Antigo parceiro de Zedd, Matthew Koma destrói o produtor em relato na web

Cantor e compositor quebrou o silêncio e mostrou Zedd como uma pessoa horrível

Nova treta no cenário EDM internacional, e mais uma envolvendo Anton Zaslavski, o popular Zedd. Depois de anos em silêncio, Matthew Koma desabafou e não poupou adjetivos negativos para classificar o ex-amigo. Juntos, os produtores assinaram “Spectrum” há sete anos (o single fez aniversário nessa segunda-feira), o primeiro hit de Zedd, e agora Koma alega ter ainda feito parte importante de “Clarity” e outras canções sem ter recebido crédito.

Mas não ficou só por aí. Em suas redes sociais, o cantor e compositor escreveu um longo depoimento chamando o colega de “tóxico e egocêntrico”, “pessoa de merda” e contou diversos relatos em que basicamente apresenta ao público um Zedd bem diferente do que aquele que sua imagem sugere — uma pessoa mesquinha, insegura, invejosa e trapaceira, segundo o relato do músico.

O post bombou entre fãs e artistas, e nomes como Tiësto, Nicky Romero, Bebe Rexha e The Knocks manifestaram tristeza e apoio ao autor nos comentários. O famoso fotógrafo Rukes também “assinou embaixo” do texto, alegando ter trabalhado com Zedd até 2018, e dando a entender que passou por experiências semelhantes.

A cantora e atriz Hilary Duff, esposa de Matthew, escreveu: “É muito importante que as pessoas que amam música saibam disso. Compositores são passados para trás, ignorados e maltratados. Orgulhosa em ver você finalmente se manifestando”. Até o momento desta publicação, Zedd não se pronunciou sobre o caso.

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Confira o texto na íntegra, com tradução da Phouse:

Respondendo a anos de perguntas do tipo “o que aconteceu com você e Zedd?”, eu quero finalmente ser transparente sobre isso… É uma verdade realmente triste porque eu sou extremamente orgulhoso do trabalho que fizemos juntos. Infelizmente os sentimentos bons em relação a essas músicas desapareceram porque alguém tão tóxico e egocêntrico ocupou todo o espaço.

Não se trata de uma história dramática, é algo simples. Pessoas de merda são um saco, e quando eles são famosos e bem-sucedidos, os outros têm medo de expô-los. Eu conheci o Anton antes de ele assinar com a Interscope — nós fomos apresentados para trabalhar em músicas para o disco dele, duas das quais foram seus primeiros singles, “Spectrum” e “Clarity”. Nos conhecemos como “iguais”. Desde o começo, seu complexo de inferioridade ficou óbvio (e parecia absurdo, porque as suas contribuições eram tão maravilhosas e ele era um produtor muito talentoso).

Os golpes começaram aos poucos — ele dando entrevistas sobre “as letras que ele escreveu” (eu escrevi todas as letras e melodias), sem mencionar o meu nome, sem me pagar para cantar em “Spectrum” por dois ou três anos, até eu ter que brigar por um cachê. Depois ele produziu uma música que eu compus, chamada “Suitcase”, para o meu álbum e não me permitiu lançar — insistindo que fosse assinada por ele, com outro cantor, ou nada feito. Eu tive que esperar quatro anos para então lançar uma versão diferente.

No Japão, compus “Find You” com ele, e ele falou que não queria minha voz nela, mas como foi gravada no Natal para cumprir um prazo de entrega apertado, acho que acabou sendo difícil encontrar outra pessoa, né? Isso depois de eu escrever três dos seus quatro primeiros singles e ajudá-lo a criar um dos maiores hits daquele ano. Em “Clarity”, eu tive que convencê-lo a não usar pitch na minha voz, porque parecia um remix. Então eu o encorajei a achar uma cantora que pudesse realmente arrasar. Eu queria que fosse incrível para ele. Ele ganhou um Grammy por essa música — eu não fui convidado.

Tem um documentário sobre o seu processo de criação e eu fui o único colaborador que não foi convidado para a estreia ou para ser entrevistado no filme. Basicamente eu fui varrido pra baixo do tapete enquanto ele levou todo o crédito — o que foi estranho, porque as milhões de pessoas que foram tocadas por “Clarity” e essas outras canções, parecem ter se conectado com a letra, as emoções e as melodias que eu escrevi. Mas ele considerou sua batida como a força principal e me deixou de fora.

Lembro-me também de participar de um programa de TV com ele quando eu estava doente, então pedi que ele abaixasse o tom da canção para que eu pudesse cantar bem, e ele recusou porque “a sua música não iria soar bem”. Rolou outro caso semelhante em que ele se negou a mudar o tom, e eu acabei descobrindo que era porque ele só conseguia tocar piano em dó maior. Meio contraditório pra quem se vende como o “gênio do piano clássico”.

Por anos, achei que pudesse ser eu, mas com o tempo acabei encontrando outras pessoas que trabalharam com ele — compositores, cantores, produtores, DJs, pessoas de sua própria equipe… e o sentimento era o mesmo. Ele é péssimo.

Com milhões e milhões de dólares e tantos hits, você poderia tratar os outros com bondade e apreciar o trabalho deles em te ajudar a alcançar os seus sonhos. Essas canções me deram a oportunidade de trabalhar com tantos produtores e artistas de música eletrônica, e há tanta gente incrível que trabalha duro. Eu poderia fazer uma lista muito maior de DJs com quem colaborei que me fizeram sentir valoroso e me trataram com respeito. Gente incrível a quem sou muito grato por ter conhecido. 

