TOKKA

Maior label party LGBTQ+ do Brasil realizará tour de verão; saiba mais sobre a “TOKKA”

A "TOKKA Tropical Tour" passará por BH, São Paulo, Rio, Floripa e Campinas

* Por Rafa Ribeiro

A TOKKA, maior label party LGBTQ+ do Brasil, fará uma turnê especial de verão passando por algumas das principais cidades do país. A TOKKA Tropical Tour começa em Belo Horizonte (02/11) e depois passa por São Paulo (09/11), Rio de Janeiro (27/12), Florianópolis (04/01) e Campinas (31/01).

Criada em 2017, a primeira edição da festa contou com 300 pessoas. Dois anos depois, cerca de quatro mil pessoas compareceram à edição mais recente do rolê, o TOKKA Festival, que rolou em junho deste ano, durante a semana pride da Parada do Orgulho LGBTQ+ de São Paulo, sua cidade natal. Tendo provado seu sucesso em um curto período de tempo, a festa tem focado, cada vez mais, em trazer nomes de peso da cena eletrônica nacional para o lineup.

Com ares de festival, a edição de São Paulo ocorre no mais novo e moderno espaço de entretenimento da capital, o Parque Estaiada. Para a data estão escalados Pontifexx, Luan Poffo, Gudi, Gustavo Bezzi, Babi Deejay e o residente Lucas Rios.

Já no rolê em BH, no Mix Garden, foram anunciados Devochka, Shapeless, Gustavo Bezzi, Firejack, Luan Poffo e Alex Bonno. Os eventos são promovidos pela agência Haute, braço da produtora de eventos UMAUMA.

“Com essa tour, além de crescer com a marca, dando um novo passo com a label, queremos levar uma experiência diferente a novas praças e públicos”, conta Ricardo Piovesan, idealizador da festa.

O padrão de experiência em entretenimento que a TOKKA oferece, com muita qualidade, diga-se de passagem, está constantemente em busca de novidades, evoluindo nas esferas de produção, mailing, locação, entre outras. Vale ressaltar que outro diferencial da marca é prezar pelo safe space, um espaço que possibilite ao público ser quem ele é, se sentindo seguro e em casa.

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Eventos como esse — voltados para a diversidade —, são muito importantes nos dias atuais, pois abrem margem para discussão de pautas fundamentais, como inclusão e representatividade para esse público. A música eletrônica tem tudo a ver com tal assunto: é um gênero que, além de ter suas origens no cenário LGBTQ+, prega amor e respeito em todas suas vertentes. Por isso, é essencial que a cena eletrônica abra espaço e valorize eventos do tipo.

“Se hoje nós estamos aqui produzindo grandes eventos para o público LGBT+, é porque muita gente no passado deu as caras a tapa para isso acontecer, muita gente sofreu, muita gente morreu. Jamais podemos esquecer de grandes produtores e pessoas da noite que batalharam muito pra chegarmos onde estamos hoje”, continuou Ricardo.

“Fazer evento para esse público é, ainda hoje, uma forma de mostrar resistência. Até um ato político eu diria. Fervo também é luta, independentemente do tamanho da produção. Ter um evento como a TOKKA é uma grande vitória. Mostra que também queremos e podemos ter grandes produtos para esse mercado e que também podemos consumir novas experiências. O melhor de tudo é que aqui temos a certeza de que todos estarão seguros, serão respeitados e muito bem-vindos”, concluiu.

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