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Review

Vivenciando um Universo Paralello: Capítulo 3 – O conceito

Júlia Gardel

Publicado em

30/01/2018 - 19:15
Pra fechar a série, uma mensagem final sobre a essência do Universo Paralello
* Fotos por SENSE

Hoje apresento o terceiro e último capítulo da minha aventura na mais recente edição do Universo Paralello, que rolou entre o fim de 2017 e o começo de 2018 na praia de Pratigi, na Bahia. Depois de trazer, na primeira semana, dicas importantes para a viagem e, na semana passada, um relato sobre a música e os palcos, agora encerro falando sobre a essência do festival. Depois da conclusão, deixo também uma espécie de bônus, com dicas do que levar na sua bagagem.

+ CLIQUE AQUI para ler a parte anterior deste review

CAPÍTULO 3 – O conceito

Depois de todos esses capítulos, percebe-se que a experiência do Universo Paralello vai muito além de música e festa. Tudo ocorre entre vários tipos de energia diferentes e cabe a você buscar atrair apenas as melhores, sentindo-as de alguma maneira. É por essas e outras que cada um sai com um sentimento, uma percepção diferente. O Universo busca não só trazer a música para seus participantes, mas também o respeito ao próximo e o respeito também com a natureza.

A todo o momento o UP em suas redes sociais, ou até mesmo dentro do evento, compartilha mensagens motivadoras e incentivadoras com o cuidado ao meio ambiente e às pessoas, inclusive entre sua equipe, prezando muito em espalhar a bondade e a educação. Todos os funcionários são atenciosos, bem-educados, e isso é retribuído ainda mais quando nós, público, também o somos. O festival mostra que compartilhar com as pessoas é também receber, e que compartilhar coisas boas é colher bons sentimentos; que todos somos iguais, entre todas as etnias, nacionalidades, religiões, todos somos um só, e merecemos respeito.

A equipe de limpeza trabalhava dias e horas a fio para deixar que a praia de Pratigi se mantivesse a mais limpa possível, e várias pessoas inclusive ajudavam nessa ação, recolhendo até mesmo o lixo daqueles que ainda não entenderam o espírito do evento. O Universo Paralello incentiva o que há de melhor no ser humano: a prezar a vida que vivemos, a entender a igualdade entre nós, enxergando que preconceitos são desnecessários. É um mundo onde se pode ser livre, onde devemos nos desprender de bens materiais e nos conectarmos à natureza — à nossa natureza e ao nosso corpo, à nossa essência e ao nosso espírito. É parar e se autorefletir, é sentir dentro de si seu verdadeiro eu; é libertar suas expressões, é viver intensamente; é uma experiência para trazer à realidade o que se transformou dentro de um, de fato, “universo paralelo”.

Um relato pessoal

Por eu estar sozinha no início, foi um pouco mais difícil de me soltar, me localizar completamente, entender tudo que acontecia por ali. Levou uns dois dias até cair a ficha, e só então, depois do Diksha, eu fui capaz  de realmente deixar os pensamentos de lado e focar no momento. Foi assim que eu me encontrei lá dentro e entrei mais a fundo no universo de Pratigi, me conectando com a música e passando a experienciar de verdade aquele momento. Foi também quando passei a conviver com os fatores e  as dificuldades de uma forma mais natural. É claro que você não os esquece, mas encontra uma maneira de lidar com eles; é quando você pega o jeito da coisa, descobre suas próprias manhas, se solta e se deixa levar.

Eu percebi que preocupações externas atrapalham, e então não devem andar na sua bagagem. Esta é uma viagem pra você se desligar de tudo e ocupar seus pensamentos apenas sobre você e sua própria vida. Um lugar onde você deve buscar a positividade, as alegrias; um lugar onde você conhece pessoas novas, suas histórias, povos e culturas diferentes; um lugar onde você encontra de tudo — pais e crianças, casais e idosos, grupos enormes e viajantes aventureiros. Você pode acordar cedo, tomar um banho de mar ao som de techno, pular ao som de Neelix depois do almoço e encerrar a tarde deitado no Chillout.

O Universo Paralello é a terra de todos, a terra da conexão, dos significados e da expressão dos seus sentimentos mais puros. Eu ainda pretendo voltar, desta vez na companhia que mais me fez falta, para entrar em busca de uma experiência ainda mais completa e sem preocupações: uma mente ainda mais aberta, em busca de novos significados e compreensões. Voltar buscando compartilhar ainda mais o que há de melhor dentro de mim com as pessoas e com quem eu amo. Obrigada, Universo Paralello, por me fazer vivenciar a natureza através da música.