Em todo o caso, esta não é uma história isolada. Ego, sucesso, tudo isso já aconteceu e foi contado anteriormente, especialmente no meio musical. Mas para todos aqueles que sempre se perguntaram por que não havia mais colaborações entre nós dois, não foi uma escolha minha. Agora, ele tem inúmeros profissionais para compor as suas músicas, produzir suas faixas e continuar ajudando-o em sua trajetória. Mas eu preferiria trabalhar no Starbucks limpando banheiros do que viver essa experiência abusiva mais uma vez. A toxicidade não gera felicidade. Alexa, toque “Happy Now”. Na verdade, por favor, não.

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ZEDD

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Pelo 2º ano seguido, Alok representa o Brasil no Top 100 da Billboard

Ranking é semelhante ao de 2018, com entradas pontuais e mudanças de posição

Fundado no ano passado, o Billboard Dance 100 teve Alok como único representante do Brasil em sua primeira edição. Neste ano, rolou repeteco, e Alok é novamente o DJ brazuca presente entre os 100 artistas escolhidos.

Desta vez, porém, em uma posição acima; o artista subiu do 72º lugar para o 71º. “Todo resultado é de extrema importância para a construção de imagem lá fora, esse não poderia deixar de ser diferente. Billboard é uma referência mundial e eu fico muito feliz em fazer parte dessa lista mais uma vez. Queria agradecer a todos que disponibilizaram seu tempo pra votar em mim. Muito obrigado!”, comentou, através de sua assessoria de imprensa — que também destacou que ele aproveitou a Miami Music Week para gravar o videoclipe de “Do It Again”, collab com Steve Aoki (que já havia sido revelada em fevereiro) prevista para 19 de abril.

Por fim, o release ainda destaca que Alok recebeu nesta semana uma placa da Spinnin’ Records homenageando a marca de um bilhão de streams nas plataformas digitais.

Billboard Dance 100

O Top 100 da Billboard é consideravelmente semelhante ao do ano passado, com mudanças de posição e alguns artistas figurando pela primeira vez, como RÜFÜS DU SOL, FISHER, CamelPhat, Deorro, The Martinez Brothers, Netsky, Nina Kraviz, Felix Jaehn e Bob Moses.

No Top 10, desta vez tivemos marshmello como grande vencedor, seguido respectivamente por Calvin Harris, The Chainsmokers (vencedores no ano passado), Zedd, Kygo, Martin Garrix, Diplo, Tiësto, DJ Snake e David Guetta.

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Segundo a revista, foram quase 250 mil votos de 174 países, em todos os sete continentes. O Billboard Dance 100, entretanto, não se baseia apenas em voto popular, mas também em um cruzamento de dados de charts e turnês.

Você pode conferir o ranking na íntegra na página da Billboard Dance.

Novos álbuns de Zedd e DJ Snake devem chegar em 2019

Informação aparentemente vazou pelo Instagram da Polydor Records

A Polydor Records, label associada à Interscope e responsável pela distribuição de álbuns na Europa, postou — e logo em seguida deletou — um Stories em seu Instagram com uma lista de artistas que lançariam discos em 2019.

Dentre eles, estavam Zedd e DJ Snake, estrelas da música eletrônica que lançaram grandes singles neste ano. No caso de Snake, algumas pistas já haviam sido deixadas, como um tweet em maio em que anunciava que o novo álbum estava a caminho.

Alguns artistas presentes na imagem recuperada pela Pop Crave já haviam confirmado o lançamento de seus discos para o próximo ano, caso de Madonna, Carly Rae Jepsen e Tove Lo, por exemplo. Além deles, outros nomes bem famosos também ilustravam o post, como Lady Gaga, Lana Del Rey, Kendrick Lamar, One Republic e Selena Gomez.

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Zedd é destaque nos charts de fim de ano da Billboard

De “Clarity” a “The Middle”; conheça as histórias por trás dos grandes hits de Zedd

Zedd é destaque nos charts de fim de ano da Billboard

“The Middle” foi a principal música eletrônica do ano segundo a revista americana

Zedd não para de colher bons frutos com sua música “The Middle”. Além de ter sido recentemente indicada a três categorias do Grammy, a faixa também foi destaque da categoria “Dance/Electronic” no “Year-end” da Billboard, que soma os dados dos diversos charts da revista ao longo de um ano.

No chart “Hot Dance/Electronic Songs”, o single de Zedd com Maren Morris e Grey ficou na frente de hits de outros artistas, como marshmello, com “Wolves”, The Chainsmokers, com “Something Just Like This”, e Calvin Harris, com “One Kiss”. O marshmello, no entanto, além de conseguir uma segunda posição, emplacou mais duas músicas no Top 10.

  

“The Middle” também aparece como a música “dance” mais vendida digitalmente e a que mais foi tocada — além de ser ainda a número um do “Dance/Mix Show Airplay” (chart que mede a influência da música eletrônica no rádio nos EUA).

