou seu perfil sonoro em torno da house e adquiriu experiência suficiente para carregar o nome de importantes clubs junto ao seu, tornando-se DJ residente da Beehive e do Warung Beach Club, A&R da Warung Recordings e membro crucial na concepção do Brazil Music Conference. Não podemos esquecer também da mentoria de Leo frente ao Cocada, compilado de sucesso lançado em parceria com a Get Physical no ano passado.

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Quem dividirá o espaço em cima dos palcos com ele será outro mestre da house, Kaká Franco. O artista é dono de uma coleção gigantesca de discos e, sem dúvidas, uma das maiores referências nacionais quando o assunto é discotecagem com vinil. Kaká definiu muito bem sua identidade trazendo em seus sets o groove dançante do estilo, mixando sons clássicos com contemporâneos e adicionando elementos de deep house, jazz, funk e disco, sempre sustentando uma seleção musical apurada e uma técnica impecável.

Utilizando a house como fio condutor, esta promete ser uma ótima experiência aos saudosistas e uma oportunidade aos mais jovens de entenderem um pouco mais sobre como era a magia das pistas nas décadas passadas, quando, muito antes dos pendrives e dos computadores, os DJs carregavam caixas e mais caixas de discos. A estreia do LK está prevista para esta sexta-feira, dia 15, na Fosfobox, no Rio de Janeiro. Em seguida, a dupla parte para Londrina, onde toca no Mobil Club, dia 22.

* Marllon Gauche é colaborador da Phouse.

À frente da Allnite Music, o DJ brasileiro Apoena mostra que o vinil não está morto

Do museu para as pistas, o disco de vinil está cada vez mais enraizado no cenário musical

** Edição e revisão: Flávio Lerner

O mundo tem dado passos largos quando o assunto é tecnologia, tanto na música como em diversos outros segmentos. No caminho oposto, encontramos alguns exemplos que, independentemente dos novos recursos de mixagem que aparecem, seguem fielmente a arte e a cultura do uso de discos na hora em que se apresentam pelas pistas ao redor do globo.

É o caso de Henrique Casanova, mais conhecido como DJ Apoena, gaúcho que tem visto seu nome crescer na cena do vinil desde 2010, quando teve destaque no selo inglês Autoreply/Stuga. Sua seriedade e seu compromisso com a qualidade técnica da mixagem são alguns pontos que auxiliam no progresso de sua carreira, fazendo com que consiga atingir um envolvimento perfeito com o público.

 

Mesmo com alguns brasileiros voltando a comprar vinil nos últimos anos e ajudando a reviver um pouco mais essa cultura, o mercado não possui muita força em território nacional, principalmente se tratando da música eletrônica underground. Essa história começou no final da década de 40, quando foi gravado e apresentado o primeiro Long Play (LP), em Nova Iorque. No Brasil, os vinis apareceram três anos depois e tiveram seu auge nos anos 70 e 80, mas hoje encontram muitas dificuldades para se restabelecerem no país.

Em 2017, a Vinil Brasil abriu as portas para a fabricação de discos na cidade de São Paulo, sendo atualmente uma das únicas a realizar a prensagem no Brasil. Ao redor do mundo, uma nova geração de fábricas de vinil vem aparecendo, e o dado mais recente (segundo o Universo do Vinil) contabiliza 90 espaços espalhados em 29 países, sendo os Estados Unidos os principais fabricantes, com 33 deles.

 

Apesar de ser um número animador para personagens como Apoena, ainda será preciso encarar e superar o mercado imaturo para o segmento, vencer algumas barreiras (como a dificuldade na importação e os altos impostos) e acreditar nos mais jovens — público que, de acordo com especialistas, é quem ajuda o vinil a crescer por aqui.

Fundada pelo produtor gaúcho em 2014, a Allnite Music é uma das marcas que não deixam de apostar na mágica dos discos, e com certeza é a label nacional de maior sucesso nesse universo. Focando em house e techno, seus releases são todos em vinil, e a cada lançamento é fácil ser surpreendido tanto pela qualidade sonora como pela construção cuidadosa apresentada do início ao fim das faixas.

