Depois de estrear pela Phouse Tracks, BALMA chega a Warner Music

Jovem DJ vem trilhando caminho consistente no cenário brasileiro

* Por Rafa Ribeiro
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Aos 19 anos, Carlos Ricardo Balma é um DJ e produtor que vem trilhando uma jornada de muitas conquistas. Formado pela DJ Ban e apaixonado por música eletrônica desde os 16, ele produz faixas em seu home studio com o objetivo de sempre transmitir sua mensagem a partir de suas criações, passeando por vertentes da house music, como progressive, deep e tech house.

O nome BALMA não deve ser estranho aos leitores mais atentos da Phouse. Em julho, lançou sua primeira faixa oficial, “Will Make Me Good”, pela Phouse Tracks — música com significado muito especial, já que homenageava sua mãe, falecida no ano anterior. Desde então, tem trilhado um caminho consistente. Colaborou com o produtor e cantor Murilo March, em “Pink Bikini”, para depois remixar, em parceria com HOT-Q, “Calling My Name”, do produtor paulista Davi Lisboa.

+ PHOUSE TRACKS: BALMA – Will Make Me Good

A curta, porém firme trajetória, o levou a assinar com a Warner Music Brasil, sob licença da DJ Sound. A faixa em questão foi “Midnight Sun”, uma parceria com a cantora e compositora Carmen Guttilla, que começou de modo inusitado: através de uma amiga em comum, que os apresentou pelo WhatsApp. A partir dali, o produtor mandou a base, enquanto Carmen compôs a letra.

“Acho que foi uma das produções que mais tive vontade de me apegar aos detalhes. Trabalhar ao lado da Carmen é muito bom, as ideias batem super bem! Diria que foi uma das tracks com uma batida diferente em que mais me surpreendi, depois da ‘Will Make Me Good’”, explica o DJ à Phouse. A cantora também é só elogios: “Todo o processo de produção da música foi maravilhoso! Desde o início quando estávamos produzindo por WhatsApp, até quando fomos para o estúdio gravar a track. Gravar o videoclipe também foi sensacional!”.

Previsto para maio, o videoclipe de “Midnight Sun” foi feito durante dois dias, em São Paulo e Ubatuba. “Confesso que não foi fácil atuar (risos)! Mas valeu muito a pena e estou muito feliz com o resultado!”, brinca BALMA. Ainda sobre a canção, que sugere uma fuga, o produtor explica: “Fugimos da realidade, em um lugar onde as pessoas possam ter seu momento de paz. O mundo em que nós vivemos já tem problemas demais!”.

No vídeo, fica claro que “Midnight Sun” é mais um dos lançamentos do garoto que fazem referência à praia. “Gosto muito da vibe de praia, mar e areia; pessoas alegres se divertindo! Acho que tocar durante um sunset na praia é um dos meus sonhos”, revela. Ainda assim, tanto ele quanto Carmen defendem que o melhor momento para compor e produzir é durante a noite, quando ficam mais criativos e inspirados.

Carmen Guttilla e BALMA na gravação do clipe. Foto: Divulgação

Agora, o futuro de BALMA carrega muitos outros lançamentos no horizonte. A próxima música, “Seat Belt”, chega nesta sexta-feira, também pela Warner Music/DJ Sound. Para junho, o jovem artista planeja soltar sua primeira música em português.

Relembre os lançamentos de música eletrônica que arrepiaram a última sexta-feira 13

Antes de “sextar”, revisitamos os lançamentos da semana anterior

Amanhã, como vocês já sabem, é dia de sextar com várias sonzeiras novas que vão pintar no cenário eletrônico. Enquanto o “Dia D” não chega, bóra relembrar dez dos lançamentos que mais se destacaram nessa última sexta-feira, 13, que foi bastante especial. Além da coletânea do deadmau5 e do novo single do Dillon Francis, também tivemos pérolas como remix pra trilha de clássico do cinema, ode ao big room, mais uma nova collab entre os BFFs Diplo e , pedrada techno, som tropical, epopéia trance e future house à brasileira.

Pra começar a lista cinematograficamente, vamos de remix de Maceo Plex para a clássica “Blade Runner”, do Remake. Lançado em 1992, o “Original Mix” de Remake é um cover da trilha original do compositor grego Vangelis para o clássico do cinema Blade Runner (1982), dirigido por Ridley Scott. Agora, 26 anos depois, o cover foi remixado por Plex como parte da série “Remix Collection” da Renaissance Records, que se propõe justamente a recrutar grandes produtores contemporâneos para darem repaginadas em clássicos da dance music.

