DJs geriátricos: veja como seriam seus artistas favoritos na velhice

Selecionamos 45 expoentes do cenário nacional pra entrar na brincadeira do FaceApp

Sim, nós também entramos na onda do FaceApp pra conferir como ficariam alguns dos expoentes do cenário eletrônico brasileiro depois de o tempo agir sobre eles, as rugas aparecerem e os cabelos descolorirem.

Como alguns dos DJs já tinham compartilhado suas próprias fotos envelhecidos nas suas redes, usamos essas que já tinham sido criadas (divulgadas na legenda como “Reprodução”), enquanto criamos várias outras.

O desafio agora é tentar não rir:

BÔNUS: DJ André Marques na terceira idade mandando aquele ao vivo!

Foto: FaceApp/Phouse
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Vintage Culture reconhece erro e se manifesta sobre polêmica no Insta

DJ mostrou humildade depois de postar brincadeira de mau gosto na internet; Everson K analisa o caso

Vintage Culture apresentou humildade e sabedoria nessa segunda-feira. Depois de uma publicação infeliz no seu Instagram no final de semana, o DJ reconheceu a pisada na bola, pediu desculpas e se manifestou contra a violência contra a mulher. No dia anterior, em seus Stories, havia publicado um vídeo em que um amigo emulava um sexo violento com um manequim — o que gerou uma enxurrada de críticas nos comentários.

Vintage, que comemorou seu aniversário ontem, aproveitou para dizer que achava que o vídeo era apenas uma piada inocente, mas que depois entendeu que se tratava de uma brincadeira de mau gosto, já que fazia apologia à violência sexual. O astro brasileiro relembrou sua origem humilde para destacar a capacidade em evoluir e aprender com os erros.

“Perceber que meu trabalho fazia bem pras pessoas fez essa ser a minha grande missão, fazer o bem. Mas nesse stories eu não fiz. E a primeira coisa que eu peço é desculpas, desculpas pela ignorância, desculpas pela bad vibe… E obrigado pelo aprendizado”, escreveu.

“Eu não falo de coisas ruins porque incorporei a missão de fazer o bem, mas sobre preconceito, exclusão e opressão eu sei bem o que é isso. Sofri na pele. E por sofrer na pele eu não quero apenas pedir desculpas, eu quero amplificar essa mensagem, quero que mais pessoas além de mim aprendam o significado de atos como esse”, continuou o brasileiro — que ainda prometeu “levar esse aprendizado pra vida e pra frente, pra todos que me acompanham nessa jornada. Neste aniversário, posto esta imagem preta para nunca esquecer disso, em luto e respeito pelas vítimas dessa cultura”.

Análise profissional

Para entender melhor o que esse deslize pode significar para Vintage Culture daqui em diante, convidamos Everson K, especialista em marketing para DJs, para comentar o caso. Segundo Everson, “temos que reconhecer que o Vintage deu uma pisada de bola nesse episódio, e infelizmente, quer queiramos ou não, este é um episódio que vai ficar marcado na história dele. Se um dia fizerem um documentário sobre a carreira dele, daqui a cinco anos, dez anos, provavelmente esse momento vai estar presente”.

Por outro lado, o profissional acredita que o dano vai ser muito menor graças à reação rápida do DJ. “O Vintage pediu desculpas de maneira exemplar, mandou muito bem. Sim, algumas pessoas vão atirar pedra, principalmente quem não é muito fã dele, e querer dizer que ele não é uma pessoa boa. Olha, pelo que temos acompanhado nos últimos anos, tudo indica que é uma pessoa do bem, que tá levando emoção, que tem um carinho enorme com os fãs. Ele sempre demonstrou ser muito brincalhão também”, argumentou.

“Então, cara, ser humano! Quem nunca fez uma brincadeira que passou um pouco da cota? Não vamos ser tão rápidos em condenar, porque nós também temos nossos erros. O que aconteceu não define ele. O que define uma pessoa é o conjunto da sua obra, aquilo que ela faz constantemente, não aquilo que ela faz uma vez só.”

Dicas para evitar rateadas

Everson K também compartilhou conosco três dicas para artistas evitarem cometer esse tipo de erro:

1 – Quem é uma pessoa pública, não têm o direito de falar qualquer coisa

“A gente é o que a gente posta. Se você faz um comentário homofóbico, vão interpretar que você é homofóbico. Se faz um comentário racista, vão interpretar que você é racista. Quer dizer que não podemos mais ser honestos e verdadeiros? Olha cara, se você é uma marca, um nome, tem que pensar no que é prioridade pra você. Porque leva-se muitos anos, muito esforço, muito trabalho pra construir uma reputação, e você pode colocar tudo abaixo por uma postagem. Ser uma pessoa pública tem suas limitações.”

2 – Evite postar nas redes sociais se tiver bebido ou consumido alguma droga

“Não estou dizendo que foi o caso do Vintage, provavelmente não, mas é muito comum as pessoas em geral, na hora que tão lá no trago, postarem algo e se arrependem depois. Quando estamos fora do cem por cento da nossa capacidade cognitiva, nosso senso crítico fica muito baixo. Perdemos a capacidade de avaliar as consequências dos nossos atos.”

3 – Se errar, peça desculpas imediatamente

“Todo mundo é humano, e erros acontecem. Assim como aconteceu com o Vintage, que só teve acertos, mas uma hora deu uma deslizada. E quando acontecer, não tente se justificar, não tente se defender, porque isso só vai aumentar ainda mais a ira das pessoas. Quando você se coloca na condição de vulnerabilidade — do tipo, ‘galera, realmente errei, fiz merda, não me dei conta, peço desculpas, valeu o aprendizado’ —, você desarma a maioria das pessoas que estão te atacando. Isso ajuda a atenuar bastante essa questão toda. Atire a pedra a primeira pessoa que nunca falou merda na vida.”

Confira o depoimento de Vintage na íntegra, publicado ontem:

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Boa noite pessoal, ⠀ Hoje é meu aniversário mas não é disso que vou falar agora. ⠀ Ontem postei uma cena (um amigo agarrando descontrolodamente um manequim sem perna, sem braço e sem cabeça) que para minha ignorância poderia ser engraçado mas que depois aprendi que é uma brincadeira de mal gosto, com interpretações e representações muito negativas. ⠀ Agora queria falar sobre aprendizado… Queria falar da onde eu vim. ⠀ ⠀ Eu nunca tive acesso a muitas coisas, quando eu comecei a produzir música 2008 nem internet tinha em casa. Cresci entre o Brasil e o Paraguai, numa cidade de fronteira chamada Mundo Novo, muito pequena, violenta e pobre. Levava uma vida simples, dura e cheia de sonhos. ⠀ Eu nunca imaginei chegar onde cheguei, eu nunca fui preparado pra isso. As coisas foram acontecendo e de repente chegamos até aqui… Nesse caminho a coisa mais importante que eu aprendi é o poder da energia boa, da good vibe. Perceber que meu trabalho fazia bem pras pessoas fez essa ser a minha grande missão, fazer o bem. ⠀ Mas nesse stories eu não fiz. E a primeira coisa que eu peço é desculpas, desculpas pela ignorância, desculpas pela bad vibe… E obrigado pelo aprendizado. ⠀ Eu não falo de coisas ruins porque incorporei a missão de fazer o bem mas sobre preconceito, exclusão e opressão eu sei bem o que é isso. Sofri na pele. ⠀ E por sofrer na pele eu não quero apenas pedir desculpas, eu quero amplificar essa mensagem, quero que mais pessoas além de mim aprendam o significado de atos como esse. Aprendam a enxergar o outro lado e fazer melhores julgamentos sobre certo e errado, engraçado e mal gosto. ⠀ Vou levar esse aprendizado pra vida e pra frente, pra todos que me acompanham nessa jornada. Nesta aniversário, posto esta imagem preta para nunca esquecer disso, em luto e respeito pelas vítimas dessa cultura. ⠀ Agradeço, com amor, a todas as mensagens de aniversário, a todo carinho e ao aprendizado trazido pelas críticas. Peço desculpas mais uma vez com a esperança de que esse reconhecimento e mensagem tragam conforto aos que foram prejudicados e a certeza de que essa postura vai trazer ainda mais luz à essa questão de muita importância para o bem. ❤️

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Tech house: a nova menina dos olhos do cenário eletrônico brasileiro

Uma análise sobre a ascensão do estilo nos últimos anos

Edição de fevereiro da Mov.E Foto: Strp Denilson/Divulgação

* Por Rafa Ribeiro
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Em 2018, pudemos notar nos eventos de música eletrônica brasileiros, principalmente em São Paulo, o declínio do brazilian bass e a ascensão de outra vertente: o tech house. Cada vez mais vemos DJs migrando de um estilo para o outro, inclusive adaptando suas tracks antigas em remixes e mashups para um lado mais tech houseiro. Essa tendência tomou conta da sonoridade das festas e não parou de crescer.

A popularização do estilo é nítida ao observarmos que eventos que aderem a ele estão tendo grande aceitação. Somente no ano passado, vimos grandes festivais nacionais fazendo essa troca. Se compararmos, por exemplo, as edições de 2017 e 2018 da Só Track Boa na capital paulista, a mudança foi gritante, impulsionada pelos headliners internacionais FISHER e Chris Lake.

Mas, não se engane em achar que isso surgiu do nada. O tech house é consolidado há anos na gringa, com grandes nomes como Green Velvet, Jamie Jones, Hot Since 82 e Patrick Topping, apenas para citar alguns. Aqui no Brasil, também temos diversos representantes de qualidade, como Dakar, GIOC, Gorkiz, Fancy Inc, Hippocoon, Rafael Carvalho, André Gazolla e Puka, entre outros — produtores que já vinham apostando anteriormente no estilo, e que hoje são verdadeiros mestres. Agora, eles ganham cada vez mais espaço.

“Há uns seis anos, eu produzia nu disco, que estava em alta, mas, quando chegava para tocar, acabava no tech house, pois era bem aceito nas pistas de dança — deixando, assim, minhas tracks de lado. Então, em 2014 dei uma repaginada nas minhas produções e no meu projeto como um todo, e passei a produzir tech house. Foi difícil começar praticamente do zero, mas estou feliz desde então. Acredito muito no gênero, que sempre foi forte lá fora, e fico contente que está crescendo no Brasil”, comenta Dakar, em contato com a reportagem.

Tech house
Dakar tocando na elrow. Foto: Reprodução

O crescimento é também uma tendência mundial, haja vista que o estilo ganha cada vez mais espaço em festivais comerciais como o Tomorrowland na Bélgica e as residências nos clubes de Ibiza. Um ótimo exemplo que podemos citar é o mais novo projeto paralelo de David Guetta, o Jack Back, lançado no ano passado.

Podemos dizer que um dos grandes responsáveis — senão o maior — por esse estopim foi o próprio DJ australiano FISHER. Desde seu primeiro EP, Oi Oi, lançado pela gravadora Dirtybird no fim de 2017, suas tracks “Stop It” e “Ya Didn’t” bombaram nas pistas do mundo inteiro. Mas o sinal mais forte de que isso era só o começo veio com o single “Losing It”. Em poucos dias, a track tomou conta do mundo e foi a mais tocada pelos DJs durante o Tomorrowland.

You Little Beauty
O australiano FISHER agitou o mundo com “Losing It”. Foto: Reprodução

No Brasil, a tendência foi confirmada por alguns dos maiores expoentes do mercado, o que pôde ser observado das novas tracks de Vintage Culture e dos recentes sets do Cat Dealers ao novo projeto de Raul Mendes, o Pirate Snake — e claro, sem deixar de citar os garotos do Evokings, que migraram no momento certo e souberam surfar a nova onda. A nossa nova realidade é que os filhos da EDM agora curtem tech house.

Outro bom exemplo é o menino do “prato que voa”, Pleight (antes conhecido como Banzoli). O projeto comandado por Eduardo Banzoli, de apenas 23 anos, chamou a atenção de artistas nacionais e internacionais com suas produções, inclusive da gravadora LouLou Records, por onde conseguiu lançar seu EP This B, e do portal gringo Your EDM.

O impacto gerado por todo esse rearranjo no cenário nacional, evidentemente, também se reflete na chegada de novos eventos voltados ao tech house. O expressivo crescimento da festa espanhola elrow aqui no país, depois do absoluto sucesso da primeira edição (organizada pela Plusnetwork em dezembro de 2017), e a sua chegada ao Laroc Club em junho de 2018, com sold out em menos de duas horas para o seu retorno marcado para o próximo dia 13, comprova a adesão ao ritmo.

“Não acredito que seja um crescimento por si só, pois a cena de tech house sempre existiu. É mais um ciclo dela, num momento em que se tem uma maior oferta de eventos que não necessariamente reflete um aumento do público consumidor desse estilo”, afirmou Mario Sergio de Albuquerque, sócio do Laroc. “Não vejo um festival de 20 mil pessoas lotado por causa desse gênero, mas pode-se ver um público flutuante e curioso que busca novos sons. Mas a base disso sempre existiu. Essa maior oferta gera essa possível evidência da vertente e a atenção de novos adeptos. Porém, nossa indústria só tem a ganhar com tudo isso!”, concluiu.

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Outro evento que sempre acreditou nesta linha de som e já segue para sua oitava edição é a festa paulista Mov.E, que aposta em promessas da cena nacional e headliners de respeito. Sua próxima edição, que acontece neste sábado, dia 06, no Espaço Modular em São Bernardo do Campo, promete atrair muitos novos curiosos do tech house com seu lineup de respeito: o dinamarquês Noir, juntamente com o colombiano Kamilo Sanclemente e os brazucas Dakar, Guss, Spuri, Binaryh, Leo Diniz e Dhar Cad (você pode saber mais sobre a festa aqui).