Confira as dez músicas eletrônicas “mais quentes” de 2018 de acordo com a Billboard:

1. The Middle – Zedd, Maren Morris & Grey
2. Wolves – Selena Gomez X marshmello
3. Something Just Like This – The Chainsmokers & Coldplay
4. One Kiss – Calvin Harris & Dua Lipa
5. Silence – marshmello feat. Khalid
6. Let Me Go – Hailee Steinfeld & Alesso Featuring Florida Georgia Line & Watt
7. Happier – marshmello & Bastille
8. Jackie Chan – Tiesto & Dzeko Featuring Preme & Post Malone
9. Solo – Clean Bandit Featuring Demi Lovato
10. Remind Me To Forget – Kygo feat. Miguel

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De “Clarity” a “The Middle”; conheça as histórias por trás dos grandes hits de Zedd

Artista dá detalhes em entrevista à GQ

Zedd concedeu uma entrevista à revista inglesa GQ, em uma série chamada Most Iconic Tracks. Ao longo de 12 minutos, o artista relembra suas faixas de maior sucesso e conta detalhes por trás de suas produções.

O jovem produtor revela que seu envolvimento com a música começou desde cedo, quando escreveu e fez suas primeiras gravações, por volta dos cinco anos de idade. “Meus pais trabalhavam o dia todo, e eu e meu irmão apenas sentávamos, escrevíamos e gravávamos música”, explica.

Ao relembrar sua trajetória musical, o primeiro hit a ser lembrado foi “Clarity”, faixa que lhe garantiu o Grammy de Melhor Faixa de Dance Music em 2014. “’Clarity’ é definitivamente a música que moldou a minha carreira. Eu diria que ela me estabeleceu como um artista de música eletrônica que coloca muito foco nos vocais, nas letras e nas emoções”.

    

Ele continua a entrevista contando como a música quase acabou ficando de fora do álbum devido ao prazo, e também como escolheu a cantora britânica Foxes para o vocal.

O papo segue com todos os detalhes da construção por trás de outros hits, como “Spectrum”, “Stay the Night”, “Break Free” e chega a “The Middle” — música que concorre a três prêmios no Grammy de 2019.

No final, Zedd ainda falou mais sobre seu recente remix de “Lost in Japan”, para Shawn Mendes: “Eu amei o remix, amo tocá-la, amo ouvi-la. É uma vibe diferente do que eu normalmente faço, é mais chill e groovada, e também é definitivamente diferente para o Shawn, mas acho que essa combinação funcionou magicamente”.

A entrevista completa pode ser conferida abaixo, em inglês.

 

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Nomes como Zedd, Above & Beyond, Disclosure, FISHER, Virtual Self e Justice estão concorrendo a prêmios

* Atualizado em 10/12/2018, às 11h44

O Grammy Awards revelou sua lista de indicados para sua 61ª edição — e  pra alegria dos fãs e profissionais do cenário da dance music, temos muitos nomes concorrendo desta vez.

Above & Beyond, Disclosure, FISHER, Silk City e o Virtual Self, de Porter Robinson, irão batalhar pela categoria de Melhor Faixa de Dance Music, com “Northern Soul”, “Ultimatum”, “Losing It”, “Electricity” e “Ghost Voices”, respectivamente.

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Enquanto isso, a categoria de Melhor Álbum de Dance Music conta com o LP Singularity, de Jon Hopkins, Woman Worldwide, do Justice, Treehouse, de Sofi Tukker, Lune Rouge, da TOKiMONSTA, e Oil of Every Pearl’s Un-Insides, de SOPHIE.

Mas quem se destacou mesmo foi o Zedd, DJ/produtor mais nomeado, que disputará em três categorias: Música do Ano, Canção do Ano (composição) e Performance Pop de Duo ou Grupo — todas elas graças a seu hit “The Middle”, em parceria com Maren Morris & Grey. Kaskade também figura na lista e concorre na categoria de Melhor Remix com seu trabalho em “Stargazing”, som de Kygo e Justin Jesso. O americano disputa com CID (pelo remix de “Audio”, do LSD), EDX (pelo remix de “How Long”, do Charlie Puth), Cosmic Gate (pelo remix de “Only Road”, do duo Gabriel & Dresden) e Mura Masa (pelo remix de “Walking Away”, das meninas do HAIM).

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No cenário geral, dois rappers estão entre os mais indicados: Kendrick Lamar, com oito indicações, e Drake, com sete. Já o produtor Boi-1da e a cantora norte-americana Brandi Carlile estão concorrendo a seis prêmios cada, tornando Carlile a mulher mais indicada nesta edição do Grammy.

Neste ano, a novidade é que o comitê de votação conta com 900 novos integrantes, permitindo uma maior diversidade entre indicados e vencedores. A grande cerimônia acontece no dia 10 de fevereiro, no Staples Center, em Los Angeles.

Você pode conferir a lista completa no site oficial.

Muitos remixes e um álbum de estreia; confira 10 destaques da sexta

Nossa seleção com mais minutos de música já feita

De todas as seleções de música nova de sexta que fazemos semanalmente, esta é certamente a que mais traz faixas e minutos de música somados até hoje. São dez lançamentos selecionados, como de praxe, mas desta vez, trazemos muitos pacotes de remixes.