Prova disso foi o estrondoso sucesso do EP Edits Brazuca, lançado no início do ano e alcançando ótimos números. Anteriormente, ele também já havia reafirmado sua posição na cena com “Basement Jam”, uma collab com o icônico produtor alemão Alex Agore, com forte presença de elementos da house old school (ouça acima).

  

Agora, no seu mais novo EP, Nebulosa, todas as três músicas são de autoria do próprio Apoena, e demonstram um excelente equilíbrio entre deep e tech house, ao mesmo tempo em que resgatam algumas características mais imersivas já apresentadas em outros lançamentos pelo selo. O disco, como próprio nome já diz, permite uma breve viagem pelo espaço, se mostrando versátil com a mudança de cada faixa — sendo o lado A estrelado pela faixa-título “Nebulosa”, e o lado B por “Asteroides” e “O-Type”.

Todas as músicas que chegam aos nossos ouvidos através do selo vêm carregadas de significados. Talvez seja essa paixão pelo vinil escondida atrás de ótimas produções que garantem cada vez mais o sucesso da Allnite e o espaço em que ela ocupa no cenário musical. Com toda essa força, a gravadora é um bom exemplo de que a indústria do vinil vive e ainda viverá por um bom tempo se depender de pessoas dedicadas e comprometidas como o Henrique. Como é especial ter a bandeira verde e amarela tão bem representada nesse cenário!

* Marllon Gauche é colaborador da Phouse.

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Moby vende coleção de discos em ação pelo tratamento de doenças crônicas

Acervo inclui raridades, lançamentos e clássicos

Moby entrou na onda do “desapega”. Em colaboração com a loja virtual Reverb LP,  o DJ criou o Official Moby Reverb LP Shop para vender todos os discos da sua coleção. Todo lucro obtido será revertido para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável, que visa mudar a forma de tratamento para doenças crônicas, como câncer, diabetes, obesidade, entre outras.

A coleção anunciada por Moby inclui títulos exclusivos e raridades. Entre eles, há bastante material autoral, como as primeiras impressões dos álbuns Play e 18, gravações promocionais de “Why Does My Heart Feel So Bad” e “That’s When I Reach For My Revolver”, cópias de Innocents e More Fast Songs About The Apocalypse, entre outros. 

“Estes são todos os discos que eu comprei, amei, toquei e carreguei em todo o mundo. Eu preferiria que você os tivesse, porque assim você os tocará, você os amará e o dinheiro irá para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável. Então todos ganham — exceto por mim, que agora não tenho mais discos”, brinca o artista no vídeo promocional.

A loja oferece ainda centenas de singles, em vinis de 12 polegadas, dos seus primeiros anos como DJ, com muitos lançamentos de techno, house e hip-hop. Os singles contam com anotações pessoais de Moby, feitas a mão, e usadas para ajudá-lo nos seus sets em famosos clubes de Nova Iorque como Mars, Nasa e Shelter. Quem conhece a qualidade do seu trabalho sabe que essa coleção tem valor imensurável para a dance music.

Esta não é a primeira vez que Moby colabora com a Reverb. Em abril, o músico vendeu uma coleção de sintetizadores e toca-discos que contava com mais de cem aparelhos, também angariando fundos para o Comitê de Médicos pela Medicina Responsável.

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Conheça o Reality Decks, novo app para discotecar na realidade virtual

Aplicativo funciona com o Oculus Rift

A tecnologia de realidade virtual vem avançando para o lado da música.  Depois do AliveInVR, que permite operar o Ableton Live, e do Vinyl Reality, desenvolvido pela empresa alemã EntroPi Games, agora surge outra iniciativa similar: o Reality Decks.