O produtor da Mov.E, Vitor Takiishi, também compartilhou conosco a sua visão: “Acredito que a musica eletrônica é cíclica e precisa constantemente se reinventar. Vejo o mercado mainstream um pouco conturbado no momento, o que abre as portas para novas sonoridades. O tech house sempre esteve aí. A Mov.E surgiu em 2017, ano em que o som do FISHER começou a se popularizar.

O sucesso na pista era nítido e até atingiu o mercado mais comercial — não tinha como não apostar na vertente, até porque é impossível não dançar com ela. Para esta edição, teremos o Dakar comandando essa linha, seguido por Leo Diniz, uma grande aposta que já está deixando sua marca no cenário paulistano”, declarou.

O movimento do tech house no Brasil é uma tendência que parece não ter data de validade. Seria esta a nova bolha do mercado de música eletrônica nacional?

Chilli MOB Cruise anuncia Vintage Culture e Chemical Surf

Ingressos começarão a ser comercializados em duas semanas

Depois de Kolombo, Fran Bortolossi e Volkoder — atrações reveladas em primeira mão pela Phouse e depois confirmadas pelo evento —, o Chilli MOB Cruise anunciou outras duas atrações de sua próxima edição, em 2020, no MOB Stage: Vintage Culture e Chemical Surf voltam a comandar o som a bordo do Costa Fascinosa.

Vintage tocará na primeira noite — sexta-feira, 20 de março —, enquanto os irmãos paranaenses estão escalados para o domingo, 22. De acordo com a produção, os ingressos começam a ser vendidos em duas semanas, no dia 1º de julho.

+ LEIA TAMBÉM: Kolombo está confirmado para o Chilli MOB Cruise 2020

Com debutantes brasileiros, Tomorrowland solta o lineup (quase) completo para 2019

Penúltimos horários do Mainstage permanecem em aberto

O Tomorrowland acaba revelar seu lineup para a edição de 15 anos do festival. Time completo? Não exatamente. Nas timetables do Mainstage, o horário das 22h20 permanece em aberto nos dois domingos (21 e 28 de julho) — o que reforça a ideia de que o Swedish House Mafia ainda deve ser anunciado para o encerramento, apesar do comportamento reticente do grupo nos últimos dias.

Além disso, em todos os dias, os últimos horários do palco principal são ocupados por um “15Y Spectacle” (espetáculo de 15 anos), cujos detalhes ainda não foram revelados.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Outro destaque fica por conta do anúncio de outros cinco DJs brasileiros, que juntam-se a Alok (confirmado desde abril): Vintage Culture, que toca pela primeira vez no festival belga, no palco com curadoria de Martin Garrix (STMPD RCRDS); Bruno Martini (atração das duas últimas edições), no palco de Sunnery James & Ryan Marciano (Sexy by Nature); ANNA, pela primeira vez solo (fez B2B com Monika Kruse no ano passado), no palco Carl Cox Invites Space Ibiza; e Tropkillaz e Anitta, outros debutantes, confirmados para o palco GV & Friends, no dia 27 de julho.

Enquanto Alok (Mainstage), Vintage e Bruno Martini estão agendados para o dia 19 de julho (a primeira sexta-feira), ANNA e novamente Alok (agora no palco da HELDEEP, de Oliver Heldens) ficaram com o dia 26 (a segunda sexta-feira).

Você pode conferir o lineup (quase) completo no site oficial.

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Vintage Culture será atração da virada de ano do Sundance Festival 2020

Artista admite ter uma relação especial com o evento

Vintage Culture é a primeira grande atração revelada para o próximo Sundance Festival. O artista está confirmado como o headliner do dia 31 de dezembro, na oitava edição do Réveillon baiano.

A relação entre Vintage e o Sundance é bem especial. Em 2016, o artista chegou a declarar que viveu um dos amanheceres mais lindos em que já tocou. Depois, participou novamente em 2018, e agora volta com tudo para desta vez tocar na virada de ano, comandando a trilha sonora do primeiro nascer do sol de 2020.

Completando oito anos e mais de 20 festas, o Sundance Festival 2020 vai rolar em duas datas — 29 e 31 de dezembro —, como de praxe no Uíki, na praia do Parracho, em Arraial d’Ajuda, sul da Bahia. Na noite do Réveillon, o tradicional open bar premium será disponibilizado.

Nesta segunda-feira, dia 10, as vendas dos ingressos serão abertas. As outras atrações devem ser reveladas em breve.

+ REVIEW: Para o público, Sundance 2019 foi o melhor de todos os tempos

Fancy Inc revela os bastidores de collab com Vintage Culture

“My Girl” venceu obstáculos para poder ser lançada pela gravadora de Tiësto, em conjunto com a Spinnin’

* Por Danilo Bencke
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Nessa sexta-feira, 24 de maio, Vintage Culture e Fancy Inc lançaram seu aguardadíssimo single, “My Girl”. Ele saiu pela gravadora do Tiësto, a Musical Freedom, sendo distribuído pela Spinnin’ Records/Warner Music. O som é super dançante e cheio de energia, com bastante groove nas linhas de baixo e um vocal alucinante.

O vocal e a melodia foram extraídos do clássico de Rick James e Eddie Murphy, “Party All the Time”, que fez muito sucesso nos anos 80. Mesclando gêneros musicais do pop/funk da época com a música eletrônica atual, eles criaram uma das tracks mais originais de 2019.

Segundo as palavras do próprio Fancy Inc, “‘My Girl’ é o nosso melhor trabalho. Estamos orgulhosos da energia, inovação e cuidado que entrou nesta track. Mesclar dois estilos musicais foi desafiador e inspirador. Trabalhar com o Vintage Culture é um ponto alto da nossa carreira. Compartilhamos uma afinidade musical e nossa colaboração pareceu orgânica e genuína”, disseram, via release de imprensa.

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Por outro lado, Vintage Culture continua a expandir fronteiras em sua jornada musical. Já tendo um projeto famoso e estabilizado aqui no Brasil, sua crescente base de fãs colocou sua música nos melhores clubs ao redor do mundo.

“Cada faixa que eu libero é um reflexo do momento em que estou vivendo. Meu humor, estado de espírito, o ambiente que me rodeia. É importante que eu escreva e grave músicas que representem meu estilo de vida e os amigos e equipe que me cercam. Minhas músicas têm que ser honestas. Cada faixa é única em seu próprio caminho. ‘My Girl’ é o exemplo perfeito. Esta música reúne toda a energia, urgência e pura diversão que está ao meu redor e ao do meu público quando estamos juntos em 2019. Tenho orgulho de compartilhar com meus fãs e aguardo com expectativa as memórias que estamos prestes a criar”, complementou o sul-mato-grossense.