Além dos já mencionados remix de Doozie e MOJJO para “Soy Yo” e o EP da Any Mello — sem contar os três singles promovidos pela Alphabeat —, esse dia 21 ainda trouxe discos de remixes de Axwell λ Ingrosso, Zedd e Dimitri Vegas & Like Mike, entre diversos outros novos sons. Além disso, pela primeira vez trazemos um álbum inteiro em nossa seleção. Se liga:  

Via UMGAxwell e Ingrosso lançaram seu pacote de remixes para “Dancing Alone”. O EP traz produções de BROHUG, minds&manchines e CYA, que vão do deep house ao trance.


Dimitri Vegas & Like Mike não economizaram nos remixes para “When I Grow Up”, com o Wiz Khalifa. A música lançada no início do ano ganhou agora “apenas” seis remixes num EP pela Smash the House. O disco traz remixes para todos os gostos, incluindo hardstyle, tropical house e future bass.


Outro que entrou na onda foi o Zedd, com cinco novas versões de seu último single, “Happy Now”. Marc Benjamin, BEAUZ, Duke & Jones,  MXXWLL e Magnificence produziram remixes bem personalizados e incrivelmente diferentes, mas sem desconstruir o romantismo da track.


E pra fechar a sessão de remixes, tivemos também o segundo volume de reedições de “Satisfied” e “Mama Look At Me Now”, do Galantis. As quatro novas músicas chegam pela Atlantic Recordings e foram produzidas por SaganLEFTI, Sagan, Fox Blanco & Papa Bear e Carta.


Partiu “original mixes”, pra variar um pouco? Às vésperas de lançar seu novo álbum, THE TRIP HOME, o veterano Crystal Method trouxe mais um novo single, “Ghost In The City”, em colaboração com Le Castle Vania. Via Tiny E Records, a música traz aquela mistura inconfundível de dance music com rock, na voz da cantora e compositora Amy Kirkpatrick.


Para quem curtem um tech house ᴮᴿ fresquinho, ninguém menos que o Volkoder fez sua estreia na Dirtybird, conceituadíssimo selo do Claude VonStroke. O paulistano veio com duas faixas, “How” e “I Talked”, que formam o EP How I Talk.


Outro super lançamento da sexta foi “Like That”, nova aposta da Protocol de Nicky Romero. Trata-se de uma collab entre os holandeses Thomas Newson e Sam Void, que trazem uma house bem bouncy, melódica e pisteira. Inclusive, Void e Newson vão estar entre os DJs da festa “Nicky Romero Presents: Protocolo x ADE ’18”, que faz parte do ADE agora em outubro.


Tem mais brazuca na área: “Revolution” é resultado do trabalho do Constantinne com o duo Rozzen, que chegou via Liboo/Universal Music Brasil. Com os vocais de Evan Andree, cantor americano que já até trabalhou com o Vintage Culture, a música é praticamente uma mistura de synth pop com brazilian bass, trazendo uma letra poderosa sobre independência e revolução.


Ainda dentro das produções brasileiras, mas em uma pegada mais tropical e “radio friendly”, Zerb lançou pela almejada Spinnin’ Records a canção “With You”, com a cantora Giulia Be. O single começou a ser composto há um ano e meio, quando o produtor, um pouco antes de embarcar em uma turnê, sentiu vontade de mostrar a sensação de ficar longe das pessoas que se gosta.


E pra fechar, uma obra muito especial para um dos nomes mais expressivos do cenário eletrônico global. San Holo enfim surgiu com seu álbum de estreia, chamado sugestivamente de album1. Apesar do título básicão, o disco é bem inovador e caracteriza um marco na carreira do holandês. Com 12 músicas, chegou via bitbird e, segundo o artista, foi produzido com amigos num Airbnb em Los Angeles, criado com instrumentos reais e depois gravado em fita cassete.


+ CLIQUE AQUI para relembrar os lançamentos da semana anterior

Bruno Martini remixa hit de Zedd

O brasileiro já aproveitou a ocasião para lançar seu vlog, com os bastidores do Tomorrowland

Bruno Martini acaba de acrescentar mais um nome gigante na sua lista de colaborações e parcerias: Zedd. O hit “The Middle”, com Maren Morris e Grey, que recentemente estabeleceu um novo recorde nos charts da Billboard, foi remixado agora pelo produtor brasileiro.

Com pitadas de electro house e low bass, o remix foi lançado nesta quarta-feira, via Interscope Records. “Sempre gostei do trabalho do Zedd. Lembro que tocamos juntos no palco principal do festival Beyond Wonderland no México, no começo de 2017, e ali foi a primeira vez que vi seu show”, contou o Bruno, em contato com a Phouse.

“Fiquei contente com o convite de remixar essa música que é um sucesso no mundo inteiro. Toquei ela em todos festivais e clubs que toquei na minha última tour pela Europa e fiquei muito feliz com a resposta do público. Essa tour pela Europa foi incrível”, acrescentou, referindo-se à turnê que incluiu eventos como Tomorrowland, Creamfields, Mysterland, Parokaville (Alemanha), Hï Ibiza e Ohrid Calling (com Armin van Buuren, na Macedônia).

Vlog

O remix não é a única novidade do dia do Bruno Martini. O cara aproveitou a ocasião do lançamento pra estreiar seu vlog, que nesse primeiro episódio mostra os bastidores de sua apresentação no Tomorrowland, quando tocou no palco Sexy by Nature e também deu uma ponta no Mainstage, no set dos amigos Sunnery James & Ryan Marciano.