O aplicativo permite que você seja DJ no campo virtual em decks com vinil, a partir da utilização do famoso Oculus Rift. Entrando no universo do app, você encontra uma simulação de dois decks de vinil, com controle do BPM, da rotação e ainda uma onda de som acima dos toca-discos — além, é claro, de um mixer para controle de frequência, ganho e crossfader.

+ Empresa alemã desenvolve app de discotecagem em realidade virtual

O Reality Decks já vem com dez faixas de oito artistas selecionados, 25 cortes vocais e seis tutoriais que vão te ensinar o básico. A partir daí, você pode usar sua criatividade livremente e misturar os sons que quiser. É possível também gravar a sua performance.

O aplicativo está disponível por 20 dólares, e pode ser adquirido pelo site oficial. O Oculus Rift, entretanto, custa 399 dólares — preço que se dá também pelo fato de que os aparelhos que operam em realidade virtual ainda são, de certa forma, uma novidade no mercado.

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Nova tecnologia pode revolucionar a discotecagem em vinil

Saiba mais sobre o Phase

A empresa MWM está desenvolvendo um pequeno equipamento que pode mudar consideravelmente o trabalho de quem discoteca com vinil integrado a um software.

O Phase é do tamanho de uma borracha escolar e se encaixa no eixo central, por cima do vinil, e emite sinais sem fio para um receiver USB que trabalha com o software de DJ que se está usando (como o Serato, por exemplo).

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A grande sacada é que algumas coisas perdem a utilidade nos toca-discos, como a agulha e seu suporte, e até mesmo o timecode, pois seu trabalho é precisar a rotação do prato, e o resto é com o seu software. Além disso, a bateria dura dez horas e fica completamente carregada entre uma e duas horas.

A nova tecnologia deve ser lançada no segundo semestre — o preço está previsto para algo em torno de 300 dólares. Você pode conferir mais informações no site oficial.

Confira uma demonstração do aparelho em uma performance pesada do DJ Groove Sparkz:

Empresa alemã desenvolve app de discotecagem em realidade virtual

O Vinyl Reality simula um ambiente com dois toca-discos e um mixer

A realidade virtual tem cada vez mais apresentado produtos que estão transformando o jeito de fazer e tocar música em uma coisa nova. Já havíamos trazido para vocês a notícia sobre o AliveInVR, um aplicativo de realidade virtual feito para usar o Ableton Live, e agora está para sair o Vinyl Reality.

A empresa alemã EntroPi Games desenvolveu o aplicativo, que simula um ambiente com dois decks de vinil e um mixer, prontos para você fazer seu set com a mesma precisão do mundo real. Com dois controles e um fone de ouvido VR, você pode tocar numa boa, procurar sons da sua biblioteca em uma caixa de vinis, mexer nas funções do mixer de dois canais (frequências, ganho, etc.) e até transmitir sua apresentação.

O aplicativo também possui suporte para uma saída de áudio para as lives e consegue gravar e exportar os mixes em arquivos wav.

O Vinyl Reality está disponível por R$ 24,64 no modo early access na loja da Steam.

Confira o trailer:

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Na riquíssima cena clubber de Berlim, o Liquid Sky não é dos clubes mais famosos e desejados por turistas. Trata-se na verdade de uma galeria de arte audiovisual que também funciona como um pequeno clube experimental, que ganhou notoriedade nessa última semana por uma decisão um tanto quanto polêmica: banir o uso de CDJs e vinil para seus DJs.

Em comunicado feito no próprio blog, eles explicam que a casa “não representa a cultura DJ tradicional, o que significa que você não vai encontrar toca-discos ou CDJs”.

Ainda segundo o post, a medida não tem nada a ver com desrespeitar DJs, mas de se colocar em uma posição fora do convencional, estimulando formatos alternativos de DJ e live sets, como o uso de fitas-cassete, controles de videogame, iPads, sintetizadores modulares, computadores, rádios de ondas curtas, entre outras bugigangas vintage ou vanguardistas.