Mas nem tudo são flores. Para conseguir lançar a track eles enfrentaram diversos desafios, que vão desde a liberação dos direitos autorais até o encontro de um novo interprete para a música. Por isso, conversei com o duo gaúcho para descobrir como eles contornaram esses obstáculos, e saber um pouco mais sobre este lançamento que promete ser um dos destaques do ano.

De onde veio a ideia de produzir essa collab juntos?

A ideia partiu totalmente do Lukas. Ele tinha esse sample na cabeça e nos perguntou se rolava interesse em tentar algo. Inicialmente não havia nem acapella sequer, e tivemos que trabalhar em cima do sample cheio. É extremamente difícil criar assim, mas aceitamos o desafio — provamos várias possibilidades até chegar neste resultado.

O sample é de uma track conhecida do Eddie Murphy, que já foi até sampleada por Sharam. Por que acreditaram nele?

O tema “Party All The Time” é muito forte e abre muitos caminhos para explorar o contexto em volta — tem tudo a ver com o lifestyle da galera que nos acompanha e gosta de música eletrônica. O videoclipe foi todo roteirizado em torno disso.

Quais desafios burocráticos vocês enfrentaram para poder lançar a música?

Depois de mostrar a track para a gravadora, eles gostaram tanto que tomaram a iniciativa de tentar licenciar o vocal. Então descobrimos nos direitos conexos que a autoria da canção é do produtor Rick James, e Eddie Murphy foi apenas o intérprete; ou seja, a letra e melodia foram liberadas, mas o vocal deveria ser regravado por outro cantor.

Existem profissionais especializados em liberação de direitos autorais. Então fizemos tudo certinho como deve ser. Foram dez pessoas em três continentes envolvidas diretamente nesta parte burocrática, demoramos em torno de quatro meses apenas para conseguir essa autorização.

Onde acharam a pessoa para fazer o cover?

Depois de recebermos sinal verde com os direitos, a equipe envolvida nesse projeto tratou de buscar cantores. Não foi um processo fácil, tivemos quatro cantores candidatos e nenhum ficava como esperávamos, afinal, fazer cover de Eddie Murphy não é tão simples. Até que encontramos em Londres uma empresa super tradicional da indústria que já trabalhou com nomes como David Guetta e Eric Prydz especializada em replicar samples. Bingo! O resultado foi incrível de cara.

Imagino que vocês devem ter a agenda lotada. Como foi que se reuniram com o Vintage para fazer a collab?

Durante o processo criativo nunca nos encontramos pessoalmente, fizemos tudo online. Um trabalhava um pouco no projeto e mandava de volta para o outro continuar. Com o perfeccionismo do Lukas, foram inúmeras versões até chegar no resultado final (risos).

O Tiësto já foi considerado por diversas vezes o melhor DJ do mundo e é sem dúvida um dos mais famosos de todos os tempos. Como essa música chegou nele e qual a sensação de ter essa track sendo lançada e tocada por ele?

Foi sem nenhuma pretensão, o Lukas postou um vídeo tocando a track em alguma gig e o Tiësto mandou um direct perguntando de quem era e se podia tocar também. Óbvio que ele recebeu na hora (risos). Ele gostou tanto da faixa, que já estava assinada na Spinnin’, e ele mesmo entrou em contato e pediu para lançar como um joint venture em conjunto com a label dele, a Musical Freedom. Isso é um acontecimento muito raro na indústria fonográfica, duas labels se unirem. Foi uma surpresa receber a notícia de que eles enxergam tanto potencial nesse single.

Danilo Bencke assina a coluna da AIMEC na Phouse.

Vintage Culture tocará em noite de Garrix em Ibiza pelo segundo ano seguido

DJ brasileiro é uma das atrações da residência de Martin Garrix no Ushuaïa

Assim como no ano passado, Vintage Culture é um dos convidados especiais de Martin Garrix para agitar Ibiza. Desta vez, o DJ brasileiro se juntará ao astro holandês em sua residência no Ushuaïa, que vai rolar nas quintas-feiras entre 04 de julho e 29 de agosto.

Além de Vintage, mais de 30 convidados foram revelados, incluindo nomes como Nicky Romero, Brooks, Salvatore Ganacci, Matisse & Sadko, Lost Frequencies, Jonas Blue, Junior Sanchez e Dyro.

Em 2018, Vintage Culture foi atração na residência de Garrix na Hï Ibiza. No final do ano, os dois artistas ampliaram a parceria em uma minitour no Brasil, que passou por quatro cidades. Esses dois tão esperando o que pra lançarem uma collab?

Vintage Culture rechaça boatos sobre tentativa de suicídio

Sócio da Privilège também desmentiu os rumores: “As pessoas são maldosas e acreditam em fake news”

Nesse final de semana, pipocaram na web boatos de que Vintage Culture teria tentado suicídio durante sua apresentação na Privilège de Juiz de Fora, que rolou na madrugada de sexta para sábado. Os rumores partiram de um áudio de uma menina, supostamente presente na festa, contando que o DJ interrompeu seu set na metade, “surtou” e tentou pular de uma altura elevada nas dependências do clube, sendo impedido por seguranças.

Nesta segunda-feira, Vintage se pronunciou em seu Instagram, negando a versão. “Nesse final de semana levei minha mãe junto pra passar o Dia das Mães já que ela mora em Maringá e eu em São Paulo e não nos vemos com tanta frequência. Não podia estar mais seguro e cheio de amor, eu amo a vida (tenho até medo da morte rs), minha família, meus amigos e todos vocês que me seguem e me proporcionam tudo que sou e tenho”, escreveu o DJ.

“A preocupação com o próximo é muito importante, mas deve ser canalizada em quem realmente está precisando. É mais comum do que se imagina e todos nós temos algum amigo ou conhecido precisando apenas de um gesto ou uma manifestação de que existe alguém realmente se importando. Não transforme isso em diz que me diz, transforme em ação, em cuidado e carinho. Amo a vida e amo vocês!”, concluiu.

Poucas horas antes dessa publicação, Octavio Fagundes, sócio da Privilège Brasil, já havia desmentido os rumores em seus stories do Instagram. “Cara, tem hora que eu não acredito na internet, meu. Whatsapp… as pessoas são maldosas e acreditam muito em fake news. Tão falando que o Lukas, que o Vintage, passou mal, não tava legal, uma série de mentiras que não vou repetir aqui… Um absurdo, de absurdo, de absurdos…”, declarou.

“E na verdade o que aconteceu é que o cara veio no Privilège de Juiz de Fora, fez um set lindo de seis horas, tava até acompanhado com a mãe dele — foi uma honra receber a mãe dele aqui no Privilège —, tocou até 11h da manhã, saiu da cabine, foi pro camarim comigo, comemos um hambúrguer, saiu daqui, foi direto pro aeroporto, tocou no sábado em Ourinhos e depois tocou em Curitiba. Alô galera que fica disseminando besteira, mentira, maldade… Se liga, né! Nesse mundo, só good vibes, só boas energias, e mentira meu, cair em mentira e ficar inventando mentira não existe, né? Tamo junto!”