Para os próximos episódios, ele promete explorar suas outras gigs que rolaram nessa turnê europeia. Além disso, uma nova collab com o SJ&RM — sucessora de “Savages” — deve pintar em breve. “Fiz uma música nova com o Sunnery James & Ryan Marciano, que vamos lançar em breve. Ainda estamos trabalhando nela”, concluiu.

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Zedd bate recorde nas paradas da Billboard

“The Middle” é a música com mais tempo no primeiro lugar do chart de dance music

O sucesso de Zedd com Maren Morris e Grey, “The Middle”, estabeleceu um novo patamar nas paradas da Billboard quando o assunto é música eletrônica. No sábado, 18, o single vai completar 28 semanas no topo do chart de dance music, ultrapassando “Closer”, dos Chainsmokers, que detinha o recorde, com 27 semanas.

Para se ter uma ideia, as outras únicas produções do segmento que emplacaram mais de 20 semanas em primeiro lugar até hoje foram “Wake Me Up”, do Avicii, (26 semanas), “Something Just Like This”, dos Chainsmokers com o Coldplay (25 semanas), e “Lean On”, do Major Lazer com o DJ Snake e a  (23 semanas). O chart de música eletrônica tem cinco anos e meio.

De acordo com a Nielsen Music, “The Middle” atingiu 10,3 milhões de reproduções nos Estados Unidos até o dia 09 de agosto, e vendeu oito mil cópias. O vídeo oficial do single também tem mais de 57 milhões de views no YouTube.

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Forbes lista DJs mais bem-pagos de 2018

Calvin Harris e The Chainsmokers lideram o ranking

Pouco depois de lançar a sua lista das celebridades mais bem-pagas no último ano, a Forbes soltou agora o também tradicional ranking dos DJs mais bem-pagos. Naturalmente, Calvin Harris e The Chainsmokers — únicos artistas de música eletrônica presentes na primeira — estão no topo. Com um faturamento de US$48 milhões, o escocês pinta na primeira posição pelo sexto ano consecutivo, seguido de perto pela dupla americana que, com US$45,5 milhões, ultrapassou Tiësto, que neste ano fez US$33 milhões.

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Skrillex, que ocupou o quarto lugar em 2017, não aparece nem entre os 15 primeiros deste último ano, enquanto Martin Garrix, mesmo seguindo prestigiado como um dos DJs mais populares do mundo, caiu da nona para a décima posição, com US$13 milhões arrecadados.

Já entre os que melhoraram suas colocações em 2018, o destaque é marshmello, que saltou do oitavo lugar em 2017 para o quinto, agora com US$23 milhões. Diplo, Zedd, Steve Aoki e David Guetta subiram uma posição cada, conforme a lista a seguir.

1. Calvin Harris – US$48 Milhões
2. The Chainsmokers – US$45,5 Milhões
3. Tiësto – US$33 Milhões
4. Steve Aoki – US$28 Milhões
5. marshmello – US$23 Milhões
6. Zedd – US$22 Milhões
7. Diplo – US$20 Milhões
8. David Guetta – US$15 Milhões
9. Kaskade – US$13,5 Milhões
10. Martin Garrix – US$13 Milhões
11. Axwell Λ Ingrosso – US$12 Milhões
12. Kygo – US$11,5 Milhões
13. DJ Snake – US$11 Milhões
14. Dimitri Vegas & Like Mike – US$10,5 Milhões
15. Afrojack – US$10 milhões

A revista leva em conta rendimentos com shows, merchandising, músicas gravadas e outros negócios que envolvam o nome dos artistas nos últimos 12 meses.

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Ouça “Happy Now”, single de Zedd com Elley Duhé

Faixa saiu nesta quarta, via Interscope

Saindo da rotina dos lançamentos tradicionais de sexta, Zedd pintou com novo single nesta quarta-feira. Sucedendo seu superhit “The Middle”, com Grey e Maren Morris — maior sucesso de dance music do ano até agora, segundo a Billboard —,  “Happy Now” traz a voz da cantora americana Elley Duhé.

A dupla já havia performado a música ao vivo no Zedd in the Park, em Los Angeles, e agora teve a canção lançada oficialmente pela Interscope. Mais lenta e pop, a faixa definitivamente traz a faceta mais radiofônica — e menos pisteira — do produtor. “‘Happy Now’ é a minha música mais orgânica em um bom tempo”, declarou o artista, via assessoria de imprensa. “A maior parte do que você escuta nela foi gravada com instrumentos; muito piano, muita guitarra. Liricamente, é uma canção alegre e triste ao mesmo tempo, enquanto musicalmente, leva para um clima mais feliz e ensolarado.”

“Para mim, esta é mais do que uma música”, acrescentou a cantora. “É um momento ímpar da minha vida, a oportunidade de ouro de trabalhar com um dos maiores DJs e produtores da nossa era. ‘Happy Now’ é sobre poder somar forças com desconhecidos para fazer algo belo, cantar algo significativo, compartilhar algo especial. Obrigada a todos envolvidos em fazer essa música, e por me deixarem fazer parte do mundo de vocês.”

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Billboard revelou as músicas mais tocadas e vendidas até agora no ano

A Billboard divulgou na última semana seu relatório semestral das paradas de dance music. The Chainsmokers e Zedd foram os artistas que mais se destacaram nas categorias “álbuns” (que também inclui EPs) e “singles”, respectivamente. Os charts são baseados em dados contabilizados entre 27 de dezembro do ano passado e 28 de junho deste ano.