Em declaração à imprensa, Maceo Plex falou justamente sobre como a obra original de Vangelis é sua trilha cinematográfica favorita de todos os tempos, assim como o cover do Remake é um dos sons que mais curte dos anos 90.

Seguindo na zona conceitual, o DJ e produtor Boys Noize se juntou ao DJ e fashion designer Virgil Abloh em ORVNGE. Com três faixas, o EP de techno foi disponibilizado para streaming depois de sido lançado inicialmente em vinil.

Do techno, fazemos um giro em 180 graus pra aterrisar na EDM. E como que pra provar que o som não morreu, Hardwell e Blasterjaxx se uniram para lançar “Big Room Never Dies”, pela Revealed. A música, como o nome sugere, é um big room clássico, produzido com todos os elementos para ser um grande hino de festival.

Galantis também pintou com EP novo. Pela Atlantic/Warner Music, o produtor trouxe duas pérolas pop contagiantes: “Satisfied”, em parceria com MAX, e “Mama Look At Me Now”.

Já o Diplo lançou mais uma música em parceria com a amiga . Via Sony Music, “Sun in Our Eyes” é a sétima música produzida pelo artista com os vocais da dinamarquesa — mas esta é possívelmente a melhor delas, segundo o próprio DJ declarou no Twitter. Como aposta para o verão americano, a track também será o single principal do próximo álbum da MØ, Forever Neverland, agendado para 19 de outubro.

Mais recente trabalho do produtor estoniano Mord Fustang, “Fabricated” foi lançada pela Dawn of Light e caracteriza mais um sinal da seu retorno definitivo ao cenário. Com um som entre a disco house e o future house, a faixa soa refrescante e deve empolgar os fãs de uma dance music mais alternativa.

Numa onda mais calminha e tropical, Sam Feldt também lançou sua nova música de verão, mostrando que mesmo impossibilitado de tocar por um tempinho, ainda pode trazer novidades. “Just To Feel Alive”, com JRM, saiu pela Spinnin’ Records com um videoclipe oficial que mostra bem a vibe “beach club”.

E pra quem curte um “trance raiz”, Ferry Corsten está de volta com a terceira parte do projeto Unity lançando mais um hino, “Rosetta”. A produção saiu pela Flashover Recordings e contou com vocal de Jordan Suckleymostrando que o old school é eterno.

Com Fiora, Seven Lions surgiu com “Dreamin’”. O single, liberado por sua própria label Ophelia, traz uma combinação dos vocais de Fiora com um fundo melódico bastante emotivo.

E pra fechar, os brasileiros Beowülf e LOthief se uniram para lançar track “Gypsy”, pela HUB Records. Com a voz de Emy Perez (também presente em “Plomo”) e na pegada oriental, a música é uma homenagem clubber ao “espírito renovador e adaptável dos ciganos”. Além da versão que você ouve abaixo, um “Extended Mix” está disponível para free download no SoundCloud.

Indústria da dance music registra 1ª queda em 5 anos, aponta relatório do IMS

Apesar da queda, o estudo é positivo diante das mudanças do cenário

Como de praxe, no primeiro dia de International Music Summit, foi apresentado ao público o relatório anual que avalia o mercado da música eletrônica — e desta vez, o resultado contrariou as expectativas. Diferentemente do ano passado, em que a indústria cresceu 3%, foi registrada a primeira queda do setor nos últimos cinco anos, marcando um déficit de 2%.

Mesmo apontando resultado decrescente, o relatório sugere que a queda tenha sido provocada pela evolução da cena eletrônica, que gerou uma competitividade maior dentro da cultura mainstream.

Relatório IMS
Foto: Screenshot

O relatório destacou ainda que os ganhos dos DJs subiram em 2017, e que o aumento da produção de festivais fora do eixo América do Norte-Europa também contribui para um balanço positivo. Estes índices, porém, não foram calculados no documento.

Outros pontos de destaque foram:

A aquisição da Spinnin’ Records pela Warner por cem milhões de dólares, classificado como o terceiro maior negócio de música eletrônica fechado nos últimos seis anos. O valor corresponde ao disparo da influência e resultados da label em redes como Spotify, SoundCloud e Youtube.