Página de fãs de Vintage Culture no Twitter compartilhou o vídeo gravado por Fagundes para o Instagram

Testemunhas confirmaram que o set de Vintage Culture, de fato, terminou de manhã, de modo natural. A Phouse está tentando apurar o que teria motivado o surgimento do boato, mas não obteve respostas até o momento desta publicação.

10º Green Valley Gramado terá Vintage Culture e lote limitado

Novas atrações da edição de 10 anos devem ser reveladas em breve

O querido club brasileiro Green Valley, que recentemente levou pela quarta vez o titulo de “Melhor Club do Mundo” em votação da DJ Mag, anunciou recentemente Vintage Culture para o seu tradicional festival na Serra Gaúcha, em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Com data programada para o dia 24 de agosto, a edição de dez anos do Green Valley Gramado Festival acontece durante o encerramento do famoso Festival de Cinema de Gramado, que tem início no dia 16 do mesmo mês. Além de Vintage, outros nomes de peso devem ser anunciados muito em breve.

Para quem se interessar, o GV anunciou um lote limitado exclusivo, que ficará disponível por apenas 48 horas. As vendas serão abertas no dia 15 de maio, às 19h, para aqueles que estiverem cadastrados no site oficial.

* Luckas Wagg é CEO da Phouse.

Só Track Boa terá showcase em Nova Iorque

Label brasileira invade os Estados Unidos pela primeira vez

Depois de lançar a sua primeira coletânea, a Só Track Boa vai celebrar em breve mais uma estreia importante. Pela primeira vez, a label brasileira aterrissará nos Estados Unidos, para um showcase em Nova Iorque.

Organizado em conjunto com o nova-iorquino Good Looks Collective, o rolê será no próximo dia 30, um sábado, no Avant Gardner, clube do Brooklyn. Vintage Culture também fará seu debut na cidade, acompanhado por Volkoder e RDT.

Na volta ao Brasil, a Só Track Boa já tem outros dois compromissos marcados para maio: dia 18, em Maceió, e dia nos dias 24, 25 e 26, em segunda edição do Só Track Boa Weekend no Rio de Janeiro. Os respectivos lineups ainda não foram anunciados.

+ Com 20 faixas, Só Track Boa lança sua primeira compilação

Tijuca New Experience se consagra como grande festival de música eletrônica

Vintage Culture, KVSH, Santti, Chemical Surf, Victor Lou e Salla se apresentaram na 3ª edição do evento

* Edição e revisão: Flávio Lerner

Na última sexta-feira, embarcamos rumo a Belém do Pará para conferir de perto mais um evento que começou como uma simples festa para promover uma marca de cerveja e a música eletrônica na região, e que agora definitivamente entra para o nosso calendário como mais um grande festival do Brasil.

Promovido pela cerveja Tijuca, do grupo Cerpa (que vem apostando em cheio na música eletrônica), juntamente com a BJ Produtora e a Roma Eventos, o Tijuca New Experience reuniu mais de oito mil pessoas no estacionamento do shopping Grão Pará — e deu uma aula no quesito produção.

O nome do produto e do próprio festival fez jus ao que fora prometido pela produção: uma nova experiência. Sem dúvidas, foi um dos eventos que mais nos chamou a atenção no Brasil no último ano — começando pela nossa chegada no aeroporto, onde demos de cara com um grande merchandising, que nos fez lembrar bem as ações de grandes festas de Ibiza: na quinta e na sexta, a produção do festival colocou uma cabine com DJ na central de desembarque.

Foto: Monotoshi/Divulgação

Na sexta-feira, na recepção aos artistas, até o Santti deu uma palinha para os sortudos que estavam chegando em Belém. Além disso, o Tijuca New Experience contou com uma mega estrutura e ofereceu ao público um sistema super funcional de open bar e open food, para os frequentadores da pista e do camarote. Wiskhy, vodka, gin, champagne e claro, cerveja Tijuca, além de muito rango liberado pra galera. Havia também food trucks devidamente posicionados para quem quisesse comer algo com mais substância.

Com inicio às 19h, quem abriu a pista foi o DJ RAFFA (vencedor de um contest realizado pela rádio FM O Dia), seguido pela Marina Morais e por Zuffo & Dan Miller, que fizeram um warmup condizente com a proposta da noite.

+ Tijuca New Experience leva grandes DJs do mainstream nacional a Belém do Pará

Um dos artistas que ganhou nossos olhares pela sua presença de palco foi o Victor Lou. O DJ deixou a pista pulsando com algumas de suas produções autorais, como “Untitled”, “Fucking Party” e “First Time”. Logo na sequência veio a dupla Hugo e Lucas, do Chemical Surf, que dispensa comentários sobre suas apresentações — tendo sido essencial para o grande sucesso da noite.

Após o Chemical, tivemos a grande cereja do bolo: Vintage Culture. O artista, que já tinha tocado na última edição do Tijuca New Experience, em dezembro de 2017, voltou com toda empolgação e fez um set emocionante. No final, Lukas Ruiz se jogou na pista e deu um rolê em meio à multidão, abraçando seus fãs e deixando todos ainda mais eufóricos.

Foto: Monotoshi/Divulgação

Depois do astro, foi a vez de um dos garotos prodígio da música eletrônica nacional: KVSH, que fez história tocando alguns dos seus maiores hits e entregou a pista bombando para o Santti, que finalizou o set com o sol nascendo, a pista lotada e o público pedindo mais. Com o resultado de sucesso absoluto, a produção agradeceu ao final e já deixou claro que em 2020 tem mais.

Nosso primeiro contato com a cena do Norte do país foi através do convite de nosso parceiro Bernard Teixeira, da PUMP, em 2017. Naquele mesmo ano tivemos o prazer de conhecer as edições da PUMP em Manaus e Santarém, e a Tijuca New Experience em Belém. Ao voltar em 2019, notamos uma grande evolução, tanto no quesito de público, quanto de produção.

+ Segunda edição do Só Track Boa BH pode ser considerada a melhor de todos os tempos

Tudo parecia funcionar cem por cento, não deixando nada a dever a grandes eventos do Sul e do Sudeste. Como frequentador assíduo de festivais, posso dizer que o Tijuca New Experience entra para a segunda posição entre os que estive no Brasil nesse último ano — ficando atrás apenas do Só Track Boa Belo Horizonte, organizada pela OTM Produções no ano passado. O Só Track Boa Festival, por sinal, passa agora a contar com patrocínio do grupo Cerpa em todas as suas edições.

Agradecimentos ao Benjamin (BJ), ao Giovanni (Roma) e ao Renato Costa (Cerpa/Tijuca) pelo convite. Vocês estão de parabéns por acreditar e investir cada vez mais na música eletrônica nacional! Até a próxima!