Os Chainsmokers lideram o ranking de álbuns mais populares (que conta não apenas vendas físicas e digitais, mas também número de plays) com Memories… Do Not Open, e ainda emplacaram dois EPs entre as cinco melhores colocações: Collage, em terceiro lugar, e Sick Boy, em quarto. Em números, os discos “venderam” 161 mil, 114 mil e 106 mil cópias, respectivamente (o número de vendas aqui também leva em conta uma conversão de número de streamings). Veja como ficou a lista dos álbuns mais populares deste primeiro semestre:

1. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (161 mil)
2. Calvin Harris, Funk Wav Bounces Vol. 1 (129 mil)
3. The Chainsmokers, Collage (EP) (114 mil)
4. The Chainsmokers, Sick Boy (EP) (106 mil)
5. Lady Gaga, The Fame (101 mil)
6. Above & Beyond, Common Ground (91 mil)
7. Odesza, A Moment Apart (84 mil)
8. Kygo, Kids In Love (76 mil)
9. Avicii, True (67 mil)
10. Gorillaz, Demon Days (60 mil)

Já na lista de álbuns mais vendidos, a liderança é do trio Above & Beyond, que lançou Common Ground no começo deste ano. É curioso notar, entretanto, como a grande maioria dos discos mais vendidos é mais antiga (assim como no chart acima), com muitos lançamentos da década passada.

1. Above & Beyond, Common Ground (79 mil)
2. Gorillaz, Demon Days (21 mil)
3. Lady Gaga, The Fame (19 mil)
4. Various Artists, Now That’s What I Call a Workout 2018 (17 mil)
5. Odesza, A Moment Apart (14 mil)
6. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (14 mil)
7. Daft Punk, Discovery (14 mil)
8. Various Artists, Now That’s What I Call Hits & Remixes 2018 (12 mil)
9. Lindsey Stirling, Brave Enough (11 mil)
10. Daft Punk, Random Access Memories (10 mil)

Em termos de singles, o grande vencedor deste primeiro semestre é Zedd, que emplacou seu single “The Middle” na primeira colocação por 23 semanas. A música é uma collab com Maren Morris e Gray e foi o single de dance/eletrônico mais vendido de 2018 até agora. Com 621 mil unidades, a produção tem quase o triplo de aquisições se comparada a “Wolves”, de marshmello e Selena Gomez, que ficou em segundo lugar. Zedd ainda aparece também na décima posição, com o hit “Stay”.

1. Zedd, Maren Morris & Grey, “The Middle” (621 mil)
2. Selena Gomez x Marshmello, “Wolves” (213 mil)
3. Hailee Steinfeld & Alesso feat. Florida Georgia Line & Watt, “Let Me Go” (165 mil)
4. The Chainsmokers & Coldplay, “Something Just Like This” (144 mil)
5. Calvin Harris & Dua Lipa, “One Kiss” (140 mil)
6. Sofi Tukker feat. NERVO, The Knocks & Alisa Ueno, “Best Friend” (127 mil)
7. Marshmello feat. Khalid, “Silence” (114 mil)
8. The Chainsmokers feat. Halsey, “Closer” (64 mil)
9. Avicii, “Wake Me Up” (62 mil)
10. Zedd & Alessia Cara, “Stay” (59 mil)

“The Middle” também fatura a primeira posição nos charts de músicas mais tocadas (combinando áudio e vídeo) e de músicas mais tocadas (apenas áudio). Você pode conferir mais detalhes na Billboard.

Com seu próprio festival nos EUA, Zedd teve “melhor show da carreira”

O chamado “Zedd in the Park” rolou na véspera do 04 de julho 

Nessa terça-feira, Zedd foi protagonista de seu primeiro evento próprio em Los Angeles, nos Estados Unidos. O festival Zedd in the Park rolou no State Historic Park e trouxe também outros DJs e uma estrutura divertida. Drew Taggart, dos Chainsmokers, apareceu como convidado especial, e Zedd até classificou o rolê como o “melhor de sua carreira”.

Quem realizou o festival foi a Insomniac, mesma produtora do EDCe como o próprio nome já sugere, Zedd foi anfitrião e headliner. Além dele, também tocaram Brownies & Lemonade All Stars, Oliver Tree, Medasin e Whethan. Taggart pintou de surpresa, subindo no palco para cantar ao vivo o hit mais famoso dos Chainsmokers, “Closer”.

Logo após o encerramento, o músico postou em suas redes sociais o quanto a noite foi importante para ele. “L.A, esse foi o melhor show da minha carreira. Obrigado, obrigado, obrigado!!!!”, escreveu, mostrando uma enorme felicidade pelo sucesso de seu festival.

Como foi um evento de verão, a programação incluiu não só música, mas também atividades divertidas, como uma guerra de bexigas d’água e outras brincadeiras para o público em uma área exclusiva chamada Park Games — bem na vibe californiana.

Realizado na véspera do feriado de 04 de julho, Dia da Independência dos Estados Unidos, a festa teve, além da cenografia e efeitos de iluminação exclusivos, um show pirotécnico.