De fato, atualmente existem inúmeras maneiras de se controlar o áudio fazendo o uso de tecnologias novas ou antigas, e é esse tipo de exploração experimental que o Liquid Sky quer promover.

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Nova fábrica de discos de vinil abre em São Paulo

Nesta terça-feira, 26, abre em São Paulo, na Barra Funda, a Vinil Brasil, nova fábrica de discos sobre a qual a Phouse já tinha falado em janeiro de 2016. A fábrica (uma das duas únicas a prensar discos de vinil no Brasil, ao lado da carioca Polysom) vinha operando em fase de testes há alguns meses, e a partir de hoje já está disponível para pedidos. A Vinil Brasil terá serviço completo para a fabricação discos de 7 e 12 polegadas, e prevê também para breve o formato EP de 10 polegadas.

A ideia surgiu em 2014, quando o músico, compositor e DJ Michel Nath (foto) encomendou vinis de seu álbum autoral com a GZ Media, da República Tcheca, e mais ou menos na mesma época ficou sabendo de sete prensas abandonadas em um ferro velho da cidade de São Paulo.

Ele coletou o maquinário abandonado, que pertencia à extinta gravadora Continental, inativo há vinte anos em um galpão, e nesse processo viu uma alternativa. “Quando eu vi a oportunidade de reativar as prensas, vislumbrei a possibilidade de com elas em atividade, gerar um novo momento na cena musical brasileira. A missão da Vinil Brasil é materializar música com qualidade, disseminar cultura e realizar um legado para a humanidade e o planeta”, diz o empreendedor do vinil.

Com o início dos trabalhos, Michel somou ao seu time pessoas de importância central para que tudo acontecesse, envolvendo antigos funcionários da Radio Corporation of America (RCA), profissionais da área de tecnologia industrial, entre outras áreas de conhecimento. Essa equipe reformou as máquinas e as modernizou para que os discos produzidos tenham qualidade equiparável às melhores fábricas do mundo.

Na sua fase de testes, a Vinil Brasil realizou algumas prensagens — entre elas, um lançamento especial do álbum Onisciente Coletivo, do Ratos de Porão, Dancê, da Tulipa Ruiz, MM3, do Metá Metá, A Mulher do Fim do Mundo, de Elza Soares, e Pra Iemanjá, do DJ Tudo,  além do SolarSoul, disco do próprio Michel Nath. A empresa vem com o intuito de proporcionar produtos de alta qualidade para o mercado fonográfico, se pautando em padrões internacionais de qualidade para vinil.

Você pode conferir mais detalhes no site oficial.

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No Japão, Sony volta a prensar discos após trinta anos

A Sony anunciou que irá retomar a prensagem de discos em Shizuoka, no Japão, depois de trinta anos com a fábrica trabalhando apenas com a prensagem de CDs. Já não é novidade que o vinil vem retomando seu espaço aos poucos, mas como sua crescente não mostra sinais de baixa, a Sony também anunciou que abrirá fábricas em Berlim e Detroit. A seção oriental por enquanto vai trabalhar com relançamentos japoneses e alguns contemporâneos, mas parece que também estão abertos a negociar com outras gravadoras para prensagens maiores.

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DJ Ban anuncia leilão de mais de 500 discos de clássicos do techno

Mais uma inciativa da campanha do :DOE :DANCE para arrecadar fundos para o Lar das Mãezinhas, em São Paulo.

A segunda campanha do :DOE :DANCE, feita para angariar fundos para o Lar das Mãezinhas, acaba de ganhar uma espécie de etapa extra. O DJ Ban Schiavon, da DJ Ban, fundador e organizador do projeto, está leiloando mais de 500 discos de vinil das mais diversas vertentes do techno — dos mais melódicos e jazzy aos mais crus e industriais, com foco nos anos 2000. O Ban calcula que sejam entre 550 e 600 peças.