EXTRA: Guia de bagagem

Ainda não acabou! Pra encerrar de vez a série sobre esse meu primeiro Universo Paralello, anexo aqui abaixo um pequeno guia de recomendações, que pode vir a ser útil na sua bagagem para os seus dias de acampamento.

Para a barraca:

– Barraca

– Colchão de ar ou de piscina (acredite, apenas o isolante te causará uma enorme dor nas costas)

– Travesseiro

– Saco de dormir (eu duvido que você use, porque é muito quente, mas tem quem goste de se cobrir, ou você o utiliza como travesseiro)

– Lençol (caso você prefira se cobrir sem algo muito quente como o saco de dormir)

– Pano de chão (você vai perceber a utilidade deste item ao voltar todas as vezes com o pé muito sujo na barraca)

– Cadeado (isso não vai evitar roubos, mas ajuda)

– Barbante ou cordão para fazer de varal entre coqueiros

– Lona/lycra preta (para criar uma sombra por cima da sua barraca, amarrando-as entre coqueiros)

– Gazebo (segunda opção para substituir o item acima)

Itens pessoais:

– Repelente

– Protetor solar (o festival recomenda protetores de spray, mas já aviso que se for levá-los, leve mais de um, pois eles acabam muito mais rápido. E não é porque você está na Bahia que um protetor 50 é necessário; se você usar um fator 30 com cuidado e várias vezes por dia, é suficiente)

– Escova de cabelo (você vai ver que passados os dias no evento, mesmo com ele limpo, a terra impregna e seu cabelo vai ficar bem ressecado; pentear ajuda a diminuir os nós)

– Creme de pentear (pode vir a ser útil, mas não recomendo usá-lo antes do banho, por conta da quantidade de terra que pode ter em seu cabelo sem você perceber)

– Pós-sol (se você passar do ponto, tem uma solução)

– Lanterna (acredite: esse item é essencial; você vai andar bastante por áreas não iluminadas)

– Canga (é extremamente útil, principalmente se molhada nos momentos de calor embaixo do sol)

– Óculos de sol

– Boné/viseira/chapéu de palha

– Saco de lixo para descarte pessoal na barraca

– Sacola para roupa suja

– Carregador portátil

– Alimentos (um amendoim, um biscoito ou uma barra de cereal sempre podem ser úteis durante a festa)

– Cartucheira (para documentos, dinheiro e itens importantes ou de valor, caminhando sempre com você)

– Cadeira* (se possível, leve uma cadeira de praia ou de acampamento, é muito útil)

– Chinelos (essencial! Leve mais de um, já que perder por lá é normal e o chão é bem quente)

Itens de higiene ou cuidados:

– Pomada para assaduras

– Remédios (dor de cabeça, dores musculares, enjoo, resfriado, gripe, anti-inflamatórios, etc.)

– Band-aid

– Merthiolate

– Lenços umedecidos (são muito úteis após utilizar o banheiro ou para limpar o rosto, os pés e o resto de terra que sempre resta em você, mesmo depois do banho)

– Álcool gel (útil para lavar as mãos antes de comer ou quando for necessário)

– Escova de dente

– Pasta de dente

– Enxaguante bucal

– Gaze

– Esparadrapo

– Toalha de rosto

– Toalha de banho (dica: existe uma na Decathlon, feita de um tecido específico para secar mais rápido)

– Sabonete líquido

– Shampoo

– Condicionador

* Cadeiras — observação final:

A cadeira me fez muita falta, por mais que eu achasse desnecessário. Primeiro que você está na praia: se for tomar sol ou quiser ficar olhando o mar, você pode levar sua canga, mas uma cadeira é ainda melhor. Mas é o de menos — a cadeira fez falta mesmo na pista. Na pista? Sim, na pista!

A primeira vez que eu fui em um festival de trance em São Paulo, me recomendaram levar uma cadeira, dessas de praia mesmo, e eu achei o item mais desnecessário do mundo, peso à toa. Pois é, chegando lá eu vi a festa inteira com cadeiras, e no Universo Paralello eu finalmente entendi a vibe da história.

Em um evento de oito dias, a cadeira fez sentido pra mim. Ela é um complemento pra você não deixar de estar na pista. Tem horas em que você está exausto, andou quilômetros, já pulou e dançou o dia todo, mas ainda tem grandes DJs pra ver, mesmo que você não se aguente mais em pé. Então o que você faz? Você senta na cadeira e curte sua vibe dali mesmo, sem ter que sair de lá pra descansar em outro lugar. Em terra sem cadeira, canga é a solução, mas não das melhores: esticar a canga na praia é tranquilo, mas esticar na pista nem tanto, já que você sai cheio de areia.

Júlia Gardel cobre eventos para a Phouse.