* Luckas Wagg é CEO da Phouse.

10 super dicas para um Carnaval com muita música eletrônica

Grandes astros nacionais e internacionais estarão espalhados pelo país

Com o Carnaval batendo à porta, demos uma revisada em nossas publicações anteriores e em mais alguns eventos bacanas que vão rolar neste ano. São tantas opções e tantas atrações de peso que foi difícil escolher apenas dez — sim, demos um “migué” pra incluir mais de um evento por tópico. Mas não é à toa, já que este, possivelmente, é o Carnaval brasileiro com mais opções para os fãs de música eletrônica dos últimos anos.

Duvida? Então saca só:

1 – Carnaval de Salvador

Alok doa cachê Pipoca do Alok
Foto: Alisson Demétrio/Reprodução

Começamos com uma das capitais desta que é a mais brasileira de todas as festas. Em Salvador, neste ano, teremos nada menos que o primeiro Bloco Sollares (com FISHER e Chemical Surf, no dia 05 de março; leia mais aqui) e trios elétricos puxados por Alok (em 02 de março, repetindo a experiência de 2018; leia mais aqui) e Major Lazer (que ainda contará com Tropkillaz e ÀTTØØXXÁ, também no dia 02; leia mais aqui).

Além deles, o sempre concorrido Camarote Salvador — que rola entre 28 de fevereiro e 05 de março — terá grandes atrações voltadas ao nosso universo, como DJ Snake, Diplo, Alok, Alan Walker, CamelPhat, Claptone, Steve Aoki, Mark Ursa, Chemical Surf, Goldfish, Gabriel Boni, André Pulse, Öwnboss, Camila Peixoto, Future Class, Bruno Be, Rafael Diafentaler, Anndrey Mansur, Zerb, Breno Rocha, Make U Sweat, Marina Diniz, Victor Lou, Kesia, Thiago Mansur, Cool Keedz e Old Boys.

2 – Carnaval Green Valley

Carnaval Green Valley
Foto: Diego Jarschel/Divulgação

O Green Valley nunca deixa de fazer a sua própria versão das principais datas comemorativas celebradas no país — e com o Carnaval obviamente não seria diferente. A casa de Camboriú vai abrir nos dias 02 e 04, trazendo 29 atrações nacionais e internacionais, de estilos variados.

Vintage Culture, Claptone e FISHER são os headliners neste ano, com outras atrações do naipe de LOthief, Volkoder, Gabriel Boni, Oliver Giacamoto, Devochka, Tube & Berger, Fabrício Peçanha, Ashibah, Skazi e Mandragora. Leia mais aqui.

3 – Sunflower 2019

Sunflower 2019
Foto: Divulgação

A terceira edição do “Carnaval do amor” retorna ao Mirante Beagá, em Belo Horizonte, no dia 03 de março. Alan Walker, FISHER, Vintage Culture, Bruno Be, Dubdogz, Groove Delight, LOthief e RDT são as atrações. Leia mais aqui.

4 – Blocos em São Paulo

Se São Paulo pode não ser a cidade mais tradicional em termos de Carnaval, em termos de música eletrônica ela está no topo. E com nada menos que 580 blocos programados para rolar pela capital, destacamos de uma só vez alguns dos principais, que trazem grandes DJs no comando do som.

Pela primeira vez com um trio elétrico próprio, o Unidos do BPM vai partir da Praça da Sé, às 16h do dia 02 de março, com Tessuto, Ella De Vuono, Paco Talocchi, DJ Mau Mau e Rafael Moraes. Haverá ainda nova edição do Unidos em Brasília (leia mais aqui).

Outro já tradicional bloco da capital é o D.RRETE, do D-EDGE, que vai receber, entre os dias 03 e 05, nomes como Alex Justino, BLANCAh, Andre Salata e Renato Ratier. Nos três dias, a partir das 21h, o clube recebe os clubbers foliões com atrações de peso — como Afrika Bambaataa, Lewis Fautzi e B.Traits — em seus afters (leia mais aqui).

Quem também está organizando seus rolês pela cidade é o DJ Dre Guazzelli, que comanda dois blocos no Carnaval paulistano: o Bloco Dre Carnaval, que sai da Avenida Faria Lima com a Rua Ministro Jesuíno Cardoso no dia 04 de março, a partir das 14h, em parceria com a Riachuelo e com participação do trio Seja Você, Seja Feliz (usado por diversos artistas em Salvador) e do Gabriel Boni (leia mais aqui); e o do dia 09 de março, quando o Carnaval já dá uma baixada na poeira, e Dre se apresenta com o Bloco Dre Tarde — a versão carnavalesca da sua festa Sábado Dre Tarde.

A reunião começa às 15h, na frente do bar Pirajá (também na Faria Lima), e às 17h o bloco começa sua andança em direção ao Largo da Batata. Desta vez, o DJ se apresenta em formato “all day long”, acompanho por Salazar no Sax, Cleyton no violino e Kafé no vocal (leia mais aqui).

“Quero fazer com que meus blocos tragam momentos de muita felicidade e desperte os melhores sentimentos nas pessoas que vão curtir meu som. Paz, amor e muita música! Preparem-se!”, declarou o DJ. “Vamos amar sem rotular. Vamos espalhar sorrisos. Vamos nos divertir. Separe sua fantasia, leve consigo toda sua alegria e curta os nossos blocos com responsabilidade.”

5 – Ame Laroc Festival

Laroc Ame
Foto: Divulgação

O maior clube de música eletrônica de Valinhos e seu recém-nascido irmão techneiro juntam-se no primeiro Ame Laroc Festival, que rola durante três dias — 02, 03 e 04 de março —, com passagem pelas duas casas e mais de 30 atrações.

Os headliners são Alan Walker, CamelPhat, Diplo, DJ Snake, Dubfire, Hot Since 82 e Seth Troxler, mas ainda há diversos nomes nacionais, entre mainstream e underground, escalados. Leia mais aqui.

6 – Carnaval Warung 2019

Foto: Ebraim Martini/Divulgação

A exemplo do Green Valley, o Warung também vai soltar a folia nos dias 02 e 04 de março. No dia 02, a pista Inside será comandada por Dubfire, que ainda traz o parceiro de SCI + TEC, o DJ Lancaster, além dos brasileiros Boghosian e Fran Bortolossi. Já a pista Garden terá assinatura do selo espanhol Rumors, de Guy Gerber. O próprio Gerber comandará o espaço, junto com Lauren Lane, Bill Patrick, Leozinho e Conti&Mandy.

No dia 04, Hot Since 82, B.Traits, Renato Ratier e Mezomo tomam conta do Inside, enquanto Seth Troxler, Dyed Soundorom (membro do Apollonia) e Albuquerque ficam encarregados pela assinatura sonora do Garden (que desta vez leva a curadoria do selo catalão Brunch in the Park).