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De Axwell Λ Ingrosso a REZZ, confira alguns dos lançamentos mais importantes do final de semana

Diversos grandes nomes da cena internacional trouxeram novidades

Esse último final de semana foi bem relevante em termos de novos lançamentos na cena eletrônica mundial. Isso porque alguns big names que não davam as caras há um tempinho — como Axwell Λ Ingrosso, Benny Benassi (que se uniu ao Sofi Tukker) e Martin Solveig — voltaram com novas produções. Diplo e Zedd, que protagonizaram a mais recente treta da EDM, lançaram seus EPs de remixes, enquanto REZZ e Nora En Pure, cada uma no seu estilo, também trouxeram material novo.

Começamos com um dos lançamentos mais importantes da semana passada: “Dancing Alone”, o novo som de Axwell e Ingrosso, que já fazia um tempinho que não pintavam com novidades. A faixa traz os vocais do britânico RØMANS, e a capa do single ainda traz uma jovem Paris Hilton curtindo seus tempos de clubber (isto é, antes de começar a atacar de DJ).

Na sequência, temos o imparável Diploque pintou com o EP de remixes para California no SoundCloud. Via Mad Decent, o disco traz remixes para cada uma das seis faixas do EP original lançado em março; nomes como Keys N Krates, UNKWN e QUIX foram recrutados.

“The Middle”, de Zedd com Grey e Maren Morris, também recebeu o seu EP de remixes oficiais. O disco traz cinco remixes oficiais para o single — e vejam só, UNKWN também foi um dos produtores selecionados aqui também. Além dele, Marc Benjamin, Curbi, Boungenvilla e Maliboux fecham o pacote.

Outro importante lançamento foi do veterano Benny Benassi, que lançou música com ninguém menos que o ascendente duo Sofi Tukker, que tem se notabilizado por compor em português, mesmo sendo americano. Publicado pela Ultra Records, “Everybody Needs A Kiss” promete ser um dos hinos do verão no Hemisfério Norte. Em sua letra, nossa língua também divide espaço com o inglês, com trechos como “Eu sou, I am” e o refrão que soa como tradução do Google, “Todo Mundo Precisa de Beijo”.

Outro nome confirmado da cena é Martin Solveig, que pintou na sexta com “My Love”. A música chegou bem romântica e com um lyric video em que celulares combinados formam o rosto do próprio artista. Lançado pela Positiva Records, o single precede as apresentações de Martin em Ibiza, onde ele emplacou o hit “All Stars”, em 2017.

Colecionando fãs e mais fãs nos últimos anos, REZZ pintou com “H E X”, o segundo som de A Certain Kind Of Magic, seu segundo álbum, que chega em agosto. A música é uma colaboração com o produtor 1788-L, que junto com a canadense, traz uma pedrada explosiva que alterna entre momentos mais melódicos e outros que são pura DESTRUIÇÃO.

Pra fechar, a produtora Nora En Pure lançou Don’t Look Back, seu novo EP. Lançado via Enormous Tuneso disco tem três faixas bem diferentes, porém todas com forte apelo pop e batidas suaves.

Depois de dois anos, Diplo e Zedd voltam a se engalfinhar no Twitter

A treta continua…

Quem aí andava com saudade de uma treta gostosa? Depois de um bom tempo de aparente paz e amor no cenário EDM, Zedd e Diplo voltaram a esquentar as redes sociais ao reviver aquela boa e velha birrinha embalada por ego ferido, testosterona e uma dose de falta de noção. As outras @s do cenário pararam o que estavam fazendo, pegaram a pipoca e acompanharam tudo na íntegra no Twitter — e sim, por incrível que pareça, sem deadmau5 envolvido desta vez.

Tudo começou quando o Zedd fez questão de pôr lenha na fogueira ao concordar “100%” com o que o DJ Max Vangeli disse sobre Diplo no Twitter.

Numa tentativa de traduzir os xingamentos de Max pra português, temos algo como: “A propósito, o maior pau no cu do cenário é o Diplo. Eu vou até Hong Kong para apoiar o seu show de merda e abrir pra você e tudo que você me dá é um ‘legal’ e me vira as costas pra falar com uma das suas putas com o seu pinto cheio de herpes. Não fode, palhaço. Skrillex te largou com razão”.

Bastou Zedd comentar com um“100% verdade” e pronto, a treta estava plantada. Obviamente, Diplo não ia deixar barato. Em um tom bem zueiro, o produtor debochou do colega em uma série de tweets, e depois de ver que foi bloqueado por Zedd, “intimou-o” a excluir seu Twitter em até 24h, se não ele iria fazer um “Pusha T completo” — referindo-se a treta mais recente entre os rappers Pusha T e Drake.

“Pera lá, Billboard, eu preciso de uma treta mais quente. Já coloquei esse cara num caixão há dois anos quando ele fez uma canção com uma farmácia, ou uma marca de tampons, ou qualquer coisa do tipo.”

Mais e mais deboche…

Como o próprio Diplo deixou claro, não é a primeira vez que os dois DJ se estranham na rede social. Em 2016, o músico criticou o trabalho de Zedd, que retrucou de uma maneira nada amistosa. Dois anos depois, e a treta agora foi requentada.

Ao final, Diplo ainda pediu desculpas ao Max Vangeli por não tê-lo reconhecido em Hong Kong — o americano admitiu que achou que Vangeli era “apenas um fã”. O DJ não ficou satisfeito, e segue xingando e tretando com basicamente todo mundo até agora em seu Twitter. Sim, a briga segue de pé até o momento desta publicação.