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Notícia

Armin van Buuren lança 15ª edição do clássico “A State Of Trance Year Mix”

A série de mixes é realizada desde 2004

Phouse Staff

Publicado há

A State of Trance 2018
Foto: Reprodução

Armin van Buuren lançou nessa sexta-feira (14) a 15ª edição do seu tradicional A State Of Trance Year Mix — um compiladão cuidadosamente selecionado e mixado pelo DJ, para fechar o ano com chave de ouro.

Distribuídas em dois discos, são mais de cem músicas, que vão desde escolhas pessoais do artista a sons com base na classificação do “Tune of The Year” (música do ano) — uma votação aberta ao público, organizada pela própria Armada Music, para eleger as melhores músicas de trance do ano.

 

A tracklist inclui nomes consolidados como Above & Beyond, Paul van Dyk, Markus Schulz, Ferry Corsten, Paul Oakenfold, Ben Gold e NWYR  — além, é claro, de algumas tracks do próprio van Buuren, como “Blah Blah Blah”, “Just As You Are”, “Last Dancer” e “United”, com Alok e Vini Vici.

O lançamento está disponível nas plataformas digitais e também para compra na loja online da Armada.

+ CLIQUE AQUI para ler mais notícias sobre o Armin van Buuren

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Brand Channel

Alphabeat lança primeira produção autoral da garota prodígio Rivkah

E mais: sons de Sá com Mxce, ChampZ e Magic Ink, Diefentaler com Alan Maciel e Lipe Forbes com Alfredo Paiva

Alphabeat Records

Publicado há

Rivkah
Foto: Bruno Soares/Divulgação

Nessa sexta-feira, 14, a Alphabeat Records trouxe nada menos que quatro novos lançamentos de uma só vez. E não é apenas a quantidade o nosso destaque desta semana — afinal, entre temos uma bela canção entre amigos, uma mistura incrível entre música eletrônica e música erudita, um som puro alto astral e o primeiro lançamento da menina de dez anos que vem dando o que falar na eletrônica nacional. Vem com a gente: 

Rodrigo Sá vem se destacando em diversas músicas e com parcerias com artistas do meio eletrônico. Desta vez com os amigos Mxce, ChampZ e Magic Ink, fez a música “Chuva”, que traz uma melodia harmônica com a voz de Sá e uma pegada eletrônica envolvente, com pitadas de future bass e trap

 

A garota prodígio Rivkah lançou conosco a sua aguardada primeira produção autoral. Chamada “Carry Me Home”, a collab com os produtores Icy Sasaki e Gaskhan leva a voz e a composição do brasileiro-belga Yves Paquet, conhecido no cenário nacional pelo trabalho com DJs como Alok, Bhaskar e Vintage Culture

 

Em parceria com Alan MacielDiefentaler apresenta “Astral”, single que nasce no calor do verão Brasileiro pra não deixar ninguém parado. A dupla nutre uma amizade de longo tempo, e vinha trabalhando muito para essa parceria, que fala sobre good vibes e positividade.   

 

Por fim, “Sunshine Sonata” é o mais novo som do Lipe Forbes, em parceria com o pianista Alfredo Paiva. Lipe sempre teve a ideia de unir música eletrônica com música clássica, possibilitando a apresentação com uma orquestra erudita. A música transporta conceitos clássicos para o universo contemporâneo, e é bem diferente de tudo que vinha sendo lançado pelo artista.  

 

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Entrevista

Thomas Schumacher fala sobre parceria com Victor Ruiz e volta ao Brasil

Saiba mais sobre o experiente DJ alemão que toca no país neste final de semana

Alan Medeiros

Publicado há

Thomas Schumacher
Foto: Divulgação

Thomas Schumacher é aquele tipo de artista que merece o carimbo de ícone. Ativo na indústria há praticamente três décadas, este importante DJ e produtor alemão já colaborou para o desenvolvimento da cena de seu país em diferentes frentes. Seja como DJ, produtor, empresário ou label boss, sempre esteve estimulando o desenvolvimento do cenário em seu aspecto macro, pois somente dessa maneira é possível evoluir no sentido mais amplo da palavra.

Natural de Bremen, Schumacher iniciou sua jornada na música mais precisamente em 1991. Portanto, não é exagero dizer que ele acompanhou os primeiros passos do desenvolvimento do techno no país, logo após a importação dos primeiros beats importados de Detroit. Na Alemanha, o DJ ajudou na criação do que hoje é uma segunda casa para o gênero — tão ou ainda mais ativa quanto a cidade de origem do estilo.