Foto: Screenshot

O ULTRA Worldwide foi comparado às Olimpíadas de Inverno e a Fórmula 1 devido ao crescimento exponencial do número de eventos (45 em 20 países) em 2017.

Foto: Screenshot

— O Spotify foi avaliado em 28 bilhões de dólares, e boa parte do valor se deve à contribuição da música eletrônica. As terceira e quarta faixas mais transmitidas na plataforma estão dentro do gênero, enquanto 27 das 100 faixas mais tocadas em todos os tempos são classificadas como EDM, eletrônica ou house.

Foto: Screenshot

Você pode conferir o relatório completo aqui.

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SELVA lança seu primeiro single em português

“O Amor Existe (meu amor)” foi lançado neste sexta, via Warner Music, com colaboração da dupla Mar Aberto

O duo SELVA está de volta com um novo single para o verão brasileiro. “O Amor Existe (meu amor)” saiu hoje pela Warner Music, junto com o videoclipe da faixa dirigido por Thiago Eva e produzido pela Bossa Nova Films.

A faixa soma as vozes do SELVA com as da dupla Mar Aberto (formada pela carioca Gabriela Luz e o paulistano Thiago Mart) em um coro que busca trazer uma mensagem positiva, mesmo que hoje em dia o mundo possa parecer mais violento e inseguro. O som é rodeado de guitarras e cai num drop com graves fortes mas mantendo um tom tropical.

“É a nossa primeira faixa em português. Sempre tivemos vontade de fazer algo na nossa língua nativa, e o momento certo chegou! Estamos muito empolgados para mostrar esse nosso outro lado pra todo mundo”, disseram Pe Lu e Brian, em contato com a Phouse.

Confira:

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Mixcloud fecha acordo com a Warner Music

Segundo o Financial Times, o Mixcloud assinou um acordo de licenciamento com a Warner Music, que resultará em novas modalidades de planos por assinatura na plataforma. Atualmente, o serviço tem algo em torno de 17 milhões de usuários, incluindo grandes figuras como Carl Cox e Gilles Peterson, que postam constantemente podcasts, programas de rádio e DJ sets.

Também estão sendo negociados acordos do mesmo tipo com a Sony e a Universal, e a empresa confirmou que irá lançar planos por assinatura para usuários, porém sem cobrar taxas similares a de outros serviços, como o Spotify.

“Não queremos cobrar $9.99 por mês. Isso acabou. O mercado está servido. O que estamos construindo será altamente customizado. O acordo irá ajudar a implementar uma oferta de inscrição inovadora, que permite aos fãs assinarem canais de criadores individuais para uma experiência de som mais interativa”, disse o cofundador do Mixcloud, Nico Perez, para o Financial Times. “Essa abordagem irá permitir que criadores de áudio na plataforma monetizem seu conteúdo, desenvolvendo um novo mercado para inscrições de áudio.”

Ao Resident Advisor, outro executivo da empresa — o cofundador e Diretor Comercial Nikhil Sahh — disse que a partir desse contrato com a Warner, “vamos lançar em breve um novo serviço por assinatura, oferecendo canais centrados em criadores de conteúdo selecionados. Este será um serviço inovador, o primeiro modelo no mercado”.

Caso a companhia assine acordos com muitas gravadoras globais, como a Universal, teremos mais uma opção de conteúdo musical na internet — não necessariamente como um serviço rival do Soundcloud ou do Spotify, pois a maior parte do conteúdo do Mixcloud é de longa duração. Segundo Ole Obermann, CDO e VP Executivo da Warner Music, “se fizermos isso direito, você poderá ver pessoas inscritas em mais de um serviço”. É esperar pra ver.

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Warner compra Spinnin’ Records em acordo multimilionário

Já havia sido anunciado algum tempo atrás que grandes empresas como a Sony e a Believe Digital estavam em uma batalha acirrada para tentar comprar a Spinnin’ Records, mas no final das contas, quem deu o lance final foi o Warner Music Group.

+ Spinnin’ Records lança plataforma para projetar novos artistas

+ Acordo entre Spotify e Warner Music pode acontecer até setembro

Segundo a Music Business Worldwide, o valor da compra é pouco mais de cem milhões de dólares, fazendo desta a maior aquisição da Warner desde que absorveu a Parlophone por 765 milhões de dólares, em 2013. O WMG vem dominando o mercado da música e somando ao seu time selos do mundo inteiro, e de vários estilos. A companhia é dona do selo de rock Artery Music, além de ter relançado a Sire Records em julho, com um novo presidente.