Esses astros da EDM…

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The Chainsmokers faturam prêmios no BBMA e homenageiam Avicii

Com Halsey, duo prestou homenagem póstuma ao sueco

Realizado ontem (20) na MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, o Billboard Music Awards acabou não tendo lá grande destaque em relação à dance music. Os únicos artistas da área a levarem trofeus foram os Chainsmokers, que venceram nas três categorias dedicadas ao segmento: Melhor Artista Dance (batendo Calvin Harris, Kygo, marshmello e ODESZA), Melhor Álbum Dance (com Memories… Do Not Open, batendo Avicii, Calvin Harris, Kygo e ODESZA) e Melhor Música Dance (por “Something Like This”, com o Coldplay, batendo Cheat Codes, Clean Bandit, Kygo e Zedd). De resto, nomes como Kendrick Lamar, Ed Sheeran, Bruno Mars, Imagine Dragons e Luis Fonsi & Daddy Yankee acabaram dominando a premiação.

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No meio das performances, entretanto, a música eletrônica acabou ganhando um pouco mais de espaço: além de Zedd mandar aquele ao vivo com Marren Morris e Gray para seu hit “The Middle” — que foi tocado pela primeira vez para a televisão —, os Chainsmokers se juntaram à parceira de “Closer”, Halsey, para fazer uma rápida homenagem a Avicii antes da entrega de um dos prêmios da noite.

“Sua morte foi uma grande perda para o mundo da música e para nós. Ele foi um artista que nos inspirou de tantas e tantas maneiras, e basicamente significava muito para nós e a todos da cena EDM”, declarou Andrew Taggart. “Todos que trabalharam com ele concordariam que ele era muito alegre, o que faz dessa tragédia algo ainda mais doloroso. É um alerta para que todos nós estejamos presentes para apoiar e amar os amigos e familiares que possam estar lidando com problemas de saúde mental”, concluiu Halsey.

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Zedd foge da EDM em trilha para série da National Geographic

Confira a música orquestrada de Zedd para “One Strange Rock”

Zedd lançou nessa segunda-feira (09) a música tema de One Strange Rock, nova série documental do National Geographic. A música, sem dúvidas, é a mais diferentona já feita pelo produtor. Sua tradicional assinatura eletrônica dá lugar a uma bela composição guiada por notas de piano e acompanhada por uma orquestração épica, feita por Brian Tyler.

O vídeo traz Zedd tocando em uma caverna, intercalado com montagens de belíssimas imagens da natureza e projeções de vídeo cósmicas.

“Gravar o vídeo para One Strange Rock foi uma experiência insana. A equipe do National Geographic projetou vídeos nas paredes da caverna que me fizeram sentir como se estivesse em outro mundo”, declarou Zedd, em seu Facebook. “Eu espero que quando as pessoas ouvirem essa música, percebam que sou capaz de compor música emocional, para além do que eles acham que eu posso fazer”, acrescentou, desta vez em pequeno making of da trilha.

One Strange Rock traz dez episódios que abordam “a fragilidade e a maravilha” do planeta Terra, contando com a visão de astronautas sobre “por que a vida como a conhecemos existe no mundo”. A série, que já estreou no Nat Geo, foi produzida pelo conceituado cineasta americano Darren Aronofsky, e traz a narração de Will Smith.

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Confira playlists recentes de grandes nomes da cena eletrônica

Calvin Harris, Kaskade, Flume, REZZ, Zedd… Confira o que os grandes DJs têm ouvido e compartilhado

Uma das grandes sacadas do Spotify foi disponibilizar um espaço pra que todo mundo possa fazer suas próprias playlists e compartilhar com a galera. Os próprios grandes artistas também gostam de lançar suas playlists eventualmente — e aqui na Phouse, inclusive, temos uma série de playlists curadas com exclusividade por expoentes da cena nacional.

Pensando nisso, a Billboard Dance compilou diversas playlists que nomes como Calvin Harris, Kaskade, Alison Wonderland e Flume têm disponibilizado recentemente. Para além de suas próprias faixas autorais, é interessante observar a variedade musical selecionada por esses artistas, mostrando como também são influenciados por diversos outros estilos. Confira:

Calvin Harris

The Chainsmokers

marshmello

Flume

DJ Snake

Kygo

ODESZA

REZZ

Steve Aoki

Zedd

Alison Wonderland

Kaskade

Afrojack

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Com cantora country, Zedd lança seu primeiro single em 2018

Escute “The Middle”, fruto da parceria do produtor com Maren Morris e o duo Grey

Zedd lançou nessa terça-feira, 23, o single “The Middle”, com participação da cantora country Maren Morris e o duo Grey.

O cruzamento entre o pop eletrônico e as melodias do country marca o possível trabalho mais pop da discografia do produtor, que no ano passado conquistou diversos prêmios com Alessia Cara em “Stay”.

Via assessoria de imprensa, Zedd falou sobre sua primeira música de 2018: “Trabalhamos duro neste som para acertá-lo e é ótimo poder finalmente compartilhar com todo mundo. Trabalhar com a Maren foi super divertido, porque ela é uma cantora ótima e incrivelmente talentosa. E é sempre bom colaborar com o Grey, porque nos puxamos para fazer a melhor música possível, e o resultado é sensacional”.

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