Até 2011, Thomas fez parte do Elektrochemie, grupo que ainda contava com Stephan Bodzin e a cantora Caitlin Devlin (esposa do artista, a quem ele demonstra uma gratidão gigante, como você poderá ler ao final). O ano de encerramento desse projeto também marca a criação da Electric Ballroom, gravadora que tem sido um dos grandes nortes do trabalho do alemão ao longo das últimas temporadas. Com mais liberdade para lançar suas músicas e conduzir seus projetos, Schumacher se tornou uma espécie de olheiro aguçado para grandes talentos.

 

Quem se beneficiou muito disso foram alguns produtores brasileiros. Os primeiros passos de Victor Ruiz no cenário internacional, por exemplo, foram dados em parceria com Thomas. Através da label alemã, Victor lançou importantes faixas, incluindo o super hit “Apollo”, originalmente lançado em 2015 e revisitado em 2018 através do EP Apollo II.

Com Schumacher, o brasileiro retorna ao seu país natal neste final de semana para duas gigs no formato B2B: sexta no Warung Beach Club e sábado no Audio, como parte da programação dessa edição extra do D-EDGE Festival. Aproveitamos a passagem de Thomas Schumacher pelo Brasil para bater um papo com ele. Confira:

 

Brasil mais uma vez: qual sentimento essa tour com o Victor Ruiz traz para você?

Fazer essa tour especial em B2B com o Victor Ruiz me dá muito orgulho. Victor e eu compartilhamos uma visão quando se trata de techno, o que fica evidente em nossos sets e collabs. O fato de que a faixa “Wonder”, do nosso último lançamento, Apollo II, subiu nas paradas do Beatport e tornou-se nosso primeiro hit número um, torna tudo ainda mais significativo. Celebraremos o sucesso com os nossos fãs no Brasil durante nossos sets no D-EDGE Festival e no Warung.

O techno é um estilo que tem passado por um longo processo de transformação nos últimos anos. Como você enxerga esses ciclos? Para qual caminho esse movimento ruma nos próximos anos?

Mudança e transformação são elementos essenciais da vida e isso se aplica ao techno também. Neste ano vimos a volta da rave e do acid techno, basicamente os sons com os quais cresci nos anos 90. É uma experiência incrível para mim, viver um ciclo completo. Me sinto abençoado por ainda estar aqui e contribuir para o nosso movimento.

 

Música é sobre emoção, e acredito que um DJ pode despertá-la de diferentes frentes na pista. O que você costuma fazer para que o seu trabalho como músico tenha um caráter mais emocionante?

Concordo plenamente com sua declaração. Música é sobre emoção e conexão, e este é exatamente o meu objetivo quando se trata do processo criativo: me expressar e tocar as pessoas. Quando isso acontece, me sinto profundamente realizado e alegre.

Estúdio ou dancefloor: qual desses dois ambientes proporciona a você uma experiência mais prazerosa?

Ambos me dão formas muito diferentes de prazer e ambos são essenciais para o que estou fazendo. O processo de criar música é bastante íntimo, é como uma jornada pelo meu mundo interior. Quanto mais eu puder estar em contato comigo mesmo, melhor será o resultado. Já tocar é sobre conectar-se com as pessoas. A interação com o público através da música que eu toco é única — diz respeito a se perder no momento e esquecer do mundo lá fora.

A Electric Ballroom representa um capítulo importante na sua história enquanto artista. Quão importante ter seu próprio selo foi para o desenvolvimento de sua carreira a nível internacional?

Vejo meu selo como um playground criativo. Gosto muito da liberdade que isso me dá e abraço o fato de não ter que me comprometer quando se trata da música lançada por mim.

 

Berlim: na sua visão, o que há de melhor e pior para DJs e produtores na apoteótica cena da capital alemã?

Onde não há escuridão, não pode haver luz. Berlim tem muito a oferecer para pessoas criativas, as opções são ricas e diversas, tudo é possível. Para alguns, essa riqueza de oportunidade pode parecer intimidadora e outros podem se perder por um tempo, mas no fim, não há lugar melhor para nós do que essa cidade.

Como você lida com a pressão de se manter no topo? Essa questão tem impactado a forma como você cria suas músicas?

Quero viver de acordo com meus valores centrais e compartilhar com as pessoas através da música. Isso é o que importa para mim. Aprendi que colocar pressão sobre mim não me aproxima de nenhum dos meus objetivos. Muito pelo contrário. Uma prática de meditação diária é uma forma de me alinhar e me preparar para uma sessão criativa.

Olhando para trás, quais ensinamentos obtidos através de conversas com outros artistas você considera fundamental para ter chegado aonde está hoje?

Minha esposa Caitlin é cantora, compositora e pintora. Ela me ensinou mais sobre mim, música e vida do que qualquer outra pessoa. Sem ela, eu não estaria nem perto de onde estou hoje, e por isso sou profundamente grato a ela.

* Alan Medeiros é colaborador da Phouse.

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