+ Pela Spinnin’, Vintage Culture e RICCI lançam “Later”

+ Alok assina contrato de três anos com a Spinnin’ Records

A Spinnin’ foi fundada por Eelko Van Kooten e Roger De Graf, possui sede na Holanda, e desde 1999 lança grandes nomes como Martin Solveig, Tiësto, Armand van Helden, entre outros expoentes do cenário eletrônico. Recentemente, o selo começou a lançar nomes brasileiros, como Vintage Culture e Alok, que recentemente fez a curadoria de uma compilação voltada para o brazilian bass.

Acordo entre Spotify e Warner Music pode acontecer até setembro

Segundo a Reuters, o Spotify está muito próximo de firmar um acordo de licenciamento de direitos autorais com a gigante Warner Music, em meados de setembro. Assim, alguns lançamentos da gravadora no serviço de streaming poderiam ser exclusivos a assinantes, o que supostamente estimularia novas assinaturas.

+ Spotify se defende das acusações de fraudar playlists para poupar gastos

De acordo com parte das fontes, ainda não há consenso em todos os pontos pautados nas reuniões que aconteceram até este momento, porém, outra fonte alegou que ficaria surpresa se não houver um acordo até setembro.

+ O Spotify e a “guerra do volume”

Um dos pontos de controvérsia é a porcentagem de royalties que o Spotify cederia à Warner, sendo que o primeiro teria proposto uma divisão meio a meio, enquanto a major supostamente quer ficar com 52%. Estes e outros pontos são impasses que devem ser resolvidos em um futuro breve, já que o Spotify atualmente está avaliado em 13 bilhões de dólares e já possui acordos similares com a Sony Music e com a Universal Music Group.

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O roster da Warner Music inclui artistas como Kaskade, GTA, Oliver Heldens e Skrillex, além de um vasto número de artistas em nichos variados.

Oliver Heldens lançará EP pela Warner Music

Oliver-Heldens

Oliver Heldens já tornou-se um dos artistas mais queridos da atualidade, principal produtor do gênero “future house” – tendência que vem tomando conta do mercado atual da música eletrônica -, e estreou na famosa – e polêmica – lista da revista inglesa DJ MAG ocupando a 34° posição dos 100 melhores.

Fato é que o criador do hit “Gecko (Overdrive)” está prestes a lançar um EP pela gravadora Warner Music, mesma gravadora que acolhe grandes nomes como o do francês David Guetta.

Oliver que é holandês, apareceu para o mundo através da conhecida gravadora de música eletrônica Spinnin’ Records e por ela já lançou grandes tracks, entre elas a mais recente chamada “Pikachu” em colaboração com Mr. Belt & Wezol.

Seu primeiro single oficial pela Warner e deste EP de estreia, é nada mais nada menos que a track “Koala” que ganhou vocais de cantora inglesa KStewart, o nome de “Last All Night” e um videoclipe hilário com direito a um tiozinho humilhando na disposição de balançar o esqueleto. Bom, o EP ainda não tem previsão de lançamento, mas tudo indica que deve ocorrer no início de 2015.

Enquanto a gente espera, vamos de “Last All Night” da revelação Oliver Heldens, que vem ao Brasil este mês para uma série de apresentações, entre elas estão a festa Essencial White em Brasília e os festivais XXXperience em Itú – São Paulo, Paradise Weekend em Salvador e o Chemical Music na Marina da Glória – Rio de Janeiro.

Warner Music é a primeira gravadora a fazer acordo com o Soundcloud

warner music groups

Muitos produtores do Brasil e do mundo estão com problemas em suas contas da rede social Soundcloud por conta dos tais direitos autorais. Um bootleg ou mashup, hoje, é visto como infringir as regras do artista que fez a música e, principalmente, das gravadoras. Nesta semana, segundo o Wall Street Journal, a Warner Music Group é a a primeira grande gravadora a fazer acordo com o SoundCloud.

A empresa irá pagar royalties para a Warner toda vez que as músicas de artistas da gravadora forem reproduzidas na plataforma. Os serviços sempre foram gratuitos, mas como diz o diretor de negócios da empresa, a monetização dos recursos sempre foi um objetivo.