+ DJ Ban transmite painel sobre a cena underground de São Paulo nesta noite

No vídeo promocional, que você pode ver abaixo, ele mostra algumas dessas bolachas, apresentando material de nomes pioneiros do gênero, como Underground Resistance, DJ Rolando, Green Velvet, Oxia, Mauro Picotto, Cirez D, Marco Corola, John Ford, Dinamo City, Joris Voorn, Tiga e Renato Cohen [confira alguns desses sons abaixo]. O lote está sendo leiloado por inteiro, a partir de R$ 5 mil, ou seja, menos de dez reais por disco. Esse leilão vai até o próximo dia 5, e, caso ultrapasse os R$ 6 mil, o comprador vai ganhar de brinde uma bag da UDG. Os lances valem para o Brasil todo, e devem ser efetuados nos comentários de um post no perfil pessoal do DJ Ban [acesse aqui]. O vencedor combinará como efetuar o pagamento para receber a encomenda pelo correio, ou buscá-la pessoalmente em São Paulo.

* Importante ressaltar: você pode estranhar que parte do que escrevi acima vai de encontro ao que Ban diz no vídeo; no entanto, as informações foram confirmadas por ele minutos antes desta publicação

Essa segunda campanha do :DOE :DANCE foi encerrada na semana passada, arrecadando mais de R$ 5 mil. No entanto, como a maioria das compras foi feita por cartão de crédito, a entidade só recebe a doação depois de trinta dias. Identificando que a situação do Lar era urgente, o Ban resolveu antecipar o leilão, que ele faria pra terceira campanha. “Elas precisam pagar funcionários, salários atrasados, condução… Então decidi postergar essa ação e solicitar que o pagamento seja em espécie, ou seja, será depositado diretamente na conta do Lar das Mãezinhas”, contou o DJ.

Pra exemplificar melhor a versatilidade da coleção, pedi pro Ban selecionar dez músicas; ele não se aguentou e escolheu doze:

* Flávio Lerner é editor-assistente na Phouse; leia mais de suas colunas.

Londres sediará festival 100% vinil

Nos dias 23 e 24 de setembro, Printworks, em Londres, será palco do The Vinyl Festival – um evento 100% vinil. De acordo com o site The Vinyl Factory, a festa terá 28 estandes apresentando diferentes tecnologias de áudio, hardware e vinil; 100 barracas de gravadoras independentes e comerciantes de disco; área reservada à alimentação; e performances de DJs, como Huey Morgan, Tim Burgess, Edith Bowman e Steve Lamacq.

Dentre as atrações, haverá também personalidades como Huey Morgan – vocalista do Fun Lovin’ Criminals – falando sobre sua experiência no cenário do vinil, Tim Burgess – vocalista do The Charlatans – apresentando seus trabalhos envolvendo disco e Steve Lamacq – DJ e apresentador da BBC Radio 6 Music – contando sobre sua carreira.

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Vendas de vinil nos EUA rendem mais do que publicidade no Spotify e YouTube

Os números de vendas de vinil nos Estados Unidos ultrapassaram o total combinado da receita de publicidade no YouTube e Spotify.

A Associação da Indústria Fonográfica da América (AIFA) revelou os números em seu relatório de receitas de fim de ano para 2015. Um documento detalhando com diferentes fontes de receita, mostra que as vendas de vinil geraram US $ 416 milhões em 2015, enquanto que o total combinado dos sites de streaming gratuitos como o YouTube, SoundCloud e os anúncios no Spotify foi de US $ 385 milhões. 

O CEO da AIFA Cary Sherman, também emitiu um comunicado atacando práticas do YouTube e Spotify, que ele acredita que não são justas. “O consumo de música está subindo rapidamente, mas as receitas para os criadores não mantiveram o ritmo”, diz ele. “É por isso que,  assim como muitos de nossos irmãos da comunidade de música, sinto que alguns gigantes da tecnologia têm enriquecido às custas das pessoas que realmente criam a música.”