7 – Rio Music Carnival

Rio Music Carnival 2018
Foto: Allan Vilela/Divulgação

Obviamente o Rio de Janeiro não poderia ficar de fora dessa lista. Repetindo o feito dos últimos anos — mas agora desvinculado do BRMC —, o Rio Music Carnival traz, entre os dias 1º e 05 de março, na Marina da Glória, DJ Snake, CamelPhat, FISHER, Cat Dealers, Vintage Culture, Barja, Gabriel Boni, KVSH, ILLUSIONIZE, Gabe, FTampa, Ghostt e o Dennis DJ como headliners. Confira a programação completa:

1º de março: Vintage Culture, Chemical Surf, RDT, Meca

02 de março: Love Sessions com Barja, FTAMPA, Gabe, Gabriel Boni, Ghostt, ILLUSIONIZE e KVSH.

03 de março: Baile do Dennis com Dennis DJ, Kevin o Chris, MC G15, Delano, Neblina e Buchecha

04 de março: DJ Snake, GoldFish, Pontifexx, Dubdogz e DaKid

05 de março: Rio Me com FISHER,  CamelPhat, Cat Dealers e Leo Janeiro

8 – Bloco do Tropkillaz

Bloco do Tropkillaz
Foto: Reprodução

Ainda no Rio, o Tropkillaz também comandará seu próprio bloco. O chamado “Bloco do Tropkillaz: Bola, Rebola” vai partir dos pilotis e jardins do Museu de Arte Moderna da capital no dia 04 de março.

Omulu, Heavt Baile, Batekoo & Deize Tigrona, Wobble DJs (Marginal Men B2B Rodrigo S), Diana Bouth, M$E & JXNVS, Digital Dubs, Glau, Bia Marques, DJ Molla, TSFN e Totonete são as atrações já reveladas. Leia mais aqui.

9 – Fields Eletro Carnival

Foto: Reprodução

A Fields, no centro de Florianópolis, terá três dias de festa para celebrar este Carnaval, sendo que o primeiro, em 1º de março, será 100% voltado à música eletrônica. A label Fields Eletro Carnival traz grandes nomes nacionais em seu line: DJ Glen, Fabrício Peçanha, Bruno Furlan e Juliano Machado. A casa abre às 23h.

10 – DJ Snake no P12

DJ Snake no Carnaval
Foto: Reprodução

Snake, como você já tinha lido aqui, é uma das super atrações deste Carnaval brasileiro. Além dos rolês citados acima, o astro francês também é o headliner da festa no Parador 12, dia 03 de março. Os DJs Dyve, André Maran, Pinho Menezes e Du Oliveira completam o lineup da casa de Jurerê Internacional, que funciona das 11h às 22h.

Escute “Yesterday”, collab de Vintage Culture com Pimpo Gama

Via Spinnin’, faixa é o primeiro lançamento de Vintage em 2019

Vintage Culture lançou nessa última sexta-feira, via Spinnin’ Records, seu primeiro single de 2019: “Yesterday”, uma collab com o produtor gaúcho Pimpo Gama. Com uma pegada mais leve e introspectiva, a faixa, segundo os artistas, remete ao verão.

Como Vintage declarou à imprensa e também em suas redes sociais, o som chegou a levar meia década para, enfim, conhecer a luz do dia. “Durante os últimos cinco anos, foram mais de cem versões até que estivéssemos completamente convencidos de que ‘Yesterday’ estava pronta para vocês. Esperamos que vocês curtam!”, afirmou.

“O tempo e a proposta de novas técnicas de produção tornam essa música muito importante para mim. Espero que o público goste. ‘Yesterday’ é leve e, ao mesmo tempo, marcante, como deve ser o verão. Os elementos orgânicos e o timbre da voz me trazem um sentimento de calma e conforto, deixando para o bassline a característica e potência da track”, concluiu o DJ.

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Alok e Vintage Culture concorrem no IDMA 2019

Dupla representa o Brasil no 33º Internacional Dance Music Awards

A votação para o International Dance Music Awards deste ano traz dois indicados brasileiros: Alok e Vintage Culture. O primeiro concorre como Melhor Artista Masculino (Pop/Eletrônico), indicado junto com Martin Garrix, marshmello, DJ Snake e The Chainsmokers. Já o Vintage concorre como Melhor Artista Masculino (House), ante Claptone, Kungs, Disclosure e Duke Dumont.

Neste ano, o prêmio traz 31 categorias, incluindo melhores artistas — divididos por sexo — em outros gêneros: techno, trance, bass, drum’n’bass, downtempo e hardstyle. Ainda há premiações para artista revelação, música, álbum, remix, clube, selo, estação de rádio, festival, podcast, canal do YouTube, plataforma de streaming, empresa de hardware e software de produção musical.

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No ano passado, os representantes brasileiros foram ANNA — que concorreu como Melhor Artista Feminino (Techno) — e o Green Valley e o Warung, que foram indicados como Melhor Club. Infelizmente, nenhum levou o grande prêmio para casa. Será que neste ano a história muda?

O IDMA faz parte da programação da Winter Music Conference, que rola em Miami entre os dias 25 e 28 de março. A votação para as 31 categorias do IDMA pode ser feita aqui.

Carnaval Green Valley: confira a programação

Vintage Culture, Claptone e FISHER são os headliners dos dois dias de festa

O Green Valley é mais um clube brasileiro que já tem tudo programado para este Carnaval. A casa de Camboriú vai abrir nos dias 02 e 04, trazendo 29 atrações nacionais e internacionais, de estilos variados.

No dia 02, sábado, Vintage Culture é o headliner, acompanhado por Volkoder, LOthief e Salla no Main Stage. A pista Underline_ recebe Oliver Giacamoto, Jack Chaler, Millena Coelho e San Schwartz, enquanto o Lagoon Stage terá Devochka, Talpa, Dang3r, DJ Moon, Sound Cloup, Special M e V.Falabella.

Já na segunda-feira, 04, Claptone e FISHER são as grandes atrações, ao lado de Gabriel Boni, Ashibah e RDT no palco principal. O Underline_ traz Tube & Berger, Fabrício Peçanha e San Schwartz, enquanto o Lagoon recebe Skazi, Mandragora, Undercover, Phax, Gottinari e Space Hemp.

Ainda há ingressos disponíveis pelo Ingresso Nacional, a partir de R$ 40,00.

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Tiësto promove música inédita de Vintage Culture

DJ publicou uma palinha de seu show no Instagram

Em sua performance na Shaq’s Fun House — festa do DJ Shaquille O’Neal para promover o Super Bowl, que rolou nesse final de semana em Atlanta, nos Estados Unidos —, Tiësto tocou uma música muito aguardada pelos fãs de Vintage Culture: “Party All The Time”, que vem pipocando nas apresentações recentes do mato-grossense, e que deve ser lançada em breve, em collab com o Fancy Inc.