“Estamos muito contentes que a Warner Music Group será a primeira grande gravadora a participar do nosso novo programa de parceiros”, disse Alexander Ljung, fundador & CEO do Soundcloud. Para depois completar: “Esperamos gerar receitas significativas para a Warner e seus artistas nos meses e anos seguintes, assim como assinatura de um serviço com suporte de propaganda que oferece valor real para a indústria.”

O acordo teria sido concretizado após a confirmação que o SoundCloud terá um serviço premium, similar aos de Rdio e Spotify e em todo o conteúdo da Warner que conter mashups, por exemplo, a gravadora também será indenizada. Atualmente, o modelo de negócios da ferramenta é baseado na versão Pro, permitindo que as músicas postadas pelos artistas tenham mais destaque no feed dos usuários.

Warner Music é a primeira gravadora a fazer acordo com o SoundCloud

warner

Muitos produtores do Brasil e do mundo estão com problemas em suas contas da rede social Soundcloud por conta dos tais direitos autorais. Um bootleg ou mashup, hoje, é visto como infringir as regras do artista que fez a música e, principalmente, das gravadoras. Nesta semana, segundo o Wall Street Journal, a Warner Music Group é a a primeira grande gravadora a fazer acordo com o SoundCloud.

A empresa irá pagar royalties para a Warner toda vez que as músicas de artistas da gravadora forem reproduzidas na plataforma. Os serviços sempre foram gratuitos, mas como diz o diretor de negócios da empresa, a monetização dos recursos sempre foi um objetivo.

“Estamos muito contentes que a Warner Music Group será a primeira grande gravadora a participar do nosso novo programa de parceiros”, disse Alexander Ljung, fundador & CEO do Soundcloud. Para depois completar: “Esperamos gerar receitas significativas para a Warner e seus artistas nos meses e anos seguintes, assim como assinatura de um serviço com suporte de propaganda que oferece valor real para a indústria.”

O acordo teria sido concretizado após a confirmação que o SoundCloud terá um serviço premium, similar aos de Rdio e Spotify e em todo o conteúdo da Warner que conter mashups, por exemplo, a gravadora também será indenizada. Atualmente, o modelo de negócios da ferramenta é baseado na versão Pro, permitindo que as músicas postadas pelos artistas tenham mais destaque no feed dos usuários.

Oliver Heldens lançará EP pela Warner Music

oliver heldens

Oliver Heldens já tornou-se um dos artistas mais queridos da atualidade, principal produtor do gênero “future house” – tendência que vem tomando conta do mercado atual da música eletrônica -, e estreou na famosa – e polêmica – lista da revista inglesa DJ MAG ocupando a 34° posição dos 100 melhores.

Fato é que o criador do hit “Gecko (Overdrive)” está prestes a lançar um EP pela gravadora Warner Music, mesma gravadora que acolhe grandes nomes como o do francês David Guetta.

Oliver que é holandês, apareceu para o mundo através da conhecida gravadora de música eletrônica Spinnin’ Records e por ela já lançou grandes tracks, entre elas a mais recente chamada “Pikachu” em colaboração com Mr. Belt & Wezol.

Seu primeiro single oficial pela Warner e deste EP de estreia, é nada mais nada menos que a track “Koala” que ganhou vocais de cantora inglesa KStewart, o nome de “Last All Night” e um videoclipe hilário com direito a um tiozinho humilhando na disposição de balançar o esqueleto. Bom, o EP ainda não tem previsão de lançamento, mas tudo indica que deve ocorrer no início de 2015.

Enquanto a gente espera, vamos de “Last All Night” da revelação Oliver Heldens, que vem ao Brasil este mês para uma série de apresentações, entre elas estão a festa Essencial White em Brasília e os festivais XXXperience em Itú – São Paulo, Paradise Weekend em Salvador e o Chemical Music na Marina da Glória – Rio de Janeiro.

Jukely promete transmitir shows de EDM ao vivo

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Já imaginou ver os melhores shows de EDM do mundo do conforto da sua casa? Essa ideia está em fase de testes. A proposta do app “Jukely” é que usuário possa ter os melhores concertos do mundo sem sair do seu lar e a um preço acessível, apenas 25 dólares. A proposta é similar ao do famoso Netflix.

A ideia da plataforma é que o usuário não tenha que ir a todos os eventos e gastar um dinheiro astronômico. A versão beta começou a ser usada nesta quarta-feira, apenas em Nova York. A ideia é expandir muito mais. A empresa por trás do projeto é a Warner Music e já investiu 3 milhões de dólares.