Nova fábrica de vinil promete revolucionar a cena musical brasileira

Uma excelente ideia de Michel Nath promete revolucionar a fabricação de vinil no Brasil e no mundo. Conforme contou à publicação Noize, ele está abrindo uma fábrica, na região central de São Paulo, que terá capacidade para produzir em média 150 mil discos mensais.

Com 7 máquinas de prensar, que eram da gravadora e fábrica de discos Continental, Nath inaugurará “Vinil Brasil” sob ótimas propostas.

“Estamos vivendo o momento mais especial da música brasileira. A nossa geração cresceu tendo acesso a informações e a pesquisas musicais que as gerações anteriores não tiveram. Acredito que estamos em uma época de ouro da música nacional. A gente tem muita coisa boa, singular e significativa, que precisa ser registrada, e eu quero ajudar nisso. Principalmente no que eu acredito que tem relevância cultural. A minha preocupação é em deixar um legado, quero contribuir para o mosaico da cultura universal. Eu me sinto responsável por algo muito legal. Eu estou cuidando de um negócio que faz bem para o planeta, que faz bem para as pessoas, que não gera prejuízo a ninguém. A música é algo que faz as pessoas felizes, mexe com emoções, com sonhos. A fábrica só vai funcionar nesta condição. Eu quero zelar pela cultura discográfica brasileira”, contou Michel Nath ao Noize.

Com previsão de inauguração ainda para o primeiro semestre deste ano, Nath destacou também que visará ter preços competitivos e flexíveis. Além disso, sua expectativa é “causar uma revolução no mercado fonográfico brasileiro, multiplicando por dez a quantidade de produção de discos que o país está tendo, e também servir a Europa e Estados Unidos”.

Dimitri Vegas & Like Mike calam a boca dos haters com performance 100% old school

Dimitri Vegas & Like Mike realizaram uma performance totalmente old school dentro de sua turnê mundial de 2 horas e meia ‘Bringing The Madness 3.0’, realizada na terceira semana de dezembro de 2015. O duo, Top 1 no ranking 2015 da revista inglesa DJ Mag, mostrou que além de apresentações realizadas por meio de CDJs, sabe também posicionar muito bem a agulha de discos de vinil.

A performance, disponível para visualização no final desta matéria, foi postada no YouTube no dia 13 de janeiro e publicada também no Facebook do duo, no domingo (17). Como pode ser notado, os DJs ficaram no centro da arena Sportpaleis Antwerp, localizada na Bélgica, para o espetáculo de 12 minutos, onde executaram faixas como ‘This Is Mutha Fucker’, do Digital Boy, ‘Reaching out’, do Samuel Paganini, ‘Sex A Phone’, do Karlos Mendez, ‘I Like It Loud’, do Marshall Masters, entre outras.

A seguir, confira o vídeo dessa apresentação que, com certeza, bate de frente com opiniões de diversos haters; assista.

100% Oldskool Vinyl at #BringingTheMadness 3.0 !

Posted by Dimitri Vegas and Like Mike on Sunday, January 17, 2016

A volta do vinil: Uma vitrola é vendida por minuto em empresa britânica

A paixão pelas vitrolas ainda é grande entre várias pessoas. Para muita gente, o equipamento carrega consigo uma história rica de tudo o que remete ao sucesso da indústria musical.

Se o toca-discos é apontado como algo do “passado”, as pessoas são a prova de que isso está longe de ser verdade, uma vez que a procura pelas vitrolas hoje em dia é muito grande.

Como constatado pela empresa de varejo britânica HMV, uma vitrola foi vendida por minuto na semana de Natal de 2015. De acordo com o executivo-chefe da HMV, Ian Toppingm, “em 2015, assistimos ao ressurgimento das vendas de vinil, então a vitrola foi o presente do ano”, contou.

De acordo com o jornal escocês The Scotsman, muitas pessoas que ainda têm o hábito de comprar vinis estão impulsionando as vendas de toca-discos. Ainda segundo o jornal, mesmo sem ter onde tocá-los, 1/3 dos compradores de vinil ainda compram os LPs.