O DJ mandou um vídeo de poucos segundos da performance no Instagram, e bombou de brasileiros que identificaram o som. O próprio Vintage comentou, agradecendo com emojis. Confira:

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Drumroll overload! 🎉🎉

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Tijuca New Experience leva grandes DJs do mainstream nacional a Belém do Pará

Terceira edição do festival rola no final de fevereiro

Idealizado há seis anos para ajudar na difusão da música eletrônica na região Norte, o Tijuca New Experience já tem tudo agendado para a sua terceira edição. O evento rola em 22 de fevereiro, dentro do estacionamento do Shopping Bosque Grão-Pará, em Belém do Pará.

Serão dez horas de festa ao som de grandes nomes do mainstream nacional: Vintage Culture, Chemical Surf, KVSH, Santti, Victor Lou e Salla. Além deles, a produção aposta na estrutura como grande diferencial para esta edição: “Serviço, serviço, serviço e mais serviço”, explica Renato Costa, diretor de marketing da Cerpa Cervejaria, realizadora do festival — a produção é dividida entre a BJ Produtora e a Roma Eventos. Costa garante que esta será a maior edição já realizada até hoje.

“Vamos investir na qualidade do atendimento, da estrutura e da produção em cenografia. Além do full open bar, serviremos jantar das dez à meia-noite e meia, e um brunch ao amanhecer”, destaca. Cerca de dez mil pessoas são esperadas neste ano, com direito a open bar de cerveja, vodka, água, energético e refrigerante, além de um camarote com comes e bebes liberados.

Idealizado em 2012 pela Cerpa Cervejaria (dona da marca paraense Tijuca, que patrocina o evento), o Tijuca New Experience teve sua segunda edição em 2017, e já recebeu nomes como Tiësto, Dashdot, Manimal, FELGUK e Chapeleiro. A partir de agora, a ideia é consolidar-se anualmente. No terceiro lote, os ingressos estão disponíveis pela Roma Ticket.

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* Por Hilda Rodrigues

Uma apoteose de som, luz, alegria e gente bonita marcou o Festival Sundance 2019, a grande festa da virada do Uíki, na praia do Parracho, em Arraial d’Ajuda. A aprovação do público já se desenhava desde quando os ingressos se esgotaram, e chegou a seu ponto alto com a grande noite de Réveillon, em que os fogos, as luzes e os jogos cenográficos invadiram a paisagem natural baiana, anunciando boas energias para o ano que se iniciava.

“Já fui em vários shows do Vintage Culture em São Paulo e outros lugares, mas por conta da beleza do local, da organização da festa e do clima do lugar, esse foi, de longe, o melhor show da minha vida”, disse o administrador de empresas, Marcelo Oliveira, de São Paulo, que comprou os ingressos junto com um grupo de amigos. A aprovação foi unânime ao show do DJ, bem como do restante do lineup, que ainda contou com o aclamado duo Cat Dealers e a energia contagiante de KVSH, Evokings, Salla, Victor Lou, Dashdot e Dubdogz, distribuídos em dois inesquecíveis dias de festa à beira mar.

Foto: Phillipe Guimarães – Bs Fotografia/Divulgação

Em comemoração aos sete anos e 20 festas, o Sundance Festival foi memorável, com cenografia especial, um serviço open bar premium funcionando perfeitamente bem e Vintage repetindo sua apresentação marcante de 2016, quando também subiu ao palco do evento. Otacílio Mesquita e sua crew da OTM Produções comemoram mais um sucesso:

“Sem dúvidas essa foi uma das edições mais marcantes do Sundance para mim, e creio que para o público também. Ter a virada do ano com um lineup 100% nacional e um cenário que pode ser tratado como uma atração à parte… Dançar com os pés na areia, vendo o sol nascendo no mar, é também um grande diferencial, e inclusive deu o nome ao nosso festival — Sundance —, que tem se mostrado mais forte a cada ano”.

Foto: Phillipe Guimarães – Bs Fotografia/Divulgação

Pelos quatro cantos do Uíki, o público acompanhava as músicas e as cantava na ponta da língua. A energia dos DJs, somada ao open bar premium — que incluiu vodka importada, uísque 12 anos, Beefeater Gin e cerveja Corona —, a um espetáculo pirotécnico cinematográfico e à natureza, que se encarregou de dar o toque fundamental, garantiu uma virada de ano extraordinária na terra onde o Brasil começou.

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A alta temporada da casa de Jurerê Internacional acaba de começar

A programação de verão do P12 acaba de dar seu pontapé inicial. A chamada “Opening Summer”, festa de abertura da alta temporada, começou às 12h desta quinta-feira, e segue até as 22h, com discotecagem dos residentes Henrique Fernandes e André Maran.

Até o começo de março, a casa receberá diversas atrações, do pagode ao rock, mas sempre com muita música eletrônica. Alok e Jefferson Moraes (dia 29), Kolombo, LouLou Players e Fran Bortolossi (dia 30), Chemical Surf (no Réveillon), Baile do Dennis (no dia 02 de janeiro), Vintage Culture (dia 05), Zeeba com Vitor Kley (02 de fevereiro), CamelPhat, FISHER, Gabriel Boni e Dashdot (na Só Track Boa Floripa, em 02 de março) e o francês DJ Snake (03 de março) são os nomes da dance music que vão agitar o verão no clube de Jurerê.

Além dos DJs, artistas como Jorge Ben Jor, Legião Urbana, Nando Reis, Anitta, Wesley Safadão, Thiaguinho, Claudia Leitte, Jota Quest e Jorge & Mateus também são aguardados na casa.

Confira a programação completa:

27/12 – Opening Summer ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
28/12 – Jorge e Mateus
29/12 – Alok e Jefferson Moraes
30/12 – Pré-Reveillon – Kolombo, LouLou Players e Fran Bortolossi
31/12 – Spettacolo 2019 – Chemical Surf⠀⠀⠀⠀⠀⠀
01/01 – Wesley Safadão
02/01 – Baile do Dennis⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
03/01 – Natiruts
04/01 – Anitta
05/01 – 11 anos P12 com Vintage Culture
06/01 – Kevinho e Cleber e Cauan⠀
12/01 – Marília Mendonça
13/01 – Santinha Sunset com Leo Santana
19/01 – Sorriso Maroto e Thiago Martins ⠀⠀⠀⠀
20/01 – Acústico Jota Quest⠀
26/01 – Baile do Yuri Martins⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
27/01 – Legião Urbana⠀
02/02 – Live the Dream com Vitor Kley e Zeeba⠀
03/02 – Ferrugem Sunset⠀
16/02 – Nando Reis⠀
17/02 – Prainha da Claudinha (Claudia Leitte)⠀
23/02 – Feijoada do Cacau
01/03 – Municipal da Raça com Thiaguinho⠀
02/03- Só Track Boa (com CamelPhat, FISHER, Gabriel Boni e Dashdot)
03/03 – DJ Snake ⠀
04/03 – Bagunça Boa com Livinho⠀
05/03 – Jorge Ben Jor

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